A Gruta do Lou

O Profeta de Sarepta

Profeta

Hoje cedo, saí da cama antes das seis horas para falar com a Tia Arlete que está morando na Espanha, via Skype. Falamos sobre um projeto muito legal dela que, no devido tempo, divulgaremos por aqui. Ela é uma dessas pessoas raras, que leva a vida cristã a sério e como uma autêntica ministra do evangelho, é incapaz de andar por suas próprias crenças e sempre está buscando a direção divina, em todas as situações.

Um dos problemas, que pessoas como a Tia Arlete e eu precisamos resolver, diz respeito ao que o Hernan chamou de economia do mundo sob o domínio do diabo, no post anterior. Em minha modesta opinião, todos precisam de libertação nessa questão, mas continuam caminhando como ovelhas a caminho do matadouro. Não tenham dúvidas, quem não achar a tal porta estreita, estará frito.

A Bíblia insiste nesse assunto, de Gênesis a Apocalipse, mas todos nós temos nossas passagens preferidas e eu e o Agostinho gostamos muito dessa história em que aparecem no palco o profeta de Sarepta (Elias) e a pobre viúva, aliás, pelo que pude ver no Google, uma das passagens bíblicas mais citadas por lá. Tia Arlete é uma profeta, não daquelas que andam por aí às “profetadas”. Ela é a mulher de Deus, tem consciência total de seu papel e um grande cuidado para emitir qualquer juízo em nome do divino. Uma das maiores dificuldades para um profeta encarar é o seu papel de grande abençoador, com poderes ilimitados, na liberação de fundos especiais aos seus visitados, em alguns casos.

Em minha peregrinação, volta e meia sou levado por Deus, acredite se quiser, a visitar certas pessoas. Algumas eu visito há anos e outras visito esporadicamente. Na verdade, não acredito que o Profeta de Sarepta (Elias) só tenha visitado à aquela senhora uma única vez. Para mim, ele deve ter voltado lá inúmeras vezes, mas para o propósito bíblico, bastava a narração de um caso. O profeta precisa ter em mente quem será abençoado e quem é o portador das bênçãos, nessas ocasiões. Pior, ele deve saber como funciona o fluxo divino para casos de suprimento especial em situações de pobreza e miséria.

Não é muito fácil solicitar a uma pessoa naquela situação para ela o alimentar com o que lhe resta, antes de mostrar suas cartas. Há um segredo nesse ato-ministério que não estou autorizado a revelar-lhes. Isso será passado ao (s) meu discípulo (a), somente, pois um de nossos mandatos é não deixar esse mundo sem fazer um discípulo, ao menos. Tia Arlete sabe disso muito bem e já tem um deles, ou seja, esse que vos escreve, o pior de todos, além de muitos outros, alguns muito bons.

Mas, muitas vezes, atendemos pessoas abastadas, também. Nesses casos, nossa tarefa pode ser levar algum recado, consolar ou até dar um pito na vítima. Nem por isso, podemos descuidar de nossa missão e será preciso abrir o canal da bênção, antes de mais nada. Caso contrário, será tempo ou viagem perdida. Às vezes, somos enviados a lugares longínquos, desses que se faz necessário uma travessia transoceânica, ou alguém vem de muito longe para vê-lo. Duro é que as pessoas que possuem um bom saldo bancário tendem a classificá-lo na mesma pasta dos seus inúmeros pedintes impertinentes e, assim, têm enorme dificuldade de receber a mensagem profética. Mas, como bem ensinou o Mestre sobre esses caras, para Deus não há impossível.

A farinha na vasilha não se acabará e o azeite na botija não secará até o dia em que o Senhor fizer chover sobre a terra.” I Reis 17:14

Capricornio PB

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