A Gruta do Lou

15 thoughts on “Sigo adiante

  1. O Lou tá parecendo o Bono Vox do U2: “Still haven’t found what i’m lookin’ for…”
    Nem eu. A diferença é que nem sei direito o que estou procurando…

    1. Rubinho

      Exceto um jeito de voltar a São Paulo, não estou procurando nada. Problema de quem procura é o risco de achar. Na verdade, olhei o cão da foto e resolvi falar por ele. 🙂

  2. Lou: “Pretendo encontrar o que estou procurando. Sei onde estou e para onde quero ir. Se alguém não entende, paciência, nem todos concordam com Deus. Fazer o que?” – ok, posso falar igual mas o cão perdido… 🙂 tô fora, prefiro usar outra metáfora!!!
    🙂
    beijos,
    alê

  3. ok, Lou…
    não devia, enfim, mas vamos lá!
    (há uma imensa/tremenda possibilidade de você rir de mim):
    eu, alê, costumo ter medo de cachorros.
    é isso.
    ok, não depende do tamanho do cão.
    da raça.
    não, eu não tenho trauma.
    ok, é uma bobagem.
    não, não é tão simples de resolver.
    então…

    não rola a comparação com o animalzinho.
    (sim, pode rir)
    beijos,
    🙂
    alê

    1. Alê
      Não há como negar, há um lado engraçado nisso, mas é traji-cômico, porque tem o outro lado, uma fobia e isso não tem graça nenhuma. Não sei se as fobias se explicam, pelo menos, as explicações conhecidas (todas com o selo psicológico) não me convencem. De repente a pessoa sente algo estranho, e pronto, está lá uma repugnância, um medo, uma mania, etc. Não sei porque, mas a psicologia resolveu apoderar-se dos nossos sentimentos, como se eles fossem uma espécie de propriedade dela. Mas tratar sentimentos, será sempre tratar o sintoma, o paliativo que não encontra a causa. É quase a mesma coisa que dar remédio para a tosse ou a febre, sem descobrir o que está levando o corpo a essas reações defensivas. Temos aí uma dica, as fobias podem ser reações defensivas de nossa psique, o nosso lado humano. De qualquer forma, as nossas defesas naturais também fazem parte da obra do Criador. Talvez, só ele possa explicar a causa de sua fobia. Enquanto isso, melhor substituir o cão perdido por, quem sabe, um gato perdido ou mesmo, um elefante, sei lá. Nem sei se os elefantes se perdem, mas tudo para não despertar sua fobia. Tenho minhas loucuras, vejo germes, bactérias e esses horripilantes seres minúsculos em todos os lugares, coisas e no ar. Tento não colocar as mãos em nada, fora de casa, odeio corri-mão de escadas, ônibus, metrô, etc. Tenho grande dificuldade em usar banheiros públicos e se me filmassem nessas ocasiões, garanto que bombaria no Youtube. Só para você ter uma idéia, não encosto minhas mãos em nada nesses lugares, a não ser em água corrente e toalhas de papel, que não sejam de papel reciclado. Somos todos uns loucos, especialmente os psicólogos e psiquiatras. A melhor ajuda que encontrei para isso foi dada por Kiekegaard em “O Conceito de Angústia”. O seus cães e as minhas bactérias revelam nossas angústias, que começam lá no Gênesis e a instituição do pecado.

    1. Djalmir

      Ser porta voz de caozinhos perdidos ou não é algo que faço desde criança e acho que virou uma coisa meio ministerial. Também falo pelas crianças, principalmente, quando os pais tem dificuldade de entende-las e tem o negócio de interpretar as viúvas e os órfãos, os presos e os endividados. Acho que ouvi Deus em algum ponto de minha vida, ou ele me mandou para cá com esse programa na memória. 🙂

  4. é bem por ai Lou…
    nem concordo com o “de perto ninguem é normal…” acho mesmo que nem a “meia distância”!!!
    beijos,
    alê
    🙂
    🙂

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