A Gruta do Lou

Um Conselho da Gruta

O pensador

Quando o poeta inglês Willian Henley escreveu os proféticos versos

“Eu sou o Mestre do meu Destino, Eu sou o Capitão da minha

Alma”,

Deveria ter-nos informado que somos os mestres do nosso destino, os capitães da nossa alma, porque temos o poder de controlar nossos pensamentos.

Napoleon Hill

Há um provérbio que concorda com as palavras do Napoleon, ele diz:

“Sobretudo o que se deve guardar, guarda os teus pensamentos, pois deles dependem os caminhos da vida”.

Antes de tudo, cada um de nós precisará assumir o compromisso consigo mesmo de ser o responsável único por sua própria vida. Não é a mamãe, nem o papai, esposa, marido, namorada (o), professores, cãozinho, papagaio, calopsita, gato, canário e muito menos Deus.

Aliás, Deus foi muito claro com a raça a humana, em suas primeiras instruções, a respeito. Ele nos equipou cuidadosamente para que pudéssemos dar conta do recado, entre outras coisinhas, com a capacidade de pensar.

Ah, mas entre nós há os espertinhos (a quem tratarei de Joio, daqui para frente), logo imaginaram que se só eles pensassem poderiam escravizar o resto. Bastava, apenas, convencer os outros a não pensar. A turma dos Ps (Pais, pastores, padres, professores, políticos. Psicólogos e pilantras) costuma formar o grupo do Joio, mas há os jornalistas, os advogados, médicos, dentistas e todos os profissionais cujo sustento depende da boa fé (leia-se inocência útil não pensante) das suas vitimas. A estratégia sempre consiste em fazê-lo acreditar em algum tipo de dogma, lei ou principio para depois sugá-lo até a morte.

Entre outras práticas, o Joio prega contra os livros de Autoajuda, quase os únicos cap

azes de devolver-lhes à sua vocação básica, pensar para ser dono da própria vida. Eles farão ousadas asseverações contra gente como o Napoleon Hill, citado acima, o Normam Vincent Peale, Joseph Murphy, Lou Mello e todos os seus modernos seguidores.

Além desses livros, há outros bons, como os escritos dos senhores e senhoras da foto acima, claro. O Joio tem seus próprios livros cheios de leis e regras, devidamente preparadas para impedir-nos de pensar. O joio também detesta neopentecostais ou seitas que incentivam a profecia, as visões, sonhos e os dons do espírito em geral, pois essas coisas costumam denunciá-los em suas verdadeiras intenções.

Claro que eles trataram de infiltrar-se nesse meio para fazer contraespionagem, manipulação e sabotagem, as armas preferidas do Joio.

Em qualquer circunstancia, a única ferramenta que precisaremos para salvar a nossa alma e reassumir o nosso destino será a nossa capacidade de pensar. Não se deixe enganar por gente que só fala e nunca ouve e todos os meios de comunicação que não lhe dão chance de pensar e muito menos expor seus pensamentos. Eles temem gente que pensa.

Todas as regras têm exceções, inclusive essas. Por favor, pense nisso e seja o capitão de sua alma e o mestre do seu destino.

 

 

2 thoughts on “Um Conselho da Gruta

  1. O Brabo é joio… ele não deixa a gente comentar…
    Agora, sério: os neopentecostais tem enorme desconfiança do “pensar”; afirmam ser mais seguro seguir de olhos fechados o que diz o pastor, bispo, profeta, enfim, o líder da seita. E como fica?
    Também os autores de autoajuda derramam-se em sugestões para que sigamos o coração, o sentimento, a intuição, etc, em detrimento do raciocínio. E como fica?

  2. Rubinho
    Você é um pensador, não vale. Claro que nesses meios há um monte de panacas, mas tenho dó de tanto que batem neles, como se só eles fossem ruins. O Napoleon Hill fez um grande trabalho e há outros muito bons, creio, como também há bons pentecostais capazes de pensar e o fazem. Meu amigo Eude Martins é um deles. Não acho legal a satanização que a turma da ortodoxia faz com eles. Agora, quanto ao Brabo, tu o disseste. Hi, hi.

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