Por Alan Ghani,
31 out, 2018

Jair Messias Bolsonaro está eleito presidente do Brasil. Muitas hipóteses surgem para explicar como um candidato com pouco recurso, fora do establishment e com oposição de maior parte da imprensa foi capaz de ganhar a eleição. As explicações mais comuns são aquelas que colocam, na percepção do eleitor, Bolsonaro como um catalisador da valorização da segurança pública, do antipetismo, de valores conservadores e do anti-establishment. Verdade. Mas existe uma variável pouco explorada pelos analistas que foi fundamental para explicar “Bolsonaro presidente”. Essa variável se chama “Olavo de Carvalho”.

Jair Messias Bolsonaro é eleito presidente do Brasil. Muitas hipóteses surgem para explicar como um candidato com pouco recurso, fora do establishment e com oposição de maior parte da imprensa foi capaz de ganhar a eleição. As explicações mais comuns são aquelas que colocam, na percepção do eleitor, Bolsonaro como um catalisador da valorização da segurança pública, do antipetismo, de valores conservadores e do anti-establishment. Verdade. Mas existe uma variável pouco explorada pelos analistas que foi fundamental para explicar “Bolsonaro presidente”. Essa variável se chama “Olavo de Carvalho”.

A votação expressiva de Bolsonaro não seria possível sem uma onda conservadora no Brasil. Sem a devida preparação no terreno cultural, Bolsonaro jamais seria eleito. Não se trata apenas de um fenômeno antipetista; existiam outros candidatos contra o PT, que não levaram a maior parte dos votos da população.

A ascensão de Bolsonaro coincide com uma retomada dos valores conservadores e um cansaço com as ideologias, conforme observado no artigo escrito por mim em conjunto com o colunista do InfoMoney, Alexandre Pacheco (aqui). A ascensão do conservadorismo e a perda de força das ideologias não ocorreram por acaso. Embora a população brasileira seja majoritariamente conservadora (aqui), o conservadorismo foi neutralizado por anos de hegemonia cultural da esquerda no país. E é exatamente aí que entra a importância histórica do filósofo Olavo de Carvalho.

No início da década de 90, Olavo de Carvalho, com o brilhante livro o “Imbecil Coletivo”, dava início sozinho à quebra dessa hegemonia. Não era tarefa fácil, uma vez que as escolas, a mídia e as universidades tinham o monopólio da informação e propagavam ideias de esquerda sobre toda a sociedade (ver a Corrupção da Inteligência de Flávio Gordon). Não havia no Brasil um debate intelectual entre direita e esquerda, mas entre correntes ideológicas dentro da própria esquerda (socialismo, social democracia, etc.). Conforme o próprio Olavo já disse: “o debate ocorria nos próprios termos da esquerda”. Mesmo que uma pessoa não se considerasse de esquerda, ela já falava e pensava como um esquerdista, sem perceber o processo inconsciente de doutrinação.

Mesmo sendo uma obra prima, é evidente que apenas um livro (O Imbecil Coletivo) não seria suficiente para furar todo o bloqueio às ideias conservadoras e liberais impostas pela mídia e pelas universidades. Apesar de seu banimento de todos os grandes veículos de comunicação, Olavo de Carvalho lançava cursos na internet, escrevia artigos, publicava livros e fazia vídeos online, conquistando uma legião de alunos e seguidores. Com uma argumentação extremamente lógica, embasado em fontes primárias e apoiado numa vasta literatura nacional e internacional, Olavo de Carvalho dava início a um processo de resgate da alta cultura no Brasil e de combate ao domínio psicológico e cultural da esquerda sobre as massas.

Conforme observado em entrevista por Filipe Martins para o InfoMoney (aqui), Olavo de Carvalho influenciava intelectualmente uma geração que futuramente teria grande relevância como formadores de opinião. Felipe Moura Brasil (jornalista, Jovem Pan e Antagonista), Bruno Garschagen (escritor, Gazeta do Povo), Alexandre Borges (publicitário, Imprensa Livre), Filipe Martins (analista político, Senso Incomum), Flávio Morgenstern (escritor Senso Incomum), Danilo Gentili (SBT), Flávio Gordon (escritor, Gazeta do Povo), Nando Moura (crítico musical, canal próprio), Lobão (músico), Joyce Halssemann (deputada federal) Bene Barbosa (especialista em segurança pública, MVB), Allan dos Santos (Terça Livre) são apenas alguns nomes que hoje têm milhares de seguidores e influenciam muitas pessoas –  seja com livros, programas em mídia, artigos ou vídeos na internet (eu, Alan Ghani, também fui influenciado intelectualmente pelas ideias de Olavo de Carvalho). *(O autor da Gruta também tem aprendido com o Olavo, bem como o Luiz Phellipe de Orleans e Bragança e uma pá de gente apresentada ao Olavo por nós)

Com o avanço das redes sociais e com a publicação do livro “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, definitivamente o filósofo se consolida como um fenômeno editorial e de internet. Conforme observado por Carlos Andreazza – editor da Record, também entrevistado pelo InfoMoney (aqui) -, Olavo de Carvalho se torna “pop” e seu livro se transforma num fenômeno editorial, atingindo pessoas comuns (mais de 300 mil cópias vendidas). Diga-se de passagem, Carlos Andreazza contribuiu bastante para a influência intelectual da direita no Brasil ao publicar excelentes livros com ideias liberais e conservadoras.

Com Olavo de Carvalho e todos esses formadores de opinião, finalmente a esquerda teve que lidar com o contraditório, com um debate de verdade. As ideias liberais e conversadoras penetravam na sociedade, ao mesmo tempo que muitas ideologias de esquerda (ideologia de gênero, feminismo, etc.) eram denunciadas como partes integrantes de um projeto de tomada de poder, e não como defesa de minorias. Denunciava-se a corrupção sistêmica do Petrolão, o Foro de São Paulo e o apoio petista às ditaduras venezuelanas e cubanas. Nesse novo ambiente, grupos antigos se reciclavam (Jovem Pan) e uma nova imprensa surgia – o Antagonista. O jornalismo era resgatado, e os fatos passaram a importar mais que as ideologias.

O domínio hegemônico da esquerda começava a ruir. Se de um lado a hegemonia cultural de esquerda foi essencial para a chegada e sustentação do PT ao poder (ver a Corrupção da Inteligência de Flávio Gordon), por outro, o enfraquecimento no plano cultural foi fundamental para não eleger Fernando Haddad. Com a perda dessa influência, o PT se enfraquecia e passou a se sustentar basicamente no recall eleitoral de Lula. Perdia força de narrativa também. Não conseguia mais doutrinar a população, dizendo que “a maior crise econômica da história brasileira era culpa do cenário internacional”. As narrativas do “impeachment é golpe” e “Lula foi preso sem provas” não colavam mais para a maior parte da população. Os fatos e a realidade se sobrepunham à narrativa. É óbvio que a Lava Jato e a crise econômica contribuíram muito para o enfraquecimento do PT. Mas o entendimento da sociedade poderia ser outro. A população poderia entender o PT como “vítima”. Não foi o que ocorreu. O PT não conseguia mais emplacar a sua narrativa.

Nesse novo ambiente, marcado pela ascensão do conservadorismo e do antipetismo, bastava apenas um político encarnar essas tendências para a população. Bem ou mal, com seu jeito mais rude, mais rasgado, Bolsonaro soube fazer isso e capitalizar os votos. Na percepção do eleitor, Bolsonaro era visto como um defensor legítimo do antipetismo, ou do conservadorismo, ou de ambos.

Jair Bolsonaro é resultado direto do antipetismo e da ascensão cultural da direita no país (liberal e conservadora). No entanto, não existiria antipetismo e nem conservadorismo sem a quebra da hegemonia cultural da esquerda no Brasil. E essa quebra de hegemonia só foi possível graças ao excelente trabalho de Olavo de Carvalho, que formou uma geração de pessoas preparadas intelectualmente para o debate público. Em última análise, seria impossível um Bolsonaro presidente sem o choque de realidade trazido pelo filósofo Olavo de Carvalho.  Não é à toa que seu “best seller” estava na mesa do futuro presidente em seu primeiro discurso. Olavo tem razão.

Alan Ghani é economista, PhD em Finanças, professor de pós graduação e colunista

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Alan Ghani

É economista, mestre e doutor em Finanças pela FEA-USP, com especialização na UTSA (University of Texas at San Antonio). Trabalhou como economista na MCM Consultores e hoje atua como consultor em finanças e economia e também como professor de pós-graduação, MBAs e treinamentos in company.

do Site InfoMoney.

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Leia Olavo de Carvalho

 

 


Mulheres deram início à Revolução Russa

A Mary of Guise regente da Inglaterra disse, certa vez: “Não tenho medo de nada, exércitos, marinhas, canhões, etc. A única exceção é o Sr. John Knox e suas orações”.

Estamos diante de um dilema, cristianismo ou humanismo. Sem dúvida é um dilema com certa idade, mas a cada novo dia ele nos espreme um pouco mais.

Sem autorização por escrito, tomei emprestado do Pr. JOSENILDO SOARES DOS SANTOS do blog Bíblia e Filosofia o que segue:

 Este artigo está baseado em dois livros: Um manifesto cristão, escrito pelo Dr. Francis Schaeffer, que defende uma cosmovisão judaico-cristã do homem; e o livro: Ter ou Ser?, escrito pelo Dr. Erich Fromm, que defende uma visão socialista marxista de humanismo.

1.Visão cristã sobre homem

A visão cristã sobre o homem tem como ponto de partida a afirmação de que o homem foi criado segundo a imagem e semelhança de Deus, desenvolve-se na certeza que este Deus deseja conduzir o homem que criou (mesmo depois da queda) à uma vida de paz e alegria neste mundo, seguindo as instruções descritas em sua Palavra (Bíblia), e culmina na esperança de que o homem, que se voltar para o Deus Criador, irá desfrutar da beatitude eterna. Esta visão foi fundamental na formação da sociedade ocidental e tem seu respaldo em textos bíblicos, tais como:

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (Gênesis 1:26,27)

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Evangelho de Mateus 11:28-30)”

No primeiro texto acima vemos que o homem foi feito imagem de Deus e no segundo, vemos o convite de Jesus para socorrer este mesmo homem em seus conflitos e dores. Com muitos textos semelhantes, o cristianismo contribuiu para a formação de povos e leis, onde a visão do homem tinham estas premissas.

A visão cristã sobre o homem não pode variar muito porque tem como fonte as instruções bíblicas. Por maior que seja o apelo de uma sociedade em constante transformação, esta visão deve continuar sendo cristã, ou senão, deve mudar de nome.

Advertindo para o perigo do humanismo, Schaeffer escreve:

Seria bom ressaltar o fato de que não devemos confundir coisas tão diferentes, como fez o Dr. Marty. Humanitarismo significa ser bondoso e ajudar as pessoas, tratando os outros humanamente. As humanidades são estudos da literatura, artes, música, etc. – aquilo que é produto da criatividade humana. Humanismo é ter o homem como o centro de todas as coisas e fazer dele a medida de todas as coisas. (SCHAEFFER,168).

E conclui dizendo:

Apesar de serem humanitários e interessados nas humanidades, os cristãos devem se opor consistentemente ao humanismo falso e destrutivo, que faz uma representação falsa do ensino da Bíblia e igualmente do que o homem é na realidade. (SCHAEFFER,169).

2.Humanismo Socialista

O humanismo socialista rompe com a visão de um Deus Criador de duas formas: simplesmente negando-o (como fez Feuerbach e Marx) ou então, igualando os deuses e utilizando-os para a implantação do culto ao único deus, chamado Estado, como faz Erich Fromm e outros. Vejamos uma citação do livro “Ter ou Ser?” de Erich Fromm:

Na verdade, para aqueles que não estejam autenticamente enraizados em religião teísta, a questão fundamental é a da conversão a uma “religiosidade” humanista sem religião, sem dogmas e instituições, uma “religiosidade” há muito preparada pelo movimento de religiosidade não teísta, de Buda a Marx. (FROMM,pg.195)

Dito isso, felizmente o Josenildo nos poupou tempo de fosfato, fazendo melhor do que eu faria.


Corpos de pessoas assassinadas em campo de concentração russo

A coisa começa quando alguns pastores ditos neopentecostais (Entre eles, estão Pr. José Wellington, Bispo Edir Macedo, Mis. R.R. Soares, Ap. Rina (Bola de Neve), Estevam Hernandes (Renascer em Cristo), Silas Malafaia e Cláudio Duarte (Vitória em Cristo), Samuel Câmara (presidente da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil – CADB), além de cantores como André Valadão, PG, Mattos Nascimento e Ana Paula Valadão e vai por aí, em termos dos neopentecostais, repito, resolveram apoiar um dos candidatos, o único candidato sem o viés humanista socialista.

Esse círculo reúne os pastores mais ricos e não estou aqui para julgá-los, inclusive porque esse tipo de ministério cristão nunca me pegou. Entre esses há quem eu tenha conhecido até com direito a receber ajuda para pagar o custo de uma das cirurgias cardíacas pela qual meu filho mais novo (falecido) passou. Mesmo assim, não houve nenhuma tratativa ou exigência e eu nunca fui membro, nem mesmo frequentador daquela igreja. Os fieis dessas igrejas estão felizes com eles, mas podem sair quando quiserem. Mas esse não é meu tema agora.

Lenin, líder da Revolução Russa de 1917

Além desses, há quase uma conspiração de pastores pentecostais (veja bem, estou escrevendo agora sobre os pentecostais, sem o “neo” na frente.

São igrejas menores em relação as primeiras.

Os pentecostais ou os neopentecostais são cristãos capazes de manter um certo humanismo, mas em essência, são espirituais. São assíduos em orar, jejuar e contribuir. A vida deles se pauta por essas ações.

Ao contrário, as igrejas humanistas se pautam por psicólogos, psiquiatras, filósofos e interpretações bíblicas próprias para acomodar essas práticas em suas igrejas. Geralmente, os próprios pastores além de estudos teológicos, costumam buscar esses cursos humanistas. Suas pregações são recheadas dos temas humanistas.

Foram milhares de mortos pela revolução russa

Os pastores pentecostais trataram de indicar a seus membros um candidato, ao menos, o único disposto a buscar o apoio de Deus e de Jesus Cristo. Se ele vai fazer de fato, eles ainda não sabem, mas ele tem indícios positivos, por exemplo a esposa e seu sogro são cristãos protestantes. Ele foi introduzido no meio protestante e passou pelas águas do batismo, salvo engano. Para mim, o sinal melhor foi o milagre de não ter morrido na tentativa de tirar-lhe a vida, há um mês atrás, por motivos do interesse político.

Então, através de um dos meus antigos gurus, o Dr. Zenon Lotufo Jr, como já mencionei muitas vezes, tomei conhecimento de um texto escrito pelo Ricardo Gondim (não sei se ele ainda se diz pastor, pelo menos não usa mais a designação) líder da Igreja Betesda:

A Banalização do mal.

Se for lá ler esse “libelo”, extremamente influenciado pelo humanismo socialista do Ricardo, aproveite para ler e entender sua guinada para a esquerda, introduzindo o Teismo Aberto, depois a Teologia Integral e agora o humanismo socialista, deixando para trás todos os dogmas mais importantes do cristianismo. Nem a igreja Católica chega aos pés da igreja Betesda e seu líder, enfim tire suas próprias conclusões.

Passou de cem milhões de mortos ao longo do domínio comunista

Tempos atrás, acabei conhecendo uma senhora cristã dissidente da igreja Betesda liderada por esse cara, ela era a líder das senhoras encarregadas dos grupos de oração lá. Um dia o Ricardo foi lá e acabou com a prática da oração na igreja. Estranho né? Aquela senhora não teve outra alternativa a não ser cair fora da igreja. Logicamente ele se deu por muito satisfeito.

De alguma maneira, os pastores pentecostais perceberam o perigo rondando os cristãos brasileiros. Antes da revolução russa houve profetas avisando o perigo rondando os cristãos e os judeus antes da Revolução Russa de 1917, sob o comando de Lenin e depois por Stalin. Mas o povo não quis acreditar e muito menos imaginar aquela possibilidade. Na Alemanha foi a mesma coisa, mas menos letal do que na Rússia, embora isso não tenha mérito algum.

Prisioneiros em Campo de Concentração Alemão

Milhares de pessoas foram assassinadas em nome da Revolução Russa, sobretudo pastores protestantes e padres cristãos ortodoxos. Hitler, o fascista, matou consideravelmente menos gente, infelizmente mirou seus fornos, câmaras de gás e fuzis muito mais para os judeus, em relação aos milhares de russos cristãos e judeus mortos por lá.

Obviamente o Gondim tem uma tremenda necessidade de menosprezar quem lhe deu tudo e para quem ele não devolveu nada, a começar de Jesus Cristo, passando pela Igreja Assembleia de Deus, até se desligar dela, afinal não precisava mais nem de um nem de outro. Diante da eleição para presidente ele resolveu empurrar os membros de sua igreja e os outros imbecis necessários para a bocarra dos ladrões do Brasil, os corruptos dos últimos trinta anos e principalmente os ladrões do PT (partido dos trabalhadores) com a ajuda do PMDB, PSDB e de quase todos os outros partidos políticos brasileiros, para votar nessa eleição nos candidatos desses bandidos.

Sofrimento: o resultado

Com isso, Gondim está claramente indicando os outros candidatos aos seus seguidores, em detrimento do único capaz de proteger os cristãos. Não estou condenando essa figura nefasta pela nossa constituição humana. Mas o esconjuro pelo fato dele estar descumprindo a Missão em forma de mandamento deixado aos discípulos cristãos por Jesus Cristo, a saber: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura”; Marcos 16:15, fazendo exatamente o contrário, ou seja, entregando as criaturas nas mãos do capeta. Salvo engano, claro.

Se o tal candidato fascista segundo Ricardo, não for o que os pastores esperam dele, nada parecido com um fascista, durante seu mandato presidencial, caso seja eleito, certamente eles ficaram com mico na mão mesmo. Nesse caso, ficará claro que não havia nenhuma alternativa, mas os pastores pentecostais costumam orar, joelho no chão, bíblia na mão, jejum e contribuição e isso costuma mexer fundo nas decisões de Deus. Não duvide Dele.

 

Bolsonaro

Estamos a cerca de um dia das eleições para presidentes e outros cargos menos relevantes, em 2018. Apesar do desastre imposto ao país pelos petistas e demais comunistas, através da corrupção sistêmica, plano de transformar o país em uma imensa ditadura de esquerda, desmontar famílias, escolas, meios de comunicação, extermínio das igrejas e religiões, enfim os dez mandamentos de Lenin, em sete candidatos concorrendo, só um não está a favor desse acinte, o capitão da reserva de deputado federal, na quinta legislatura, senhor Jair Messias Bolsonaro.


Com tantos inimigos, não teve vida fácil, como era de se esperar, mas os encarregados da segurança não foram capazes de proteger o Bolsonaro e ele foi esfaqueado em meio a multidão participante de evento de rua, em Juiz de Fora – MG. As autoridades policiais (estadual e federal) ainda não concluíram as investigações, embora o assassino tenha sido preso em flagrante.

Além desses parênteses, os inimigos do Bolsonaro trataram de estuda-lo e planejaram exercer pressão em cima de alguns dos seus hábitos e crenças (machismo, homofobia, cristianismo e apreço pelas ideias militares. Acusam-no de outras coisas mas na base do fake News. Junto a isso, procuraram momentos ruins em vídeos para usá-los durante a campanha.

O problema nem é esse modelo de desconstrução de um candidato fora da roda. Mas os idiotas assimilantes dessas, ou como diria o Nelson Rodrigues, os imbecis necessários sempre muito presentes nessas horas.

Uma das “qualidades discutíveis” do Bolsonaro é seu reconhecido machismo. Aqui sou obrigado a confessar meu próprio machismo para explicar ou desculpar o dele. Nossa geração (o Bolsonaro é três anos mais novo em relação a mim) foi educada em casa, na escola, pela mídia e na igreja a sermos machistas, homens e mulheres. As mulheres não foram educadas para serem machonas, mas para conviver com homens machistas, sem perder sua feminilidade.

As outras duas gerações presentes nos nossos dias estão menos machistas, sendo os mais novos bem menos machistas, com enorme contingente de homossexuais, tanto de meninos como de meninas. A nossa geração também tem homossexuais, mas em quantidade infinitamente menor. Até onde consigo perceber, nossa geração (idade de 60 em diante) é muito menos homofóbica em relação às outras mais novas (idades de 0 a 30 e de 31 a 59 + ou -), afinal vivemos em relativa harmonia.

A questão do machismo é importante quando existe a família, Deus e o estado. Nesse caso, os homens deveriam ser os arrimos das famílias e as mulheres as gerentes do lar, a maternidade e a educação dos filhos. Ao longo dos anos, as mulheres foram convocadas a trabalhar para ajudar na manutenção dos lares (desde o final do séc. XIX em diante). Embora a verdade por trás disso, sempre foi o interesse de pagar menos pelo trabalho e as mulheres (por serem menos fortes fisicamente) se enquadram nessa categoria. Fazendo as contas, mesmo produzindo um pouco menos, ainda são mais rentáveis para os senhores do engenho.

Portanto, tanto capitalistas quanto comunistas, há unanimidade nesse quesito, eles preferem as mulheres e os rapazes (homens mais novos) no trabalho. Isso incluiu uma diminuição na preparação dos rapazes e moças afim de poderem entrar o quanto antes no mercado de trabalho. Com isso os homens mais velhos são retirados do mercado de trabalho para viver no ostracismo com enormes problemas de autoestima, sem falar na falta de dinheiro, pois a previdência é a maior inimiga desses caras.

Evidentemente, quando a mulher sai de casa para trabalhar, no caso das casadas, há um aumento exponencial de divórcios e não é por acaso. Não demora muito para elas descobrirem ou entenderem como é muito mais prático e econômico viver sozinhas. Com isso, subiu exponencialmente o número de “solteiros” de meia idade, tanto homens quanto mulheres. Bom para os donos de motéis e similares, obviamente e azar dos pastores e padres, pois por aí, perdem dizimistas aos montes.

Por fim nessa primeira parte, a minha pitadinha no caso das feministas. Em relação ao Bolsonaro, elas caíram direitinho nas ciladas dos inimigos dele. Bastou martelar no machismo dele e pronto, elas o odeiam. Engraçado é, a meu ver, ele é até um machão meio fracote, chorão e cheio de dengos com seus familiares. Eu, por exemplo, ouvi desde muito cedo a frase: “homem não chora” da boca de minha mãe e de minha avó e chorar sempre foi difícil para mim. Definitivamente, nunca fui dado às brigas, mas até a morte de meu filho, chorei pouquíssimas vezes.

As feministas, em sua grande maioria, são egressas de problemas com homens, a começar pelos pais, padrastos, professores, pastores, padres, policiais, presidentes, etc. e outros inimigos de mulheres, do tipo covarde e com problemas sexuais. Esses são os caras causadores dos traumas dessas mulheres. Embora a maioria tenha a ver com traumas conseguidos de casamentos e uniões malsucedidas. Interessante o fato delas não conseguirem separar homens covardes de homens simplesmente machistas.

Portanto, acabam preferindo para seus amigos e candidatos, homens com viés comunista, humanista e/ou homossexual, como garantia de não ser necessário passar por outro dissabor qualquer. Mas a maioria das mulheres não é feminista, embora há feministas cada vez mais.

Ninguém fez estatística do número de famílias existentes, até onde estou inteirado. Mas sou capaz de apostar nas cartas favoráveis à diminuição proporcional do número de famílias. Tudo isso, para o bem de quem? Certamente dos senhores desse mundo, claro.

Por outro lado, não creio ter sido boa escolha para desconstruir o candidato Bolsonaro dessas formas. Apostaria todas as minhas fichas nas vicissitudes dos meus clientes, caso fosse profissional nessa área.

Acredito com todas as minhas forças nessas horas, em enaltecer o caráter e todos os outros traços positivos do cara, sendo homem ou mulher. Simplesmente não mencionaria o nome dos outros concorrentes, pois qualquer menção sempre trará rendimentos para eles. Mas essa gente não aprende nunca.

Enfim, as feministas estarão votando mal por causas delas mesmas e, no caso do Bolsonaro vencer, elas se frustrarão mais uma vez em suas vidas por causa de um homem detestável, segundo suas próprias predisposições. Se o cara vir a ser um bom presidente, jamais elas concordarão com ele e isso evidenciará o meu acerto.

Enfim, os marqueteiros dos outros seis outros candidatos conseguiram lograr desagrado nas feministas, mas será pouco para impedir a eleição do Bolsonaro. Agora, a única possibilidade será mesmo a fraude nas ou das urnas. Mais uma vez, terei acertado.

Adoro acertar.



O comunismo (ou outro inimigo) nunca chegará aqui. Não?

O futuro da Igreja Cristã no Brasil deveria ser uma preocupação para seus membros. Creio caber a cada um essa resposta. De começo, se você não sabe ao certo a definição de comunismo e/ou socialismo, seria bom dar uma olhada nisso. Nem se for uma pesquisa rápida na Wikipédia – Google

Em 1979, estive na Albânia por duas semanas. O país é pequeno, bem pequeno, e naquela época, havia uma população de três e meio milhão de pessoas. Os albaneses implantaram um regime denominado marxismo-leninismo na década de quarenta no século passado.

Viajei com um irmão da igreja, o Carlos. Mas chegamos lá e encontramos mais quatro missionários, duas inglesas, um holandês e um norte-americano (esse eu conheci antes da viagem)

Nosso objetivo cumpriu-se completamente. Com base na história de Jericó, na Bíblia, onde o povo andou em volta das muralhas inexpugnáveis, as trombetas tocaram e as muralhas caíram. Esse era o nosso plano também, andamos por todo o país, orando e pouco tempo depois o regime marxista-leninista de Enver Hoxa caiu.

Contratado pela Open Doors Mission

Quando voltei para casa, fomos convidados a trabalhar na Open Doors Mission (Missão Portas Abertas). O Dr. Dale W. Kietzman nos convidou pois entendeu o valor do meu trabalho na Albânia e a chance de poder contar com um missionário com a nossa. O Carlos foi acomodado em pesquisa, enquanto eu fui para o marketing, mais especificamente, captar recursos.

Na verdade, a razão de eu ter ido à Albânia foi o desafio feito pelo Irmão André, autor do livro O Contrabandista de Deus, ou seja, segundo o André, a Albânia era o maior desafio na luta pela liberdade religiosa. Eles diziam: “Somos o único país da Terra onde todas as pessoas são ateias e o país: o único declarado o primeiro país ateu do planeta”.

Trabalhei duro na missão, nessa época. Visitando igrejas todos os santos dias dos fins de semana, em pouco tempo, aumentei o número de contribuintes de 50 para 1500. Mas isso não era lá um grande mérito. Havia lido todos os livros do Irmão André, sobretudo o “Contrabandista de Deus” e assisti às palestras dele em igrejas brasileiras.

Entendi o propósito e nunca foi captar dinheiro como um objetivo primeiro. O irmão André sempre quis restabelecer a liberdade religiosa e a liberdade daqueles povos atrás da cortina de ferro proibidos de exercer sua fé.

Quando ele visitou aqueles países, desde as primeiras vezes, ficou claro para ele qual seria o melhor método para manter a chama acesa e, se possível, aumentar o fogo espiritual dos cristãos e, para tanto, ele entendeu a estratégia dada por Deus, ou seja, levar Bíblias para aqueles irmãos, apesar das proibições daqueles ditadores e suas polícias.

Em 1989 o muro de Berlim caiu e com ele caiu toda a “Cortina de Ferro”. Os países desmembrados da URSS voltaram a sua identidade inicial e hoje, está tudo no lugar outra vez. Mas não podemos nos esquece o culto disso, ou seja, milhares de vidas perdidas nessa caminhada. O Irmão André fez algo possível em suas possibilidade, na verdade, foi sempre além disso. Talvez você não pense como eu, mas não me surpreenderá se algum dia alguém disser: O Irmão André com poucos abnegados derrubou a URSS atirando bíblias.

Então comecei a olhar para o nosso Brasil, naquele começo da década de oitenta, lembrando da intentona comunista em 1935 e da tomada do poder pelos militares em 1964. Observei com certo medo, principalmente quando as forças policiais iam para cima dos estudantes no centro das cidades com toda truculência e do outro lado via a provocação e a intenção de jogar o povo contra os militares.

 Vi, principalmente, aquela intransigência daqueles milhares de jovens com bandeiras vermelhas para com os símbolos cristãos. Embora na década de oitenta, podia ver o monstro, embora em silencio, mas vivo e com aquele olhar de quem espera a hora para voltar a atacar.

De uma forma pueril, comecei a conversar com o pessoal da nossa base brasileira, se não seria o caso de começarmos a trabalhar as igrejas, em princípio os cristãos para uma preparação caso houvesse alguma mudança importante e ameaçadora à liberdade religiosa, especialmente ao culto a Deus, via Jesus Cristo.

A maioria dos colegas tratou de me desanimar com argumentos otimistas do tipo, isso não acontecerá aqui jamais. Burro eu não me dar conta, aquele aperto em meu peito vinha do Espírito, mas só agora estou completamente convencido. Estamos correndo riscos seríssimos de perdermos a nossa liberdade de cultuar nosso Deus, de portar e muito menos ler nossas Bíblias e o pior, correr o risco de morte por tudo isso. Assim aconteceu atrás da cortina de ferro, de bambu, no Laos, Camboja, Vietnã, Cuba, Coreia do Norte, etc.

Só uma pessoa da Open Doors Mission me deu ouvidos. Quando falei com o Dr. Dale, ele me disse para ficar de olhos abertos e coletasse evidências. Ele voltava ao Brasil de quando em quando, primeiro porque uma das filhas dele morava em São Paulo e depois porque ele era o nosso chefe na ODI, passava algum tempo conosco.

Na próxima vinda ele me trouxe um material cujo nome era “More Than Coquerous” e eu adaptei para “Mais que Vencedores” sem maiores interesses. Parte do material havia sido colhido aqui e pelo pessoal voltado para Colômbia e México. Então foi organizado em um seminário a ser levado às igrejas e grupos cristãos. Mal comecei o trabalho e fui defenestrado da missão. Até hoje não sei a razão exata disso, mas suspeito desse meu interesse ter sido a causa.

O Dr. Dale W. Kietzman continuou meu amigo e trocamos correspondências até bem perto de seu falecimento. No último E-mail ele ainda me aconselhou a continuar como consultor de ONGs, na área de Desenvolvimento (comunicação e fundraising).

Há dois ou três anos, resolvi tirar esse seminário do arquivo morto e disponibilizá-lo para preparar o pessoal para dias difíceis. Montei uma fan page no Facebook com o mesmo nome “Mais que Vencedores” e escrevi a respeito esperando uma avalanche de convites para fazer esse seminário nas igrejas. Sabe quantos convites recebi até hoje? E era de graça. Se pusesse preço seriam capazes de … deixa pra lá.

Enfim, continua lá. Quando o pessoal começar a ficar com medo e se dar conta de não estar preparado para enfrentar o que vem por aí, começaremos. Tudo tem seu tempo. Gostaria de ajudar, mas estou ficando véi, as palavras já demoram um pouco para aparecer, nomes de artistas de filmes antigos, às vezes nem chegam a aparecer. Mas por enquanto ainda dou conta, com calma chego lá.

Só para arrematar, um tempo atrás, talvez uns dois anos, incentivado por um pastor amigo, fui conversar com o atual secretário executivo, agora chamado diretor executivo ou algo mais pomposo, lá no escritório da Missão Portas Abertas. Fiquei com a impressão de estar em um banco, ou uma fundação ligada a alguma grande indústria, sei lá. Não tinha cara de missão e o papo foi péssimo. Sabe quando dois gatos inimigos se encontram e os pelos eriçam, foi mais ou menos isso, só não foi pior porque os dois entenderam ser melhor encurtar o papo.

Os seguidores da Sharia também acalentam o objetivo de exterminar os cristãos da face da Terra.  Nas últimas eleições presidenciais no Brasil, o candidato perdedor tinha em seus objetivos eliminar a igreja cristã do nosso território. Deus nos livrou dessa vez, nos dando mais um tempo para nos preparar. Vamos aproveitar? 

Enquanto isso, estamos correndo um risco inimaginável. Quem viu as ultimas manifestações contrárias ao Bolsonaro, viu qual é o verdadeiro inimigo dessa gente. Né?

Jerusalém

Arthur Schopenhauer dispensa apresentações, espero. No livro “A Arte de Escrever”, (adquirido em uma banca de jornal) imprescindível aos metidos a escrever. Selecionei o seguinte:

Deveria ser determinado por lei que todos os estudantes universitários, no primeiro ano, fizessem exclusivamente os cursos da faculdade de filosofia. Antes do segundo ano não tivessem permissão para assistir aos das três faculdades superiores (Teologia, Direito e Medicina). Em seguida, os teólogos dedicariam dois anos a esses cursos, os juristas três e os médicos quatro. Em contrapartida, nos ginásios o ensino poderia ser limitado às línguas antigas, história, matemática e alemão, com um estudo especialmente aprofundado nas línguas antigas.

Nossos políticos não primam por uma formação minimamente capaz de lhes dar sustentação em suas atuações. Sabemos quanto uma grande parte dessas pessoas buscam outras metas. Mas em meio a essa realidade, acabam precisando intervir em situações, as quais eles não fazem a menor ideia sobre nada. Alguns nunca sentaram num banco escolar (vide Tiririca e Jean Willys).

Recentemente, Israel resolveu mudar sua capital de Tel Aviv para Jerusalém. Na sequência os Estados Unidos reconheceu a mudança e decidiu mudar sua embaixada para a nova Capital. O detalhe nessa alteração inclui não uma escolha aleatória, mas o fato milenar de Jerusalém ter sido a Capital de Israel até a diáspora.

Organização das Nações Unidas

Quando a ONU resolveu devolver a Terra original dos judeus, abriu aspas para Jerusalém não ser a Capital. Isso deveu-se à existência da Mesquita construída e depois conhecida como o Domo da Rocha, ao lado do local onde existira o famoso Templo de Salomão. Não é preciso ser um teólogo judeu para entender o valor espiritual de Jerusalém e seu Templo Sagrado, mesmo ainda sem a nave.

Templo de Salomão

Saladino comandou a retomada de Jerusalém por volta de 1178. Na ocasião convidou os judeus a voltarem para Jerusalém e eles aceitaram. O famoso Rei Ricardo Coração de Leão e seus exércitos chegou até a última cidade antes de Jerusalém, nessa época. Então, pipocou e voltou pra casa com desculpas esfarrapadas (essa história me foi contada por um francês de origem libanesa, lá na padaria).

Num sei se você já se tocou do fato do Brasil e nós, brasileiros, começamos a fazer parte da Terra. Até pouco tempo atrás, só lembravam de nós em poucas ocasiões, tais como na época do carnaval, nas Copas do Mundo de Futebol e quando realizam o Rock in Rio, no Rio de Janeiro.

Talvez você não tenha percebido, mas o Brasil e os brasileiros entraram no jogo, deixando de ser meros coadjuvantes ou parte de alguma torcida. Agora estão tornando-se protagonistas. Quando falamos em protagonismo, vem a nossa mente os mocinhos e as mocinhas. Mas o detalhe é, onde há os protagonistas, também há os antagonistas. Meu amigo Antonio é protético e um artista na arte de construir peças para repor os dentes eliminados ou quebrados. Ele me ensinou esse segredo, há os dentes protagonistas e os antagonistas e isso é necessário para haver uma perfeita sintonia quando mastigamos os alimentos.

Talvez, Deus não seja tão tolo quanto os comunistas imaginam. O Divino pretende preparar o cenário para mais um tempo de grandes mudanças na evolução do ser humano, sua criação mais importante. Essa mudança, no Brasil (e há outros), está acontecendo. Esse é o desejo do criador, para alinharem-se em seu lugar quando os jogos começarem.

Museu do Bom Retiro – SP

O povo escolhido de Deus voltará para Israel. Outro dia, o Benjamin Netanyahu, primeiro ministro de Israel deixou escapar a ordem dada aos judeus mais ricos, fora de Israel, vivendo em São Paulo. Se o povo do Brasil aumentar o nível de confrontos, o Benjamin vai solicitar a volta desses irmãos para o ninho da Águia. De bobo ele não tem nada. Ele só não deu a ordem expressa de volta ainda, por causa da possibilidade Bolsonaro.

Os sábios rabis de Israel já profetizaram o maior e mais profícuo acordo de desenvolvimento jamais visto na Terra, com a junção de Israel, Estados Unidos com Brasil e o Jair Messias. Com isso, a vinda da besta do apocalipse vai esperar mai um tanto de milênios.

Atualmente estamos vivendo mais um período de eleições. Neste exato momento, o confronto entre dois candidatos está se acirrando a níveis altíssimos, pelo menos, segundo os institutos de pesquisa de intenção de votos (todos voltados a ajudar os candidatos ditos de esquerda). São eles, Bolsonaro e Haddad.  Bolsonaro vinha de um crescimento muito grande na preferência, enquanto o Haddad custou a ser indicado por seu partido, pois pretendiam emplacar outro candidato, sabidamente inelegível. Agora, os “Institutos de Pesquisa” estão correndo atrás do prejuízo (sic) para equilibrar, colocando Haddad perto do Bolsonaro. 

Bolsonaro é, sem dúvida, o protagonista. Haddad é o antagonista. Nada a ver com direita ou esquerda. São atuações diferentes, mas irão desaguar no lugar escolhido de Deus, seja qual for o escolhido.

Bolsonaro foi esfaqueado em meio a uma manifestação de seus eleitores em Juiz de Fora – MG. Desde então, está hospitalizado* e se refazendo fisicamente para continuar a campanha. Passou por dois procedimentos cirúrgicos complexos e ainda precisará mais uma para desfazer a colostomia. Fora outros procedimentos, sobretudo na luta contra infecção.

Não sei se houve alguma eleição para presidência no Brasil onde dois candidatos com mais chances de vitória sejam muito preparados. Haddad é advogado, tem mestrado em economia e doutorado em filosofia. Bolsonaro detém o treinamento militar, a famosa escola militar das agulhas negras, a graduação em Educação Física e especialização em paraquedismo.

Haddad carrega na carteira a foto do avô, ele tornou-se padre da igreja ortodoxa grega em Antioquia e a mãe costumava ler os evangelhos para ele. A família emigrou para o Brasil originários do Líbano. Bolsonaro parece mais perto de Deus. Sua atual esposa é protestante. O casamento deles foi realizado pelo Pr. Silas Malafaya e ele dá mostras em seus pronunciamentos de estar mais afinado com Deus.

Essa mudança tem diminuído muito do ímpeto demonstrado nos tempos de caserna e de seus primeiros tempos no meio político. Parece mais sensato e mais pacífico. Quando o Espírito Santo começa a ganhar lugar na vida de uma pessoa, isso acontece comumente.

Apesar da formação escolar do Haddad estar mais perto em relação à expectativa do Arthur Schopenhaur, ele está mais longe de Deus, em relação ao Bolsonaro, cuja proximidade divina está mais latente. Ele está na Câmara Federal como deputado há dezessete anos seguidos.

Pelo jeito, Haddad não chegou à uma maturidade acadêmica, apesar de passar pelas experiências de prefeito da cidade de São Paulo e ministro da educação do país, dentre outros menos expressivos. Pelo jeito, só trabalhou como um bom menino cumpridor de ordens do partido do qual faz parte. Mesmo agora, durante a campanha, vira e mexe corre buscar ordens na cadeia onde seu chefe está preso, cumprindo pena de doze anos e um mês.

Claro, a expectativa maior é dos eleitores de Bolsonaro pelo cargo, na ilusão de mudar o país e alinhá-lo ao lado de Israel e Estados Unidos. Esses dois países já estão cientes de seu lugar no plano divino, enquanto o povo brasileiro ainda não sabe da escolha divina existente para si. Mas a ficha cairá a qualquer momento, ajudado pelo Espírito Santo em nossas vidas.

Já os eleitores de Haddad estão sonhando com a farra experimentada entre 2002 e 2008, quando puderam experimentar o gostinho de algumas coisas materiais, dantes nunca vistas. Lembram do caso de Saladino no domínio de Jerusalém enquanto Ricardo coração de leão se aproximava inexoravelmente para o que poderia ser uma das mais sangrentas guerras da história?

Pois é, Saladino era um Haddad ali e trabalhou para evitar a guerra e mais ainda, na verdade o mais importante, conseguiu convencer aos judeus para voltarem a viver em Jerusalém e essa era a vontade de Deus. Convidou os cristãos também, mas esses não toparam. Enquanto isso, Ricardo ao saber da pouca ou nenhuma vontade de Saladino em enfrentar um dos mais terríveis exércitos existentes naqueles tempos e o melhor, conseguir a volta dos judeus para viver lá, deu-se por satisfeito e voltou para Inglaterra.

Perceberam, Saladino chegou primeiro e acabou fazendo o trabalho que seria de Ricardo, muito mais afinado com o criador. Presumo a vitória do Bolsonaro, coisa minha. Mas se Haddad for o escolhido com ou sem fraude, ele vai fazer a vontade de Deus, disso não tenho dúvida nenhuma. A primeira mudança dele será descolar dos seus senhores e senhoras. Elaborará um plano dele e fará o que deve ser feito.

Por outro lado, até a Dilma poderia ter feito o trabalho, bastava descolar dos mesmos aos quais Haddad está servindo. Ela preferiu segui-los, com as ideias do Foro São Paulo inclusive, entre elas, votar contra Israel e a favor de Irã e outros inimigos de Deus, cheios de ódio no coração, nos embates na ONU. E no que deu: Impeachment. O outro também foi pelo mesmo caminho, e está na cadeia mofando. Ele e seus “amigos” aguardam soltá-lo se o Haddad ganhar a eleição. Mas caso insistam nessa ideia, se tiverem essa oportunidade, algo bem mais desagradável poderá suceder a ele (Isso é só uma previsão sensitiva).

Nessa alternativa Haddad, as coisas serão mais complicadas e mais estremecidas. Não quer dizer uma bonança para a alternativa Bolsonaro onde haverá problemas,  também, mas haverá melhor clima e tolerância para resolver.

Agora, se os dois resolverem não cumprir a missão para a qual foram designados, lá no céu, cara preferirei não estar por perto, ou melhor, tratarei de ir para o mais longe possível, menos na Finlândia. Prefiro um lugar longe mas não preciso ser tão radical, talvez uma Iniciolândia ou algo assim.


 

Igreja Notre Dame – Paris, França.

Fiquei interessado em descobrir se ainda há, pelo menos, uma igreja. Calma, obviamente há muitas construções e situações onde há um grupo (maior ou menor) de pessoas sob a égide, onde podemos ler a palavra à igreja ou algo menos objetivo, mas você sabe tratar-se de uma igreja.

 

Fiz o rito de conversão em 1976 em uma Igreja pentecostal. Eu já era cristão, desde quando posso me lembrar. Mas até então, era cristão católico. Vinha de uma passagem pelo Colégio Santo Agostinho, onde fiz o primeiro ano primário (anos depois o pedagogo Paulo Freire resolveu mudar o curso primário para fundamental, como se vê, um ato de gênio), depois passei pelo Colégio Meninópolis,

                                        Igreja Cristo Salva

também católico, onde terminei o curso primário e fui para o ginásio, para o horror do Freire, e também fiz minha primeira comunhão lá.

Duas situações me prepararam para trocar o catolicismo pelo protestantismo. Primeiro um pastor metodista, parte do grupo responsável pelas aulas de Educação Religiosa. Também havia um padre e um Rabino. Tinha mais um, mas nunca assisti as aulas do cara. Segundo foi ver em filmes norte-americanos onde eles mostram como é a igreja protestante na terra deles e eu achava legal.

Mas a igreja pentecostal me emocionou, desde o primeiro dia até o último. Depois de três anos por lá, mudei para a igreja batista do Morumbi, onde havia uma proposta bacana, tocada pelo Pr. Ari Velloso e pastores auxiliares. Foi uma mudança e tanto, pois aquela igreja era bem diferente, mas havia uma conjunção invertida entre elas. Enquanto os pentecostais daquela época focavam nas obras do Espírito Santo, os batistas focavam o estudo da Bíblia.

Catedral da Sé – São Paulo, Brasil

Olha, a igreja católica, sei lá quando, resolveu ser a protetora dos pobres. Não discuto o fato dos mais pobres necessitarem de ajuda e é aí onde os problemas começam. No final do século XV, começo do século XVI, aconteceu a Reforma na igreja católica, tendo à frente Lutero.

Antes disso, secs. XII e XIII, a igreja católica recebeu um presente não esperado. Um homem chamado Francisco de Assis resolveu deixar sua família abastada e partir para uma vida de dois pontos: Primeiro, viver segundo a vontade de Deus. Segundo, cuidar dos pobres. Então a liderança da igreja católica, na pessoa do Papa da hora resolveu, a partir dali, absorver a ideia de usar os pobres como sua missão: servir ao pobres.

Basílica de Aparecida

Com essa conversa, valores nunca antes vistos, entraram para os cofres da Igreja Católica. Pena a Igreja não ter absorvido o ponto nº 1 de Francisco. A febre pelas doações tornou-se doentia e muitos dos membros do clero fizeram parte nisso. O pior, como exemplo, foi a famosa venda de indulgências (veja no Google, se não souber).

Martinho Lutero

Voltando a Lutero, o passo dado por ele através de 90 teses afixadas nas portas da igreja, onde ele era o sacerdote, rompeu com a Igreja Católica e muitos o seguiram. Lutero teve ajuda de outros baluartes como Zuíglio, Calvino, etc.

João Calvino

Calvino ficou famoso, como dizia meu professor de Novo Testamento, Dr. Russel P. Shedd, “se qualquer um de nós começasse hoje a ler os livros escritos por Calvino, morreríamos sem conseguir ler todos”.

Esse homem é tido como um dos melhores e mais profícuo entre os teólogos da história da Igreja protestante, mas ele cometeu um erro. Erro até banal, mas isso escangalhou a linha mestra da teologia dele. Lendo a carta de Paulo aos Efésios de 1:3 a 1:10, Paulo refere-se aos judeus; e de 2:11 a 2:13 refere-se aos gentios e de 2:14 a 2:22 aos dois povos conjuntamente. Isso foi percebido reparando nos pronomes “nós” para os judeus e “vós” para os gentios.

Veja como a parte sobre a predestinação ficou toda para o lado dos judeus, os verdadeiros predestinados, enquanto os gentios foram aproximados para fazer parte pelo sangue de Jesus. Problema é a tal teologia da predestinação defendida por ele. Ela existe, mas não é para todos. Em compensação, os gentios serão salvos pelo amor de nosso Jesus Senhor e salvador.

Enfim, nós por exemplo, descendentes de portugueses e espanhóis, temos alguma chance de ser judeus, mas por causa dos problemas causados pela invasão da Europa pelos muçulmanos, os judeus trataram de esconder a sua real identidade. Mudaram seus nomes (Pereira, Santos, Mello, Silva, Figueira, etc.) e acabaram perdendo seus vínculos para sempre. Ultimamente, espanhóis e portugueses têm feito chamadas para tentar encontrar o máximo possível de pessoas fugitivas para trazê-las de volta. Sendo assim, andamos como gentios e não há como saber se somos ou não.

Onde entra esse detalhe? Jesus viveu em Israel, basicamente. Seu passeio pelo Egito não conta, pois era um recém-nascido. Assim sendo, ele falou basicamente aos judeus, afinal Israel era a terra dos judeus. Acho engraçado e triste ao mesmo tempo, os povos do entorno reivindicando o direito de manter sua mesquita em Jerusalém e com isso manter outro direito, de ter livre acesso a Israel, terra dos judeus e, de vez em quando, explodir alguns cidadãos israelenses para não perder a forma.

Após milhares de anos, os povos não judeus e residentes no Oriente Médio morrem de ciumes do povo israelita. Obviamente, esses povos são considerados gentios, assim como eu. Por que não sinto ciumes dos judeus? Elementar meu caro Watson, porque sou cristão e me sinto amparado por Jesus, pois sua morte, e 

morte de cruz, nos deu acesso completo à salvação sem qualquer prejuízo aos judeus.

O fato é simples, Deus perdoou os gentios completamente por nossos pecados sem qualquer pagamento a posterior, enquanto os judeus, povo escolhido, até o momento daquela cruz infame, tinham a obrigações pesadas para conseguir seu perdão. A cruz  carregada por Jesus e Simão Cirineu incluiu a todos, gentios e judeus (o povo escolhido por Deus, desde o começo). A quem diga ser imprudente seguir a Jesus, de repente você é obrigado a carregar a cruz dele… vai saber.

A maior parte dos povos oriundos dos países do Oriente Médio, além dos ciumes do povo escolhido por Deus, resolveram criar uma outra religião, a saber o Islã, cujo profeta Maomé é considerado seu maior expoente, e dessa forma não se consideram gentios. Talvez tenham escolhidos a eles mesmos.

De certa forma, através da Igreja Católica afastou-se de Jesus, sua cruz salvadora e sua missão pouco rentável. Agora, os protestantes estão caminhando na mesma direção dos católicos e por fim, incorrendo nas mesmas bobagens nas quais os Islamitas se meteram.

Meu interesse aqui não é histórico, apenas lembrar de fatos já experimentados no passado longínquo, embora a igreja católica, até hoje, continue com a mesma “missão” humanista deles. A igreja católica é hoje, um dos maiores conglomerados existentes nesse mundo. Há quem diga, se a Igreja Católica usasse esses valores em favor dos pobres, acabaria a pobreza no planeta.

Pior, a Igreja Protestante atual tem se aproximado da igreja católica, fora as ideologias de esquerda, também resolveram absorver a missão em favor dos pobres, com uma diferença, ao invés de receber os valores via doações, os vermelhos acham mais prático tirar tudo na marra mesmo.

Francisco de Assis

Obviamente, não há nada a impedir os cristãos de cuidar e ajudar pessoas em necessidade (pobres) quando necessário e com inteligência para não os tornar dependentes. Mas a missão principal dada por Jesus Cristo não é essa, como mencionado acima.

Bem, as coisas não são bem assim e há muita água para correr sob a ponte. Meu objetivo aqui é bem mais modesto, pois não pretendo mudar nenhuma das duas vertentes cristãs. Isso é lá com Deus.

Problema é o seguinte, se você me perguntar qual é minha igreja, posso lhe responder de duas maneiras: primeiro, não estou envolvido com igreja nenhuma; segundo, estou envolvido com todas as igrejas ao mesmo tempo, sem fazer parte de nenhuma delas, mas quero estar onde o Espírito Santo esteja.

Esse tipo de igrejas conhecidas por nós, surgiu mais de trezentos anos após Jesus ter assentado sua Igreja sobre sua própria cruz e ordenou aos seus discípulos para darem prosseguimento. A igreja iniciada por Jesus Cristo não tinha templos, não fazia campanhas desnecessárias e sua missão era: “Ide por todo o mundo fazendo discípulos e ensinando tudo o que lhes ensinei“.

As igrejas pentecostais estão cheias de heresias, a tal teologia da prosperidade é uma delas, mas há outras, foi-se o tempo quando o Espirito Santo se manifestava entre elas e era só bênçãos sem fim. Mas hoje, o Espirito Santo não tem dado as caras por lá, pelo menos, não dentro das igrejas, mas as profecias sem nexo e outras “cositas” ainda acontecem por lá.

As outras igrejas, as chamadas históricas, resolveram abraçar a teologia Integral (ou na Íntegra) uma proposta em favor dos pobres, tanto quanto fazem os católicos. Na segunda metade do século passado houve uma tentativa de inserir essa doutrina com o nome de teologia da libertação, fez algum estrago, mas a presença dos Papas João Paulo II e do Papa Bento XVI impediu o avanço dela. Com a vinda do Papa Francisco os católicos voltaram à carga, e os protestantes também, mas mudando o nome para Teologia Integral.

Enfim, sobrou ser a minha própria igreja, mesmo porque, não sou bem-vindo em nenhuma das facções. Durante um tempo ficava em uma igreja até perceber a hora de ir embora. Quando não me tocava, o pessoal tratava de fazê-lo por mim.

Mas cansei disso. Sigo com Cristo, crendo no perdão imerecido a nós dado sem contrapartida, o Espírito Santo e a minha Bíblia. Não pretendo inventar uma outra Igreja ou, talvez, com todos os outros desigrejados pelos mesmos motivos, aguardarmos o Senhor vir nos buscas, se ainda não veio.


Revolução de 1964

Como podemos trabalhar para conseguir o voto coerente?

Vamos falar a verdade, quem provocou o regime militar no século passado?

Quem desestabilizou a retomada democrática elevando o grau de violência na sociedade brasileira?

 


Quem aparelhou as universidades e os cursos fundamentais?

O que houve com as Igrejas cristãs católicas e protestantes para elas deixarem de lado o mandato de Jesus e a evangelização para se ocupar dos pobres?

 


Quem mais contribuiu para a desarticulação das famílias?

Marcha com da família com Deus

O que fez com que a os meios de comunicação se tornarem veículos de desinformação?

Por que o serviço público também foi aparelhado?

 

Quem matou prefeitos e outros indivíduos que atrapalhavam os intentos dos novos governos?


Igreja Assembléia de Deus

Quem criou e executou o mensalão sugando os correios?

Quem criou e executou o propinoduto sugando a Petrobras, BNDES, Eletrobras, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e etc.?

Quem corrompeu grande parte das melhores empresas do país atraindo-as para a corrupção generalizada?

Quem insuflou o povo, sobretudo os mais jovens, às discordâncias entre gêneros, cor, status, etc.?


E quem endividou a classe mais pobre, porem de trabalhadores, causando o maior desemprego da nossa história?

Enfim, quem enlameou o nosso pleito eleitoral atentando contra a vida de um dos candidatos por incapacidade de vence-lo no terreno democrático?

Você sabe a resposta.

Seu voto será coerente nas próximas eleições?

Coerente como alguém que ama seu país e seus irmãos brasileiros ou coerente como quem não tá nem aí com nosso país e os brasileiros? 🤔


Infelizmente, o índice de mentiras e mentirosos é altíssimo no Brasil. Candidatos mentem pra caramba, pais mentem, padres e pastores mentem, professores (costumam ser os piores), o presidente mente, governadores mentem, prefeitos mentem, juízes mentem (ali com o Nine), promotores mentem, advogados mentem, médicos mentem (talvez os mais mentirosos), senadores mentem, deputados mentem, vereadores mentem, delegados e policiais mentem, psicólogos mentem (vixe!), pedagogos mentem, assistentes sociais mentem, coachs mentem, palestrantes mentem pra xuxu, artistas mentem, âncoras mentem, animadores mentem, comerciantes mentem, carteiros mentem, secretários executivos de Ongs mentem, funcionários públicos mentem, motoristas de UBER e Taxi mentem, entregadores mentem, o Malafaia mente, até eu sou culpado desse pecado, imagine, até o Papa mente quando fala em português ou espanhol e o resto que não mencionei também mente.



Mas o Malafaia acertou dessa vez, aqui todo mundo é mentiroso. Duvido que haja alguém dentre os mortos cuja ficha esteja limpa nesse quesito. Claro, Jesus Cristo morreu por nós, pecadores e o arrependimento agora é por conta de cada um.



Mas esse “detalhe” a nosso respeito é muito mais grave. Como bem lembrou o Malafaia, o diabo tem só um recurso para infernizar os cristãos, ou seja, mentir. Segundo a Bíblia, ele é o Pai da Mentira, mais nada. Mas com essa arma única ele arrasa o planeta, em especial os brasileiros, cristãos ou não. A quem diga o seguinte: todas as mentiras são sopradas em nossos ouvidos por esse ser, mas minha credulidade não alcança tanto. Mas não faz diferença alguma no frigir dos ovos.


Tô falando isso agora porque urge não acreditar em ninguém, especialmente no momento. Se der, manera aí nas palavras vazias pô! Faça algo por seus conterrâneos, ainda que seja seu último e único gesto não egoísta.


 


“Transporei, então, esta força da minha natureza, subindo por degraus até Àquele que me criou.

“Chego aos campos e vastos palácios da memória onde estão os tesoiros de inumeráveis imagens trazidas por percepções de toda a espécie. Aí está também escondido tudo o que pensamos quer aumentando quer diminuindo ou até variando de qualquer modo os objetos que os sentidos atingiram. Enfim, jaz aí tudo o que se lhe entregou e depôs, se é que o esquecimento ainda não absorveu e sepultou.”

Confissões de Santo Agostinho Livro X – Cap. VIII

Quero lhe contar sobre o Palácio da Memória. Quando tinha lá meus oito anos de idade, fui levado a um oculista. Minha avó materna, uma italiana da Calábria, trabalhava no Hospital Municipal, quando aquilo ainda podia ser chamado de “hospital” e era muito bom, onde passei por duas cirurgias desnecessárias, a primeira foi a retirada de minhas amídalas, segundo o médico, elas eram a razão das minhas gripes e, mais tarde, minha avó em conluio com minha mãe, conseguiram uma cirurgia de fimose que precisei refazer antes de casar, vinte e tantos anos depois. Enfim, o Dr. Dos zóios avaliou os meus olhos no consultório particular e seu veredito foi o seguinte: o Luiz Henrique só precisará usar óculos aos quarenta e cinco anos.

Então não usei óculos, a não ser os óculos de sol. Um dia após o meu aniversário quando completei quarenta e cinco anos, percebi que estava lendo com certa dificuldade. Atravessei a av. Domingos de Moraes, ali perto da estação Paraíso do Metrô e entrei no consultório de outro Dr. Dos Zóios e ele me receitou óculos para a leitura. Esses caras pertencem a alguma facção das quais somos as vítimas ou algo parecido. De lá pra cá só piorou. Agora ando com dois e às vezes com três óculos, um para ler, outro bifocal e outro para trabalhar no computador, com distância diferente para perto.

Igualmente, ouvi muitos idosos ou mais idosos quando eu não era ainda um idoso e ria da dificuldade deles em lembrar as coisas, me dizendo: você chega lá. A maioria vaticinava essa desgraça para os sessenta e cinco anos, no meu caso em 2016. De repente você não lembra a atriz do filme Dr. Jivago, o melhor filme que já assisti. Cada nova namorada, lá ia eu ver o filme. Claro que a namorada da vez não sabia quantas vezes já havia assistido. Me lembro ter assistido em cinema, oito vezes. Depois adquiri um DVD do filme e nunca mais levei nenhuma namorada para assistir, pois já estava casado. Opa, lembrei, era a Julie Cristie. O Dr. Jivago foi protagonizado pelo ator… hum… lembrei, foi o Omar Sharif, muito bom, também.

Mas chegou a hora de acabar com esse mito. Nós esquecemos desde de sempre. Estava lá pelos meus dezenove ou vinte anos e terminei o namoro. Pouco tempo depois, comecei um novo namoro. No primeiro encontro de sábado, sai de casa com o nosso carro e me dirigi para a casa da nova namorada. No caminho me distraí com alguma coisa. Sempre fui mestre em ligar o piloto automático do carro enquanto estou sonhando acordado. O problema foi não ter alterado as rotas, trocando os endereços da antiga para a nova namorada e acabei na casa da ex. A ex-sogra saiu rápido para me atender e não deu para disfarçar. Desci do carro, cumprimentei-a e perguntei por alguma coisa que certamente eu não esquecera lá. Tudo em mim me traia naquele momento. Carro lavadinho, roupinha toda caprichada, meu Deus, que vergonha. Tive muitas outras situações de esquecimento. Perdi a conta das chaves perdidas, documentos, agasalhos e vai por aí.

Sem perceber, utilizamos certos meios para resolver um possível mico. Na idade da sapiência, os tais meios precisam multiplicar-se. Primeiro de tudo, entre no palácio das memórias e certifique-se de ter entrado. Alguns até fecham os olhos para isso e esperam alguns segundos até começar a ver as coisas por lá. Se estiver sendo pressionado, não fale se não for absolutamente necessário, prefira o velho subterfúgio: vou pensar no assunto.

O pastor Kenneth Hagin, o preferido dos presbiterianos, conta, em um de seus livros, que o pai dele parou de falar, a certa altura da vida. Assim resolveu o problema de uma vez por todas. Caso precise mesmo falar, ensaie mentalmente uma frase curta, nunca mais de três palavras. Não importa se não lembrar uma tal palavra, use a primeira a aparecer. Nunca comece uma frase se não tiver certeza de já a ter pronta para falar.

Minha filha pediu para um amigo o nome do medicamento usado pelo pai dele  para o problema do esquecimento. Pesquisei no São Google e descobri o tanto de contraindicações do medicamento.

Cabe aqui uma informação importante de um véi nada chegado a medicamentos. Uma forma para burlar certas regras éticas farmacêuticas é lançar o medicamento após as experiências básicas e ficar de olho no mercado. Se umas dez vítimas tiveram taquicardia ou braquicardia, pronto, na próxima fornada aparecerá a contraindicação na bula e o aviso: procure seu médico. Quando um medicamento, como esse, tem tantas contraindicações (mais de cem) os médicos começam a esquivar-se de receitar. Se houver óbitos por uso do medicamento, caberá ao órgão responsável proibi-lo.

O interessante é saber o fato de Santo Agostinho ter chegado a essa fase da vida e abordá-lo brilhantemente. Gosto muito da frase dele: Enfim, jaz aí tudo o que se lhe entregou e depôs, se é que o esquecimento ainda não absorveu e sepultou.”

O finado escritor brasileiro Pedro Nava foi um memorialista inigualável. Seu patrimônio escrito é sem igual a ponto de merecer um Prêmio Nobel. Mas ele não era comunista, então… Estranho um escrito especializado em memórias, né?

Nem o baiano Jorge Amado, um dos maiores escritores da diminuta lavra de escritores brasileiros dignos de um reconhecimento desses, não conseguiu seu Nobel.

O único escritor de língua portuguesa a conquistar tal honra foi o português José Saramago. Inclusive, esses dois eram amigos o Amado e o Saramago. Conta a lenda, Jorge Amado já estava utilizando uma das minhas receitas para esquecimento, ou seja, não falava mais por causa dos esquecimentos. Quando o Saramago ligou para contar-lhe a boa nova, ele tirou o telefone da mão da esposa e falou com o amigo com lágrimas nos olhos de alegria.

Coitado nunca soube, mas o amigo morria de medo do Jorge Amado receber o prêmio antes dele, pois estava ciente do amigo ser um escritor muito melhor em relação a ele e por isso, também, havia se aproximado dele.

Obviamente, foi melhor o Saramago ter ganho o prêmio, além de ser europeu era comunista e Amado não era uma coisa e nem a outra, apenas um excelente escritor, melhor de tantos outros prêmios Nobel de literatura.

Mas vos ler um pouco mais sobre “O Palácio da Memória” de Santo Agostinho:

“Quando lá entro mando comparecer diante de mim todas as imagens que quero. Umas apresentam-se imediatamente, outras fazem-me esperar por mais tempo, até serem extraídas, por assim dizer, de certos receptáculos ainda mais recônditos. Outras irrompem aos turbilhões e, enquanto se pede e se procura uma outra, saltam para o meio como que a dizerem: -Não seremos nós? Eu, então, com a mão do espírito afasto-as do rosto da memória, até que se desanuvie o que quero e do seu esconderijo a imagem que aparece à vista. Outras imagens ocorrem-me com facilidade e em série ordenada, à medida que as chamo. Então as precedentes cedem o lugar às seguintes e, ao cedê-lo, escondem-se para de novo avançarem, quando eu quiser. É o que acontece, quando digo alguma coisa decorada.”

Olha só, se chegou na idade do Palácio da Memória, não se preocupe. Trata-se apenas de mais uma era de sua vida. Você descobrirá o método melhor para resolver isso. Alguém já explicou, cientificamente, as trocas de neurônios ocorridas nos nossos cérebros. Essas trocas necessitam de espaço e a técnica inclui dispensar os neurônios com prazo vencido, assentando a seguir os novos neurônios. Essa troca acaba levando embora muitas lembranças, precisamente aquelas já esquecidas e, portanto, sem maiores importâncias.

Vivemos em um época com recursos excelentes e, ao contrario dos nossos antecedentes, dispomos de ferramentas com as quais eles nunca conviveram. Nós temos o São Google, o mais importante guardador de nossas memórias. Outras mídias também nos ajudam quando não lembramos de alguém ou algo. Suponho uma evolução inimaginável nessa área. Você já deve ter visto algum filme onde o personagem consegue ter todos os seus interesses no seu Smartphone ou algo nessa linha.

Pessoalmente, descobri a técnica de escrever para não enferrujar. Para mim ajuda muito. Bebidas alcoólicas e destiladas são grandes inimigas quando está mais difícil acessar nossa memória. Repressores (gente chata, hostil e desprezível) será preferível há muitos quilômetros de distância, nessa hora.

 


Woodystock Festival

Olha só, a minha geração é machista.

Nunca experimentamos algo parecido com as demandas LGBT, um pouco racistas (só no plano das piadinhas, no máximo), não fomos homofóbicos.

Não esqueçam, os homens do nosso tempo são machistas, gostamos de mulheres e temos amigos homens.

Baile de formatura

As mulheres de nossa geração também são machistas e nos cobram quando saímos da rota, até hoje.

Logicamente há gays e feministas na nossa geração, mas infinitamente menos do que nas gerações atuais.

Agora, entendemos as diferenças entre as gerações, mas daí, mudarmos nossas crenças e filosofias vai uma distância imensa.


Festa Junina

Vocês não têm ideia do quanto nossos pais lutaram para que os meninos se tornassem homens com H maiúsculo e as meninas, mulheres com M maiúsculo.


Domingueiras (Mingau)

Não queiram nos mudar, por favor. Gostamos do que somos.

 “O tentador sempre trabalha em alguma fraqueza real em nosso próprio sistema de valores: oferece comida para alguma necessidade que passamos fome.”

DE MARIA POPOVA


“A noção de obrigações vem antes da dos direitos, que é subordinada e relativa à primeira”, escreveu a grande filósofa francesa Simone Weil pouco antes de sua morte prematura e patriótica, ao contemplar a diferença crucial entre nossos direitos e nossas obrigações . “Um direito não é efetivo por si só, mas apenas em relação à obrigação a que corresponde.” 

Em nenhum lugar nós atrapalharemos essas duas noções mais liberalmente do que em nosso tratamento da democracia e seu princípio fundamental de igualdade – um direito básico a ser conferido em todo ser humano, mas também algo cuja manutenção exige nossa participação ativa e contribuição.

É o que CS Lewis (29 de novembro de 1898 – 22 de novembro de 1963) examina em um magnífico ensaio de 1943 intitulado “Igualdade”, originalmente publicado no The Spectator três dias após a morte de Weil e posteriormente incluído em Present Concerns ( biblioteca pública ) – uma antologia póstuma dos ensaios jornalísticos intemporais e oportunos de Lewis.


CS Lewis (fotografia: John Chillingworth)

Uma geração antes de Leonard Cohen contemplar as fraquezas e os resgates da democracia , Lewis escreve no auge da Segunda Guerra Mundial, como o mais letal e irrecorrível fracasso da democracia da história está varrendo a Europa:

Eu sou democrata porque acredito na Queda do Homem. Eu acho que a maioria das pessoas é democrata pelo motivo oposto. Uma grande dose de entusiasmo democrático vem das ideias de pessoas como Rousseau, que acreditavam na democracia porque achavam que a humanidade era tão sábia e boa que todos mereciam uma parte do governo.

O perigo de defender a democracia nesses campos é que eles não são verdadeiros. E sempre que sua fraqueza é exposta, as pessoas que preferem a tirania ganham capital com a exposição … A verdadeira razão para a democracia é exatamente o contrário. 

A humanidade está tão caída que ninguém pode confiar em poder descontrolado sobre seus companheiros. Aristóteles disse que algumas pessoas só eram adequadas para serem escravas. Eu não o contradisse. Mas rejeito a escravidão porque não vejo homens aptos para serem mestres.

Em um sentimento que lembra a noção de democracia de Parker Palmer como a “política dos quebrantados de coração”, Lewis expande seu argumento contra-intuitivo de igualdade:

– Não acho que a igualdade seja uma daquelas coisas (como sabedoria ou felicidade) que são boas simplesmente em si mesmas e por si mesmas. Eu acho que é na mesma classe que a medicina, o que é bom porque estamos doentes, ou roupas que são boas porque não somos mais inocentes… A igualdade legal e econômica são remédios absolutamente necessários para a Queda e proteção contra a crueldade.

Em uma passagem de pungente atualidade e tempestividade, à medida que testemunhamos os tiranos subindo ao poder jogando com a ânsia das pessoas pela supremacia como uma proteção contra a insegurança e o medo, Lewis escreve:

– Não há sustento espiritual em igualdade plana. É um reconhecimento obscuro desse fato que faz com que grande parte da nossa propaganda política pareça tão fraca. Estamos tentando ser arrebatados por algo que é meramente a condição negativa da boa vida. 

É por isso que a imaginação das pessoas é facilmente captada por apelos ao desejo de desigualdade, seja em uma forma romântica de filmes sobre cortesões leais ou na forma brutal da ideologia nazista. O tentador sempre trabalha em alguma fraqueza real em nosso próprio sistema de valores: oferece comida para alguma necessidade que nós passamos fome.

Assim como a verdadeira generosidade está em dominar a osmose de dar e receber , a verdadeira igualdade, argumenta Lewis, requer que os desejos paralelos sejam honrados e honrados. Ele escreve:

– Quando a igualdade é tratada não como um remédio ou como um dispositivo de segurança, mas como um ideal, começamos a criar esse tipo de mente raquítica e invejosa que odeia toda a superioridade. Essa mente é a doença especial da democracia, uma vez que a crueldade e a servidão são doenças especiais das sociedades privilegiadas. Isso nos matará se crescer sem controle. 

O homem que não consegue conceber uma obediência jubilosa e leal, por um lado, nem uma aceitação sem constrangimento e nobre dessa obediência, por outro, o homem que nunca quis nem se ajoelhar ou se curvar, é um bárbaro prosaico.

[…]

Toda intrusão do espírito que diz “eu sou tão bom quanto você” em nossa vida pessoal e espiritual é para ser resistida tão zelosamente quanto toda intromissão de burocracia ou privilégio em nossa política. 

A hierarquia interna só pode preservar o igualitarismo sem ataques românticos à democracia virão novamente. Nunca estaremos a salvo, a menos que já compreendamos em nossos corações tudo o que os antidemocráticos possam dizer, e tenham providenciado melhor do que eles.

Complementar  com Lewis sobre por isso lemos , a essência da amizade , o que realmente significa ter o livre arbítrio em um universo de leis fixas, sua rotina diária ideal , e a chave para a autenticidade, por escrito , em seguida, revisitar Walt Whitman sobre como a literatura reforça a democracia .

“Tente excluir a possibilidade de sofrimento que a ordem da natureza e a existência dos livre-arbítrios envolvem, e você descobre que excluiu a própria vida.”

DE MARIA POPOVA


Se o universo opera por leis físicas fixas, o que significa para nós ter livre arbítrio? É isso que CS Lewis considera com um brilho elegante em um ensaio intitulado “Onipotência Divina” de seu fascinante livro de 1940, O Problema da Dor ( biblioteca pública ) – um exame cintilante do conceito de livre-arbítrio em um universo material e por que o sofrimento é, não apenas uma parte natural, mas essencial da experiência humana. Embora explorada através das lentes das contradições e impossibilidades de crença, as questões de Lewis levantam o contato em elementos de filosofia, política, psicologia, cosmologia e ética – áreas que têm profundo impacto direto em como vivemos nossas vidas, dia a dia.

Ele começa enquadrando “o problema da dor, em sua forma mais simples”  

“a ideia paradoxal de que, se acreditássemos em um poder superior, teríamos que, por um lado, acreditar que “Deus” quer que todas as criaturas sejam felizes e, sendo onipotente, pode manifestar esse desejo; por outro lado, teríamos que reconhecer que nem todas as criaturas são felizes, o que torna o deus desprovido de “bondade, ou poder, ou ambos”.

Para ter certeza, a jornada de espiritualidade de Lewis foi um tanto complicada – ele foi criado em uma família religiosa, tornou-se ateu aos quinze anos, depois retornou lentamente ao cristianismo sob a influência de seu amigo e colega de Oxford, JRR Tolkien . Mas qualquer que seja sua inclinação religiosa, Lewis possuía o raro dom de poder examinar criticamente suas próprias crenças e, no processo, oferecer insights intemporais sobre investigações eternas sobre a espiritualidade e o universo material que ressoam mesmo com aqueles de nós que caem no lado não-religioso do espectro e do lado de Carl Sagan  em questões de espiritualidade.


Lewis escreve:

Não há razão para supor que a autoconsciência, o reconhecimento de uma criatura por si só como um “eu”, possa existir, exceto em contraste com um “outro”, algo que não é o eu. . . A liberdade de uma criatura deve significar liberdade de escolha: e escolha implica a existência de coisas para escolher. Uma criatura sem ambiente não teria escolhas a fazer: de modo que a liberdade, como a autoconsciência (se não forem, na verdade, a mesma coisa), exige novamente a presença de algo que não seja o eu.

O que torna as reflexões de Lewis tão duradouras e amplamente ressonantes é que, apesar de toda sua preocupação com a divindade, ele abre o núcleo mais íntimo de nossa humanidade básica, em relação a nós mesmos e uns aos outros:

As pessoas costumam falar como se nada fosse mais fácil do que duas mentes nuas se “conhecerem” ou se tornarem conscientes uma da outra. Mas não vejo possibilidade de fazê-lo, exceto em um meio comum que forma seu “mundo externo” ou ambiente. Mesmo a nossa vaga tentativa de imaginar tal encontro entre espíritos desencarnados, geralmente desliza sub-repticiamente na ideia de, pelo menos, um espaço comum e uma hora comuns, para dar a co- em coexistência um significado: e espaço e tempo já são um ambiente. Mas mais do que isso é necessário. Se seus pensamentos e paixões estavam diretamente presentes para mim, como os meus, sem qualquer marca de externalidade ou austeridade, como eu deveria distingui-los dos meus? E que pensamentos ou paixões poderíamos começar a ter sem objetos para pensar e sentir? Não, eu poderia mesmo começar a ter a concepção de “externo” e “outro”, a menos que eu tivesse experiência de um “mundo externo”?

Em um sentimento que lembra a bela definição de amor do romancista Iris Murdoch ( “O amor é a compreensão muito difícil de que algo diferente de si mesmo é real” ), Lewis acrescenta:

O resultado é que a maioria das pessoas permanece ignorante da existência de ambos. Podemos, portanto, supor que, se as almas humanas se afetassem umas das outras direta e imaterialmente, seria um raro triunfo de fé e discernimento para qualquer um deles acreditar na existência dos outros.

Lewis considera o que seria necessário para reconhecermos e contatarmos a alteridade um do outro, para diminuir a divisão entre o interno e o externo:

O que precisamos para a sociedade humana é exatamente o que temos – algo neutro, nem você nem eu, poderíamos manipular para fazer sinais um ao outro. Eu posso falar com você porque nós podemos criar ondas sonoras no ar comum entre nós. A matéria, que mantém as almas separadas, também as une. Ele permite que cada um de nós tenha um “exterior”, bem como um “interior”, de modo que o que são atos de vontade e pensamento para você são barulhos e olhares para mim; você está capacitado não apenas a ser, mas a aparecer: e, portanto, tenho o prazer de conhecê-lo.

A sociedade, então, implica um campo comum ou “mundo” no qual seus membros se encontram.


‘Árvore das virtudes’ por Lambert de Saint-Omer, ca. 1250, de “O Livro das Árvores”. Clique na imagem para detalhes.

Esse “algo neutro” pode parecer muito com fé, mas Lewis tem o cuidado de apontar as limitações de tais interpretações tradicionais e examinar como isso se relaciona com a questão do sofrimento:

Se a questão é servir como um campo neutro, ela deve ter uma natureza fixa própria. Se um “mundo” ou sistema material tivesse apenas um único habitante, ele poderia conformar-se a cada momento aos seus desejos – “árvores para o seu bem se amontoariam em uma sombra”. Mas se você fosse introduzido em um mundo que variava a cada capricho, você seria completamente incapaz de agir e assim perderia o exercício do seu livre arbítrio. Também não está claro que você poderia tornar sua presença conhecida para mim – todo o assunto pelo qual você tentou fazer sinais para mim já estar em meu controle e, portanto, não ser capaz de ser manipulado por você.

Novamente, se a matéria tem uma natureza fixa e obedece a leis constantes, nem todos os estados da matéria serão igualmente agradáveis ​​aos desejos de uma determinada alma, nem todos igualmente benéficos para aquele agregado particular de matéria que ele chama de seu corpo. Se o fogo confortar esse corpo a uma certa distância, ele será destruído quando a distância for reduzida. Assim, mesmo em um mundo perfeito, a necessidade dos sinais de perigo que as fibras da dor em nossos nervos aparentemente projetam para transmitir. Isso significa um elemento inevitável do mal (na forma de dor) em qualquer mundo possível? Eu não penso: por enquanto pode ser verdade que o menor pecado seja um mal incalculável, o mal da dor depende do grau, e as dores abaixo de uma certa intensidade não são temidas ou ressentidas de forma alguma.

Mais uma vez, se a natureza fixa da matéria impede que ela seja sempre, e em todas as suas disposições, igualmente agradável até mesmo a uma única alma, muito menos é possível que a questão do universo seja distribuída a qualquer momento, de modo que seja igualmente conveniente e prazeroso para cada membro de uma sociedade. Se um homem viajando em uma direção está tendo uma jornada morro abaixo, um homem indo na direção oposta deve estar subindo a colina. Se até mesmo um seixo está onde eu quero que ele esteja, ele não pode, exceto por uma coincidência, estar onde você quer que ele esteja. E isso está muito longe de ser um mal: pelo contrário, fornece ocasião para todos os atos de cortesia, respeito e altruísmo pelos quais o amor, o bom humor e a modéstia se expressam. Mas certamente deixa o caminho aberto para um grande mal, o da competição e hostilidade.

E se as almas são livres, eles não podem ser impedidos de lidar com o problema pela competição em vez de cortesia. E uma vez que eles tenham avançado para a hostilidade real, eles podem explorar a natureza fixa da matéria para ferir um ao outro. 

A natureza permanente da madeira, que nos permite usá-la como um feixe, também nos permite usá-la para atingir nosso vizinho na cabeça. A natureza permanente da matéria em geral significa que, quando os seres humanos lutam, a vitória geralmente é para aqueles que possuem armas, habilidades e números superiores, mesmo que sua causa seja injusta. 

A natureza permanente da madeira, que nos permite usá-la como um feixe, também nos permite usá-la para atingir nosso vizinho na cabeça. A natureza permanente da matéria em geral significa que, quando os seres humanos lutam, a vitória geralmente é para aqueles que possuem armas, habilidades e números superiores, mesmo que sua causa seja injusta. 

A natureza permanente da madeira, que nos permite usá-la como um feixe, também nos permite usá-la para atingir nosso vizinho na cabeça. A natureza permanente da matéria em geral significa que, quando os seres humanos lutam, a vitória geralmente é para aqueles que possuem armas, habilidades e números superiores, mesmo que sua causa seja injusta.


Ilustração de Olivier Tallec, de ‘Waterloo & Trafalgar.’ Clique na imagem para detalhes.

Mas olhando mais de perto os possíveis “abusos do livre arbítrio”, Lewis considera como a natureza fixa das leis físicas apresenta um problema para a noção religiosa de milagres – algo que ele veio examinar em profundidade vários anos depois no livro Miracles , e algo do Alan Lightman, do MIT, ecoaria várias décadas depois em sua espetacular meditação sobre ciência e espiritualidade . Lewis escreve:

Tal mundo seria aquele em que ações erradas eram impossíveis, e no qual, portanto, a liberdade da vontade seria nula; ou melhor, se o princípio fosse levado à sua conclusão lógica, pensamentos ruins seriam impossíveis, pois a matéria cerebral que usamos no pensamento recusaria sua tarefa quando tentássemos enquadrá-los. 

Toda a matéria na vizinhança de um homem mau seria sujeita a alterações imprevisíveis. Que Deus pode e modifica, em certas ocasiões, o comportamento da matéria e produz o que chamamos de milagres, faz parte da fé cristã; mas a própria concepção de um mundo comum e, portanto, estável, exige que essas ocasiões sejam extremamente raras.

Ele oferece um exemplo ilustrativo:

Em um jogo de xadrez, você pode fazer certas concessões arbitrárias ao seu oponente, que estão de acordo com as regras comuns do jogo, enquanto os milagres estão de acordo com as leis da natureza. Você pode se privar de um castelo, ou permitir que o outro homem às vezes faça um movimento inadvertidamente. 

Mas se você admitisse tudo que a qualquer momento lhe convinha – se todos os seus movimentos fossem revogáveis ​​e se todas as suas peças desaparecessem sempre que sua posição no quadro não fosse do seu agrado – então você não poderia ter um jogo. Assim é com a vida das almas em um mundo: leis fixas, consequências desdobradas por necessidade causal, toda a ordem natural, são ao mesmo tempo limites dentro dos quais sua vida comum é confinada e também a única condição sob a qual qualquer vida é possível.

Ele fecha nos trazendo o círculo completo para o conceito de livre arbítrio:

Seja qual for a liberdade humana, a liberdade divina não pode significar indeterminação entre alternativas e escolha de uma delas. A bondade perfeita nunca pode debater sobre o fim a ser alcançado, e a sabedoria perfeita não pode debater sobre os meios mais adequados para alcançá-lo.

§§§§§

O problema da dor é uma leitura de pausa em sua totalidade. Complemente-o com Lewis de plantão,o segredo da felicidade, e escrevendo “para crianças” e a chave para a autenticidade em todos os textos, depois revisite Jane Goodall sobre ciência e espiritualidade.

O sofrimento nos leva a Deus


C. S. Lewis concluiu que o sofrimento nos encaminha na direção de Deus, em última análise. Minha vida não tem sido fácil, isso inclui minha família. Já choramos muito, mas parece sempre haver mais para chorar.

Quanto mais passo por essas “experiências”, me sinto mais perto do Criador. Mesmo assim, ainda me vejo muito longe de estar completamente perto Dele, embora Ele insista em afirmar que está em mim, como está em todos.

Definitivamente, sei que Ele está, mas muitas vezes me sinto absolutamente só e longe do Pai Celeste. Há muitas possibilidades as quais nunca tive oportunidade de experimentar, como as curas divinas, embora acredite nelas com todo o meu ser.

De alguma forma o divino sabe o risco de que eu venha me ensoberbecer, acho. O importante é caminhar na direção dele, o resto não importa tanto, provavelmente. A Terra está cheia de soberbos e eles não acrescentam nada.

Então, acredito nas conclusões do Lewis e recomendo-as a você,

também. No caso, o sofrimento nos leva à Deus.

Sofrimento: é o megafone de Deus

C. S. Lewis cunhou essa conclusão em seu primeiro livro voltado ao tema cujo título em português é “O problema do sofrimento”. Lewis deve ter ouvido milhares de perguntas: Por que Deus permite às pessoas sofrendo das mais variadas e complexas situações de sofrimentos, desde o mais leve até os piores inimagináveis.

Por que Deus permite a morte de criancinhas e ou de pessoas boas, queridas de seus familiares, mansas e humildes diante dele? As reclamações são justas, na maioria das vezes. Mesmo assim, quase todos os dias, vemos pessoas envolvidas em sofrimento. Basta assistir os jornais vespertinos na TV e internet.

Em O problema do sofrimento, Lewis chega à conclusão: “Se em tal base, ou em outras melhores, seguimos o curso através do qual a humanidade tem sido orientada e nos tornamos cristãos, encontraremos então o “problema do sofrimento”. Creio ser permitido concluir no sofrimento como o fio condutor em vários momentos de nossas vidas, no varejo e no atacado. A própria vida acaba, para muitos, sendo uma história de sofrimento.

A Bíblia relata grande quantidade de momentos de intenso sofrimento. Mas isso é só uma estrada a ser ultrapassada e quando saímos do outro lado, descobrimos termos alcançado, pessoal e/ou coletivamente, enormes vitórias. Lembrem de Moisés e o povo judeu à beira do mar: se ficar Faraó pega, se fugir o mar pegará! O povo foi para o deserto e perceberam sua posição ali, sem água, comida, moradia, trabalho, etc. Dor, frio, calor, fome, sede, segurança, enfim, sofrimento. Davi foi parar em uma Gruta como a nossa, ele e mais quatrocentos homens, fieis seguidores e suas família. Estavam presos ali e na mesma situação dos irmãos no deserto. Ainda há muitas outras linhas sobre sofrimento, no AT.

No Novo Testamento, Jesus exorta o povo: No mundo terão aflições (sofrimento), mas não temam, eu venci o mundo. O apóstolo Paulo também exortou o povo por causa do sofrimento. Jesus enfrentava a morte e nunca perdeu para ela. Mas o que conduzia as pessoas para a morte? Sofrimento. Injustiças, calúnias, maldades da parte de invasores e vai por aí.

Depois do primeiro livro, Lewis escreveu outro “A Anatomia de uma dor”, no mesmo tema, mas dessa vez, após um grande sofrimento vivido por ele mesmo. Nesse ele rasgou mais o verbo. Queria uma atitude diferente de Deus para com seu problema não resolvido. Se novo o problema não é de Deus, mas nosso. Ele quer nos salvar mas o Amor, pelo qual nos têm, ele deseja nos libertar através de nós mesmos.

Depois que nosso filho Thomas nasceu, recebi a indicação para estudar o sofrimento, através de um leve sofrimento. Já lera o Destinados ao sofrimento do Irmão André; então li os dois livros citados acima do Lewis; depois  Cristo e o Sofrimento Humano de E. Stanley Jones; Por que sofremos do Paul Young Cho; Deus Por que Sofremos de Philip Yancey. Há muitos mais. Se encontrar, assista o filme Terra das Sombras, excelente. 

Nesse tempo estávamos em uma fase de vacas magras, um certo sofrimento e depois passou. Mais à frente tivemos outras fases mais duras, principalmente quando o Thomas precisou passar por cirurgias complicadíssimas e também passaram. O Big One chegou afinal e foi tremendo, morando em Sorocaba, perdemos nosso filho na terceira cirurgia e o resto só serviu para piorar aquilo tudo.

Então nossa vida mudou de novo, voltamos para São Paulo, alugamos casa e a vida continuou. Às vezes sofremos outras vezes menos e vamos indo. Sou obrigado a reconhecer quanto o sofrimento tem feito seu trabalho em nossas vidas. Conhecemos melhor a Deus, podemos ajudar ao próximo com maior desenvoltura e o melhor, sabemos qual é a intenção do criador para nós, ou seja chegar ao Reino de Deus, como Jesus prometeu a todos nós, você inclusive. Continuamos por aqui, agora mesmo sinto estarmos entrando em outra dessas nuvens, vamos ver como será…

A conclusão é óbvia, segundo Lewis. O sofrimento é um megafone de Deus capaz de nos levar a vencer a morte e ganhar a vida, inclusive a vida eterna, mas precisamos aprender a passar pelo sofrimento antes, com otimismo e muito respeito com nosso criador. Não é possível desviar do sofrimento, rejeitá-lo ou evita-lo. O único meio é vencê-lo com Jesus em nossas vidas.

Então vamos deixar o Sr. C. S. Lewis escrever o final desse texto:

“Mas se o sofrimento é bom não deveria ele ser procurado em vez de evitado? Respondo, ele não é bom de si mesmo. O que é positivo para o sofredor em qualquer experiência penosa é a sua submissão à vontade de Deus e, para os espectadores, a compaixão desesperada e os atos de bondade a qual nos leva”.


Esse missionário é uma lenda. Antes de mais nada, leia esse texto.

O QUE SIGNIFICA SER CHEIO DO ESPÍRITO


Por Smith Wigglesworth.


Nos dias em que o número dos discípulos começaram a se multiplicar, desenvolveu-se uma situação capaz de fazer os doze tomarem uma certa decisão de não se ocuparem com servir as mesas. Mas para se darem continuamente à oração e ao ministério da Palavra. Quão importante é para todos os ministros de Deus estarem continuamente em oração e alimentando-se nas Escrituras da Verdade.


Eu sempre levo comigo a minha Bíblia ou Novo Testamento.
Nenhum de vós podereis ser fortes em Deus a menos que deem ouvidos diligentemente aquilo que Deus tem a dizer através da Sua Palavra. Não poderão conhecer o poder e a natureza de Deus a menos se participarem da Sua Palavra. Leia-a de manhã e à noite e em todas as oportunidades disponíveis.

Após cada refeição, ao invés de gastar tempo em conversas vãs, ao redor da mesa, leia um capítulo da Palavra de Deus seguido de uns momentos de oração. Tento insistir nisso não importa onde ou com quem estiver.

O salmista disse que ele havia escondido a Palavra de Deus em seu coração, para que não pecasse contra Ele; e você pode verificar que quanto mais da Palavra de Deus você esconde no seu coração, tanto mais fácil será viver uma vida santa.

Ele também testificou que a Palavra de Deus o havia avivado; e a medida que você recebe a Palavra de Deus no seu interior, todo o seu ser físico será avivado e você ficará fortalecido. Ao você receber a Palavra com mansidão, você perceberá a fé borbulhante no seu interior. E você terá vida através da Palavra.


Os doze disseram ao restante para encontrarem sete homens que cuidassem dos negócios das coisas. Deveriam ser homens de boa reputação e cheios do Espírito Santo. Estes eram apenas homens comuns que foram escolhidos, mas foram cheios do Espírito Santo; e este enchimento sempre eleva o homem a um plano acima do normal.

Não é necessário um homem ser educado e culto para preencher uma posição na Igreja de Deus; o que Deus requer é uma vida santa, entregue e consagrada, e Ele poderá fazer essa tal chama de fogo, batizando com o Espírito Santo e fogo!

A multidão escolheu sete homens para servir as mesas. Eles eram, sem dúvida, fiéis em suas determinadas obrigações, mas percebemos que Deus logo tinha uma melhor escolha para dois deles. Filipe era tão cheio do Espírito Santo que ele podia ter um avivamento onde quer que Deus o colocasse. O homem o escolheu para servir as mesas, mas Deus o escolheu para ganhar almas.

Ó, se eu pudesse apenas mover-te para perceber, que a medida que você é fiel ao executar as mínimas tarefas, Deus poderá te encher com o Seu Espírito e tornar-te um vaso escolhido para Ele e promover-te para um lugar de ministério poderoso na salvação de almas e na cura de enfermos. Não há nada impossível para um homem cheio com o Espírito Santo. Isso é além de toda compreensão humana. Quando você for enchido com o poder do Espírito Santo, Deus operará maravilhosamente onde quer que for.

Quando você estiver cheio do Espírito Santo, conhecerá a voz de Deus. Quero dar-lhe uma ilustração disto. Quando eu estava indo à Austrália, recentemente, o nosso navio parou em Aden e em Bombaim. No primeiro porto o povo veio ao redor do navio vendendo as suas mercadorias, lindos tapetes e toda sorte de objetos orientais.

Havia um homem vendendo algumas penas de avestruz. Quando eu estava olhando por cima do lado do navio e vendo as negociações, um senhor disse-me: “O senhor quer repartir comigo a compra de penas?” Queria eu algo com penas? Não tinha utilidade alguma para tais coisas e nem lugar para elas. Mas o homem repetiu a pergunta: “O senhor quer repartir comigo a compra daquele lote?” O Espírito disse-me: “FAÇA-O”.

O preço das penas eram três libras, mas o homem disse-me: “Eu não tenho dinheiro comigo, mas se o senhor pagar o vendedor para mim, lhe enviarei o dinheiro para a sua cabina através do comissário de bordo.”

Paguei pelas penas e dei ao senhor a sua parte. Eu lhe disse: “Não, por favor não dê esse dinheiro ao comissário. Traga-me o senhor pessoalmente à minha cabina.” Disse ao Senhor: “Que tal as penas?” Ele mostrou-me ter um propósito na minha compra.

Cerca de dez horas o senhor veio a minha cabina e disse: “Trouxe-lhe o dinheiro.” Disse a ele: “Não é o seu dinheiro que eu quero, é a sua alma que estou buscando para Deus.” Lá mesmo ele abriu o plano todo da sua vida e começou a buscar a Deus; e naquela manhã ele chorou o seu caminho para a salvação de Deus.

Você não tem ideia do que Deus pode operar através de você quando estás cheio do Seu Espírito. Cada dia e cada hora pode ter a divina liderança de Deus. Ser cheio do Espírito Santo significa muito em todas as maneiras. Tenho visto algumas pessoas que tem estado sofrendo durante anos, e quando elas foram enchidas com o Espírito Santo toda a sua enfermidade foi embora. O Espírito de Deus tornou real para elas a vida de Jesus, e elas foram completamente liberadas de toda doença e enfermidades.

Olhai para Estevão. Ele era apenas um homem comum escolhido para servir as mesas. Mas o Espírito Santo estava nele e ele estava cheio de fé e poder e operou grandes maravilhas e milagres no meio do povo. Não havia quem resistisse a sabedoria e o Espírito através do qual ele falava. Quão importante é que cada homem seja enchido com o Espírito Santo.

Quero imprimir em ti a importância disto. Não é a cura que estou lhe apresentando – é o Cristo vivo. É um fato glorioso que o Filho de Deus desceu aqui para trazer liberdade aos cativos.

Como é que no momento em que és cheio com o Espírito Santo a perseguição começa? Não lemos sobre perseguição alguma antes que o Espírito Santo descesse como uma pomba sobre Jesus. Logo depois disso, depois de ter pregado na Sua cidade natal, eles quiseram lança-Lo morro abaixo.

Foi o mesmo com os doze discípulos. Eles não tiveram perseguição alguma antes do dia de Pentecostes; mas depois que foram enchidos com o Espírito, eles estavam logo na prisão. O diabo e os sacerdotes de religião ficarão sempre perturbados com um homem que fica cheio com o Espírito e opera coisas no poder do Espírito. E a perseguição é a maior benção para a igreja. Quando temos perseguição teremos pureza. Se queres ser enchido com o Espírito, podes contar com perseguição. O Senhor veio para trazer divisão, e mesmo no seu próprio lar poderá encontrar três contra dois.

O Senhor Jesus veio para trazer paz; e logo depois que obtiver a paz interna, terá perseguição no exterior. Se permaneceres estacionário, o diabo e seus agentes não

lhe perturbarão muito. Mas quando avançares resolutamente com Deus, o inimigo lhe terá como um alvo. Mas Deus lhe vindicará no meio de tudo.

Numa reunião que eu estava conduzindo, o Senhor estava operando e muitos foram curados. Um homem viu o que estava acontecendo e exclamou: “Eu gostaria de experimentar essa coisa.” Ele aproximou-se para receber oração e disse-me que o seu corpo estava afetado em dois lugares. Coloquei as mãos sobre ele em nome do Senhor, e disse-lhe: “Agora você crê em Deus.”

Na próxima noite ele estava na reunião e levantou-se como um leão e disse: “Quero vos dizer que esse homem está lhes enganando, Ele colocou as mãos sobre mim na noite passada para hérnia em dois lugares, mas eu não estou nem um pouco melhor.” Eu o parei e disse: “Você está curado, e seu problema é que você não quer crer.”

Ele estava na reunião na noite seguinte e quando surgiu a oportunidade para testemunhar este homem levantou-se e disse: “Eu sou pedreiro por profissão. Hoje eu estava trabalhando com um servente e ele havia colocado uma grande pedra no seu lugar. Eu o ajudei e não senti dores. Disse para mim mesmo: “Como é que eu fiz isso? Descobri que eu estava curado.”

Disse para o povo: “Na noite passada este homem estava contra a Palavra de Deus, mas agora ele crê nela. É verdade que estes sinais seguirão aqueles que creem, eles colocarão as mãos sobre os enfermos e os curarão. É tudo através do poder do nome de Cristo.” É o Espírito que veio a fim de revelar a Palavra de Deus e torná-la espírito e vida para nós.

Vocês que estão buscando o Batismo estão entrando num lugar onde terás perseguição. Os vossos melhores amigos vos abandonarão, ou aqueles que podeis estimar como vossos melhores amigos.

Nenhum bom amigo jamais vos deixará. Mas vale a pena. Entrareis num plano de iluminação e revelação, pelo poder do Espírito Santo.

Ele revela a preciosidade e o pode do Sangue de Cristo. Percebo pela revelação do Espírito que não há uma coisa em mim que o Sangue de Jesus não limpe. Verifico que Deus me santifica pelo sangue e revela aquela eficácia da obra pelo Espírito.

Estevão era apenas um homem comum revestido com o divino. Ele estava cheio de fé e poder e grandes maravilhas e milagres foram operados através dele. Ó, esta vida no Espírito Santo, essa vida de profunda revelação interna, de transformação de um estado para outro, de crescimento na graça e no conhecimento e no poder do Espírito, a vida e a mente de Cristo sendo renovada em si, e de constante revelações da majestade do Seu poder. É a única coisa que poderá nos sustentar. Nessa vida o Senhor nos coloca em toda sorte de lugares e então revela o Seu poder.

Eu havia estado pregando em Nova Iorque, e naveguei um dia para a Inglaterra no Lusitânia. Assim que subi a bordo eu desci para minha cabina. Dois homens estavam lá, e um deles disse: “Bem, será que eu sirvo de companheiro?” Ele pegou uma garrafa e despejou um copo de whisk e bebeu-o, e depois encheu-o para mim. “Jamais toco nessa bebida,” disse. “Como o senhor pode viver sem ele?” Perguntou. “Como poderia viver com ela?” Perguntei. Ele confessou: “Tenho estado debaixo dessa droga durante meses, dizem que os meus intestinos estão enrugados, e sei que estou morrendo, gostaria de ser libertado mas simplesmente preciso continuar bebendo. Ó, se eu pudesse ser libertado! Meu pai morreu na Inglaterra e deu-me a sua fortuna, mas para que me servirá a não ser para apressar-me para a sepultura?”

Disse para este homem: “Dize a palavra, e serás libertado.” Ele perguntou: “Que queres dizer?” Respondi: “Dize a palavra, mostres que estás disposto a ser libertado e Deus lhe libertará.” Mas era como se estivesse falando com uma plataforma por toda compreensão que ele mostrou. Disse-lhe, “Fica ai em pé quetinho,” e impus as mãos sobre a sua cabeça em nome de Jesus e amaldiçoei aquele demônio de bebida que estava acabando com a sua vida. Ele clamou: “Estou livre! Estou liberto! Eu sei que estou livre!” Ele pegou duas garrafas de whisky e lançou-as ao mar, e Deus o salvou, tornou-o sóbrio e curou-o . Preguei durante toda a travessia.

Ele sentou-se ao meu lado. Antes disso ele não podia comer, mas agora em cada refeição ele atravessou o menu completo. Basta um toque de Jesus para termos um bom tempo. O poder de Deus é o mesmo hoje. Para mim Ele é maravilhoso. Para mim Ele é cura salvadora. Para mim, Ele é o Lírio dos Vales. Ó, este Nazareno abençoado, este Rei dos reis! Aleluia! Quereis deixá-Lo possuir a tua vontade? Quer deixá-Lo possuir lhe? Se quiser, todo o Seu poder estará a sua disposição.
Não havia quem pudesse resistir a sabedoria e ao espírito pelo qual Estevão falava, e assim, cheios de furor, trouxeram-no ao Conselho.

E Deus encheu a sua face com um raio de luz celestial. Vale a pena sermos enchidos com o Espírito, não importa o custo. Leia o capítulo sete de Atos, os poderosos pronunciamentos proféticos deste homem santo. Sem temor ele diz: “Vós de dura cerviz e incircuncisos de coração e ouvido; vocês sempre resistem ao Espírito Santo,” E quando ouviram isso enfureciam-se em seus corações. Há duas maneiras de sermos afetados no coração. Aqui eles rangeram os dentes e lançaram-no fora da cidade e o apedrejaram.

No dia de Pentecostes, quando eles compungiram em seus corações eles clamaram: “Que faremos?” Eles tomaram o caminho oposto. O diabo, se ele puder agir com liberdade, fará com que cometa um assassinato. Se Jesus fizer a Sua vontade, se arrependerá.

E Estevão, cheio do Espírito Santo, olhou firmemente para o céu e viu a glória de Deus, e o Filho do homem em pé a direita de Deus. Ó, esse estar cheio do Espírito Santo! Quanto isso significa. Eu estava viajando por sessenta milhas um dia de verão e olhei para os céus e tive uma visão aberta de Jesus o caminho todo.

Requeira ao Espírito Santo para conceder isso. Estevão clamou: “Senhor, não lhe impute este pecado.” Como ele estava cheio do Espírito, ele estava cheio de amor, e ele manifestou a mesma compaixão para com os seus inimigos que Jesus demonstrou no Calvário. Ser cheio do Espírito significa muito de toda maneira. Significa um constante enchimento, avivamento e uma vida nova continuamente. Ó, é fascinante! Temos um Evangelho maravilhoso e um grande Salvador!

Se apenas for cheio do Espírito Santo, terá uma fonte constante dentro de você, a medida que a sua fé estiver centralizada no Senhor Jesus.

Postado por Ministério Fé e Milagres 

Por que George Bernard Shaw chamou a Bíblia de o livro mais perigoso da Terra !!!?

Domingo, 16 de dezembro de 2012


O LIVRO MAIS PERIGOSO NA TERRA “( a Bíblia ), mantenha-a sob o fecho e a chave “. Mantenha a Bíblia fora do alcance de seus filhos .


Quem quer que seja arrogante o suficiente para rejeitar o veredicto do juiz ou do sacerdote que representa o SENHOR, seu Deus, deve ser condenado à morte. Tal mal deve ser purgado de Israel. ( 2 Crônicas 15: 12-13 NAB )

Seus filhos também serão despedaçados diante de seus olhos; suas casas serão estragadas, e suas esposas violadas (violadas) ( Zacarias 14: 1-2 NAB ).

Por que a Bíblia descreve o arrojo de crianças inocentes em pedras, estupro de mulheres e rasgando a barriga de uma mulher grávida como ‘o justo julgamento de Deus, isso é doentio!

Honestamente peço a todos os cristãos…

Você ainda considera que o seu deus é assim?

E você ainda acredita que a Bíblia em sua forma atual, em 100% mundo de deus, mas esteja não corrompida?

Mas não me diga que Deus pode ordenar tal pilhagem de assassinato com estupro, não é deus se o deus de Ur é assim. Eu não posso ajudar a pena de seu deus e seus seguidores.

detalhes adicionais

JESUS ​​DISSE EM:

Lucas 19:27

Para estes meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, traga-os aqui e os atropela ante de mim.

MATEUS 10: 33-36 KJV 10:33

Mas o que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus. 10:34 Não penseis que vim enviar paz à terra; não vim enviar paz, mas a espada. 10:35 Porque eu vim para colocar um homem em desacordo contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra.

1 Samuel 15: 2-3 NAB: Isto é o que o Senhor dos Exércitos tem a dizer:

‘Eu punirei o que Amalek fez com Israel quando ele barrou seu caminho quando ele estava vindo do Egito. Vá, agora, ataque Amalek, e lide com ele e tudo o que ele está sob a proibição. Não o poupe, mas mate homens e mulheres, crianças e bebês, bois e ovelhas, camelos e jumentos.

**************************************************

O Alcorão diz: Que não haja compulsão na religião: A verdade se destaca clara do Erro: quem rejeita Taghut (mal) e acredita em Allah hath agarrou a mão mais confiável, que nunca quebra. E Allah ouve e conhece todas as coisas. ( Alcorão 2: 256 )

Desafio qualquer cristão a mostrar apenas um, sim apenas um versículo no Alcorão Sagrado, onde Allah ordena que o profeta Muhammad (S) TENHA DE MATAR TODOS OS OLHOS DO PROFETA MUHAMMAD, COMO PROFETA DE DEUS ANTES DOS OLHOS DE PROPHET MUHAMMAD (S) SI MESMO !!!

Eles nunca podem mostrá-lo, pois não há violência e declarações sem sentido no Alcorão

POR QUE?

Porque o Alcorão é a Única Verdadeira Palavra Corrompida do Deus Misericordioso e Justo de Toda a Humanidade.

“Se tivesse sido a vontade do seu Senhor, todas as pessoas na Terra teriam acreditado. Você então obrigaria o povo a fazê-lo acreditar? “( Alcorão 10:99 )

Qualquer um que mate um não-muçulmano que tenha se tornado nosso aliado não sentirá o cheiro da fragrância do Paraíso.” (Bukhari)

“Aquele que fere um cidadão não-muçulmano de um estado muçulmano, eu sou seu adversário, e eu serei seu adversário no dia do seu Julgamento. “(Bukhari)

LEIA UM MILHÃO DE VEZES QUE VOCÊ CEGA ISLAM HATER NÃO EXISTE COMPULSÃO OU CONVERSÃO FORÇADA NO ISLÃ.

O Profeta Muhammad (s), disse em sua carta ao governador romano Heráclio: “Convido você a aceitar o Islã. Se você aceita o Islã,

você encontrará segurança. Se você aceitar o Islã, Deus lhe dará uma recompensa dupla. No entanto, se você se virar, você será o

pecado de seus súditos. “(Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim)

LEIA UM MILHÃO DE VEZES QUE VOCÊ PELO ÓDIO DO ISLÃ NÃO HÁ NENHUMA COMPULSÃO OU CONVERSÃO FORÇADA NO ISLÃ

Os ensinamentos do Profeta Muhammad (S) sobre como você e eu devemos tratar nossos amigos e vizinhos não-muçulmanos em um dia a dia

O que acredita em Deus e no Último Dia deve honrar seu convidado, não deve prejudicar o seu próximo, deve falar bem ou manter o governo, deve tratar um cidadão não-muçulmano de um estado muçulmano.

escrito por Abdul Kareem

Contemplação e ação, por que não?


Autor: IRVIN BOUDREAUX

Há vários anos, busco aprofundar meu relacionamento com Deus, abrindo-me à Sua presença contínua em minha vida cotidiana. Para mim, isso aconteceu por meio de leituras sagradas, retiros e práticas de oração antigas e não tão antigas. Me encontrei interiormente levando a ler e estudar uma variedade de trabalhos que são escritos com o propósito específico de trazer a criação ao contato com o Criador. Tal contato é muito mais que conhecimento – é consciência.

Uma palavra que é frequentemente usada para descrever essa consciência é contemplativa. Um contemplativo é uma pessoa que se dedica a viver onde o céu e a terra se cruzam.

William Thiele é o fundador e diretor da Escola de Vida Contemplativa aqui em Nova Orleans. Em um artigo recente, ele cortou o coração de um importante, mas fundamentalmente incompreendido, princípio contemplativo. “Então, onde exatamente é o primeiro lugar que os contemplativos pertencem? A resposta é: onde quer que haja pessoas que foram excluídas pelos outros. Um contemplativo cristão procura seguir o Jesus que sempre preferiu sair com as próprias pessoas excluídas pelos outros. Não há histórias suficientes nos evangelhos para deixar claro que aqueles pecadores (pessoas não religiosas) e coletores de impostos eram seus melhores amigos? E Jesus não conseguiu também ser excluído e eventualmente morto pelas pessoas religiosas que estavam fazendo o excludente?” Eu quero refletir sobre isso um pouco.

Há uma relação inegável entre ser uma pessoa de contemplação e uma que cuida e alcança a mágoa e a injustiça do mundo. Quando somos chamados à oração e ao silêncio, pensamos que somos chamados ao isolamento e ao abandono. 

O monge místico do século XX, Thomas Merton, passou meses vivendo como eremita, mas ele nos lembra de algo que aprendeu isoladamente: “Toda a ideia de compaixão baseia-se em uma aguda percepção da interdependência de todos esses seres vivos, que são todos parte um do outro, e todos envolvidos uns nos outros.” 

Os místicos do deserto foram para o deserto para escapar do império, mas também para direcionar os outros em um caminho para Deus. Muitos daqueles que eles ensinaram fizeram uma grande diferença em seu mundo. Podemos ser pessoas de contemplação e compaixão sem sermos pessoas de ação?

Eu acho que não. Jesus nos designa como o “sal e luz” da terra. O verdadeiro pensamento com o qual estou brincando é ação. Como contemplativos, devemos ser pessoas de ação. Somos movidos à ação por nossas paixões. Um contemplativo deve sentir o suficiente, se importar o suficiente para fazer alguma coisa. Quando você tem o seu tempo de oração e solidão, surja dela com plena consciência do mundo que o rodeia.

Você tem a força espiritual para pensar como George Bernard Shaw fez? “Alguns homens veem as coisas como são e dizem por que, outros sonham coisas que nunca foram e dizem, por que não?”  

Os contemplativos são compelidos pela própria presença Dele que eles procuram dizer: “Por que não?”

           George B. Shaw


Galvão Bueno, principal narrador esportivo da Rede Globo de Televisão, logo após a vergonhosa derrota do selecionado brasileiro de futebol, penta campeã mundial da modalidade, para a seleção da Bélgica sem nenhum título até o presente momento, ao lado da simpaticíssima Renata Vasconcelos, âncora do Jornal Nacional da emissora, declarou:


“O técnico Tite deve continuar `a frente da seleção para a próxima Copa, daqui a quatro anos. Segundo ele, dessa vez foram dois anos de trabalho e não deu, então com quatro anos a chance de conseguir formar um time campeão seria muito mais provável”.

Humm… Não é lindo? Puxa! Queria muito ter amigos iguais ao Galvão.

Será?

Melhor pensar um pouco. O Galvão não é lá nenhum filantropo, que se saiba. Ninguém conseguiu durar tanto tempo nessa posição, tanto quanto ele. O Boni saiu de lá faz tempo. Diretores do Departamento de esportes (vários) também já foram, Luciano do Valle saiu e já morreu, todos devidamente defenestrados, fora comentaristas (Juca kfoury, Falcão, Raul Plasman, Renato Prado e, recentemente, Juninho Pernambucano) todos devidamente no olho da rua… da amargura. O que o Galvão fez por eles? Se fez, foi no escurinho do cinema e ninguém viu, mas pelo resultado, concluo: ele não fez nada pelos coleguinhas.

Então por que o Galvão correu tanto para indicar o Tite para mais uma experiência, agora de quatro anos e não só dois, à frente do selecionado brasileiro de futebol profissional?

Estou lembrando aqui do “melhor amigo do Galvão”, nas palavras dele, o Reginaldo Leme, que segundo consta, não queria um ex-piloto de Fórmula 1 comentando as transmissões, depois que o Nelson Piquet expos a falta de competência dos dois, e foi voto vencido. O que fez o Galvão pelo melhor amigo? Hi, hi… nada. Ficaram sem se falar um tempão. Talvez outras rusgas tenham ajudado, sei lá.

Minha intenção aqui é só lembrar o caráter do narrador primaz da Globo nesses casos. Não é do feitio dele defender amigos, digamos, esportistas. Por outro lado, fez bons negócios com outros “esportistas”, tipo José Hawilla. (falecido recentemente, após ter empreendido um monstruoso cartel de emissoras de TV e negócios ligados ao futebol, tais como negociar os direitos de TV para Copas mundiais e Copa Libertadores da América, etc… saído da cadeira de mero comentarista da TV Bandeirantes, agora Band e pego pelo FBI com a mão na massa, como corruptor nas ondas do Futebol brasileiro e mundial, inclusive para a Globo, segundo Blatter em seu livro recém lançado).

Não é estranho? Por que o Galvão não apoiou o Dunga ou o Mano, por exemplo? Humm…


O que fez o Tite por nossa seleção? Manteve jogadores comprometidos pela vergonhosa performance contra a seleção da Alemanha na Copa de 2014, inclusive o nosso Neymar. Ele não pode ser comparado a Pelé, Rivellino, Tostão, Romário, etc, todos muito melhores do que ele. Mas uma coisa é certa, Ronaldo Fenômeno, Rivaldo e Ronaldinho foram infinitamente melhores do que ele, também, em 2002, sem cair. E o que ele fez na Copa 2018 e na de 2014? Agradeçamos a ele pela inédita medalha olímpica e boa, coisa que todos os outros não fizeram. Acho.

O Renato Augusto, mesmo sem ser especialista em fazer gols, em quinze minutos fez um gol e por muito pouco não fez o segundo que empataria o jogo e levaria a disputa para a prorrogação. E este também veio de contusão. Depois de ter jogado a maioria dos jogos eliminatórios, ficou na reserva e só entrou quando a vaca já estava atolada no brejo.

E o Thiago Silva? Por que? O Marcelo, com pouco mais de um metro de altura para enfrentar suíços e sérvios com média de altura acima de cinco centímetros dos nossos jogadores. Aquele goleiro com 1,93 de altura tomando gols por cima da cabeça, sem o reflexo necessário para fazer as defesas. Ninguém percebeu isso? O Cássio dever ter adorado a reserva desse rapaz. Bom de chimarrão ele.


Obviamente, todos os jogadores e auxiliares que participaram do time, inclusive os reservas, tem sua cota na derrota, como teriam se vencessem. Mas a responsabilidade pelo desastre é 95% do Sr. Tite e dos responsáveis por tê-lo contratado para o serviço.

Mas vamos falar a verdade, claro, não temos como fazer outra coisa a não ser, conjecturar, como já fiz até aqui. O selecionado brasileiro jamais voltará a vencer uma Copa na Europa. Aquela vencida na Europa em 1958 foi um monumental erro, segundo os europeus, claro. Quando nossa seleção da época meteu cinco no selecionado francês com La Fontaine (considerado o melhor jogador do mundo naquele momento) e tudo, foi o momento em que os responsáveis pelo futebol mundial se deram conta da burrada. Não deu outra, veio a final e Pelé e cia. meteram mais cinco na seleção da Suécia, em plena Suécia.

Antes de qualquer valor em dinheiro, ouro ou outro, os europeus (tirando nossos ancestrais portugueses e italianos) não suportam quem lhes façam sentir algo diferente do que a raça ariana preconiza. Eles se acham. Lembram do Jean-Marie Balestre, presidente da Fórmula 1 perseguindo o Ayrton Senna com aquela mania de ganhar tudo? Então, o cara tinha sonhos nazistas-arianos todas as noites.

Então os europeus do futebol juraram nunca mais permitir um selecionado não europeu sair campeão de uma Copa de Futebol na Europa.

Já que íamos perder mesmo, deveríamos ter enviado o Fábio Carille, esse sim um fenômeno do futebol brasileiro que o Sr. Andres Sanches, atual presidente do Corinthians, tratou de manda-lo para o exílio da Arábia Saudita. Onde já se viu um técnico ganhar tudo em seu primeiro ano de trabalho. Pior, não aceitava jogados que ele não tivesse indicado, pessoalmente.

O Cleber Machado, segundo na família real de narradores da Globo (embora há quem jure que o Luiz Roberto herdará o lugar do Galvão) disse, dia desses, que o campeonato brasileiro de 2017 foi sem graça porque o time montado e dirigido pelo Fábio Carille ficava muitos pontos na frente dos outros o tempo todo. Bom é todo mundo embolado até o último jogo do campeonato.

Faz tempo que os dirigentes brasileiros sofrem dessa mania de nunca colocar o técnico da hora na hora certa. Aconteceu com Brandão, Rubens Minelli e agora com o Carille. Nesse meio tempo, tivemos que aturar Zagalo, Tele, Parreira, Felipão e agora o Tite, em que pese a simpatia dele. Acho que ele vai dar um ótimo comentarista da Globo. Ganhar as eliminatórias não é nada, praticamente. Até o Dunga conseguiu. O mano ganharia invicto, apesar de ser gaúcho, também. Ao menos, se o Tite tivesse mesmo o tino certo, deveria ter exigido o Fábio Carille para ser o técnico da defesa (incluindo os volantes defensivos), com liberdade para chamar os jogadores dessa área, incluso.


No ataque era força maior convocar jogadores altos, pelo menos uns quatro. Aliás essa necessidade já deveria ter sido implementada nos campeonatos brasileiros, a começar da tacinha (A taça São Paulo). O Mano fez essa tentativa quando estava no Grêmio, com jogadores acima de 1,80 (que já é pouco) no time. Precisamos de pelo menos dois acima de 1,92 dessa vez, em minha opinião. Agora, beques com menos de 1,90 não deveriam nem ser mencionados. Né não? Especialmente esses que adoram um gol contra.

Bom chega de futebol no campo. Falta o fator principal pelo qual não ganhamos de novo. A Grana.

A Rússia parece ter feito o mesmo erro escolhido do Brasil, ganhou a Copa mas não comprou o campeonato. Afinal, ser campeão da Copa não rende $$$$. Bom é construir um monte de estádios, etc. Aí sim, tem. Preciso falar, digo, escrever mais alguma coisa.

 

 

Jerome (então secretário executivo da FIFA) beija Ricardo Teixeira no Rio

 

 

Meu palpite é, quem comprou a Copa, dessa vez foi a França. A Bélgica e a Croácia não têm cacife para o valor que não deve ser coisa de criança. A outra possibilidade é a Inglaterra, com cacife quente.

Outros interesses financeiros ficam por conta de empresários envolvidos nas negociações de jogadores, direitos de televisionamento, loterias esportivas e casas de apostas legais e ilegais.

As semifinais serão nesta semana, vamos ver quem tem mais garrafa vazia para vender. Ok?

 



Olha só, tenho criticado o lado dos “interesses” existentes no futebol que, muitas vezes, extrapolaram com venda de resultados e acordos espúrios, etc. Mas reconheço a existência de um lado importante para o qual o futebol faz toda diferença, entre nós. Falo da motivação resultante do desempenho da nossa seleção. Há vários trabalhos que demonstram a mudança de comportamento para melhor em tempos de vitórias do nosso futebol.

Os nossos pilotos de Fórmula Um (e outros vencedores em diversos esportes), quando venciam (Em especial, o Ayrton Senna) causavam algo semelhante. Essas vitórias dão ao nosso povo algo parecido com o que a Família Real da Inglaterra dá ao povo inglês. Por que será que nos tempos da guerra fria Estados Unidos e União Soviética faziam os maiores esforços para um vencer o outro?

Portanto, é desaconselhável fazer crítica negativa contra a nossa seleção, em especial, denegrir nossos jogadores, técnicos e etc. Nenhum povo foi mais abençoado pelo futebol do que nós, não só pelo sabor das vitórias, mas também pela motivação que ele nos dá para tocarmos nossa vida com orgulho em alta.

Dia desses, o presidente quase vitalício da Embraer, o Sr. Osíris Silva, narrou uma conversa que teve com três membros do comitê de seleção dos agraciados pelo Prêmio Nobel, ocasião em que perguntou a eles por que o Brasil nunca teve alguém laureado. A resposta foi, no mínimo, “sui generis”, eles disseram que todas as vezes em que havia um brasileiro (a) na lista dos prováveis laureados, eles ficavam perplexos com a atitude do nosso povo caindo de pau nos possíveis indicados e preferiram não causar mais problemas para nós, não concedendo o prêmio.

Estamos diante de nós mais uma possibilidade de sermos assertivos e positivos para com nossa seleção, em especial, com nossos jogadores. Nós sabemos quão difícil é para os adversários conseguirem nos vencer. Se houver alguma roupa suja, depois nós lavamos em casa e entre nós.

Tente escrever ou falar alguma coisa positiva na próxima oportunidade ou, na melhor das hipóteses, não escreva ou não fale nada, assim estará contribuindo positivamente para todos nós.

A Seleção Brasileira está há três dias do próximo jogo (contra a seleção costariquenha), nesse mundial 2018, na Rússia. Vamos ver se o Tite é mesmo o cara. No Corinthians ele se mostrou teimoso em inúmeras oportunidades. Mostrou muitas qualidades, mas também deixou escapar certas dificuldades.

Na disputa do mundial de clubes, o melhor jogador do time era o Douglas um meia esquerda do tipo cerebral, não por acaso, fez a jogada redundante no gol da vitória contra o Al-Ahly e a classificação para a final. Incoerentemente, o Tite tratou de dificultar o time na final, deixando o Douglas no banco, trocando-o por Jorge Henrique, um jogador mediano, substituído no segundo tempo por um tal de Wallace, nunca mais visto por aí.

A capacidade de resistir a pressões do Tite não é lá essas coisas. No Corinthians teve várias situações estranhas, devido a pressões de inúmeros representantes de jogadores (chamados de empresários ou agentes), diretores do clube, pais, esposas e namoradas (os) e etc. Todo mundo querendo ver seu pupilo em campo, mesmo não sendo lá essas coisas.

No momento, Tite está sob pressão. Estranhamente, mudou o time na última hora. Nos jogos da primeira fase (classificatória) jogou quase sempre com uma base, onde Renato Augusto, Marquinhos, Fagner e Cássio participaram ativamente e os deixou no banco, priorizando pessoal que joga em time europeus, coincidência?

O problema Neymar é outro empecilho para buscar uma copa do mundo, como se não bastasse a insistente mania dos europeus em manipular resultados e o que for necessário para se manterem à frente nesse esporte, como de resto. Os Estados Unidos, por exemplo, chamam o campeonato profissional doméstico de basquete profissional de “Mundial”. Todo mundo sabe que eles detêm os melhores jogadores e técnicos do planeta, então eles tratam de ganhar o dinheiro só para eles e não admitem dividir com europeus. Caso da Fórmula Indy, também, chamada de mundial, por eles, inclusive.

 

Neymar joga para si mesmo.

 

Não me fio em fotos montadas. O fato é elas surgirem quando o povo está p… da vida. Pessoalmente, desconfio da atitude dele, naquela época. Fez algo parecido para não jogar contra o Real Madrid, este ano, em jogo decisivo.

 

 

O Pai dele constituiu uma empresa e trabalha com vários servidores para dar sustento à carreira do filho. Em 2014, foi protagonista de uma cena, no mínimo, grotesca e mal engendrada, para consumar uma pseudo contusão e não participar do jogo contra a seleção Alemã, cujo resultado já estaria vendido, como aconteceu de fato. Nenhum time da primeira divisão do futebol brasileiro sofreria uma goleada daquela, salvo enganos.

Pai do Neymar

Tite deveria ter deixado jogadores participantes daquele estelionato de fora dessa seleção, por melhor que fossem incluindo seu Neymar. Sem falar que esse jogador não se inclui nos métodos do técnico. O técnico quer bola rolando, se possível com um toque só, no máximo dois. Driblar, só em último caso, para um chute ao gol ou para um passe.

Neymar exagera em segurar a bola, sempre tentando dribles a mais, fora a mania de simular faltas e contusões, etc. Tem qualidades, mas não tem caráter. Além de individualista é arrogante e não confiável. Futebol é jogo coletivo e não suporta jogadores individualistas. A lista de jogadores desse tipo que não deram em nada é imensa.

 

Algo me diz que seu time, agora seria:

Então, caro Tite, ou você chama a responsabilidade para si e muda essa história, ou seu time não irá nem para as oitavas de final, ou você acha que a seleção sueca está em sua chave por acaso. Você e eu sabemos que tudo isso é devidamente manipulado, né? Mas você tem algumas mudanças possíveis e capazes de melhorar muito seu time, mesmo em cima do laço. Entre com Cássio no gol, Fagner na lateral direita, Marquinhos compondo a vaga com Miranda e o Felipe Luis na lateral esquerda; meio de campo com Casemiro, Roger e Renato Augusto; no ataque Willian, Douglas Costa e Felipe Coutinho. Jesus está muito acanhado para uma Copa mundial.

Quando o Corinthians faz a diferença

Ah, você vai dizer que sou corinthiano, paulista, etc.. Bobagem. A Globo já prevendo mais uma catástrofe no mundo futebolístico brasileiro, já anda falando que o seu time tem muito paulista. Certamente, eles já escolheram um técnico carioca para a próxima seleção. Isso não ajuda em nada. A Globo e os cariocas formam a base dos corneteiros e representantes de jogadores, todo mundo querendo escalar seu pupilo.

Acontece que esses jogadores provenientes do Corinthians são muito conscientes da filosofia Tite. Claro que estou falando dos que foram seus atletas e esse é o caso dos jogadores citados, fora as conquistas já realizadas por eles. Defesa com duas linhas de quatro com um na frente de cada uma; defesa ativa, nada de ficar assistindo o adversário trocar bolas, ao invés disso, roubar a bola o quanto antes, se possível ainda no campo adversário. No ataque, troca de bolas de primeira, triangulações constantes, chutes a gol sempre que possível, etc. Eles podem coordenar isso em campo, pela experiência de espírito de liderança da qual dispõem.

Meu caro Tite, sempre simpático, tirou foto com o Luiz Alemão e com o Rogério, mas agora você precisa reverter isso e para tanto, sem medo de cara feia. Se não der, use a receita do Felipão após o fiasco da seleção em 2014, vá para Passo Fundo e fique por lá, tomando chimarrão, até a poeira assentar e o Grêmio te chamar para apagar algum incêndio por lá. Depois você retorna ao Corinthians e assim vai.

Sou brasileiro com muito orgulho, vi todas as Copas em que nossa Seleção ganhou (pela TV, video-tape, etc.) e as outras também. Brasileiro só sabe fazer três coisas: filhos, esbórnia e futebol, mas precisa caprichar mais nas três categorias, certo? Para mim, tanto faz o jogador que jogar. Se fizer a alegria do povo, tá ótimo.

Ah, se não mudar agora, periga perder para a Costa Rica, sim e muito. Seu time atual só tem nome.

 

Coxinha recheada de mortadela

Lá pelos fins dos anos oitenta, início dos noventa, dava aulas em alguns seminários. Se bem me lembro, cheguei a lecionar em quatro deles. Hoje em dia, só há escolas de teologia, com raras exceções e não conheço nenhuma.

Meu estilo de dar aulas foi muito influenciado por uma professora norte-americana, a Dra. Louise Macknney. Ela era professora lá pros lados de Wheaton Illinóis. Mas meu contato com ela aconteceu na Faculdade Teológica Batista, mesmo. Ela foi professora lá, mas estive aprendendo com ela quando veio para dar um curso de duas semanas, para professores de missões. Ela era meio liberal e nos ensinou coisas do tipo: Em uma sala de aulas, a pessoa mais importante é o professor, ou a opinião do professor não importa, importante é ouvir a opinião dos alunos e vai por aí.

Além do mais, cursei o ginásio lá no Ginásio E. Vocacional Oswaldo Aranha, tido e avido como uma escola de esquerda, afinal aprendemos pelo livre pensar, estudo do meio, estudos em equipes, participação, etc.

Esse estilo grudou na minha alma e não saiu nunca mais. Infelizmente, essa foi a minha ruina. Dos quatro seminários, não sobrou nenhum para eu dar aulas e, confesso, gostava de trabalhar naquilo, pouco importava se recebia algo por isso ou quanto me pagavam. O importante era aquele convívio, levar os alunos através do livre pensar, usando coisas do construtivismo, etc.

Dessas quatro escolas, três não sobreviveram à bomba H, digo, ao início do novo milênio. Mas um deles se renovou, justamente o único cujo zelo os levou a me despedir. Isso mesmo, rua, out, cai fora, tá despedido seu “mortadela” sem vergonha (embora não tenham me dito isso, deviam estar pensando, com toda certeza.

Interessante é ver a propaganda deles nas mídias da hora, deixando claro a opção deles por teologias mais liberais e, provavelmente, por pedagogias mais “moderninhas”.

Isso me fez pensar algo meio cômico. Pô, eles me chutaram justamente por meu estilo mais liberal, o que presume as tendências de direita deles à época. Sei não, se fosse hoje, seria despedido, também, por lá, justamente por continuar do mesmo jeito. Melhor, agora não devo parecer tão liberal como me viram lá atrás. Talvez me achariam muito parecido com um militante da direita, amigo dos milicos, etc.

Algumas semanas atrás, me humilhei de novo. Deve ser meu lado masoquista ou algo assim. Você não acreditará, mas aconteceu, acabei participando de uma escolha para trabalhar em uma ONG adepta da nova teologia (embora seja só a Teologia da Libertação com nova fantasia), embora eu não tivesse percebido antes. Dessa vez, Deus me poupou (ou foi meu aspecto de sessentão, sei lá) e não fui escolhido, embora corria o risco de ser o mais capacitado para o trem. Se me escolhessem, já seria um natimorto outro vez, se não me engano.

Sei não, eles (o pessoal daquela escola troca-bandeira) deveriam me pedir desculpas ou me fazer um desagravo, ao menos. Entretanto, caso essa ideia os incomodasse, com toda certeza diriam: ele não merece, é só um “coxinha” desgraçado.

Olha só, diria a Maju, aquela moça afrodescendente responsável por nos orientar sobre o tempo, todas as noites, no canal estatal de TV. Muitas pessoas sérias e vencedoras encasquetam ou até mesmo constroem nomes e marcas com muito carinho e cuidado.

A Xerox, evidentemente, faz parte desse universo, mas muitas outras empresas e pessoas também fazem e fizeram assim, tanto antes quanto depois dela. Só para exemplificar, Steve Jobs implicou com a letra I, no bom sentido e batizou vários produtos de sua criativa e surpreendente incubadora com essa letra (Ipod, Iphone, Iped, etc.) . A Exxon, junto com a Apple, formam as maiores empresas do planeta.

Claro, isso não é e nem pode ser uma superstição. O empresário brasileiro Ike Batista batizou suas empresas com nomes contendo a letra X e não se deu muito bem. Bom lembrar o fato dele ter resolvido encurtar caminho via maracutaias. Aí não tinha letra capaz de dar jeito.

Gosto muito do trabalho do Doutor e Professor John Lennox. Ele é matemático e teólogo, dos melhores. Trabalha lá na Universidade Oxford. O X no nome dele não ajudou em nada, acho, a não ser, ter um nome justo, crível, honesto e bonito. Ele fez tudo e o nome está honrado.

Todos os meus amigos, pessoais e das mídias sociais, sabem meu nome (Luiz Henrique Mello) e, ao longo do tempo, fui chamado de Lu, Lou, Lou Mello. Por alguma razão, surgiram muitos Luiz Henrique por aí e Mello é um sobrenome comum, não só no Brasil, mas na Europa e Estados Unidos, também. Outros acréscimos foram feitos nesses lugares, como Mellon, Mellow, Melloz, etc.

Então resolvi mexer no meu apelido, não no nome, inserindo a letra X no sobrenome Mello, agora Lou Mellox, graças ao Facebook por nos permitir esses avanços.

Também, sempre há a possibilidade de acharmos o X da questão, claro.

Uma coisa é e será certa, ficou diferente e irá dar o tom nessa última parte de minha vida.

Letra X

Lista completa com todos os nomes bíblicos que começam com X, a vigésima quarta letra do alfabeto.

Xerxes

Ser respeitado pelos outros é o maior reconhecimento que pode ter um grande líder.

Ximena

O ser humano muitas vezes necessita repensar melhor suas atitudes a partir da visão de outra pessoa.

É isso, vamos ver se haverá ganhos nessa tentativa. Pessoalmente, não tenho dúvidas.

Então, vai mudar o seu também? Quem sabe né?

 

 

A GRUTA

Conversão de Paulo

pintura de Caravaggio de aproximadamente 1600 dC

Minha intenção aqui é fazer um breve relato de minha real conversão do cristianismo católico para o cristianismo protestante. Esse tema me veio à mente durante estudo das cartas de Paulo, talvez uma das poucas ocasiões de conversão relatadas na Bíblia, em especial, no Novo Testamento.

Acima, você vê uma pintura de Caravaggio de aproximadamente 1600 dC. Você pode ver o emaranhado escuro de corpos e o cavalo em segundo plano contrastando com o brilho e a  vulnerabilidade do corpo ajoelhado de Paulo, quase nu, o rosto coberto por mãos cruzadas, a boca aberta em que devemos supor que foi a dor causada pelo choque da cegueira momentânea.  Os tons pálidos do corpo de Paulo combinam com os tons claros do brilho do horizonte, um lembrete da luz divina que diz tê-lo cegado.

“Mas o próprio Paulo não diz que ele estava cego, ou que seu nome mudou de Saul para Paulo, ou que um homem chamado Ananias veio para ajudá-lo, ou que ele é um cidadão romano, ou que ele é de Tarso, mesmo que todos estes teriam dado a Paulo a mais emocionante e autoria da história sobre si mesmo e sobre o seu apostolado.

Essas tradições são encontradas em Atos dos Apóstolos, capítulo nove.

Lucas, que escreveu Atos dos Apóstolos. cerca de 40 ou 50 anos depois de Paulo escrever a carta aos romanos e ser enviada, como contam a história de Paulo. Paulo tem uma história dramática e isso ele admite em suas próprias cartas. Mas não está claro ser a mesma contada por Lucas em Atos. E em termos dos apóstolos, originalmente seguidores de Jesus, Paulo não esteve com eles, não no começo, pelo menos.

Bom, voltando ao apóstolo, não o Paulo do Novo Testamento, mas o velho Lou de sempre (pronto lá vem mais um louco se intitulando apóstolo), as coisas se deram de forma diferente. Em algum lugar devo ter ouvido algum maluco dizer: para ser apóstolo só se for um dos seguidores de Jesus dentre os registrados no Novo Testamento.

Tempos atrás, aproveitei para dar uma espinafrada num dos grandes nomes do nosso tempo, se não o maior, de militância missionária, o Dr. Peter Wagner, escritor e mentor de muitas e boas iniciativas missionárias. Infelizmente ele não está mais entre nós para os necessários esclarecimentos. Essa é mais uma das razões pelas quais discordo peremptoriamente da morte.

Talvez, embora não arrisque declarar, o Dr. Peter tenha sido o doador do “sim” para todos os líderes cristãos interessados em se autodeclarar “apóstolo”. Em dado momento, já velhinho, não só se auto declarou apóstolo, bem como abriu a porteira para todos os outros após ele.

Mas, e sempre pode haver um “mas” em tudo, por isso o nosso professor de Introdução a Filosofia, o notável Pr. Irland P. Azevedo, quase sempre dizia, cuidado com os advérbios tudo, todos, sempre, etc. não seja taxativo nunca, se não quiser errar e cair em descrédito.

Estudando, tardiamente, as cartas de Paulo lá com o pessoal da Universidade Harvard, acabei aprendendo o significado da palavra apóstolo do grego απόστολοs . Já sei como você está pensando agora, bastava olhar seu dicionário de grego – português, ao invés de ir até Boston, gastar uma grana afro-descendente, etc, só por isso.

Os significados de Apóstolo são: missionário, enviado e mensageiro, tanto no dicionário quanto em Harvard.  Tá certo, enfim tudo vindo de Harvard é muito melhor, não é mesmo? E daí? Daí descobri tal significado de apóstolo, ou seja, um apóstolo pode ser um mensageiro, no sentido de quem escreve uma mensagem e/ou um enviado para entregar uma mensagem e um missionário aqui e acolá. Só isso? Sim.

Cara, você até pode discordar, afinal Eva comeu a maçã e depois chantageou Adão a comer também (a chamada defesa feminina) e escancarou a possibilidade dos seres humanos discordarem, mesmo sem qualquer razão razoável, essa e milhares de outras burrices, já pedindo perdão aos burros por isso, inclusive porque eles não discordam nunca, não é mesmo?

Onde estava mesmo? Hum… Ah, lembrei. Um fato é um fato e ponto final.  Engraçado é ter percebido, após mais de quarenta anos, no meu dicionário Grego – Português uma observação abaixo do significado da palavra απόστολοs, assim: “usado  (a) num sentido limitado aos Doze e a Paulo, como autorizados fundadores do cristianismo primitivo, órgãos de revelação cristã; (b) missionários, como Barnabé, Lucas, etc; (c) Cristo como o enviado do Pai. Esses cristãos têm cada uma, né?

Nessa altura você deve estar rindo e chocado (a) com tantos erros, né mesmo? Quem escreveu essa observação só pode ter sido alguém da Teologia da Libertação, da Teologia Integral ou na Integra, comunistas, esquerdistas e militares. Tá na cara, só pode ser coisa de psicopata e/ou fascistas. D’accord?

Para não me alongar mais com minhas loquacidades frívolas, vamos à minha conversão. Antes de mais nada, esqueça qualquer regra para conversões. Tem uns caras, coitados, incapazes de viver sem um modelo bíblico para tudo, por exemplo: na bíblia não há nenhuma descrição sobre como ir ao banheiro, então, pasme, eles não vão nunca ao banheiro e fazem as coisas em qualquer lugar. Por isso eles têm aquele cheiro estranho, acho. São os tais fundamentalistas, típico nos comunistas, também.

Não, as conversões são únicas, assim como cada um de nós temos nossas peculiaridades e, apesar de sermos 7,6 bilhões no planeta Terra (sensos de 2017), não há ninguém igual com você. Nem os gêmeos univitelinos o são. Uma peça igual a você, jamais (em francês a pronuncia é jamé, igual cabra).

Como dizia, minha conversão única aconteceu em um momento único para mim. Estava na casa do seu Nelson (pai do Chiquinho, Zé Nelson, Marly e Fabiana) e do nada ele virou pra mim e soltou algo assim: É meu caro, estar sem nada é estar sem amor, sem dinheiro e sem nenhum contato com Deus.

Meu, pedi licença e fui para minha casa. Sem perder tempo e lembrando o conselho de Jesus, entrei no meu quarto, fechei a porta, ajoelhei na beira da cama, bíblia aberta e pensei, vamos ver agora quem está sem contato com Deus.  Comecei a orar, logicamente repeti a percepção do seu Nelson para o Magnânimo e Ele deve ter ficado mordido até e continuei dizendo a Ele, só saio daqui quando o Senhor me abençoar, lembrando de Isaque.

Nessa altura, já estava frequentando um igreja protestante com viés pentecostal, a tal Cristo Salva (aquela já relatada aqui, autora do meu defenestramento igrejeiro).  Acabei cochilando, estava ali há algumas horas, nem sei quantas e, de repente, acordei com uma voz me dizendo o número de um salmo, bem assim mesmo: Leia o salmo tal (não vou dar o número do salmo, como escrevi acima, conversões são pessoais.

Se falar, periga amanhã um monte convertidos com meu salmo) mas tem que ser rápido porque só há 150 salmos na bíblia, ou melhor, 149 porque um já é meu), olhei pros lados, pra cima, embaixo da cama, dentro do armário e nada, ninguém ali, muito menos no resto da casa. Estava só e muito desconfiado.  Então lembrei da abrir a bíblia no tal salmo e quase caí de costas no chão, pois ele respondia exatamente às afirmações do seu Nelson.

Lembrei da mula de Balaão dando profecia pro dono. Seu Nelson  era um senhor legal, bom pai, bom marido, trabalhador, mas entornava um mé como poucos, embora naquela noite e durante algum tempo, ele estava em abstinência. Ah, ele não era lá de ir a igrejas.  Olha, a primeira ideia a vir a minha mente naquela hora foi: conversão. Deus me comprou com o sangue de Jesus naquela noite, sem sombra de dúvidas.

Claro, na primeira oportunidade, cumpri o ritual de conversão lá na igreja, por alguma razão qualquer, o pregador naquela noite foi o Pastor Eneas Tognini, a convite do Tio Cássio, nosso pastor. Mas nem um nem o outro tiveram nada a ver com minha conversão. A partir dali, tratei de seguir a receita recomendada no meu salmo, já tinha meu trabalho; achei minha esposa e nada de mais namoradas, ficantes, etc.;

Bobeei na história da nossa casa, achei de achar outra, não aquela onde morava com minha mãe e depois entendi a burrada (com perdão dos burros, de novo) e não tive perdão, meu irmão vendeu a casa e tratou de ficar com a maior parte do dinheiro, depois de dar a parte da minha mãe e eu não recebi nada. Estava certo de receber a minha casa, afinal estava escrito no salmo. Ledo engano, eu era o maior herdeiro da casa dos meus pais (70%) e não é preciso entrar em detalhes sobre isso.

Entendi, depois, só precisava lutar por aquele imóvel e ser justo comprando a parte do meu irmão quando chegasse a hora. Certamente Deus me abençoaria nisso, pois estava escrito.  Até hoje não consegui ter minha casa, comprei terreno lá em Aroçoiaba da Serra, um baita condomínio e acabei vendendo para pagar os aluguéis da casa onde morávamos em Sorocaba.

Não sei se Deus irá reconsiderar enquanto eu viver. Tomara Ele me perdoe, não foi por mal, mas pela minha proverbial burrice (desculpem caros burros, outra vez).  Tivemos os filhos mencionados e os netos ainda não chegaram, ainda, mas é certo: ainda os verei.  Falta, também, ver a paz em Israel, mencionado no salmo. O Temer (presidente no momento e idiota o bastante para votar contra a restituição de Jerusalém como capital de Israel) já é carta marcada para se dar mal (Podemos discutir essa circunstância em outro post).

Pouco tempo após ter casado (1978), fui ungido pastor-missionário. Incluído em uma viagem missionária para verificar a liberdade religiosa em alguns países, em especial a Albânia (Nessa época era um país totalmente fechado ao capitalismo, declarado primeiro país ateísta no planeta e sob um regime ridículo denominado marxismo-leninismo).

Um domingo, antes de seguir viagem. o Tio Cássio resolveu me ungir pastor-missionário, segundo ele, porque precisaria de todos os atributos pastorais no campo missionário. Na hora achei legal, embora tenha lembrado do caso de um missionário no fim de sua vida reclamando reconhecimento da igreja. Missionários viviam pela fé, enquanto os pastores viviam em regalo…

Muitos anos depois, tendo passado pela Igreja Batista vários anos, voltei à Igreja Cristo Salva para fazer trabalhos de implantação de TI por lá. Uma noite, me dei conta de estar sem cartão do banco e dinheiro no bolso, após um sutil telefonema da Dedé. Saí andando pela igreja pra ver se achava alguma vítima e pegar algo emprestado. Quando já estava me desiludindo pensei ter ouvido algum barulho no escritório do pastor e fui dar uma olhada. A luz estava acesa e botei a cara na porta, era o Tio Cássio dando uma estudada de praxe. Depois de expressar a surpresa, perguntei se ele teria coragem de me emprestar algum com a promessa de pagar no dia seguinte.

Para minha surpresa, o pastor começou a me dar uma bela exortada, mais ou menos assim: Lou, você não deveria estar vivendo desse jeito (embora eu tivesse alguma coisinha no banco, deveria ser uma merreca para aquela noite ou pouco mais e não sei como ele sabia, talvez a sola do meu sapato estivesse me entregando ou o fusca véi, sei lá) e continuou, eu te ungi pastor, segundo a vontade de Deus e minha convicção e se você não se convencer disso, continuará sempre mendigando aqui e ali. Em seguida enfiou a mão no bolso e me deu uma graninha legal pra Dedé preparar o jantarzinho do resto da semana.

Se não me engano, até hoje não fiz segundo o pastor me exortou aquela noite, repetindo as recomendações do dia da unção. Se servir como desculpa, por onde passei na obra do Senhor, sempre fui recebido como um pastor e/ou pastor. Devo ter algum distúrbio ou complexo de inferioridade ou herdado algo dos burros.

Nessa altura você já deve estar com vontade de quebrar um prato na minha cabeça, onde se lê: você é um verdadeiro Apóstolo seu bobão, além da unção divina, houve a humana e você sempre foi um mensageiro, missionário e enviado, fora seu trabalho como professor em vários seminários.  Tá bom, seguirei seu conselho. Dé, bota uma plaquinha na porta: Consultório Apostólico. Brincadeiras à parte, creio ser o blog ou os blogs o meu principal apostolado, pois aqui estão minhas mensagens e cartas.

Afinal, nos nossos dias, blogs, e-mails e sites de relacionamento fazem a maior parte do trabalho no lugar das cartas, né? Todos os irmãos vos saúdam. Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.

Saudação da minha própria mão, do Lou.
Se alguém não ama ao Senhor Jesus Cristo, seja anátema. Maranata!
A graça do Senhor Jesus Cristo seja convosco.

Meu chamado, e hoje em dia não é mais assim o funcionamento para entrar no trabalho eclesiástico ou religiosos, foi diferente. Pessoal jovem, já inscrito em algum treinamento teológico, esperava chamado para o ministério pastoral.

Comigo não, meu primeiro encanto (ou chamado) veio durante a leitura de um livro cujo título é “O Contrabandista de Deus”. O autor fora chamado para dar apoio às Igrejas existentes atrás da Cortina de Ferro. Eram os tempos da U. R. S. S. (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e sob esse manto as Igrejas de todos os ritos não tinham vida fácil. Com as Igrejas cristãs não foi diferente, além da dificuldade em manterem-se vivas, a perseguição não foi brincadeira, ao contrário, pastores e religiosos de todos os jeitos foram para a prisão e muitos perderam suas vidas.

Depois de algum tempo trabalhando nessa área o Irmão André (o autor do livro citado) ele cunhou dois nomes: 1) batizou de Igrejas Perseguidas aqueles trabalhos. 2) Missão Portas Abertas – Esse nome surgiu porque, diferente dos outros cristãos do lado de cá da Cortina de Ferro conformados da impossibilidade de alcançar as Igrejas e os cristãos do lado de lá, o Irmão André foi convencido do contrário, ou seja, para ele era perfeitamente possível atravessar as fronteiras da Cortina de Ferro e dar apoio aos irmãos perseguidos lá.

Enquanto lia o livro, via a menção de André para a Albânia, na época, considerada por ele a nação marxista leninista mais impenetrável para pastores e evangelistas. Sem maiores delongas, orei ali mesmo me dispondo a fazer esse trabalho, apesar de todas as minhas limitações. Pouco tempo depois, estava na Albânia. Após nossa ida (estivemos lá com uma equipe de seis missionários, estranhamente formada espontaneamente pela nossa presença lá, na mesma época) outros missionários também foram levantados e, pouco tempo depois, a Igreja Cristã protestante renasceu naquele país, enquanto o marxismo foi vencido. Depois disso, entrei para a organização fundada pelo Irmão André, na recém inaugurada base brasileira. Trabalhei lá em três oportunidades, a última vez em 1991.

Contribuiu para essa postura dos líderes do comunismo soviético as ideias de Marx, Angels (os mentores intelectuais) e Lenin (o implantador do regime soviético, a partir de Moscou), dentre outros, a partir da famosa frase de Marx conhecida por você e eu: “A religião é o ópio do povo”. Lenin comprou a ideia junto com a crença de convencer através da violência. Costumava dizer: “É no caos onde colhemos a revolução!” Ele estava plenamente consciente da necessidade de solapar as colunas da sociedade (Igreja, família, mídia, escola e governo) a fim de construir sua nova sociedade sobre outros pilares.

Assim foi até 1989, quando o muro de Berlin caiu e com ele a U.R.S.S., com mais de 200 milhões de mortos (esse dado me foi fornecido por um deputado russo, membro do politiburro, através de um vídeo gravado em um de seus discursos nessa assembleia), muitos países limítrofes assimilados pela Rússia, igrejas destruídas e proibidas de cultuar livremente, famílias vituperadas e obrigadas a juntar-se com estranhos sob o mesmo teto, jornais destruídos dando lugar aos pasquins do partido, escolas absolutamente cooptadas para ensinar princípios comunistas e o trabalho como uma obrigação de estado, sem mais nenhuma empresa privada, só as estatais, onde os trabalhadores pareciam muito mais escravos.

Após a da Revolução Russa em 1917, surgiu um escritor italiano chamado Antonio Gramsci, devoto de Marx e Lenin entre outros. Preso em 1926 por praticar subversão, escreveu “Cadernos do cárcere” onde concebe um outro tipo de revolução, ao invés da revolução violenta a revolução intelectual. Tentaram esse plano em vários países, sobretudo os europeus, mas não funcionou. Gramsci foi solto em 1936 por estar muito doente e morreu em 1937.

A receita de Gramsci para a igreja católica é:

A Igreja Católica deveria ser lembrada por suas falhas, como a pedofilia, a riqueza e o alinhamento com a aristocracia. Não se deveria falar nas suas qualidades, como as modelares instituições de ensino e caridade. Os padres “socialistas” deveriam ser tratados como santos, exaltados como portadores de todas as virtudes. As minorias deveriam ser despertadas para a marginalização a que foram sujeitas e seriam chamadas à vingança contra a dominação burguesa, fossem minorias raciais, étnicas ou sexuais”.

“O sociólogo Max Weber, em seu livro ‘A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo” deixa claro o fato do protestantismo levar na sua esteira o capitalismo para todos os países e/ou povos onde obteve a liderança religiosa. O contrário também é verdadeiro, a Igreja Católica levou o pobreza em sua esteira para todos os países e seus povos.”

Infelizmente a notícia não é boa para os brasileiros. Os ativistas do Foro São Paulo conseguiram infiltrar-se em todos os segmentos considerados colunas da sociedade, inclusive a igreja protestante e/ou evangélica, galgando os objetivos e pressupostos comunistas. Já estavam com tudo nas mãos mas, felizmente, houve um retrocesso com a queda do governo comunista do PT e a prisão de Lula. Atualmente lutam desesperadamente para recuperar o tempo perdido.

Sendo assim, é preciso entender e acreditar ser esse tempo uma dádiva divina para recuperar a Igreja Protestante e/ou evangélica brasileira.

Quando saí da Missão Portas Abertas pela última vez, tinha em meu coração o desejo de exercer aquele ministério no Brasil e fiquei muito triste com minha saída. Durante todo o tempo lá, insistia em pesquisar a questão perseguição às Igrejas brasileiras, ao menos, mas nunca fui ouvido. A MPA no Brasil só trabalhava e ainda o faz, para Igrejas Perseguidas em outros países. Engraçado é, ali pertinho o inimigo começava a colocar as asas para fora. Pelo andar da carruagem, a MPA já foi contaminada pelas ideias Gramscianas, em nossos dias.

Portanto, faço desse post um documento de compromisso com nosso Deus, de trabalhar pelo remanescente dos cristãos comprometidos com Jesus Cristo, pelo resgate dos contaminados e no fim, a salvação dos cristãos brasileiros, quiçá da América do Sul e África, na mesma situação.

 

As “bombas” estavam postas e era só uma questão de tempo. Quem falou que não temos um Word Trade Center, também? Foi menos, mas foi. Agora só faltam os outros cento e cinquenta caírem e passamos os americanos do Norte.

Independente da evidente opção das bucólicas esquerdas existentes por aqui pela “estratégia” (sic) de tomar casas e apartamentos vazios de brasileiros que os compraram com grandes sacrifícios ou dos que optaram pelo ramo imobiliário de trabalho e doá-los aos brasileiros sem teto, sem emprego e repletos de filhos, não me parece algo sensato, nem aqui e nem na China.

Estou convencido de que aos governos cabe construir e administrar reservas de imóveis para fazer uma política de moradia equilibrada. De todos os presidentes, governadores e prefeitos de nosso tempo republicano (toss, toss, toss…) só um deles tinha um plano de construir, mas não eram moradias, era uma cidade e nela haveria moradias. No fim construiu duas, Belo Horizonte e Brasília e só. Se fosse eu, já teria construido quantas novas cidades fossem necessárias, diria um verdadeiro estadista, capaz de se indignar com gente morando em prédios velhos e abandonados, transformados em cortiços.

Dito isso, tenha o prédio incendiado e demolido por acaso, devido ao péssimo estado de conservação e sem nenhuma vocação para moradia ou de forma criminosa, no centro velho de São Paulo, vejo nisso um problema anterior à questão da moradia.

Nosso país é formado por um povo que adora cultivar problemas sociais e seus políticos refletem isso muito bem. Lembro do finado e tido como o maior demagogo da paróquia o tal de Franco Montoro emplacou um dos primeiros projetos assistencialistas no Congresso, o Salário Família (5% de um salário mínimo por cada filho).

Depois do Montoro e seu “zelo” pelas famílias brasileiras vieram muitos outros projetos tão ou mais assistencialistas, chegando ao famigerado Bolsa Família, que o Temer acaba de aumentar e muitos citam como a maior projeto de transferência de renda aos mais pobres, mais uma falácia bem brasileira, como sempre.

O resultado, de Montoro ao Nine, o resultado foi um inusitado crescimento populacional do pior lado, ou seja, no lado onde estão as famílias com menos (ou nenhuma) condição de colocar filhos nesse mundo de Deus. Falar em planejamento familiar em meio a pessoas incapazes de fazer conta de mais ou de conjugar o verbo ser é mais insano do que o erro.

Na lógica de Montoro e seus imitadores, quanto mais gente receber meu dim-dim no fim do mês, mais votos conquistarei nas eleições, tanto quanto elas forem. Infelizmente deu certo, para ele e para seus seguidores, salvo engano.

Mais uma vez estamos na boca de mais uma eleição, morto de medo dos sortudos detentores do Bolsa Família.

Fato é que todas aquelas tais 150 famílias agora desalojada com o incêndio e queda de Roma, digo do prédio do Largo do Paysandu, são todas portadoras do cartão do Bolsa Família, mas residência que é bom, “nóis num rave”.

Claro que todos os brasileiros com algum imóvel disponível, podem ajeitar uma família, desde que seja uma ação espontânea e sem maiores danos de ambas as partes.

Bom esse já é um outro ato possível, mas longe de nós ainda, com raras exceções, creiam-me.

Thomas Henrique

Segundo Tomé, essas palavras foram ditas por Jesus e estão escritas nesse evangelho apócrifo.

Este ano (2018) decidi usar a minha jornada pelos dias 09 a 21 de abril para deixar o grande sofrimento de minha vida sair de dentro do meu peito, como tenho feito nos últimos cinco anos, após meu filho caçula Thomas nos deixar em definitivo.

Algumas pessoas mais corajosas ou donas de uma capacidade maior de sinceridade vieram a mim deixando claro suas estranhezas por eu compartilhar essa minha grande aflição, ano após ano.

Geralmente, espera-se a resignação e até uma grande introspecção de alguém em aflição pela perda de algum ente querido. Não é um dogma ou uma lei constante de alguma carta magna ou de uma constituição. É mais um daqueles códigos secretos dos quais ninguém fala, mas cumpre.

O Thomas viveu conosco quase vinte e cinco anos, faltaram só vinte dias para completar essa soma. Durante esse tempo, passou por três cirurgias de tórax aberto, dezenas de cateterismos, centenas de injeções, exames de sangue, exames de imagens, etc., e as hemodiluições (também conhecidas por sangrias) dos últimos tempos. A maior parte desse tempo ele passou dentro de casa. Era quase o menino da bolha, só faltou a bolha. Que me lembre, só esteve em uma praia uma vez. Chegou a se apaixonar via amor platônico uma ou duas vezes, mas morreu casto. No resto do tempo, virou um baita operador de PC, com um conhecimento acima da média em produção de vídeos.

Logotipo do SBT

Aprendi muito com ele. Também se tornou uma enciclopédia a respeito do Cheesperito (O Shakespeare mexicano) criador da Turma do Chaves, Chapolin Colorado e outros. Tratou de gravar e distribuir em DVDs, gratuitamente, os episódios não apresentados pelo sovina dono do SBT. No pequeno espaço ocupado por ele, fez uma grande e rica vida. Dificilmente haverá outros assim e cheios de felicidade.

Nós gostamos mais das pessoas sofredoras incapazes de dividir suas dores com as outras. Conversamos entre nós sobre a força e capacidade de carregar esse peso sem molestar ninguém. No máximo, aceitamos uma consulta com o psicólogo, sem direito a relatar como foi a conversa com Dr. Freud.

English: Sigmund Freud
English: Sigmund Freud (Photo credit: Wikipedia)

Alguns ainda aceitam saber qual o ansiolítico receitado pelo psiquiatra, outros preferem não saber.

O fato é, você não acreditará ou quase, mas há pessoas cuja decisão nessa hora é manter a dor da perda de um filho, uma mãe, um pai, etc., muito bem guardada dentro de seus peitos frágeis, pois revelar não é aceito como algo próprio para pessoas bem-educadas e/ou polidas. Eles até expressam aos outros seus desprezos por alguém capaz de revelar seu sofrimento em algum Facebook da vida atual.

Particularmente, tento escrever sobre minha cruz, nas redes sociais, sem dar ouvidos a todo volume, embora isso seja difícil. Sou um tanto metódico quanto a esse ponto. Se escreveu um comentário, não deixo sem resposta, mesmo sendo um simples “obrigado fulano/a! Um abraço.”

Quando o Thomas se foi, fiz questão de inserir a comunicação no meu perfil Facebook. Muitas pessoas deixaram seu recado. Quando digo muitas pessoas, estou querendo dizer, centenas, talvez milhares. E mesmo com a dor horrorosa naquele momento, fiz questão de responder a todos. Se não respondi alguma, foi sem querer.

A razão porque faço e fiz isso é para não morrer. O Thomas avisou a Dedé para tocar a vida à frente, caso ele faltasse. Imagino ser essa a vontade dele para todos nós, além da mãe, seus irmãos, avós, amigos, etc.

Ninguém, dentre os humanos, conseguirá sobreviver carregando uma cruz tão pesada como essa. Jesus sabia muito bem o que estava dizendo. Diria mais, não tente, você pode conseguir se matar. Nesse caso você estará traindo um filho amado, agora perdido, portanto você não poderá obter qualquer perdão dele e pior, ficará em falta com o filho amado de Deus.

Sabe, gente como eu experimentou e continua experimentando um tantinho do martírio sentido por Deus. Faz ideia da dor de Deus, podendo salvá-lo, entregá-lo para salvar a humanidade do fim perpétuo? Pois é, minha dor é imensamente menor em relação a dor do Pai, mas é um privilégio de poucos. Você não faz ideia sobre o que sei agora, a respeito da morte e da vida. De Deus e seu Filho Salvador e das boas novas do Reino vindouro.

Falta dizer mais algum motivo de sofrimento, quando deveria trazer alegria e júbilo; há um desinteresse Maduro por essa imensa riqueza. Só quem saltou a fogueira e queimou a bunda sabe o valor da minha, ou da nossa, experiência. Mas nós estamos nos juntando a Cristo como párias. Gente preferidamente marginalizada. Elas preferem um entardecer mais exótico ou belo, quem sabe uma excentricidade inglesa qualquer, manifestando sua indiferença por nós.

                                        Vídeo montado pelos amigos

Em meio aos manifestantes desses dias, há outros tão ricos quanto eu estou por ter recebido um dos maiores tesouros do Reino de Deus. O Thomas nos deu isso e não se trata de uma recompensa, mas o acontecimento, em sua forma inesperada para nós, redundou nesse galardão celestial.

“Aquele que encontrou a si mesmo, o mundo não é digno dele”.

Jesus, no Evangelho de Tomé

 

No porvir, o Thomas renascerá da água e da terra.

 


Fonte: Aleteia

Philip Kosloski | Jul 20, 2017

Não, ela não caiu pronta do céu!

O cristianismo sem a Bíblia parece inimaginável, mas o fato é que, durante os primeiros 300 anos da Igreja, a Bíblia como compilação única de todos os textos sagrados para o cristianismo não existia.

A Bíblia como a conhecemos hoje foi sendo composta num longo processo. Os líderes da Igreja primitiva estudaram numerosos manuscritos e discerniram o seu conteúdo sob a condução do Espírito Santo. O processo de estabelecimento do cânone foi diferente para o Antigo e o Novo Testamento.

A formação do Antigo Testamento

O Antigo Testamento é basicamente uma antiga compilação das Sagradas Escrituras judaicas. Esses textos sagrados, que se desenvolveram ao longo do tempo, eram passados oralmente de geração em geração até finalmente serem escritos.

Cerca de 200 anos antes do nascimento de Jesus, uma tradução grega dos textos hebraicos se tornou amplamente aceita como tradução legítima e até mesmo inspirada. A tradição conta que o rei egípcio Ptolomeu II convidou anciãos judeus de Jerusalém para prepararem a tradução grega. Setenta e dois anciãos, seis de cada uma das 12 tribos, chegaram ao Egito para atender à ordem.

Segundo outro relato, os tradutores foram todos colocados em salas separadas e tiveram que providenciar sua própria versão dos originais. Quando foi concluída a tarefa, os tradutores compararam os textos e descobriram que cada um era milagrosamente idêntico aos demais.

O resultado foi a “Septuaginta” ou “Bíblia dos 70”, especialmente popular entre os judeus de língua grega. A Septuaginta se tornou uma fonte primária para os evangelistas e para grande parte dos primeiros cristãos.

Ao formular o cânon oficial da Sagrada Escritura, a Igreja discerniu levando em conta a Septuaginta. O cânon católico do Antigo Testamento incluiu alguns textos como os Livros de Judite, Tobias, Sabedoria e o Eclesiástico ou Sirácida, que não eram considerados parte das Escrituras judaicas, embora fossem respeitados e lidos pelos judeus.

A formação do Novo Testamento

Inspirados pelo Espírito Santo, vários escritores foram escrevendo, nos anos que se seguiram à morte de Jesus, as muitas histórias que circulavam sobre o Messias. Esses escritores eram ou apóstolos ou amigos de apóstolos que tinham conhecido Jesus muito bem. Eles testemunharam os eventos ou entrevistaram pessoas que os tinham testemunhado, procurando preservar a vida autêntica de Jesus Cristo e os Seus muitos ensinamentos.

Ao longo do tempo, as cópias desses escritos foram se espalhando e várias comunidades cristãs as reuniram para serem lidas durante a celebração dominical da Missa. As cópias das cartas de São Paulo também eram divulgadas e reconhecidas como inspiradas pelo Espírito Santo.

Na época de Santo Irineu, no final do século II, menciona-se o Evangelho “quadriforme”, em referência aos quatro Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João.

Durante o século IV, tornou-se maior a necessidade de codificar oficialmente a Bíblia. Alguns historiadores acreditam que parte da motivação para definir o cânone oficial veio do imperador Constantino, que encomendou do bispo de Constantinopla 50 cópias das Sagradas Escrituras.

A aprovação dos livros a serem incluídos começou com o Concílio de Laodiceia, em 363, continuou quando o Papa Dâmaso I confiou a São Jerônimo a tradução das Escrituras ao latim, em 382, e ficou definitivamente estabelecida durante os Sínodos de Hipona (393) e Cartago (397).

O objetivo era descartar todas as obras errôneas que circulavam na época e instruir as igrejas locais sobre os livros que podiam ser lidos na Missa.

A Igreja sempre acreditou que esse longo processo foi guiado pelo Espírito Santo. O Catecismo explica que a Santa Mãe Igreja, confiando na fé da era apostólica, aceita como sagrados e canônicos os livros do Antigo e do Novo Testamento, inteiros e completos, com todas as suas partes, considerando que, escritos sob a inspiração do Espírito Santo, eles têm a Deus como seu autor e foram por Ele entregues à Igreja como tais.


“Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos”. 

2 Coríntios 8:2

Antes de vir ao mundo, Jesus era rico pois morava com o Pai Celestial no Reino de Deus onde há tudo na proporção ideal. Então foi preciso abdicar de tudo para vir e entrou nesta vida como qualquer outro bebe, sem trazer nada para esse mundo. Depois viveu sem consumir e amealhar bens, muito menos. Do ponto de vista desse mundo ele era pobre. Mas em sua pobreza deu a todos a maior riqueza possível, ou seja, a virtude e com ela o Reino de Deus e a Vida Eterna. Haveria riqueza maior do que essa?

Pois então, essa é a virtude desejada por Jesus e o Pai dele. Já os pobres de desse mundo sempre estarão conosco e cabe aos que receberam o Reino de Deus e a Vida Eterna usar a virtude verdadeira com eles. 

Estamos vivendo dias onde se fala muito em pobreza e pobres. Boa parte disso incluí Jesus Cristo como mandante ou adepto de campanhas e políticas nesse sentido, pelo menos é o que dizem as igrejas cristãs.

Na caminhada de Jesus, durante seus três anos de peregrinação pelo planeta, mais exatamente nas terras de Israel, deixou claro suas prioridades. Diversas vezes chamou atenção sobre a pobreza e os pobres de bens e alimento, mas apenas como uma constatação.

Em nenhum momento, entretanto, Jesus Cristo estabeleceu qualquer programa ou missão em favor dos mais pobres. Em seu sermão mais significante, mencionado nos evangelhos e conhecido como o Sermão da Montanha, ele disse entre as chamadas Bem-aventuranças: “Bem aventurados os pobres de espírito, pois deles é o Reino dos Céus”; e depois, “Bem aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão fartos”; e ainda “Bem aventurados os humildes, porque herdarão a Terra”.

Nas palavras do parágrafo anterior o jogo de palavras do Matheus, mostrando outros tipos de pobres, mas não os pobres de comida, dinheiro e bens.

A principal mensagem de Jesus, durante todo esse tempo, foi: “Arrependei-vos porque é chegado o Reino de Deus”. Além disso, Ele disseminou uma série de atitudes esperadas por Deus, menos alguma ação específica em favor dos pobres de trabalho, dinheiro, moradia, bens e alimento.

Em Marcos 12:44 Ele disse: “Todos esses deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”, momento consagrado como a oferta de viúva pobre.

O apóstolo Paulo assimilou a lição da viúva pobre, aplicando-a em primeiro lugar a Jesus, conforme o versículo introdutório desse texto, ou seja, a virtude em relação aos pobres está em ser capaz de dar ou se fazer pobre para que os pobres obtenham riquezas verdadeiras.

Um cartão meio miserável chamado de Bolsa Família e outros que tais, não tem virtude. Só serve para alimentar vantagem em corridas políticas. Sem falar da origem desse dinheiro, ou seja, retirado compulsoriamente de uma maioria também carente de bens e necessidades.

Não há virtude nessas práticas. Ao contrário, Deus deve abominar essas benesses mentirosas e eleitoreiras, sem qualquer efeito sobre o estado de pobreza de milhares de pessoas. Em outro momento, Jesus chegou a dar pito em seus discípulos lembrando o fato de termos pobres ao longo de nossas vidas sempre.

Com isso, a virtude esperada por Jesus de nossa parte sempre poderá ser realizada, durante nossas vidas, empobrecendo para enriquecer os mais pobres. Logo após recebendo a riqueza de Cristo, novamente, em um fluxo interminável.

Algumas igrejas e religiões, a começar das mais famosas, fazem campanhas em favor dos pobres doando cestas básicas e roupas usadas, geralmente. Em contrapartida, enriquecem com as doações recebidas, na maioria, dos mais pobres. Algumas delas contam entre os maiores conglomerados de riqueza do planeta, mas eles jamais experimentaram utilizar da “virtude” dividida por Jesus Cristo, utilizando sua riqueza maior para enriquecer os pobres de espírito.

Não consigo entender a falta de raciocínio da maioria das pessoas. um verdadeiro frenesi global para dar esmolas para os pobres. Até os pobres se espantam quando alguém lhes dá seus melhores pertences e alguns até rejeitam doações desse tipo.

A consequência de desconhecer a verdadeira virtude ensinada pelo Cristo é essa mania mundial de dar esmolas, considerando os responsáveis por esses programas como pessoas santas e/ou valorosas. Boa parte dos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz, foram protagonistas dessas campanhas, sem jamais viver a virtude ensinada por Jesus.

Sinto frustrar os incautos crédulos nessas falácias responsáveis por eleger verdadeiros déspotas para dirigir seus países e cidades. A pobreza existe onde não há a prática da virtude. A chamada caridade, muitas vezes, poderá ser um grande mal. A meu ver, Deus não dará valor algum a esse tipo de atitude.

Gosto daquela frase de Aristóteles quando diz: “A compaixão deve ser tratada com laxante forte”. Nada pior do que demonstrar compaixão e/ou pena de um ser humano ou até mesmo de um animal.

Ao invés disso, Jesus nos insistia a mudar a situação das pessoas em estado de necessidades através da virtude de dar sua riqueza a quem precisa. Mas para tanto, é preciso ter a riqueza correta,  ou seja, a virtude para poder dividir com quem não tem. Quando você faz isso, você enriquece quem era desprovido tornando-se pobre e imediatamente Jesus usa a virtude novamente com você, em um fluxo eterno.  

Se você se arroga em ser melhor em relação aos outros por ter recebido a virtude e através dela  transformar pobres em verdadeiros ricos e não o faz, seu destino não será nada confortável, pois o fluxo cessará. 

Quem está de pé, cuide-se para não cair na pobreza de novo.


Massachusetts Hall, Harvard University, Cambri...
Massachusetts Hall, Harvard University, Cambridge, Massachusetts, USA. (Photo credit: Wikipedia)

Esse texto é um comentário de um colega do meu curso sobre as Cartas de Paulo ministrado em Harvard, via internet.

4 anos atras

Eu me lembro que uma vez no Colégio Bíblico nós revisamos as diferenças nos títulos de Paulo quando ele escreve para as diferentes igrejas. A professora disse o seguinte:

Para ser apóstolo, a pessoa deve ter cumprido quatro requisitos:

1. Deve ter sido escolhido diretamente por Jesus (como os 12 primeiros discípulos)
2. Deve ter estado com Jesus por pelo menos 3 anos em Seu ministério
3. Deve ter sido uma testemunha de Sua ressurreição e ascensão
4. Deve ser reconhecido pela ekklesia como um apóstolo.

Relíquia de São Paulo Apóstolo
Relíquia de São Paulo Apóstolo (Photo credit: Wikipedia)

 

Paulo cumpriu o requisito nº 1 quando Jesus o chamou para a Estrada de Damasco (Ato 9)

Requisito nº 2 e nº 3, quando esteve no Deserto da Arábia por três anos recebendo a Revelação de Jesus Cristo (Gálatas 1: 12,17- 18).

No entanto, Paulo teve problemas com o requisito nº 4.

Como já foi mencionado anteriormente, igrejas como a de Corinto e da Galácia tiveram dificuldade em aceitar Paulo como apóstolo. É por isso que há cartas que dizem “Paulo, um servo” ou “Paulo, apóstolo”. No entanto, as cartas de prisão de Paulo indicam “Paulo, um prisioneiro” ou “Paulo, um cativo”.

 

 

Se não me engano, não precisarei concluir para você o que isso significa, né?


Dentre várias decepções da vida, dirigir bicicletas, motocicletas e automóveis sempre foi um ponto positivo para mim. Aí por volta dos 3 ou 4 anos, íamos de ônibus para o trabalho de minha mãe (no parque infantil D. Pedro II da prefeitura) e a condição era sentar o mais próximo possível do motorista daquela hora, sem isso não rolava.


Nesse tempo, meu pai tinha um Jeep Willys (não confundir com o deputado) 1951 e eu manobrava a direção enquanto meu pai se encarregava de engatar as marchas, acelerar e brecar o carro.


Aos sete anos (agora meu pai tinha um Citroen 1951), já na zona sul, resolvi tirar o carro da garagem sozinho, coisa que minha mãe nunca foi capaz de fazer. Era uma garagem subterrânea e não era muito fácil sair dela com o carro. Assim foi, todos os dias esquentar o motor e tirar o carro da garagem.


Mudamos para uma casa com garagem plana, no Jardim Prudência, subdistrito de Santo Amaro e o carro agora era um Dauphine 1960 e eu tinha 9. Minha mãe começou a trabalhar na Avon como promotora e eu tinha que ir junto no começo para instruí-la a dirigir no dia-a-dia na prática. Sem migo ela não saia do lugar. Claro que eu cobrava pelo serviço.


Em 63, tínhamos um Dauphine 1962 e um Fusca 62. Minhas obrigações mudaram com minha mãe capaz de dirigir sozinha. Passei a fazer as compras diárias de carro, geralmente, o Dauphine e um aumento na mesada. Numa dessas, dei de cara com uma viatura da polícia na porta da venda (uma loja que comercializava alimentos e outras coisinhas). Os policiais não acreditavam no que viam e fizeram questão de me levar até em casa comigo na direção.


Aos 18, tínhamos um fusca 1968. Era 1969, nos meus 18 anos porque era o dia do meu aniversário e no meio da festa fui levar o Euclides para casa. No caminho, uma perua Chevrolet cheia de gente dentro passou a nos perseguir e só parei na frente da casa do Clidão. Sai do carro com uma metralhadora apontada para mim. Mostrei os documentos do carro para os caras (estavam dizendo que eram da polícia e eu achei melhor não mostrar minhas dúvidas, naquele momento). Então, pediram minha carta (naquele tempo, era assim que a carteira de habilitação chamava). Obviamente esse documento ainda não existia para mim e eles resolveram me levar até em casa para buscar meu pai e irmos para a Delegacia do Detran para resolver a treta.

Dias depois, com uma boa ajuda do Edgar (o avô dele era o diretor daquela repartição pública) fiz o exame e tirei minha carta no mesmo dia (naquele tempo, levava meses para receber a carta após passar no exame). O Edgar fez questão de me entregar a carta em mãos, lá mesmo no escritório do avô dele.


Uma vez, em um treino de derrapadas aleatório na frente da casa do Clidão*, ele me aconselhou a tentar a Fórmula 1. Nunca fiquei sabendo se ele estava falando sério ou me zuando.

De lá pra cá, foi só alegria. Como nunca fui bonito, então, ter charme, dinheirinho pro cheesburguer, carro e dirigir me ajudou bem com algumas garotas (elas não gostavam muito de ônibus e táxis).


  • Clidão era o pai do Euclides, já falecido. Era um craque na direção, além de correr com automóveis, andava em duas rodas e derrapava como ninguém.

Em 1981, fiz uma viagem missionária na África. Passei por três países (África do Sul, Moçambique e Malawi). Em Moçambique, em tempos da ditadura marxista-leninista imposta por Samora Machel, viajamos de 400 kms a partir de Maputo (A Capital) para participar de um encontro histórico e clandestino de pastores, pois o regime de Machel havia decretado o ateísmo e com isso fim das igrejas por lá. Mas eles ainda estavam sob o conflito armado contra os contrarrevolucionário e não tinham como liquidar as igrejas de vez.

I don't do art for a living, neither for perso...
I don’t do art for a living, neither for personal nor professional propaganda. I don’t make any drawings for money. Thanks. (Photo credit: Wikipedia)

Fazia uns dois anos que não acontecia uma reunião como aquela e a notícia da nossa presença entre eles havia corrido, apesar das dificuldades. Saímos de madrugada usando o carro da Sociedade Bíblica de Moçambique, um Land Rover Defender a diesel. O tanque esvaziou no caminho, mais ou menos na metade do percurso e paramos no posto para abastecer, mas não havia combustível lá há meses. A saída foi comprar uma quantidade de diesel de algum caminhão, mas eles não eram abundantes, naqueles dias. Ficamos parados umas duas horas até aparecer o caminhão com Diesel sobrando enviado por Deus. Isso atrasou a reunião pois eles não começariam antes de chegarmos.

Quando a reunião terminou nos serviram um jantar e depois iniciamos a viagem de volta, só que os pastores providenciaram uma quantidade sobressalente de combustível e isso não seria um problema. Quando paramos para reabastecer o veículo surgiu um problema. O Félix, diretor da SBM dirigira desde nossa saída de Maputo e estava exausto. Alguém precisava rendê-lo. Um dos meus amigos me indicou para a tarefa sem pestanejar e todos concordaram, eu fui voto vencido. Esse veículo, além das dimensões avantajadas, tinha a direção do lado direito e o câmbio para ser manipulado com a mão esquerda, pois me Moçambique a mão de direção é a inglesa. Mas não teve jeito e dirigi, na boa, até Maputo. Ah, o país estava em guerra e havia a possibilidade de sermos alvejados por algum míssil desgovernado. Enfim, não estávamos na lista dos mortos naquele dia, graças a Deus.

Não é à toa meu desejo de ainda ter um Land Roover Defender velhão, mas com direção de gente, ou seja, do lado certo.

Desculpe ter me alongado. É um problema que tenho e já estou tentando resolver, mas ainda não consegui. 🤭🤭

Ops: Originalmente escrito para um Grupo do Facebook, em forma reduzida e sem imagens.

 

 

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens. “Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”.

Engana-se quem entende esse texto como se fosse dirigido à igreja. Não é para as igrejas protestantes, nem para a igreja católica ou igreja alguma. Essa mensagem é para as pessoas. Então vamos por aqui, enquanto seu lobo não vem.

Quando foi isso? Então, grave erro cometem as Igrejas, ou cometeriam se cumprissem o mandamento de ir e fazer discípulos, como decretou Jesus aos seus. Igrejas são organismos comercias em nossos dias e, como tal, tratam de conseguir dinheiro para se manterem vivas. Missionários de igrejas rebolam para fazer missões pois, dificilmente, as suas igrejas conseguem mante-los, em parte, pelo menos, nas suas missões. Tampouco alguma teologia, tipo a da Libertação ou o remendo atual chamado Integral, com suas intenções marotas cujo objetivo é desinformar e desconstruir para somar, segundo eles.

Mas isso importa pouco para o pessoal lá no céu. Quando Jesus vier buscar seu povo, não levará nenhuma igreja, só pessoas (ou almas) cobertas por sua graça.

O texto ai acima, foi dirigido à pessoas, seguidores dele, Mestre. Quando e onde seus discípulos cumprem o mandato de ir e fazer discípulos em “todos” os lugares e em todo o tempo, estarão sendo sal, luz e candeia no alto.

Em tese, todos os portadores de Jesus em seus corações são missionários a toda hora e lugar. Em 1979, com 28 anos, recém casado com Dedé e com nossa filha já a caminho no ventre dela, deixei tudo e fui com outro maluco igual a mim, menos esses detalhes mencionados a meu respeito, para a Albânia. Naquela época, esse pequeno país cercado pela Iugoslávia (esse país não existe mais) ao norte, oeste e sul e pelo mar Adriático ao leste, havia se declarado um país marxista-leninista (o único nesse estilo) e a primeira nação ateísta do planeta.

O regime ditatorial de extrema esquerda, liderado por um doidão chamado Enver Hoxa, oriundo das classes burguesas (?) havia pulverizado cristãos e judeus, ficando só com os muçulmanos, sem permissão para manter mesquitas ou reuniões domésticas, mas fazendo vista grossa para os colares de contas com os quais eles faziam suas preces diárias, dirigidas a Meca.

Evidentemente, sobraram alguns cristãos por lá, gente capaz de se mancar e viver na moita. A prática do cristianismo implicava em pena de morte. Nossa missão era de pesquisa, para saber mais sobre os cristãos remanescentes. Viajei de paleto e gravata com minha bíblia na mão, até Viena – Áustria, onde encontrei o Siepierski no aeroporto.

Desde a saída para Tirana nós nos tornamos turistas, tratando de esconder todos os nossos vestígios cristãos. Coloquei minha calça Lewis, camisa de missionário, botas e lá fui eu. Mesmo assim, corremos certo perigo lá, por nos metermos com outros missionários camuflados e um tanto menos sutis perto de nós e nossos cuidados para não sermos descobertos. Segundo as autoridades albanesas, dificilmente apareciam missionários cristãos lá e quando acontecia, a coisa ficava complicada. Justamente na nossa viagem, havia seis malucos (quatro rapazes e duas mulheres, um norte-americano, um holandês, duas inglesas e dois brasileiros – nós) digo, missionários cristãos, contando conosco, embora fossemos todos sal insípido.

O Senhor Jesus não usou as mesmas táticas missionárias quando veio ao nosso planeta. O danado tratou de ser sal, luz e candeeiro em lugares bem altos.

Encontramos lá na Albânia alguns cristãos e mal conseguimos conversar com eles. Fora o Museu do Ateísmo presente lá, com suas estátuas de santas capazes de chorar sangue com o mecanismo necessário para o tal milagre. Coisa de meninos sapecas. Depois de duas semanas, voltamos para Viena, sabendo muito de marxismo-leninismo em um país ateísta, sem deixar nada lá, exceto umas porções do evangelho de João que escondemos nos banheiros dos hotéis e locais visitados. Isso porque o holandês tinha levado muito e precisou de ajuda para espalhá-los.

Fui aos Estados Unidos diversas vezes. Moramos lá uma temporada e pudemos perceber, de uma maneira geral, o povo é de maioria cristã e é praticante em todas as situações. Nós montamos uma casa lá. As pessoas trouxeram as peças principais (camas, mesas, cadeiras, sofá, ferramentas de cozinha, etc.). Nós só compramos a TV. Não solicitamos nada a ninguém, fizeram porque esse é o estilo de vida deles, o estilo cristão.

Certa vez, uma família perdeu uma criança no supermercado. As pessoas de todos os cantos do país enviaram alguns dólares para eles, porque para encontrar essa criança desaparecida a primeira coisa era ter dinheiro. A família não havia solicitado. Foram inúmeros os exemplos testemunhados.

Outro detalhe importante, a maioria dos norte-americanos sabem quais são as coisas a fazer para evitar a pobreza. Produzir, trabalhar e administrar bem o país, é o principal. Jesus Cristo deixou um plano a ser executado pelos cristãos: fazer discípulos ensinando seus ensinamentos a eles. Quando Judas reclamou da mulher derramando um perfume caro sobre a cabeça do Mestre, capaz de render um bom dinheiro se fosse vendido e a renda doada aos, Jesus lhe disse: “Os pobres sempre os tereis convosco, mas o filho do homem não o tereis para sempre”.

Em Jesus é clara a preocupação com os pobres, mas nunca foi a prioridade, para Ele. Aliás, vemos isso por toda a Bíblia. Agora mesmo, estou fazendo um estudo detalhado dessa questão com o pessoal de uma Universidade dos EUA . O cristianismo praticado conforme os princípios bíblicos é capaz de muitas mudanças em nossas vidas e eliminar a pobreza de nossas vidas é uma delas. Os gringos vivem isso como pouco.

Se pensarmos no povo brasileiro, em especial, populações amontoadas em comunidades (ex-favelas), necessitando tudo e compararmos com os norte-americanos e outros povos cristãos, não será difícil perceber a necessidade de sermos discípulos de Cristo, antes de mais nada. Não estou me referindo a ser parte ou membros de alguma igreja, nada contra, claro. Mas o cristianismo não é uma igreja ou religião, segundo a vontade de Jesus. A proposta dele sempre foi voltada às pessoas e não às organizações.

Campanha da Fraternidade e outras iguais, são realizadas pelas organizações eclesiásticas para captar recursos e suprir seus gastos, geralmente grandes. A desculpa de fazer assistência social aos menos favorecidos já virou uma mania e outra vergonha nacional. A essa altura, essas pessoas e necessidades já deveriam estar equacionadas em sua maioria. Do jeito realizado por todos nós aqui, o dinheiro arrecadado dificilmente chega aos necessitados e quando chega é de forma lamentável, pois nas prioridades dessas ONGs os necessitados costumam estar no fim da fila, sem querer, claro.

Nossos governos são assistencialistas. O assistencialismo é contado em verso e prosa como a pior forma de atender aos necessitados. Há pouco tempo, a Coréia do Sul saiu de uma situação terrível de pobreza e miséria por causa da guerra com a Coréia do Norte. Bastaram vinte anos para eles saírem do limbo e se tornarem uma nação sem miseráveis. O povo arregaçou as mangas e mãos à obra. Se olharmos os princípios de vida deles, identificaremos muitas crenças iguais às cristãs.

Acredito, sem dúvida, na força superior dos princípios cristãos para a mudança de nosso país. Nós temos cinco séculos de vida como nação. Em determinados momentos, chegamos a ser um dentre os três mais ricos países do planeta. Cheguei a viver em um tempo onde favelas eram raras. Vivianos muito bem, eramos pacíficos e muito alegres. Os princípios cristãos estavam em nós e os aprendíamos, primeiramente, em casa. Os símbolos estavam por todo lado, nos tribunais, nos prédios públicos, nas escolas, principalmente nas salas de aula e nos hospitais. No natal, havia o presépio e o nascimento do menino Jesus era narrado pelos mais velhos para os mais novos. Havia orações e comunhão. Nesse tempo, vivíamos em paz.

O que ganhamos com governos de esquerda, ateus e assistencialistas? A pior situação econômica da nossa história? A maior violência jamais experimentada em todo o país? Pessoas inocentes perdendo a vida, por nada. Uma taxação via impostos jamais vista? A corrupção presente em todos os cantos dos governos? Escolas doutrinando jovens para transformar nosso país em uma ditadura de esquerda e a saúde lastimável. Até doenças radicadas há séculos voltaram nos últimos anos, por falta de saneamento básico, de norte a sul e drogas como nunca houve antes.

Assim fizeram recentemente na Venezuela e coma Rússia de 1917 a 1989? O Presidente Putin tem chamado o povo russo a viver segundo os princípios cristãos. Eles também saíram, recentemente, de uma miséria terrível, deixada pela ditadura soviética de esquerda.

A nossa missão cristã é fazer discípulos segundo os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Com isso, o fim da pobreza também será contemplada. Seguramente, não será eternizando as “comunidades”, mas sim contribuir para elas vencerem com ética cristã e bíblica.

Portanto, minha pergunta inicial (Quando foi isso?) aponta para esse erro diabólico no qual temos nos afundado. Nosso objetivo não é e não pode ser os pobres com assistencialismo barato e eternizante. Nosso objetivo é fazer todos, pobres e não pobres conscientes do princípios cristãos e bíblicos. Assim erradicaremos não apenas a pobreza, mas a miséria, a insegurança, a falta de educação verdadeira, a mediocridade de nosso atendimento em saúde e os governos pífios, capitaneados por analfabetos sem qualquer formação necessária para administrar, sem princípios éticos, sem vergonha em suas caras e sem os ensinamentos de Cristo.

Que Deus pai os abençoe sempre e os princípios bíblicos e cristãos estejam conosco, todos os dias.

Acabo de deixar um comentário em um artigo de arrepiar os cabelos escrito por Gabriele Greggersen, lá na Ultimato. Como não confio muito no pessoal dessa revista, tratei de postar por

aqui também. (Já me certifiquei, eles deletaram meu comentário sob a sentença de SPAM). Após tantos anos de blog, percebi que Deus também dá seus palpites por aqui e esse é um desses casos, acho.

Olha só, não gosto de argumentos cuja base sejam as tais estatísticas. Parece coisa de político que se vale disso, sem contar direito quais foram os critérios.

Hoje em dia, obter graus de mestrado e doutorado ficou muito mais fácil e podemos obtê-los em qualquer esquina, inclusive nas de Boston. O planeta está cheio de mestres e doutores idiotas. Ter um diploma desses na parede, virou moda. Eu mesmo estou fazendo um curso (As cartas de Paulo) em pós-graduação, no momento, na Harvard, pela Internet e em português. Isso porque pela Internet você recebe tudo traduzido no ato pelo Chrome, se quiser.

Agora, benditas sejam as mulheres que, com todas as suas rotinas de mulher, ainda encontrem condições favoráveis para realizar formação em nível elevado.

O problema será se as mulheres abandonarem seu primeiríssimo chamado de Deus. Em breve não haverá seres humanos sobre o planeta. Já aconteceu antes e nunca estivemos tão perto disso, como agora.  Enfim, tudo tem implicações, por aqui.

E não vale botar filhos no mundo e depois entregá-los às creches e escolas para serem educadas por imitadores grotescos de Montessori, Piaget e Gramsci, ou você acha que o planeta está todo de vermelho por acaso?

Uma gestação dura cerca de nove meses, depois do nascimento vem o mais importante, transformar esse ser em gente boa, com saúde, bem-educada e isso leva tempo. O ideal seria uma equipe formada pela mãe (a principal), o pai, avós, irmãos, cães, calopsitas, gatos, tios, primos, vizinhos, amigos e, com sorte, a escola.

O fato é o seguinte, a turma da Teologia Integral (um eufemismo para cristãos comunistas) aposta boa parte de suas fichas na “igualdade da mulher”. Isso é só mais uma das formas de dividir para colher a revolução. Lênin não se cansava de cantar essa bola.

Mas do ponto de vista do criador, tal não existe. Já cansei de ler essas exegeses de segunda e concluir que tal é irrealizável, pois Deus nos dispôs sobre a Terra parte mulheres e parte homens para sermos complementares e nunca para sermos iguais. Na verdade, ninguém é igual a ninguém, nem os gêmeos univitelinos. Mais uma marca registrada do Criador.

Enfim, com os pastores e teólogos de hoje estamos bem mal arrumados. Já estou com enorme saudade do Dr. Shedd, Billy Graham, Stot e Dra. Louise Mckinney. Mas também gosto muito do C. S. Lewis, fique tranquila. Perdemos a credibilidade fora de casa, às vezes, em casa também. Assim como os médicos roubaram as curas dos xamãs, os filósofos roubaram a teologia da gente.

No Brasil não há prêmios Nobel da paz e muito menos “teólogos”, só uns práticos como eu, o menor de todos. Portanto, igualar o número de mulheres e homens nas academias de instrução é uma bobagem homérica, a meu ver. As mulheres têm muito mais responsabilidades com a raça do que os homens e não podem perder muito tempo com loquacidades frívolas, feito essas.

Ainda bem que as Academias, universidades, etc., estão com os dias contados, enquanto as mulheres sempre estarão protagonizando a vida.

O artigo da Dra. Gabriele você pode ler lá em: Da academia à teologia, a mulher vive entre o preconceito e a desvalorização 

 

Em certo momento de minha vida, trabalhei como vendedor externo de rolamentos na mesma empresa onde o Mike* era vendedor interno. Nós dois estávamos frustrados, nessa época, feito baratas tontas. Acreditávamos no chamado de Deus para o campo missionário e veja onde fomos parar.

Certo dia, o Mike me chamou para uma conversa séria. Estranhei, pois apesar de nossas tristezas em relação ao distanciamento de nossos chamados, ainda éramos bons gozadores.

Uma vez, apareceram uns camundongos em nossa casa. Encontrei com o Mike na Igreja com a esposa e conversa vai conversa vem, minha esposa mencionou os tais Mickeys. Na mesma hora o Mike exclamou: Não me diga! Vamos pra sua casa já, expulsar esses intrusos nocivos.

Falou isso já andando em direção ao carro. Não houve tempo para enrolar o cara. Só sobrou aceitarmos, mas desconfiados. Chegando lá, mal entramos na casa, ele pediu para darmos as mãos. Éramos quatro e ele dirigiu a oração de capitulação dos ratos com grande ênfase e volume de som em suas frases, terminando com o habitual “em nome de Jesus”.

Depois disso só apareceu mais um dos invasores. Certa noite ao chegarmos em casa. Eu estava calçado com minhas botas de cano longo da Jeans Daniel’s e num reflexo incomum, mandei o carinha para o inferno, apesar do corpinho ter ficado sob a bota, até limpa-lo na lata do lixo.

Esse era (e talvez ainda seja) o Mike. Fiquei sabendo de seu ministério nos Estados Unidos. Sei lá.

Então ele começou a descrever o projeto de alforria dele: “uma empresa dedetizadora”. Rapidamente mencionou a possibilidade de ganhos com pouco trabalho, e isso era imprescindível para nós dois. Inocentemente, perguntei-lhe sobre quais providências ele já havia efetivado. Com aqueles olhos negros por trás das lentes grossas de seus óculos de armadura preta ele confidenciou:

         – Já estou criando as baratas!

Moral da história: “Se pretende enriquecer, comece a criar baratas”.

Vivemos em um planeta suficientemente grande, embora alguns (ou muitos) grupos gastem milhões para nos convencer e acreditar no contrário. Evidentemente, pessoas ansiosas (e não são poucas), entre outras maluquices, já contam com o fim do mundo.

Até onde se saiba com certeza, só há um planeta habitado até agora. Caso haja outros com alguma vida, seriam poucos em meio a milhões de outros ainda não habitados. E esses loucos de “marré de ci” surtando com o fim de tudo, só por acreditarem no ocaso do espaço disponível em nosso planeta Terra.

Não são muitos os caras como eu, mas há um bom grupo de desconfiados por aí. Já fui chamado (ou continuo sendo) de adepto da Teoria da Conspiração. Sou obrigado a parabenizar quem inventou essa desinformação, embora seja meu inimigo. Mas desconfio e muito de várias cositas.

Saúde

Vamos começar pela “Saúde”. Quando Deus criou o mundo (veja como foi lendo o livro de Gênesis, o primeiro em sua Bíblia. Se não tem uma Bíblia, se mata ou compra uma, rapidinho), não consta a criação de doenças, pestes, animais nocivos e todas essas maldades conhecidas hoje. Segundo meus estudos de Astronomia e Geofísica, nosso planeta deve estar comemorando o aniversário dos quatro e meio bilhões de anos e ainda viverá até os onze bilhões, ao menos.

Nesse período, humanos e animais (não acredito serem da mesma espécie, muito menos no Darwin) foram desenvolvendo isso e aquilo. Os seres humanos bem mais, criaram e inventaram um monte de cacarecos, alguns úteis e a maioria inúteis. O fato é, doenças, pragas, animais nocivos, vacinas e tratamentos médicos e finalmente, a medicina e os laboratórios surgiram. Alguém cruzou os bichinhos até criar monstrinhos ( a tal coleção das baratas do Mike) e pimba! Lograram não só os animaizinhos nocivos, como descobriram os vermes nos cadáveres e acharam uma atividade mais, digamos, dignas para eles. Veja bem, só haviam os animais e os seres humanos (os Mikes e os outros) por aqui, aliás como ainda é.

Aconteceu ao contrário algumas vezes, reconheço. O tal de Alexandre Fleming (não era um Mike) era um cientista e inventou o antibiótico, ou seja, a penicilina. Ele ainda não sabia, mas estava criando baratas sem saber (veja bem como eles chamam o trem: DROGA). Apresentou o invento em uma conferência médica e os presentes menosprezaram seu invento. Ele foi embora cabisbaixo, morreu e não ficou sabendo o que os Mikes fizeram com aquilo, mas você e eu sabemos.

Armas

Então, apareceram as armas. As fundas (uma espécie de estilingue do oriente médio), lanças, espadas, facas, etc., as chamadas armas brancas e não me pergunte por que dessa designação. Então apareceu a pólvora, daí as espingardas, garruchas, revolveres até o fúsil AR30 (os preferidos dos irmãos dos petistas, psolitas, werevis, envolvidos com tráfico de drogas e suas outras atividades necessárias para sustentar o negócio), tanques, submarinos, submarinos nucleares, caças, porta-aviões, caminhões lança misseis, misseis, bombas, inclusive as atômicas. etc.

Matar e Roubar

Então, os ascendentes do Mike, via desinformação, convenceram alguns humanos nada chegados a trabalhar, a roubar e matar para obter as coisas de seus iguais. Aliás, essas invenções ocorreram há alguns dos bilhares de anos da existência da Terra. Em nossos dias, criaram baratas descobrindo as drogas. Surgiu o tráfico de drogas, os morros e, finalmente, as armas. A droga até dá dinheiro, mas o barato dos Mikes e vender armas, computadores e smarthphones, claro.

Transportes

Também surgiram meios de transportes: todos meios de transportes de terra, mar e ar, já seus conhecidos. Embora não sejam considerados tão nocivos quanto as armas, nada matou mais pessoas e animais, perto deles. Eles apareceram graças aos ascendentes do Mike, todos exímios desinformadores, depois de terem abandonado a criação de baratas e camundongos, afinal isso dava muito trabalho. Eles convenceram alguns humanos criativos a desenvolver essas máquinas, com a desculpa da necessidade peculiar à humanidade para ir e vir com segurança e conforto.

Obviamente, os seres humanos ascendentes do Mike, perceberam a necessidade dos outros seres humanos e também os animais (esses seres vagabundos não trabalhadores, mas consumistas de grande parte dos alimentos disponíveis, além do espaço imenso utilizado) de comer.

Leis

Assim, trataram de criar algo um pouco mais elaborado em relação às baratas, ou seja, as leis. A Lei de Deus (também em sua bíblia mais perto), a lei dos homens, a lei das esposas, dos comunistas, do Murph, etc. Com as leis, os Mikes passaram a manipular os outros, seja como políticos, padres, pastores, professores, pais, policiais, promotores e todas as pragas desinformadores (cujos nomes começam com p – advogado também começava com p -padvogado- mas eles tiraram o p para disfarçar, acho). ou como deuses. Todos exímios elaboradores de leis.

Você leitor, é muito mais inteligente em relação a mim. Talvez até seja um descendente dos Mikes, os caras mais inteligentes da face do planeta, embora tenham um certo distúrbio em relação ao caráter. Sendo assim, você já sabe do fato dos inseticidas terem sido criados depois das baratas e não o contrário.

Cibernética

Por que você está usando um computador (note ou pc, smarthphone, iped, ipod, e outros is-isso e aquilo) ou o Google e os outros acessórios? Meu, o Zuckerberg criou o Facebook depois de tomar um pé no traseiro de uma garota da qual estava a fim. Foi a criação de baratas dele. O cara era um Mike com um crânio do tamanho de Júpiter e deu nisso.

E o Jobs, ele não queria trabalhar de jeito nenhum, muito menos estudar, então criou só a Apple. Sem falar no Gates, ele precisava de um programa para computadores para vender à IBM. Essa empresa já estava com os computadores pessoais prontos, mas não tinha um programa e o Gates mentiu informando ter um programa e, em breve, levaria o programa para eles. Então ele e seus colegas (começaram a criação de suas baratas) saíram à caça de um programa e o descobriram em uma lojinha qualquer, dessas onde se consertam TVs velhas e compraram por vinte mil dólares o DOS de um imbecil inventor, sem DNA dos Mikes compradores.

Depois daquele papo com o Mike, uma das mentes mais brilhantes sobre a Terra, apesar do caráter, tudo mudou na minha vida e me tornei, sem querer querendo, em um anarquista, pois foi a sobra do tacho para mim, Toreau, Gandhi, Martin Luther King, Mandela e um menos conhecido chamado Jesus, já que não era um Mike da vida.

Preste atenção, quando surgirem boatos ou mesmo notícias no Jornal Nacional sobre pestes, epidemias e situações correlatas, podem apostar no trabalho incessante de alguns Mikes antes disso vir à tona. Salvo enganos claro. Também será muito possível a existência de guerras, tumultos, assaltos, assassinatos, balas perdidas, graças aos Mikes, as mentes por trás desses probleminhas.

Lembrem-se, primeiro eles criaram as baratas e depois te venderam a dedetização.

§§§§§

*Mike: Olha só, isso foi só um nome genérico escolhido para meu texto acima. Houve um Mike, a morte do rato, a loja de rolamentos, etc. Mas esse Mike, apesar do DNA dos Mikes, era convertido e, finalmente, conseguiu ser um missionário. Se ele ainda cria baratas, isso não sei. Os Mikes existem a bilhões dos anos. Jesus os citou, em uma história do homem plantador de trigo e vítima do demônio (um Mike, talvez) tendo misturado joio (ervas daninhas) junto com as sementes do plantador. Com isso inventou os inseticidas e depois vendeu para a Monsanto e deu nisso aí, você e eu somos obrigados a comer inseticidas, ficar doentes, ir para o hospital, tomar antibióticos, UTÍ,  e cemitério ou crematório, se não for pior. 🙂

 

 

 

Essa semana repercutiu no centro eclesiástico de natureza planeta Terra um artigo escrito pelo Pr. John Piper. Cheguei a esse pastor e professor através das leituras e vídeos de gente como Paul Washer e outros.

Percebi certa unanimidade entre eles no que tange a uma imensa coerência em termos do cuidado necessário para com o testemunho cristão, sobretudo no fazer ministerial com humildade e muito zelo. O Pr. Piper já esteve no Brasil, ao menos duas vezes, e fez boas conferências por aqui.

O caso é o seguinte (se preferir leia o artigo, se não domina a língua oficial do planeta – Inglês, o Chrome traduz pra você) o Piper resolveu opinar sobre algo que o estava incomodando. Trata-se de um problema no âmbito das atribuições dos homens e das atribuições das mulheres, que não são as mesmas, segundo textos bíblicos.

Bom, estou incluindo abaixo onde foi que tudo começou:

Entrevista com

John Piper

Fundador e Professor, desiringGod.org

Transcrição de áudio

Em nossas igrejas locais, acreditamos que Deus levanta alguns homens qualificados para liderar. Nem todos os homens em uma igreja são chamados a pastor, apenas alguns homens. 

Mas apenas os machos servem como anciãos, de acordo com o plano que encontramos nas Epístolas Pastorais do Novo Testamento. Então, leva a uma questão hoje sobre o papel das mulheres que ministram pastores nos seminários. Scott, um ouvinte podcast, escreve para perguntar. “Caro Pastor John, sou estudante de seminário em uma escola ortodoxa, mas interdenominacional nos Estados Unidos. 

Compartilho sua compreensão complementarista do design de Deus para papéis e relacionamentos masculinos e femininos na casa e na igreja. Com base nisso, duvidava recentemente se o meu seminário deveria ou não permitir que as mulheres ensinem pastores no treinamento. 

O que você acha? As mulheres devem ser contratadas como professores de seminário? Qual é o seu melhor caso? ”


“Eu vou responder a esta questão do melhor jeito, supondo que a Bíblia ensina que as igrejas devem ser lideradas por uma equipe de homens espirituais, humildes e biblicamente qualificados ( 1 Timóteo 2:12 ). 

Em outras palavras, vou basear meu argumento sobre o seminário no pressuposto do complementarismo, o que, penso, não é meramente uma suposição, mas uma compreensão histórica bem fundamentada da Escritura”.

Bom, você sabe, daí acontece uma disfunção, ou seja a mensagem vai passando de um para o outro e, como sempre, quem conta aumenta um pouco (ou diminui e/ou muda) e no fim os caras estão brigando sobre um transtorno de comunicação ou algo parecido.

Um amigo meu, norte americano, já estava bem bravo com o Pr. Piper por conta disso. Postou no Facebook, outros comentaram e eu também. Então aí vai o que eu comentei, ainda sem saber a origem do problema.

“Ih! Complicado hein? Ele é muito compenetrado, talvez adepto à interpretação literal e diga que isso faz parte da orientação de Paulo, talvez. A Bíblia tem mesmo essas idiossincrasias.

Particularmente, penso que se as mulheres querem emancipar-se virando homens, estão na direção errada. Os homens se apropriaram melhor de seus “lugares” na Igreja e em outros segmentos.

As mulheres, cansadas de serem “donas” de casa, ainda não se apropriaram dos lugares mais dignos reservados a elas, como ajudadoras (termo que denota segundo plano em nossa interpretação) ou como gerente do lar (e não doméstica ou empregada) são de uma dignidade atroz. Alguns homens têm tentado fazer esse papel mas não convencem, por que não é fácil e não têm as aptidões necessárias. Sem falar no papel principal das mulheres que é a maternidade.

Hoje em dia, muitas delas parem seus filhos e os socam em creches, pré-escolas e escolas, enquanto tentam um lugar ao sol trabalhando no mercado de trabalho, inclusive em Igrejas. Depois se assustam quando descobrem que seus filhos estão bebendo, fumando maconha, crack, cheirando cocaína, etc, fora as outras possibilidades oferecidas nas escolas de hoje.

Elas são vocacionadas por Deus para educar filhos, entre outras atribuições. Problema aí, são os homens querendo meter o bedelho na educação dos filhos. Podem participar, mas elas precisam direcionar a educação. Claro que elas podem quase se igualar em tudo (e vice-versa), mas se você tem o melhor por que insistir no pior.

Nisso há competição, também, fora a intenção dos globalistas em tornar o mundo na tal aldeia global onde, segundo eles, todos serão iguais, menos os donos do negócio. Só gostaria de ver quanto tempo essa agenda duraria, sem a contribuição feminina no “trabalho” de trazer mais gente ao mundo. 🤗”

Atualmente, não faço parte de nenhuma igreja, embora ainda tenha muitos amigos e bom relacionamento com uma boa parte de cristãos engajados em igrejas. Muito menos sou um pastor, embora tenha pastoreado algumas congregações.

Acontece que fui enviado como missionário para uma missão muito importante em países onde não havia liberdade religiosa, devido aos regimes políticos radicais dominantes nesses lugares.

Meu pastor, sabiamente, resolveu me promover a pastor com pompa e circunstância, segundo ele, quando estivesse lá no campo de trabalho e as situações surgissem, precisaria estar pronto para atender as demandas (entregar as boas novas -evangelho- aconselhar, ensinar, dirigir cultos de casamento, fúnebres, apresentação de crianças e vai por aí afora).

Depois disso, quando fui destinado a pastorear congregações, o pastor da nave mãe (outro pastor) também resolveu me ordenar ao pastorado, embora o tenha feito de forma extraordinária e fosse um pastor batista de uma grande e importante igreja batista para uma congregação batista, filha dessa igreja.

Enfim, um deles faleceu e o outro mudou-se para o interior sem deixarem esses fatos documentados e eu acabei pelado com as mãos no bolso, no sentido figurado obviamente.

Entretanto, me vejo obrigado a meter o bedelho nesse tipo de acontecimento. Primeiro porque esse tipo de coisa anda acontecendo muito. Os globalistas precisam igualar homens e mulheres, alias precisam igualar tudo, uniformemente.

Provavelmente, estão fazendo altos estudos para que não haja mais essa distinção entre homens e mulheres, ou seja, transformar os seres humanos em hermafroditas ou algo assim. Legal né?

Embora não seja membro de nenhuma igreja, muito menos um pastor em exercício oficial, resolvi meter a colher nesse angu, digo, desorganização. Os pastores e pastoras atuais andam muito ocupados com as questões “fiscais” de suas igrejas, teologias várias, tipo integral ou desintegradoras, da prosperidade, aberta, fechada, etc., e não estão disponíveis para essas questões menos. Sem falar do meu liberalismo conservador, claro.

Então o Pr. Piper, desavisadamente solta uma de suas pérolas:

Apenas para ser claro, a questão não é se as mulheres devem participar do seminário em um de seus programas e obter o melhor fundamento bíblico possível. 

A questão é se as mulheres devem ser modelos, mentores e professores para aqueles que se preparam para um papel que é projetado biblicamente para homens espirituais. É assim que estou fazendo a pergunta.

 

Pegando o bonde do Piper, e até sendo repetitivo só um pouquinho, pergunto se os homens devem participar nos programas da vida e da vida cristã destinados à mulher, por ninguém menos que Deus, através de Jesus Cristo e seu apóstolos?

Obviamente esses papeis, mulheres preparando homens para o ministério e homens ensinando mulheres a conceber bebes, gerenciar casas e famílias, educar filhos, etc., foram usurpados, menosprezados e desorganizados “in loco”, independentemente de serem ou não gays. Não penso que seja esse o problema. Vejo sim, uma baita confusão, nada casual, denominada por aí com o nome de avanço, modernidade, nova modernidade, etc.

Não será demais lembrar que tanto capitalistas quanto comunistas adoram as mulheres trabalhando em setores próprios para homens. Afinal, elas são mais dóceis, caso saiam para brigas com seus chefes (homens, claro) fica mais fácil para resolver, ganham menos e ainda embelezam os lugares de trabalho, além de encantar a chefia, em muitos casos.

Não tenho intenção alguma de copiar o Pr. Piper e mesmo se quisesse, já seria tarde demais para fazer teologia, mestrado e doutorado no Fuller Seminary. Menos ainda, tentar ser tão espiritual e capaz de viver de forma tão frugal e na simplicidade que ele vive.

Entretanto, gente como o Pr. John Piper me parece em falta em nossos dias. Ah, ele é presbiteriano, calvinista, cessacionista, werevis, pouco importa. Também tenho minhas esquisitices, mas tiro todos os meus chapéus para ele, cheio de inveja santa, óbvio.

Agora quanto as mulheres do seminário em questão, não fiquem tristes. Sei o quanto vocês gostam de dirigir homens e vocês têm mesmo essa função, mas em casa, com seus maridos e filhos. Nós precisamos de vocês onde Deus as escolheu para estar. É horrível ver homens tentando fazer esse papel e vice-versa.

 


Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Por que não pudemos nós expulsá-lo?
E Jesus lhes disse: Por causa de vossa incredulidade; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.
Mateus 17:19,20

“Quando cheguei diante do corpo inerte de meu filho, naquela UTI que mais parecia um estábulo, fiquei sem chão. Não consegui entender onde falhara.

Durante quase 25 anos amei aquele menino que se tornou adolescente, depois jovem e finalmente um homem. Portanto, amava ele como amava Deus e a mim mesmo, portanto não foi falta de amor.

O amor é excelente. Nesse caso, tínhamos amor ágape irrestrito. Mas ele não foi suficiente para deter a morte. Durante alguns dias, chorava a todo instante. Sentia a pior dor (perder um filho) e, também, a sensação de abandono da parte de Deus.

Tempos depois, sofrendo como um louco, me ocorreu esse texto bíblico. Me dei conta, então, que tinha todo o amor por meu filho, mas minha fé era miserável. Se tivesse fé naquela noite, e não só amor, poderia ter evitado a morte dele ou até tê-lo ressuscitado, para vergonha dos médicos, enfermeiros e da ciência médica.

De certa forma, essa tese me consolou um pouco. Pude compartilhar essa conclusão com alguns e me confortei mais um pouco. Mas isso não era tudo.

Jesus ensinou seus discípulos, se tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda dirão a esse monte: Passe daqui para lá e ele passará, e nada lhes será impossível.

Sabe, somos limitados, não apenas por sermos matéria vivendo em um mundo onde tudo é concreto. Por isso, nos condicionamos à vida com um corpo andando por aí, graças à lei da gravidade. Quando esse corpo é ferido ou sofre alguma enfermidade, até fazemos orações por ele, mas tratamos o problema no hospital com a medicina.

Entretanto, se a medicina, limitada como é, não der conta do problema, estará tudo acabado para nós. Esse era eu naquela noite, frustrado ao descobrir que o meu amor não podia ajudar meu filho.

Depois descobri não ter fé suficiente e agora, perplexo com essa conversa de Jesus sobre fé tamanho grão de mostarda capaz de mudar um monte daqui pra lá.

Deus, era só isso que o Senhor tinha para me dizer?

Então, com amor ágape, Deus me lembrou que ele não é um homem. Ele criou o ser humano, homens e mulheres e colou-nos nesse planeta. Homem, mulher, corpo, alma, vida e lei da gravidade, o ser humano. Depois de uma pequena confusão inicial, acrescentou-se a morte por falta de ética desse ser criado.

Mas se tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, mude esse monte daqui para lá e nada lhes será impossível. O que será isso?

Meu filho e todos os outros que já morreram, deixaram aqui seus corpos enterrados ou cremados, mas e a vida? Estava presa ao corpo? Enfim isso é tudo que somos capazes de ver.

Mas e Deus Criador do céu, da Terra e dos seres humanos, ele só pode ver o que nós vemos, ou Ele vê muito além disso? Sabemos que Deus sofre a morte de cada um de seus filhos, mas isso não lhe traz desespero. Qual será a razão disso?

Então me ocorreu algo: “só a fé poderia me levar além da morte”. A fé pode nos levar a ver o que Deus vê, ou ao menos, crer que Ele está vendo as vidas que já passaram por aqui, inclusive meu filho.

A tristeza de Deus, nesses casos, se dá por nossa tristeza gerada pela nossa fé menos do que um grão de mostarda, além da morte em si. Jamais será por causa de algum fim definitivo.

Cuidei de meu filho, male male, até sua partida. Agora ele está sobre o cuidado divino. Não tenho dúvidas que a situação de meu filho melhorou cem por cento. Onde eles estão, não sei como as coisas funcionam, mas depois da passagem pela morte, não há como morrer mais, muito menos ter um corpo que adoece ou se arrebenta.

Fora a possibilidade de uma ressurreição total, de todos que já passaram pela morte.

Esse é o milagre do tamanho grão de mostarda. Mandei meu monte para lá e ele foi, não meu filho que já estava lá, mas a minha visão sobre tudo isso.

Parei de ver só até a morte, já posso ver a vida que continua em outro lugar, mas agora sobre outro tipo de hospitalidade divina.

Imagine então se pela fé todos puderem transpor a morte e enviar seus olhares para além dessa barreira.

Então, mande esse monte daqui para lá, agora. Mas não esqueça de cultivar sua fé, pelo menos do tamanho de um grão de mostarda.

Busque ver, não o que você consegue ver agora, mas o que Deus pode ver, que vai muito além do que vemos sem fé.


Por Lou Mello

 

e matéria de Luíza Antunes na

Revista Exame – access_time 13 set 2016, 15h21 – Publicado em 20 dez 2013, 10h54

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  • 1. Memória – Thomas H. V. Mello

(Self)

(Self)

Thomas H. V. Mello foi, sem dúvida, uma das personalidades mais importantes do século 20, pelo menos para mim. Sua vida e carreira foram dedicadas ao combate contra as injustiças impostas por Silvio Santos e seu SBT contra a Turma do Chaves e o Chapolim Colorado. Além disso, foi a maior autoridade a respeito dos grupos criados para TV por Roberto Bolanhos. Thomas nasceu com uma cardiopatia congênita complexa e passou por três cirurgias cardíacas durante sua vida. Ele morreu em 20 de abril por complicações pós-operatórias, na terceira cirurgia, a 20 dias de completar 25 anos de idade.

  • 2. Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul

(Chris Jackson/Getty Images)

Nelson Mandela foi, sem dúvida, uma das personalidades mais importantes do século sociais de seu país, a África do Sul, que durante 46 anos viveu o regime segregacionista do Apartheid. Mandela ficou preso por 27 anos e após sair da prisão ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1993. No ano seguinte, foi eleito presidente. Ele morreu no dia 5 de dezembro.

 

  • 3. Marcelo Déda, governador do Sergipe

(José Cruz/ABr)

Marcelo Déda morreu no dia 2 de dezembro, aos 53 anos, em consequência de um câncer gastrointestinal. Déda era governador eleito pelo estado do Sergipe, pelo PT. O governador militava na carreira política desde os anos 70 e já havia sido eleito deputado federal e prefeito de Aracaju, antes de vencer em primeiro turno o mandato para o governo do estado em 2006.

  • 4. Paul Walker, ator

(Reprodução)

Protagonista da série de cinema “Velozes e Furiosos”, o ator Paul Walker morreu no dia 1º de dezembro, em decorrência de um acidente de carro. Walker tinha 40 anos. Ele era passageiro num Porshe do amigo e piloto Roger Rodas, que bateu numa árvore em alta velocidade e pegou fogo, quando ambos participavam de um evento de caridade em Los Angeles.

 

  • 5. Margareth Thatcher, ex-primeira-ministra britânica

(Getty Images)

Um ano após ter sua trajetória contada no filme “A Dama de Ferro”, com Meryl Streep, a ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher morreu após sofrer um derrame, no dia 8 de abril de 2013, aos 87 anos. Thatcher foi a primeira mulher a ocupar a cadeira de premiê do Reino Unido e, ao longo de seu mandato, ficou conhecida por suas medidas polêmicas e seu pulso firme.

 

  • 6. Nilton Santos, jogador de futebol

(PNA Rota/Getty Images)

Nilton Santos foi considerado o maior lateral-esquerdo de todos os tempos. Era conhecido como a “Enciclópedia do Futebol”, devido à sua capacidade técnica primorosa para jogar. Em 16 anos de carreira, vestiu apenas as camisas do Botafogo (foi contemporâneo de Mané Garrincha) e da Seleção Brasileira, onde disputou quatro edições da Copa do Mundo, em 1950, 1954, 1958 e 1962. Nilton Santos morreu aos 88 anos, no dia 27 de novembro.

 

  • 7. João Araújo, produtor musical

(Reprodução)

João Araújo era pai do cantor Cazuza e fundador da Gravadora Som Livre, das Organizações Globo. O produtor musical morreu no dia 1º de dezembro, vítima de uma parada cardíaca, aos 78 anos. Um dos mais importantes executivos da indústria fonográfica, Araújo foi responsável por lançar artistas como Djavan, Lulu Santos e Xuxa. Em 2007, João recebeu o prêmio Grammy Latino, concedido a pessoas com contribuições importantes para o mundo da música.

 

  • Joan Fontaine, atriz

(AFP)

Ícone do cinema nos anos 40 e vencedora do Oscar por seu papel em “Suspeita”, de Alfred Hitchcock, a atriz Joan Fontaine morreu aos 96 anos em sua casa na Califórnia, no dia 16 de dezembro, de causas naturais. Fontaine foi indicada três vezes ao maior prêmio do cinema americano.

 

  • 9. Roberto Civita, jornalista e presidente do conselho da Abril

(Adauto Perin)

Filho de Victor Civita, fundador da Editora Abril, o jornalista e empresário Roberto Civita foi um dos mais respeitados nomes da mídia nacional. Ao longo de sua trajetória, ele impulsionou o crescimento da empresa criada pelo pai, transformando-a em uma das maiores editoras de revistas do mundo. As publicações Veja e EXAME existem graças a ele, além de vários outros títulos de peso, como a Quatro Rodas. Civita morreu no dia 26 de maio de falência múltipla dos órgãos, após ficar internado desde fevereiro no Hospital Sírio Libanês.

 

  • 10. Peter OToole, ator

(Getty Images)

De origem irlandesa, o ator Peter O’Toole ficou mundialmente conhecido por sua atuação como o coronel T.E. Lawrence em ‘Lawrence de Arábia’. O’Toole morreu aos 81 anos, no dia 15 de dezembro. O ator participou de filmes como ‘A Noite dos Generais’ (1966) e ‘O Homem de La Mancha’ (1972). Em 2003, recebeu um Oscar honorário após oito indicações.

 

  • 11. Doris Lessing, escritora

(REUTERS/Toby Melville/Files)

Doris Lessing pode ser considerada uma das escritoras mais influentes do século 20. Muito premiada por suas obras, Lessing também ganhou o Nobel de Literatura em 2007. Autora de mais de 50 romances, ela morreu aos 94 anos, em 17 de novembro. A autora escrevia sobre temas controversos, como tensões interraciais, violência contra crianças, feminismo e exploração.

 

  • 12. Lou Reed, músico

(Karl Walter/Getty Images)

Lou Reed foi considerado um dos melhores guitarristas do mundo pela revista Rolling Stone. Reed também foi cantor e compositor da banda Velvet Underground de 1967 a 1970. Desde então, seguiu carreira solo. O músico morreu no dia 27 de outubro de 2013, aos 71, em decorrência de uma desidratação severa.

 

  • 13. Fred Turner, ex-CEO do McDonalds

(Reprodução)

Presidente honorário do McDonald’s desde 2004, Fred Turner morreu aos 80 anos, no dia 7 de janeiro, em decorrência de uma pneumonia. O executivo presidiu a rede entre 1974 e 1987 e foi o responsável pela expansão da cadeia de restaurantes, levando a bandeira para pelo menos 118 países e abrindo mais de 30 mil pontos de vendas. Turner também foi o criador do McNuggets.

 

  • 14. Dominguinhos, músico

(REGINALDO TEIXEIRA/ CONTIGO)

O sanfoneiro Dominguinhos era também cantor e compositor. Teve como mestre Luiz Gonzaga e influências musicais do baião, bossa nova, choro, forró, xote e jazz. Ganhou inúmeros prêmios em sua carreira, entre eles dois Grammy Latino. Dominguinhos morreu em decorrência de um câncer de pulmão, aos 72 anos, no dia 23 de julho.

 

  • 15. Cory Monteith, ator

(REUTERS/Mario Anzuoni)

O ator canadense Cory Monteith ficou famoso por seu papel como Finn, na série de TV músical Glee, foi encontrado morto no dia 13 de julho, num quarto de hotel em Vancouver, por overdose de heroína e alcool. Monteith tinha 31 anos e sua morte chocou os fãs da série.

 

  • 16. James Gandolfini, ator

(Fred Prouser/Reuters)

O ator James Gandolfini se consagrou pelo papel de “Tony Soprano”, interpretado na série de TV da HBO “A Família Soprano”. Vítima de ataque cardíaco, morreu no dia 19 de junho, com 51 anos. Recentemente, ele atuou em filmes como “O Homem da Máfia” (2012) e “A Hora Mais Escura” (2012), que disputou o Oscar de melhor filme.

 

  • 17. Paulo Vanzolini, zoológo e compositor

(PIERRE MERIMEE)

O zoólogo e compositor Paulo Emílio Vanzolini morreu no dia 28 de abril, após ser internado com pneumonia grave, aos 89 anos. Além de seu trabalho como zoólogo e professor, ele deixou saudades e um legado de grandes sucessos do samba brasileiro, como “Ronda” e “Volta por Cima”.

 

  • 18. Clô Orozco, estilista

(Reinaldo Canato/Contigo)

A estilista Clô Orozco, fundadora da grife Huis Clos, era um dos principais nomes da moda brasileira. Ela criou a marca em 1979, e trouxe elegância e equilíbrio aos guarda-roupas dos brasileiros. Ela foi encontrada morta após cair do 5º andar do prédio onde morava e, de acordo com relatos de amigos e familiares, ela passava por um quadro de depressão.

 

  • 19. Roger Ebert, crítico de cinema

(Getty Images)

Após 46 anos de trabalho como crítico de cinema, o admirado Roger Ebert morreu no dia 4 de abril deste ano, devido a complicações de um câncer que enfrentava. Com uma intensa produção, Ebert escreveu milhares de críticas de filmes de todos os tipos, sendo que o ano de 2012 foi seu recorde, com 306 textos. Pouco antes de falecer, ele publicou em seu blog um texto agradecendo ao público pela audiência e pelo carinho.

 

  • 20. Aaron Swartz, ativista online

(REUTERS/Noah Berger)

O jovem americano Aaron Swartz foi um grande ativista online, ajudou a criar a especificação RSS e foi co-fundador do site Reddit. Ele tinha 26 anos quando foi encontrado morto por enforcamento onde morava, no dia 11 de janeiro, em um aparente suicídio. Swartz estava sendo acusado pelo governo dos Estados Unidos de invadir computadores e compartilhar artigos distribuídos e cobrados pela revista científica JSTOR. Ele também foi muito importante no impedimento da passagem da emenda Stop Piracy Act Online (SOPA), que era contra a violação de direitos autorais na internet.

 

  • 21. Ray Manzarek, tecladista do The Doors

(Chad Buchanan/Getty Images)

Um dos fundadores do grupo The Doors, o tecladista Ray Manzarek morreu no dia 12 de fevereiro, devido a um câncer na vesícula biliar. O músico, que tinha 74 anos, criou o grupo após conhecer o vocalista e poeta Jim Morrison, nos anos 60. A banda ficou famosa rapidamente, mas acabou com a morte do cantor. Desde então, ele seguiu carreira solo, lançando discos e livros.

 

  • 22. Ottavio Missoni, estilista

(Giuseppe Cacace/AFP)

Celebridades como Kate Middleton e Jackie Kennedy já vestiram roupas feitas pelo estilista Ottavio Missoni, morto aos 92 anos, no dia 9 de maio. Ele faleceu em sua casa, na Itália, devido a problemas cardíacos. Além de ser o fundador da grife Missoni e de ter criado um estilo caracterizado por malha colorida em ziguezague, ele disputou as Olimpíadas de 1948, no atletismo, e chegou a produzir parte do uniforme da seleção italiana.

 

  • 23. Reginaldo Rossi, cantor

(Wikimedia Commons)

Aos 69 anos, o cantor Reginaldo Rossi morreu no dia 20 de dezembro, em decorrência de um câncer de pulmão. Rossi era conhecido como o “Rei do Brega”, por suas composições musicais românticas e roupas extravagantes. O cantor iniciou a carreira em 64 e tinha como maiores sucessos as músicas “Garçom”, “A raposa e as uvas”, “Em plena lua de mel” e “Leviana”.

 

  • 24. Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr.

(Roberto Setton / Veja)

O vocalista da banda Charlie Brown Jr. foi encontrado morto na madrugada do dia 6 de março, em seu apartamento. Além de deixar a banda sem líder, ele deixou milhares de fãs, que lamentaram a perda do chamado “poeta das ruas”. Segundo laudo médico, ele faleceu por overdose de cocaína.

 

  • 25. Bebo Valdés, pianista e compositor

(Getty Images)

O pianista e compositor cubano Bebo Valdés morreu no dia 22 de março, aos 94 anos, e deixou um legado importante para a música. Seu talento fora do comum fez com que fosse considerado um dos “gigantes” da música de seu país. Ele compôs mambos e organizou sessões de jazz afro-cubano, ao longo de sua carreira. A causa de sua morte não foi revelada.

 

  • 26. Marku Ribas, músico

(Leonardo Marinho / Contigo)

Marku Ribas era um músico completo. Cantor, compositor e percussionista, ele misturava diversos estilos, como soul, samba, jazz, funk, batuque e ritmos africanos, para compor seus trabalhos. Entre os pontos altos de sua trajetória está a participação no álbum Dirty Work, dos Rolling Stones, em 1985. Ribas morreu aos 65 anos, no dia 6 de abril, devido a um câncer de pulmão.

 

  • 27. Richie Havens, cantor

(Getty Images)

A música folk americana deve bastante a Richie Havens, cantor morto no dia 22 de abril, aos 72 anos. Ele foi o artista que abriu o Festival de Woodstock, em 1969, quando improvisou a música “Motherless Child”, incluindo um verso que diz várias vezes a palavra “freedom”. O artista também se destacou quando tocou na cerimônia de posse do então presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, em 1993.

 

  • 28. Esther Williams, atriz e nadadora

(Getty Images)

No dia 6 de junho, a atriz e nadadora Esther Williams morreu enquanto dormia, aos 91 anos. Durante os anos 50, ela ganhou fama ao atuar em diversos musicais aquáticos, como “A Rainha do Mar”, “A Bela Ditadora” e “A Filha de Netuno”. A causa de sua morte foi atribuída à sua idade avançada.

 

  • 29. Frederick Sanger, bioquímico

(Getty Imagens)

Vencedor duas vezes do prêmio Nobel de Química, Frederick Sanger é considerado pela comunidade científica como o “pai da genômica”, por suas descobertas a respeito do sequênciamento de proteínas e ácidos nucleicos, trabalhos fundamentais para os estudos do Genoma Humano. Sanger morreu aos 95 anos, no dia 19 de novembro.

 

  • 30. David Frost, jornalista

(Getty Imagens)

O jornalista e escritor britânico David Frost ficou famoso por entrevistar o ex-presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, na época do escândalo político de Watergate. Em 2008, o filme “Frost/Nixon” retratou o embate entre o político e o jornalista. David Frost morreu aos 74 anos, no dia 31 de agosto.

 

  • 31. Massayuki Fujimoto, CEO da Paggo

(Reprodução)

Aos 46 anos, Massayuki Fujimoto morreu de infarto fulminante, no dia 6 de fevereiro, em São Paulo. Fujimoto era pioneiro no mercado de mobile banking no Brasil. Desde 2011, ocupava a presidência da Paggo, joint-venture de m-payment da Oi e da Cielo. Sua experiência em telecomunicações, bancos e redes permitiram que ele fizesse a ponte entre esses setores para parcerias fundamentais para o desenvolvimento de serviços de pagamentos móveis no Brasil.

 

  • 32. Douglas Engelbart, cientista da computação

(Wikimedia Commons)

Douglas C. Engelbart inventou o mouse para computadores. Além disso, junto com sua equipe desenvolveu o hipertexto, computadores em rede e os precursores de interfaces gráficas. Engelbart acreditava que a relação entre humanos e computadores era um meio efetivo para solucionar problemas do mundo atual. Ele morreu aos 88 anos, na Califórnia, vítima de insuficiência renal.

 

  • 33. Ruy Mesquita, diretor do jornal O Estado de São Paulo

(VEJA SÃO PAULO)

O jornalista e diretor do jornal O Estado de São Paulo Ruy Mesquita morreu no dia 21 de maio, devido a um câncer de base de língua. Ele tinha 88 anos e, desde 1996, era o comandante dos editoriais da publicação. Durante o governo militar, sofreu com a censura, pois, apesar de ter apoiado a tomada do poder, em 1964, tornou-se grande crítico do regime após sua implantação.

  • 34. Fauzi Arap, dramaturgo

(Wikimedia Commons)

Frauzi Arap foi um renomado dramaturgo e diretor de teatro brasileiro, que começou a carreira nos palcos como ator nos anos 50, e a partir dos anos 60, passou a trabalhar diretor. Símbolo da contracultura dos anos 1970, Arap montou e dirigiu peças como “Navalha na Carne” (1968), “O Assalto” (1969), “O Amor do Não” (1977), entre outros. Frauzi morreu aos 75 anos, em decorrência de um câncer na bexiga, no dia 6 de dezembro.

 

  • 35. Walmor Chagas, ator

(Wikimedia Commons)

O ator Walmor Chagas morreu no dia 18 de janeiro, aos 81 anos, após uma carreira de décadas no teatro, no cinema e na TV. Ao longo da vida, trabalhou na TV Tupi, na Rede Globo e na Record, tendo participado de novelas, como “A Outra”, “Selva de Pedra”, “O Pagador de Promessas” e “Caminhos do Coração”. No cinema, ele trabalhou em “Xica da Silva”, “Memórias Póstumas”, entre outros filmes. Ele passava por uma depressão e a causa de sua morte teria sido suicídio.

 

  • 36. Emílio Santiago, cantor

(MARCOS RIBOLLI)

Ícone da música popular brasileira, o cantor Emílio Santiago morreu no dia 20 de março, em decorrência de um acidente vascular cerebral isquêmico. Ele tinha 66 anos e desde a década de 70 construiu sua carreira de sucesso. O projeto “Aquarela Brasileira”, que começou em 1988, foi o principal responsável por levar seu nome para o conhecimento do público. A música “Saigon”, um de seus principais hits, foi lançada no segundo álbum da coleção, de sete volumes.

 

  • 37. Ronald Biggs, o ladrão do século

(AFP/Getty Images)

O britânico Ronald Biggs ficou conhecido por um dos roubos mais espetáculares do século 20, o assalto ao trem pagador Glasgow-Londres em 1963, em que ele e cúmplices levaram mais de 2,6 milhões de libras. Biggs foi preso em Londres, mas conseguiu fazer uma fuga inesperada e se instalou no Rio de Janeiro até 2001, quando, muito doente, decidiu voltar ao Reino Unido para viver seus últimos anos de vida. Em 2009, foi liberado da justiça por razões humanitárias e morreu no dia 18 de dezembro, aos 84, em um asilo em Londres.

  • 38. Richard Griffiths, ator

(Ian Gavan/ Getty Images)

Richard Griffths morreu aos 65 anos. Fez sua carreira na TV Inglesa e em Hollywood. O papel mais famoso do ator britânico foi o de Válter Dursley, tio de Harry Potter na franquia de filmes de mesmo nome. Griffths também atuou em filmes como “Piratas no Caribe”, “A Invenção de Hugo Cabret” e o “Guia do Mochileiro das Galáxias”.

 

  • 39. James McGill Buchanan Jr., economista

(Wikimedia Commons)

Vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 1986, James McGill Buchanan Jr foi autor de estudos de pensamento liberal, focando em teorias contratualistas e constitucionais, que influenciaram políticas do Banco Mundial nos anos 80. Buchanan morreu no dia 9 de janeiro, aos 93 anos.

 

  • 40. Matthew Warren

Matthew Warren, o filho mais novo de Warren e sua esposa Kay, morreu em 5 de abril, depois de uma longa batalha com doença mental, de acordo com a declaração da Igreja Comunidade Saddleback Valley em Lake Forest, Califórnia. A igreja pediu que “todos se unam a nós em oração pela família Warren inteira” no sábado. “Aos 27 anos de idade, Matthew era um jovem incrivelmente amável, gentil e compassivo cujo espírito doce era ânimo e consolo para muitos,” a Igreja Saddleback disse na declaração. “Infelizmente, ele também sofria de doença mental que provocava profunda depressão e pensamentos de suicídio.”