O que eu faria agora, se fosse o Estevan Hernandes.

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Estevan Hernandes

Creio que palpitar, nesse sentido, faz parte da proposta da Gruta. Além do mais, fui um dos picaretas que andaram com esse cara, há uns trinta anos. Lembro do Flávio (Jarrão), do Luís Augusto, do Celso e do José Augusto, todos conhecedores dessa figura impar. Ele superou a todos nós. Sem dúvida, era o mais capaz, aliás já demonstrava grande tendência para “os fins justificam os meios” que hora vemos.

Antes de mais nada, no lugar dele, eu trataria de compreender que “a casa caiu”, como dizem os marginais mais reles. Ou seja, o primeiro passo dos AA: ‘admito que sou um tremendo picareta.” A seguir trataria de fechar” , sem maiores delongas, a Igreja Renascer em Cristo. Como fui um dos profetas que profetizou essa igreja, com o cuidado de recomendar zelo em sua caminhada, creio ter autoridade para profetizar o fim da mesma. Tenho certeza que a Tia Arlete (outra profeta envolvida nessa profecia) concorda comigo nessa recomendação.

Caso alguns pastores queiram assumir suas igrejas, transformando-as em igrejas independentes ou dando outro fim que desejarem, a elas, estariam liberados, para tanto. Mas mandaria cancelar todos os contratos em nome da Renascer. Fim. The End!

Olhando para a situação como ela está, posso vislumbrar certa tendência divina em conceder, apesar dos pesares, alguma luz para o casal, em meio a essa turbulência, pela qual eles fizeram por merecer. Serão obrigados a permanecer nos Estados Unidos, por pelo menos dois anos. Tempo suficiente para limpar a barra no Brasil. Fechar, pagar o que for possível, inclusive com a liquidação de bens, pode ser um exercício muito saudável e prazeroso. Nos EUA, eu iniciaria uma empresa de investimentos e trataria de me desenvolver nesse ramo (e o cara conhece o ramo).

Tenho certeza que os abutres (não abudes) que andam por Boca Raton irão desaparecer no decorrer desse tempo. Ah! Mudaria radicalmente meu way of life. Nada de dezenas de carros, jóias em profusão, cavalos, Jet Skys, etc… Tudo isso seria vendido para saldar dívidas (pelo menos as imprescindíveis) e/ou investiria nos negócios da nova empresa norte americana.

Quanto a Deus, certamente Ele aprovaria meu novo estilo de vida, principalmente se eu me tornasse um extremoso dizimista, em alguma Igreja Reformada lá nas paragens gringas. Talvez, dependendo do sucesso nos investimentos, eu faria intercâmbio com jovens desejosos em estudar no belo Seminário de Miami, concedendo-lhes Bolsa de Estudos, integral. Deus amaria tudo isso.

Daqui a dois anos, a Igreja Renascer e essa (digo, do Estevan) minha passagem estarão devidamente sepultadas na vala do esquecimento, onda já estão Caio Fábio, Paulo da Lapa, Valtinho e tantos outros picaretas, eu inclusive (se bem que nunca apliquei esse golpe de igreja, meu negócio sempre foi a incompetência, mesmo). Além disso, muita água vai rolar por baixo da ponte. Se não existir uma Igreja Renascer para o pessoal exercer suas escaramuças, quem sabe, eles resolvam descobrir outras “maracutaias’ que rolam por aí, não só em igrejas, mas por todo o lado.

É o que eu faria, em linhas gerais, no lugar dele. Simples né? Então façam o Estevan e a Sônia lerem esse post, por favor. Em nome dos velhos tempos, lá nas paragens do Tio Cássio, outro picareta menor.

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Afinal, qual é o crime (ou pecado) dos Hernandes? 

lousign