De psiquiatra e louco, todo mundo tem um pouco.
Li um texto de uma psiquiatra sobre psicopatas. Depois de defini-los como gente muito ruim, que precisa ser domado com medicação tarja-preta (em psiquiatria quase tudo é tarja-preta), se não for necessário camisa de força e choque, ela completou dizendo: Todo mundo é um pouco psicopata, em certa medida.
Fechei a porta do quarto e fiquei lá dentro pensando quão psicopata sou. Fiquei mal um tempão, torcendo pra ninguém entrar ou me ligar, pois sabe-se lá o que um psicopata seria capaz de fazer, pois somos imprevisíveis. Tanto eu poderia matar quem entrasse como quem entrasse poderia me matar. Num é?
Foi assim até lembrar que esses caras falam e escrevem essas coisas pra arranjar (ou aumentar) sua carteira de clientes (ou vítimas). O Dr. Patch Adams revelou o fato de não haver nenhum medicamento específico para doenças e problemas psiquiátricos, só sossega-leão, calmantes, ansiolíticos e esse tipo de coisas. Então, pra que ir ao psiquiatra?
Também faço isso na tentativa de arrumar trabalho e melhorar minha renda. Pronto lá fui eu de novo pra psicopatia. Ainda bem que não sou psiquiatra, né?
Pera aí, psiquiatras também são psicopatas, afinal eles acham que todo mundo e psicopata, menos eles, claro.
Pronto, fiquei normal de novo ou seja, todo mundo tem defeito, menos eu, óbvio.