Meu perfil

Respondendo à questão “quem sou eu” do Orkut, escrevi:

Também sou conhecido por Luiz Henrique. De hábitos simples, lentos e avesso às bactérias e vírus, o que torna as aglomerações humanas insuportaveis (ônibus, metrô, shows, estádios, igrejas, etc.) Sou caseiro e adepto da família. Outra mulher só se houver mesmo outras vidas.
Sempre estive a favor da socialização dos meios de produção, mas incrédulo quanto aos senhores que se dizem guardiães do socialismo moderno. Não creio no capitalismo, na democracia e em suas eleições manipuladas. Sou a favor da anarquia (que não é a mesma coisa que bagunça) claro.
“Não interfiro e povo se reforma. Usufruo a paz e o povo torna-se honesto. Não uso a força e o povo torna-se rico. Não tenho ambições e o povo retorna à vida boa e simples.”
Apesar de Cristão convicto, vivo mais como um existencialista e estou mais próximo de Nietzsche, Camus e Borges do que de Paulo, Calvino e Armínio. Não suporto ver à miséria humana, não importa qual seja a modalidade, especialmente quando crianças estão envolvidas.

Não acredito em prisão, hospital e escola ou qualquer tipo de depósito humano. Muito menos em justiça humana, polícia e violência.

Se você não viveu o que está me dizendo, não está sendo ouvido, pelo menos por mim.
Não luto contra o vento. Ao contrário, se souber entendê-lo ele me levará ao meu destino.

Sou acusado, freqüentemente, de ser um crédulo, pois creio em todas as pessoas. Para mim, se uma pessoa não pode confiar na natureza e nas outras pessoas, não pode confiar em si mesma.

Enfim, essas tolices de um quase excêntrico cidadão desse mundo.

Ops: Desde ontem, está deflagrada a operação pica-fumo, até que o governo libere o nosso aumento comentarial.