A Gruta do Lou

A crucificação poderia ter sido só uma exibição de ilusionismo?

Bom, tentarei expor minhas opiniões e impressões a respeito do momento que estamos vivendo e experimentando.

Antes de mais nada, quero avisar o pessoal das arquibancadas sobre minha total solidão em termos de fontes de informação. Não disponho de nenhum contato na mídia, no governo, seja no nosso ou muito menos em outros países.  As palavras e sentenças a seguir são de minha inteira responsabilidade e não há nelas nada, absolutamente nada, em termos de informação ou notícia, só conjecturas.

Vamos lá. Tenho sentido, por parte da mídia, mesmo da que se instalou via internet, um enorme esforço em nos fazer acreditar que o senhor Osama Bin Laden, principal suspeito de ser responsável pelo ataque que redundou na queda das torres gêmeas, ou os dois  dos edifícios conhecidos como World Trade Center, teria sido abatido em uma casa no Paquistão, por uma missão militar especial norte-americana. A insistência tem sido surpreendente, a tal ponto que parece haver algo errado nessa história, ou até, a possibilidade desse fato não ser verdadeiro e não ter acontecido como tem sido noticiado.

Muitas pessoas, e me incluo entre elas, acham muito interessante o fato de tal acontecimento ter se dado exatamente no momento em que o atual presidente dos Estados Unidos inicia sua caminhada rumo à re-eleição. Claro, poderia ser só uma feliz (infeliz para o pessoal da Al Caeda) coincidência capaz de aumentar mais de dez pontos na popularidade de Obama, quase xará do provável assassino assassinado. Vale lembrar o seguinte: é a segunda vez que o WTC, algo ou alguém ligado à sua demolição compulsória perde a vida e tal faz a popularidade de um presidente subir alguns pontos, ou muitos como aconteceu com o George W. Bush, o presidente na época em que as torres, entre as três maiores do planeta, vieram abaixo.

Sabe, todos nós, leigos em termos de estratégias eleitorais e anti-terrorismo, temos grande dificuldade em acreditar na possibilidade de alguém permitir a morte de milhares de seus patrícios para aumentar a sua popularidade entre eles próprios. Obviamente é loucura e inacreditável. Para mim, que aprendi a fazer vários truques de mágica na minha adolescência, cujo principio era: as pessoas acreditam naquilo que vêem, essa idéia não seria uma surpresa total. Muitos sabem que a mágica deu a luz a outra atividade: o ilusionismo. Lá pela década de setenta, o mundo conheceu um cara chamado Uri Geller, para mim o primeiro a levantar a bola do ilusionismo para o grande publico, embora ele tenha procurado tirar algum proveito de suas habilidades dizendo-se paranormal e tal tenha sido amplamente desmentido por seus contrários.

Qual é o meu propósito em lembrar dessas bobagens? Simples, a prática do ilusionismo cresceu muito, mas não tanto entre os ilusionistas circenses, que se ativeram a realizar seus shows para pequenas plateias. Recentemente, uma certa escola de samba do Rio de Janeiro resolveu utilizar e produzir truques de ilusionismo em seus desfiles, conseguindo grande impacto junto ao público das arquibancadas, da TV e pontos com isso. Suspeito sempre de grandes acontecimentos, principalmente os mais pirotécnicos. Se não me engano, a prática do ilusionismo cresceu muito entre os políticos e todos os que precisam direcionar grandes porções da população para obter os resultados por eles esperado. Lula costuma citar o princípio do ilusionismo da seguinte forma: “uma mentira dita muitas vezes, acaba se transformando em verdade”.

Nessa tarefa, o apoio da mídia é fundamental. Geralmente, essas coisas se faz com vídeo, fotos e muito texto. Até eu já me fiz passar por alguém muito mais importante do que sou, produzindo dois ou três vídeos, utilizando a mesma técnica de produção de vídeos do Bin Laden, embora os meus tivessem fins absolutamente religiosos e pacíficos.

Claro que com a TV, a Internet, computadores, softwares e tudo que produz imagens, ficou muito mais fácil criar ilusões. Mas elas não são novas. Os nazistas lançaram mão desses expedientes nas duas grandes guerras. Engana-se quem pensa que o maior investimento de Hitler tenha sido destinado às armas. Dizem que Goebels, o diretor de comunicações do Furher, teria embolsado a maior parte da grana, dentre todos os participantes. nazistas. Alias, ele teria recebido muita ajuda de pessoas ligadas aos estúdios cinematográficos de Holliwood, segundo dizem por aí.

Corre pela Internet, há tempos, um vídeo cujo objetivo é demonstrar como o desembarque do homem na Lua teria sido produzido em um dos estúdios próximo a Beverly Hills. O próprio Hitler teria produzido uma cena para iludir o povo de que se suicidara ao lado de sua amante e, também o assassinato do ex-presidente John Kennedy seria uma obra de ilusionismo. Outras mortes  ou cenas celebres foram postas em dúvida e atiradas à conta da ilusão facciosa, como as mortes de Elvis Presley, John Lennon e Airton Senna. Sabe-se lá.

Agora, mais alucinante são os caras capazes de jurar com as duas mãos sobre a Bíblia que a crucificação não passou de um desses atos de ilusionismo, mesmo porque, isso potencializaria ao máximo o poder da ilusão, sem falar no da  Igreja Cristã. Para mim, preferiria que nada disso  fosse verdade, no caso de terem sido farsas ilusionistas. Prefiro não acreditar nessas bobagens  e manter minha crença absoluta em pessoas de ilibada moral e verdade como Poncio Pilatos, os sacerdotes de Israel nos tempos de Jesus, os Papas, Hitler, Goebels, a CIA, Jorge W. Bush, Osama, Obama, Bernie Ecclestone, João Havelange, Josef Blatter, Ricardo Teixeira, Andres Sanches, Rede Globo, etc., gente incapaz de iludir a boa fé do povo.

Só para ilustrar o poder do ilusionismo, fique com um conhecido vídeo que ilustra bem o tema:

2 thoughts on “A crucificação poderia ter sido só uma exibição de ilusionismo?

  1. O problema do ilusionismo – atividade artística que eu admiro muito – é que, exercida em outras áreas da vida humana, apaga totalmente a nossa capacidade de diferenciar realidade da ilusão. De tal modo que vivemos a ilusão como se fosse verdade, e encaramos a verdade como se fosse ilusão…

  2. Rubinho

    Ultimamente têm pipocado alguns filmes sobre Ilusionismo muito bons. Não sei se você viu A Senha, é bem interessante, tirando algumas cenas de violência desnecessárias.
    Mas é isso mesmo, fica difícil encontrar as verdades, nas quais deveríamos acreditar. A tendência é acreditar no que vemos.

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