A Primeira Missão

Não faço parte em nenhuma igreja, atualmente, mas mantenho meu galardão do Senhor. Sou pastor-missionário de blog.

Fui Ungido pelo pastor Cássio Colombo, na 1ª Igreja Cristo Salva. no ano 1979, quando saí em minha primeira viagem missionária, em lugares onde as igrejas estavam sendo destruídas, pastores estavam presos e no final os mataram (forca, a tiros, etc), com pouquíssimos escapando disso.

Infelizmente, os pastores se exaltaram, alguns resolveram entrar na guerra ou desistiram dos trabalhos pastorais, simplesmente. Atualmente, me parece os pastores seguindo o mesmo caminho acontecido nas grandes guerras.

Pastores e igrejas precisavam ser enterradas do caminho cristão (ou judeus, etc.) Cristãos de igrejas estão em maioria confinadas em suas casas com medo da pandemia atual e pouco saem. Portanto, também faço parte dos incapazes de lançar a bandeira cristã no alto da montanha. Fico aqui em casa fazendo de conta, por conta da pandemia, sem trabalho, já solicitado a devolver o apartamento para o proprietário sem saber para onde.

De repente, nossa família talvez acabe em dilacerar em algum lugar. Afinal, já podem estar me chamando de louco. Que Deus olhe por nós e nos mostre algo para nos salvar e colocar as nossas vidas no lugar cristão, fazendo o trabalho em favor de Deus, Jesus e o Espírito Santo.

Orem por mim, minha família e os poucos amigos existentes ainda nas lutas.

Se quiserem ou puderem nos ajudar, agradeço muito (Banco Itaú Age. 7917 e Cta. 15338-4. Deus os abençoe em dobro.

God Bless you!

Saída para Missão na Europa em 1979 por dois meses, em meio a países onde havia comunismo, o maior inimigo de Deus. Estive em vários, tal como a Albânia, sendo a mais viril naqueles dias.

…quem sempre amaremos, mas não estão mais entre nós

Te envio a nossa promessa de você existir, nas prateleiras das nossas estantes e das nossas almas, na voz que cala e fala, nas histórias que passeiam em nossos corações, no aceno de mão que se perdeu no entardecer, nos sonhos que viraram brisa, no amor  abraçado pelo mundo.

Era dezembro, mês quando paira uma nostalgia estranha junto com uma vontade louca em prometer paz para o ano a se aproximar, era pra ser mais um dezembro com todas aquelas promessas aguardando nascimento ou ternura. Tinha uma roupa nova no armário, a etiqueta confirmava o desejo de inaugurar o novo, aguardava um retorno mas não aconteceu. Na despedida conhecemos o descontrole, a dor, o vazio e a saudade.

Tinha um desejo imenso de congelar a vida, o relógio e as horas, era pra ser um vestibular, depois um passeio e, depois, o uso da roupa nova. Descobrimos o tempo passando tonto, como se tudo ao nosso redor sofresse de uma tristeza dirigindo mal nossas pernas e as portas do mundo se estreitassem. O tempo passando virou silêncio misturado com barulho, a gente não aguentava nem um e nem outro, não havia estação desse jeito onde não havia jeito, cama desajeitada não trazia sono, comida e não trazia fome.

Tinha uma roupa no armário te esperando e a única certeza no meio disso tudo era que jamais eu poderia medir a dor da sua mãe, ela andava de um lado pro outro, brigava com a cama, falava com Deus e chorava e, no meio disso tudo, te chamava, desacreditando do vazio por acontecer nos dias por chegar. A dor intensa acontece assim, a gente acorda e pensa o acontecido e não aconteceu.

Meu amor, os dias seguindo me pediam pra achar aprendendo nisso tudo… aprendi com sua mãe sobre esse amor imenso, atravessando o céu e a lua, chegando na brisa, no passarinho cantando no final de tarde, no latido distante de um cachorro ou, simplesmente, no silêncio de amanhecer e anoitecer com um filho não presente, criando jeitos dele continuar por aqui. Sua mãe me contou da saudade virando uma oração e um lugar de encontro cotidiano, do direito de lembrar e falar de você, sim, ter uma relação boa com a dor e a saudade somente pode acontecer quando o amor continua na memória.

Te envio a nossa promessa de você existir, nas prateleiras das nossas estantes e das nossas almas, na voz que cala e fala, nas histórias que passeiam em nossos corações, no aceno de mão perdido no entardecer, nos sonhos virando brisa, no amor a abraçar o mundo.

Tinha uma roupa nova no armário, ela foi trocada, um jeito de dizer só sua e não caberia essa inauguração em nenhum outro lugar.

(Com amor, para Anne, tenha paz onde estiver, para sua mãe, e agora seguindo amando, amando e amando, com a nossa promessa de sentir saudades, para ela ficar sempre por aqui…)

Autora

Teresa Gouvea

http://lacoselutos.com.br/index.php

Psicóloga Clínica Especialista em Família pela PUC SP, especialista em Luto pelo 4 Estações Instituto de Psicologia SP.

 https://www.instagram.com/lacos_lutos/” title=”Instagram”> 

Palavras do Lou 

Quem me conhece, também sabe papai e mamãe já se foram, mas a grande dor foi perder nosso filho Thomas em 20 de abril de 2013 e vejo ele toda hora por aqui, além de fotos de histórias. Ele era muito conhecido pelo pessoal da  Comunidade do Chaves Chespirito .

Um amigo meu sempre me lembra o fato do Thomas estar trabalhando em nosso favor. Portanto, me sinto parte de todos os pais, irmãos, primos, tios, amigos, etc. pertencentes a essa classe, cuja relação tornou-se espiritual. 

Assim seja. 

 

 

chance para você me deixar um pouquinho mais confuso, digo, mais cheio de conhecimento. Oooo.

Prezados irmãos e irmãs em Cristo

Como diria um velho pastor missionário, gente como nós tem o dever de dividir com os irmãos as nossas dificuldades e também as nossas facilidades.

Serei direto, agora a pouco, entrou em minha caixa de E-mails a resposta de uma solicitação de bolsa junto ao EdX que administra os cursos online ministrados por um seleto grupo de universidades do grupo especial.

Há poucos dias recebi o certificado do Curso Faith and Finance (Boston University’s School of Theology) por ter solicitado a bolsa logo no começo e recebido uma doação específica no valor de R$ 40,00 que cobriu os dez por cento, pois a bolsa era de 90%, o valor máximo para essas bolsas.

Entre julho e dezembro fiz o Curso Christianity Through Its Scriptures, (Harvard Divinity School) mas me mantive no grupo dos participantes sem direito a certificado, achando que não poderia conseguir mais uma bolsa e, claro, conseguir o certificado, fora o direito eterno de consultar arquivos, utilizar os vídeos, etc.

Mas o pessoal da EdX tratou de me informar que poderia solicitar uma bolsa. Fiz o pedido e hoje chegou o a resposta positiva, basta inserir o código enviado e pagar os dez por cento R$ 40,00. Problema é, não disponho do valor e não tenho tempo suficiente para pagar.

Então, lembrei do velho missionário, e estou dividindo essa facilidade com quem sentir em seu coração em participar. Não precisa cobrir o valor, qualquer ajuda receberá alguma coisa lá pelo céu do qual não tenho nenhuma informação. Quando chegarem lá, vocês saberão. Quando tiver os R$ 40, 00 aviso.

Solicito que essa doação seja transferida de sua conta bancária assim:

Caixa Econômica Federal

Conta Poupança (13) 21022-7 Agência 1003

Luiz H. Mello

CPF 810584118-53

Agradeço imensamente a quem puder associar comigo nesse caso, meio tolo mas será de grande ajuda a muitas pessoas que serão afastados do pecado, no mínimo.

É isso, se não entender, fique tranquilo. Agradeço igual

Ops: No dia seguinte recebi uma doação e fiz o pagamento ao EdX. Essa experiência chama-se solidariedade, desde quando Jesus solicitou a dois de seus discípulos a pescar e no primeiro peixe pescado haveria o dinheiro exato para eles pagarem o imposto de Cesar e também o dele.  

 

 

 


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..um presunçoso. Portanto, não caia em minhas conversas.

Quem você pensa ser?

Há lugares (como cinema, teatro, novela) com protagonistas, coadjuvantes e os figurantes.

Assim é a vida, também. Falo por mim, estou absolutamente convencido do meu papel nesta vida, ou seja, sou apenas um figurante.

Cem por cento dos meus problemas estão ligados às tentativas em tentar ser um coadjuvante ou até um protagonista. É quando o cara perde a mulher, filhos, casa, carro, Totó, papagaio e, claro, o emprego ou pior, a empresa da família. Bom para os psicólogos, né?

O amigo da foto é o Luiz Omar, desde os tempos do Clube Indiano até os dias atuais, mas não o conheci. Ao lado, o Lou, não parece eu sei. Naquele tempo, ele ainda comia três refeições por dia e se achava algo mais além de um figurante, também. Figurantes vivem de sanduíche de mortadela e uma vez por dia.

Larguei mão do Lou, atualmente é só um reles monte de nada, pensando em virar um Uber. Vai morrer igual ao James Franciscus no melhor papel dele, aquele em que ele morre assassinado dentro do taxi dele, por um ladrão assassino. Na vida real, morreu de Enfisema, em 1991. Dá no mesmo.

Gente de classe morre nos Estados Unidos ao tentar trocar o filtro do ar condicionado.

Palavras do Khalil desde Jerusalém, ditas quando éramos amigos. Não nos falamos mais, depois de 2013.

 

Por

 Hellen Reis Mourão –

 19 mar 2019

Muitos se perguntam qual seria a ligação de Jung com a astrologia. A verdade é que existe uma intensa ligação.

Muitos se perguntam qual seria a ligação de Jung com a astrologia. A verdade é que existe uma intensa ligação.

Para desenvolver o conceito de sincronicidade, Jung se debruçou no estudo do I Ching, mas conforme relata precisou da astrologia, pois esta oferecia uma forma de avaliação mais exata (Jung, 2012).

Seu interesse era tão intenso, a ponto de sua segunda filha, Gret Baumann-Jung, tornar-se a mais famosa astróloga de Zurique e professora de astrologia. No artigo escrito por ela, intitulado O Horóscopo de Jung, publicado pela revista Planeta número 35-A (dedicada ao Centenário do Nascimento de Jung) – Editora Três, São Paulo, 1975:

“Novamente vemos como ele foi fiel ao seu horóscopo. Pouco antes de sua morte, falávamos sobre horóscopos e meu pai notou: O engraçado é que essa coisa danada funciona até mesmo depois da morte. E de fato, logo após sua morte o MC em progressão fez um trígono exato com Júpiter nativo. Num momento como esse pode-se ficar famoso. Seu livro Memórias, Sonhos, Reflexões, então recém-publicado, tornou-se um best-seller.”

Em muitas cartas Jung confessa seu interesse pela Astrologia, como se pode observar em uma carta enviada a Freud em maio de 1911:

“No momento incursiono pela Astrologia, que se revela indispensável para a perfeita compreensão da mitologia. Há coisas realmente maravilhosas e estranhas nesses domínios obscuros. As plagas são infinitas, mas não se preocupe, por favor, com minhas erráticas explorações. Hei de, em meu regresso, trazer um rico despojo para o conhecimento da alma humana. Por longo tempo ainda tenho de me intoxicar de perfumes mágicos a fim de perscrutar os segredos que se ocultam nas profundezas do inconsciente.”

A linguagem é toda simbólica e mitológica, o que foi um prato cheio para Jung compreender ainda mais sobre as camadas subjetivas da psique inconsciente tanto individual quanto coletiva.


Em 12 de Junho de 1911 Jung escreve:

“Prezado Professor Freud, minhas noites são, em grande parte, tomadas pela Astrologia. Faço cálculos, com horóscopos a fim de encontrar pistas que me conduzam ao âmago da verdade psicológica. Há coisas notáveis que certamente não lhe parecerão dignas de crédito. O cálculo da posição dos astros, no caso de uma senhora, indicou um quadro caracterológico perfeitamente definido, com numerosos detalhes biográficos que, todavia, não se aplicavam a ela, mas à mãe dela, a quem as características assetavam como uma luva. E a senhora em questão, sofre de um extraordinário complexo de mãe. Atrevo-me a dizer que a Astrologia se poderá ainda descobrir um dia uma boa parcela de conhecimento que foi intuitivamente projetada nos céus. Há indícios, por exemplo, de que os signos do zodíaco são imagens caracterológicas ou, em outras palavras, símbolos libidinais que representam as qualidades da libido num determinado momento. Cordialmente, JUNG”

Para Jung, era muito clara a ligação do mapa natal com a personalidade. Ele observou que a astrologia consistia de imagens míticas poderosas e a de que forma essas imagens se relacionavam e afetavam a psique do individuo.

Para o Astrólogo André Barbault, Jung escreve:

“Existem muitos exemplos de notáveis analogias entre constelações astrológicas e eventos psicológicos ou entre o horóscopo e a disposição geral do caráter. É até mesmo possível prever até certo ponto, o efeito físico de um trânsito astrológico. Podemos esperar, com considerável certeza, que uma determinada situação psicológica bem definida seja acompanhada por uma configuração astrológica análoga. A astrologia consiste de configurações simbólicas do inconsciente coletivo, que é o assunto principal da psicologia; os planetas são deuses, símbolos dos poderes do inconsciente”

Existem correspondências, inclusive, apontando a forma como a utilizava o mapa natal em análise, especialmente com clientes com as quais tinha um entendimento difícil do processo.

Em uma carta para o Professor B V. Raman, de setembro de 1947, ele diz:

“Como sou psicólogo, estou principalmente interessado na luz particular que o horóscopo derrama sobre certas complicações existentes no caráter. Nos casos de diagnóstico psicológico difícil, eu normalmente providencio um horóscopo para poder ter um ponto de vista partindo de ângulo inteiramente diferente. E digo que muitas vezes descobri que os dados astrológicos elucidam certos pontos que eu de outro modo não teria sido capaz de entender.”

A astrologia, com suas imagens míticas, permite a personificação dos arquétipos na forma do mapa natal individual.

Conforme Von Franz (1995):

“As constelações astrológicas representam o inconsciente coletivo: são imagens dos arquétipos projetadas no céu. O horóscopo natal revela uma combinação individual e específica de elementos arquetípicos – isto é, coletivos – semelhante ao caráter coletivo de fatores biológicos hereditários; mas, no indivíduo, esses traços aparecem numa combinação individual. A combinação dos astros no horóscopo indica, em boa medida, as características do indivíduo e seu destino psíquico.”


Mais do que uma projeção de aspectos do inconsciente coletivo, o mapa natal seria a encarnação de forças arquetípicas na vida humana.

Todas as nossas experiências psíquicas, tanto subjetivas quanto objetivas, são arquetípicas. São personalizações dos arquétipos.

As 12 casas astrológicas, no mapa astral, representam as áreas da vida humana, comum a todos os seres humanos. Em cada setor de nossa vida temos nossa forma pessoal de manifestação, pois cada casa possui uma energia, ou seja, um signo. E algumas são povoadas com planetas.

Os signos estão representados por constelações zodiacais associadas a uma imagem mitológica, assim como os planetas.

Ou seja, cada área da nossa vida contém uma imagem arquetípica, sinalizando um esforço do arquétipo para alcançar a encarnação pessoal por meio da vida humana.

Conhecer nosso mapa natal é uma forma do ego se conscientizar a respeito das energias arquetípicas que estão se manifestando em cada setor da vida. Dessa forma o ego pode colaborar ativamente para a manifestação e a realização dos arquétipos em sua encarnação pessoal.

Essa consciência traz sentido à vida, pois se trata da manifestação da nossa personalidade mais profunda que o ego.

Jung cita que a alma como Anima Mundi, a Alma do mundo, é um elemento redondo, que gira. O mapa em forma de mandala, redondo representa a roda do universo que gira ao redor de um eixo.

A forma mandalica do mapa, simbolicamente representa a totalidade da vida humana.

A Cruz contida em seu interior, representa a ligação do macrocosmo com o microcosmo (linha vertical) e a linha horizontal, a matéria e o espírito. A cruz une céu e terra. Ela é o grande mediador entre o ego e o Self.

Para finalizar, a Astrologia fez parte do interesse de Carl Jung e foi de grande importância na compreensão de aspectos psicológicos na clínica. Portanto, trata-se de uma ferramenta de análise profunda, se utilizada seriamente.

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Referências bibliográficas:

FREUD, S. A correspondência completa de Sigmund Freud e Carl G. JUNG – William McGuire (organização) – Rio de Janeiro; Imago, 1993JUNG, C.G – Letters Volume I 1906- 1950. Volume II 1951 – 1961 USA; Princeton University – 1973.

JUNG, C.G. – Aion. Petrópolis, Vozes, 2012.

JUNG, C.G. – Sincronicidade; Petrópolis. Vozes, 2012.

VON FRANZ, M. L. Os sonhos e a morte – uma interpretação junguiana. São Paulo. Cultrix, 1995.

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Saí da igreja (minha foto está aí acima) e agora prometo seguir a Jesus Cristo, incondicionalmente, afinal a Ele devo a graça, pelo qual tomou sobre si todos os meus pecados e de todos também.

Faz sentido isso para você? Para mim não fazia, tampouco. Mas está na moda e com isso não se brinca. Desde a adolescência faço o possível e o impossível para ser estereotipado. Você não sabe quanto isso me custa. Ganhei minha primeira calça Lee, norte americana legítima, aos quinze anos.

Em termos, na verdade, consegui o dinheiro imprimindo milhares de faixas na oficina de meu pai. Quando completei o total necessário, viajei até a Rua Augusta para comprar a danada. Precisava ser legítima e não dei chances para sair errado. Depois disso foi uma sequência interminável de objetos necessários para me garantir minimamente dentro. Dentro do Status Quo e fora da ralé.

No caso da militância evangélica pode ser mais complicado, embora os princípios da moda estejam presentes e latentes. Não está mais na moda ser evangélico, pastor e essas coisas ultrapassadas.

Então preciso sair, sem sair. Mudar os nomes, vestir outras roupas, adotar nomes e apelidos, falar mais solto, voltar a beber, pelo menos cerveja e vinho, fumar, começando pelos charutos cubanos. Só não dá para mudar a fonte dos meus desejos supridos. Ah, isso não, nem pensar.

Fui um dos a largarem na frente. Sem declarações bombásticas via blog ou púlpito, deixei a Igreja. Mas não deixei assim, radicalmente. Continuei amigo de vários pastores, alguns estudiosos na teologia comigo, outros me ajudando a segurar a barra quando é preciso, até hoje, cheguei até a cuidar de uma congregação por alguns meses, em Tatuí, para ajudar o Pr. Eliseu, um desses evangélicos incômodos.

Incomodo para os outros, mas muito propício para nós. Muitos dos meus amigos são bons cristãos de igreja, igualmente e temos intensa comunhão, inclusive espiritual. Alguns pastores, poucos é verdade, ainda cultivam o hábito de se aconselharem comigo, não apenas sobre marketing ético e bíblico, mas sobre tudo a tocar um ministério. Mas isso não me colocou de volta como membro ou participante da igreja.

Também deixei de me considerar evangélico, embora faça de tudo para continuar propagando o evangelho e a Gruta é um bom subterfúgio nesse sentido. Não me incomodo se alguém me vê como evangélico, tampouco sinto vergonha.

Sinto meu coração apertar quando vejo pessoas metidas nessa nossa política suja usando o pseudônimo de pastor, missionário e essas designações. Fariam um grande bem se mantivessem suas crenças, se as têm, bem camufladas. Melhor ainda, se deixassem essa vida pregressa.

Por outro lado, meu coração também se aperta quando ouço injustiças, calunias e difamações contra os evangélicos em geral, como se fôssemos uma espécie suja e inóspita.

Certa vez, quando voltava da missão à Albânia, depois de passar um tempo confinado em uma missão evangélica em algum lugar menos cult da França, passei um tempinho na casa do pastor Peter Brosfield, na Holanda, antes de pegar o avião com a missão de me trazer de volta à amada São Paulo.

Quando cheguei lá, ele não estava e fui recebido pela mãe dele. Ela não me conhecia anteriormente. Junto comigo estava um amigo, descendente de poloneses. Conversamos, enquanto tomávamos chá e a pobre senhora não tirava os olhos de mim, a ponto de me constranger. Ela concluiu, eu não falava inglês, pois não disse nenhuma palavra desde quando cheguei ali.

O inglês dela não era nada bom, também e preferi não forçar. Na hora quando ela não aguentou mais de curiosidade, conseguiu perguntar ao meu amigo se eu era crente. Bom, a razão é meio obvia, deve-se a essa minha cara metade muçulmana e metade judaica. Quando estou mais queimado do sol, mais africano, quando estou clarinho, mais israelita.

De qualquer forma, em nenhum momento me considerou cristão, ao mesmo tempo recebeu meu amigo como cristão, sem a necessidade de qualquer credencial. Afinal ele era bem branquinho, louro, cabelo liso e feio pra danar. Além do mais, se eu fosse um bom muçulmano, certamente o filho dela, um cristão excelente, teria me recebido da mesma forma.

Convivo muito bem com igrejeiros ou sem igreja, cristãos ou não. Um de meus melhores amigos é judeu, embora tenha passado por uma conversão ao cristianismo católico, numa direção meio Simone Weil. Ele também nasceu na França e é um intelectual um tanto anárquico, com a diferença adorando bons restaurantes. Entretanto sinto ter dado exemplo a algo não muito louvável. Acredito, a Igreja deveria ser forte.

Tenho minhas reservas filosóficas contrárias às hierarquias e organizações empresariais. Detesto tiranias e tiranos e sempre tive enorme dificuldade em me manter em algum lugar onde houvesse chefes e índios, lideres e liderados, pastores e ovelhas, governantes e governados, seja lá qual for o nome que deem à prática autoritária.

Quando tinha minha empresa com um punhado de funcionários, minha mãe morava por perto, nos visitava com segundas intenções e vivia me dizendo para não tratar o pessoal como iguais. Ela não se conformava eu ser apenas o Luiz ou o Lou para eles.

Só não sou hipócrita a ponto de almejar cargos e depois sair por aí gravando vídeos com declarações contrárias ao autoritarismo. Sai pra lá meu.

Creio, esses meus amigos talvez tenham mirado em mim, ou em alguém como fez, talvez eu, saindo covardemente pela tangente, deveriam repensar. O séquito cristão precisa de gente comprometida até a morte, como ele fez e deu a receita. Se puder ser com menos hierarquia e organismos empresariais, tanto melhor. Mas se não der, paciência.

Só não arrisquem a missão, ou seja, não esqueça o fato de Jesus nos tenha dado a Graça a todos nós, com ou sem igreja. 

A rota do Coronavirus (covid19)

O caminho do crime

Agora vem o filhinho chorão, filho de uma chilena nascido no Chile ele e a irmã (gêmea), engrossando a turma dos “fake News”, no caso gritar toda hora diante de um microfone da Globo e outras, dizendo: “O ministro da saúde não é médico!”
Sei não, mas dizem ter uns diplomas, não de médico e daí. Qual médico sem um curso de administração ou gestão, seria mais interessante e nem precisa de diploma de médico.
O Ministério da Saúde foi um dos ministérios com menos ministros médicos. Um recente ministro da saúde (José Serra – PSDB) com apenas um início de curso de economia no Chile, talvez também no USA, mas nada de diploma.
O cara tratou de organizar os remédios genéricos para baixar o preço desses trens e talvez tenha feito algo positivo, embora os ricos continuem comprando os mesmos remédios dos melhores laboratórios particulares.
O Ministro da Saúde atual (General do Exército) com muito conhecimento em organizar situações complexas, diferente do Luiz H. Mandetta, incapaz de organizar a bagunça quando chegou o Coronavirus.
Agora estão com dificuldades na questão das vacinas. A mim parece não ter dinheiro necessário, ainda mais sem o Trump, muito amigo de parte de brasileiros. Então talvez aguardam receber dinheiro de toneladas de comida (mais frequente) entregues no estrangeiro.
Podemos aproveitar mais um detalhe, uma TV brasileira insiste em obrigar todo mundo esperar os laboratórios de todo o planeta criar e entregar as tais vacinas. Geralmente, vacinas boas são feitas em cinco anos.
Enquanto isso estamos vendo a quantidade de milhões de pessoas já está enterradas. Por que não fizeram algo ainda o possível para melhorar as coisas, principalmente, a diminuição da mortandade.
Nessa o presidente Bolsolnaro tentou ajudar, mas ele não é médico, então escalou um general de exército para a saúde, após a frustração de dois médicos incapazes de administrar esse ministério complexo. Obviamente, há médicos lá, para as questões médicas, imagino. De repente alguém cai, sempre será interessante um ou dois médicos por lá. Agora, Biomédico especializado na área de Imunologia é quem está desenvolvendo vacinas, portanto, o ministério precisa de alguns desses para ajudar a conversa com os iguais nos laboratórios, no caso, dos institutos para tanto.
A maioria dos brasileiros está esperando as vacinas, graças a orientação da OMS para essa TV Global onde Deus é a Ciência, Péssimo! Tomara o deus da ciência consiga seu intento. Mas estou completamente cético quanto a isso,
Jesus foi muito mais, sem nada disso existente agora, bastou dar a vida dele por todos nós e boa. Naquele dia, todos ficaram sãos.
LHM
Cristina Williams, Arlete Batista Ferreira e outras 3 pessoas
2 comentários

Olha só, há algo estranho no planeta Terra, me parece. A maioria dos desconfiados, devem imaginar algum tipo de fenômeno com consequências muito graves.
Mas há outro grupo preocupado, formado de pessoas com raiz no cristianismo onde se fala muito no “Arrebatamento” quando os fiéis a Jesus Cristo serão retirados da Terra para um outro lugar.
Outros tantos não creem no arrebatamento, mesmo sendo cristãos.
Pessoalmente, posso dizer: ainda há muito a ser feito antes do arrebatamento, no caso, pois é como penso.
Os que não acreditam em nada disso podem estar trabalhando para mudar a organização da Terra, segundo eles, criar uma coisa denominada “globalismo”, parece muito com um comunismo, ditador, etc.
Há muitos acreditando na atual pandemia seria um tipo de agressão ao povo da Terra e  não estaria engajado nessa tentativa. Interessante as pessoas tipo vítimas estão morrendo ou passando maus bocados.
À frente trarei mais informação, se tiver. Mantenham a calma, converse com Deus se crerem nele,
Beijos e abraços a todos.

🙏🙏🙏🙏🙏

Lou H. Mello

 

LHM

D. Benedicta Santos

Às vezes, vivo como se fosse uma pessoa desconhecida além de poucos, além da família. Não sou esperto, empurro com a barriga e esses ditados negativos me enganam quase sempre. Então, quando chega a verdade, já era. Aí só remédio e sabe-se lá se dará certo.

Paguei um monte de “recolhimento de imposto” ao INSS (atualmente). Claro, na hora de pegar minha aposentadoria aos sessenta e cinco anos cheguei a chorar, sem deixar ninguém ver. Mas o funcionário, mais velho em relação a mim, conseguiu algo para não sair de mãos abanando, o tal do BPC, muito citado atualmente. Trata-se se uma esmola no valor de um salário mínimo (o Brasil tem um dos piores salários mínimos dentre os mais de 20 países da América do Sul e Central. Citar os menores valores para aposentados na América do Norte dá vontade de chorar muito mais forte.

Depois de minha chegada ao BPC parece ser proibido trabalhar, caso contrário, perde o BPC. Entretanto, nem precisaria esse regulamento, pois se for BPC ninguém irá lhe dar mais nada, além desse salário mínimo.

Não sei se você já se perguntou como vivi um, como dizemos= “idoso”. Nossa aposta são os idosos presos digo em lugares, geralmente chamados de “A Casa do Vovô” ou algo semelhante. Poucos anos atrás, ali por 2015, minha mãe estava muito ruim, aos 88 anos esquecia quase 100 % e não conseguia mais controla-la. Nesses casos, é dificílimo saber quando você é obrigado a entregar a bandeira branca de paz.

Uma moça conhecida em uma das escolas de teologia onde lecionei, e ela entrou no meu facebook e me deu um dos melhores presentes da minha vida, então levei minha mãe para uma casa mantida por igreja presbiteriana, no interior. O pastor diretor me ofereceu gratuitamente.

Duas semanas após da chegada de minha mãe já havia sido chamado lá por três vezes, primeiro um tombo, depois levar ao hospital para consertar o ombro dela e comprar uma tipoia; por fim (naqueles primeiros 15 dias) a esposa do pastor junto com a enfermeira chefe nos achacou sem vergonha.

Levar para casa não dava mais, então sugeri um, adivinha, um salário mínimo e bati o pé. Com as finanças ruins nessas casas (como faz falta um excelente, digo, o único e melhor profissional na área do desenvolvimento para organizações sem fins lucrativos) apostei nos meus três azes e ganhei.

Pera aí, ganhei a questão do pagamento para deixa-la mas arrumei muitos inimigos, inclusive a moça a qual me indicou. Choro muitas vezes quando faço minhas orações e peço a Deus para dar o melhor a essa pessoa e sua família, mas nunca mais me disse um olá.

Enfim o pastor Diretor da Casa para Idosos, igreja sei mais que, ele me ligou um sexta-feira a tarde e ne avisou o a morte de minha mãe. Foi levada para o hospital onde aguardaram minha chegada. Do hospital fui encaminhado para a casa funerária municipal, onde encontrei o pastor lá. Gente idosa é sempre pontual. Então ele passou o trabalho para mim e se despediu.

Ninguém apareceu para o enterro as 14:30 hs, só eu e advinha, sim, o pastor. Espero uma placa dele quando ele for. Interessante é o fato de minha mãe ser nascida naquela cidade onde viviam muitos familiares, mas ninguém apareceu. Você sabe, em cidade do interior, ir ao cemitério é um pulinho.

Ultimamente, eu sou a próxima vítima. Vira e mexe, alguém me ameaça uma moradia em uma dessas casas para “idosos” e eu dei essa chance à família.

Te cuida meu, não sabemos quando isso acontecerá e não pensa em coisa longa, de repente, na segunda próxima. Mas vou dar uma dica, embora eu mesmo ainda não coloquei andamento, ou seja, entregar o BPC. Mas tem um probleminha, como sempre, eles podem continuar com a gente, mas também podem esquecer você em alguma cidade ali no Amazonas ou até ali pelo Polo Norte.

Depois de quase um ano, participei de um encontro lá padaria. Nosso grupo todo sabe muito bem onde a ex-presidente estava, anos antes disso, numa certa noite junto com mais dois ou três em um carro na direção do quartel general do II Exército em São Paulo, ali nos idos do Ibirapuera. De mansinho, pararam o carro perto de uma das guaritas dos fundos com saída por ali, onde estava um soldado (

Mário Kozel Filho) , com dezoito ou  dezenove anos no serviço militar obrigatório por um ano em 1968. No caso desse rapaz interrompeu seu serviço, pois a ex-presidente e seus amigos jogaram uma granada ou outro tipo de bomba na guarita (um carro-bomba, uma Chevrolet C-14 carregada de explosivos) e o menino morreu no ato.
Esse jovem era aluno do Colégio Estadual Alberto Conte em Santo Amaro. Pretendia voltar para terminar o Colégio. Sobrou só a dor de uma família até hoje vivendo com esse sofrimento. Todos nós, de uma maneira ou outra, conhecíamos esse colégio nessa época.
Não estudei nesse colégio e sim no Ginásio Estadual Vocacional Oswaldo Aranha, no Brooklyn por perto, também.
Tínhamos muito contato com os alunos de lá, por razões sociais e/ou os jogos de Handebol, e eu fazia parte do time do Vocacional. Muitos desses rapazes foram convidados a jogar no Esporte Clube Pinheiros, onde havia equipes do infantil ao principal. Também estive por lá vários anos.
Menciono o rapaz perdido cuja sua vida foi para sempre naquela noite, afinal ele era o inimigo dos petistas (atualmente), mas não sabia disso, além da Dilma, Lula, etc., mais Fernando Henrique (também ex-presidentes) e o atual presidente do sindicato dos advogados (será com todos os advogados de acordo em matar jovens cumprindo seu serviço militar?) .
Para terminar, essa senhora tão inteligente, ex-presidente, suportou um impeachment por erro crasso no mandato.
Nos anos atrás, ela ficou presa na cadeia. Segundo ela, teria sido suportado maus tratos por parte da polícia federal.
Entretanto, duas mulheres presas no mesmo lugar (ao menos) teriam participado de depoimento onde deixaram claro o fato da ex-presidente jamais ter sido vista sendo recebendo maus tratos.
Sei não, mas se tudo ido aconteceu, seria melhor ir mais devagar. Essas pessoas todas (do lado petista, psol, etc.) deveriam ser banidas a bem do povo brasileiro.

Quem descreveu foi um aluno do GV, recém morto e outros vivos.

As linhas reportam a esses acontecimentos, mas sem maiores certezas, exceto o fato de D. Dilma fazer parte daquele grupo proscrito e seu tempo de cadeia, certeza absoluta, com muitos testemunhos daquela época e ainda muitos vivos, salvo engano.  

 

Atualmente o trabalho do Lou inclui: escrever livros e textos,  a Missão Coração Valente, consultoria na área de desenvolvimento para ONGs cristãs, palestras, aulas e cursos preparatórios, principalmente, no local ou via vídeos, ou seja, todo tipo de trabalho ligado ao ministério é realizado gratuitamente.

Talvez comece fazer o trabalho pastoral, na igreja e em breve. 

Deixe seu comentário, se possível, logo abaixo. Obrigado

Irmão André, preocupado com o fim delas…

…entre a Bíblia e o povo aprendiz de hoje pelos pastores.

Assisti ontem, o Pr. Ed Kivitz respondendo a vários concorrentes sobre atualizar a bíblia. Estudei com o Pr. Ed na Faculdade Teológica Batista de São Paulo e ele sempre foi um aluno muito estudioso. Estudamos a matéria “Pregação Expositiva” sob a batuta do Prof. Karl Lachler. O prof. solicitou o Pr. Ed para ser nosso aluno ponte, entre alunos e professor com sua matéria.
Em 1979, o famoso pastor Dr. John R. W. Stott veio ao Brasil e durante sua estada, deu aulas durante uma semana, na parte da tarde sobre missões urbanas e a noite a matéria “Pregação Expositiva”, ocasião onde ele fez um resumo do livro escrito por Ele sobre o tema cujo título é Betwween Two Worlds,. Se não me engano o Pr. Ed também assistiu o ensino do Dr. Stott e sorveu aqueles ensinos muito bons.
O Tema do livro do Dr Stott é levar cada pastor aprender o texto bíblico, com ensinos milenares sobre o antigo testamento e o novo testamento, sendo o mais novo desses textos, as cartas de Paulo, Pedro, João, entre outros. Isso terminou há vinte séculos.
Com imenso senso de pastorear, Dr. Stott mostrou a maior e mais importante trabalho do pastor, ou seja ligar todo conteúdo da Bíblia para os cristãos de hoje, lendo, estudando e ministrando, em outras palavras, construir pontes entre a Bíblia e os pastores dos nossos dias.
Se isso for feito de sul a norte e de leste a oeste, a Bíblia estará atualizada a cada aprendiz.
O meu colega de Seminário, Pr. Ed, pode ficar tranquilo, se os pastores criarem as pontes entre a Bíblia de sempre e todos os conteúdos para os ministérios e no fim, passar a bola para os novos pastores.
Nota. O nosso professor Dr. Russel P Shedd (na foto acima) lá na mesma escola, incentivou o Prof. Lackler a escrever um livro em português desse tema e dar aulas por aqui. Atualmente, vive nos Estados Unidos.
Se puder, deixe um comentário (abaixo) para nós, ficaremos felizes. Ok?
Volney Faustini, Paula Lima Neves e outras 2 pessoas

Sussurrar

Abraham Joshua Heschel:

“Heschel estava tão fraco e só conseguiu sussurrar:

 

– Sim, sou grato pela minha vida, por todos os momentos vividos. Estou pronto para partir. Vi tantos milagres na minha vida.

 

O velho rabino ficou esgotado pelo seu esforço em falar. Depois de uma longa pausa ele disse:

 

– Sim, nunca na minha vida pedi a Deus sucesso, sabedoria, poder ou fama. Pedi assombro e Ele me concedeu.

 

Pedi assombro e ele me concedeu. Um burguês sem imaginação irá cutucar o nariz diante de uma pintura de Claude Monet; uma pessoa cheia de assombro ficará ali em pé tentando segurar as lágrimas.

De modo geral, o mundo perdeu o senso de assombro. Crescemos. Já não perdemos o fôlego diante de um arco-íris ou do perfume de uma rosa, como acontecia antes. Ficamos maiores e todo o resto ficou menor, menos impressionante.

 

Tornamo-nos apáticos, sofisticados e cheios da sabedoria do mundo.”

 

De Bernnan Manning, no livro “O Evangelho Maltrapilho”

 

Madre Basilea Schlink

Palavra de introdução a esse post por Lou H. Mello

“Lendo o livro “Encontrei a Chave do Coração de Deus” de Basilea Schlink dei de cara com um parágrafo cujo título é “O Segredo do Natal”, entre muitas outras importantes vivências. A irmã Basilea com sua irmandade descobriram “o segredo abençoado do Natal”, mais um, se posso me arvorar nesse terreno.

Entretanto, maioria dos cristãos, pouco valoriza ao Natal, não o natal dos vendedores de presentes e os receptores, diria ser uma oportunidade de comércio e nada a ver com o Natal do nascimento de Jesus Cristo.

No andar do texto abaixo, encontrarão a questão do “segredo abençoado do Natal” mas há muito mais, ou seja a Gruta onde nasceu Jesus, em Belém, outro importante segredo dos evangelhos, aliás, ali tudo é segredo a ser descoberto a quem crê por acreditar em Deus Pai, Filho e Espirito Santo.

Gostei muito, me ajudou tremendamente e desejo ver cada leitor feliz ao descobrir grandes mistérios. É um texto um pouco longo e um tostão de um excelente livro, ou mesmo um belo presente, capaz de mudar suas vidas para muito melhor e depois a vida eterna com Ele.”

 

O Segredo de Natal

 

Madre Basilea Schlink – Irmandade de Maria

 

Durante os primeiros meses de reclusão, antes do Natal de 1952, as semanas foram longas do Natal de 1952, as semanas foram longas e escuras.

Mas ocasionalmente, Deus na Sua graça, me concedia uma luz. O segredo abençoado do Natal – Deus encarnado – me foi revelado de maneira totalmente nova. Subitamente eu tive um relacionamento mais profundo com a Criança da manjedoura, que se tornou muito real para mim. Muitas vezes, era acordada à noite e, apesar do sono, compunha hinos sobre o Menino Jesus, sob a inspiração do Espírito.

Para a maioria de nós, na Irmandade, o segredo do Natal havia sido questão intelectual até aquela época: um conceito, um pensamento, um fato, uma tradição, mas não um acontecimento vivo ou uma fonte de vida divina. Deus queria preparar-nos um Natal capaz de mudar nossos corações e traria uma nova dimensão às nossas vidas espirituais.

Os hinos me haviam dados pelo Senhor, como parte do Seu plano para despertar um amor mais profundo e mais adoração por Jesus, a Criança da manjedoura.

Apesar desta época de preparação espiritual para o Natal, a ansiedade apareceu no meu coração. Será uma repetição do Natal decepcionante cuja celebráramos dois anos atrás? Naquela época, 1950, a comissão de Deus de construir uma capela começara a se realizar, e o amor despertara no meu coração um desejo de Deus recebendo adoração.

Para aquela festa de Natal recebi em oração vários poemas e hinos de adoração ao Menino Jesus. Tentei descrever em cores vivas às Irmãs como o menino Jesus conquistaria nossos corações, despertaria amor em nós, nos encheria de alegria profunda ante Sua vinda, e acenderia em nós a chama da adoração.

Mas quando o Natal chegou, nem conseguia acreditar. Não havia chama alguma no coração de minhas filhas espirituais. Os hinos não haviam sido ensaiados; não havia profundidade na adoração e prevalecia um atmosfera de monotonia. Fiquei muito triste! Como poderíamos construir uma capela, se o amor de Jesus não ardesse em nosso coração, e se não houvesse um espírito de adoração?

O Senhor não me mostraria o fato de termos um coro de Irmãs cantando canções de adoração no poder do Espírito Santo? O céu e a Terra inspirando muitos outros a se unirem em adoração. Mas no Natal de 1950 não havia sinal desse espírito de adoração.

No Natal do ano seguinte, 1951, foi preciso suprimir o coral temporariamente, porque os cânticos, a que faltavam fervor, vida divina e espírito de adoração, me pareciam mais um insulto a Deus. Consequentemente, ficamos sem coral por vários meses, durante os quais oramos e sinceramente imploramos ao Senhor nos livrar de todos obstáculos a fim do Espírito pudesse repartir nova vida à nossa música e louvor. Seria diferente o Natal de 1952?

Quando saí do recolhimento para celebrar o Natal com minhas filhas espirituais, meu coração se encheu de ansiosa expectativa e amor pelo Menino Jesus. Uma vez mais, porém, um grande peso caiu sobre nossa Capela de Sião na véspera e no dia de Natal.

Era meu desejo profundo o Menino Jesus receber verdadeira adoração de nossa parte dessa vez e o céu descesse a nós. Foi então, no segundo dia de Natal, houve uma transformação – um milagre do Espírito Santo. Nossa Capela de Sião não era mais apenas um lugar de encontro, onde se fazia uma palestra sobre o segredo do Natal, quando minhas filhas poderiam ouvir atentamente e depois cantar alguns hinos e canções de Natal.

Transformaram-se num “salão de festa celestial”. Como os pastores se apressaram a ajoelhar e adorar a santa Criança em Belém, assim as Irmãs se ajuntaram em pequenos grupos ao redor da manjedoura no centro da sala, cantando ao Menino Jesus em fervoroso amor.

Até muito tarde cantávamos os hinos de Natal bem conhecidos, além dos novos hinos o Espírito de Deus me houvera dado para este festival, enquanto estava em recolhimento.

 

Bebê maravilhoso,

Por anjos engrandecido,

A glória irradias

Que vem do Deus Altíssimo!

O infante, clara imagem

Do imenso amor de Deus.

Que ousem pecadores louvar-Te

Como fazem os anjos!

Desde a nós desceste,

O céu parece tão próximo;

Trouxeste-o para perto de nós,

O radiante Estrela da Manhã!

O amor desceu contigo.

Para entre nós habitar;

O êxtase para os pecadores.

Sua sede satisfaz!

 

Compúnhamos versos de improviso, cantando-os ao Menino Jesus louvando-O por tudo Ele é e por tudo nos trás – perdão dos pecados, alegria, amor uns pelos outros e assim um vislumbre do céu.

Volitaríamos então à manjedoura, cheias de louvor e adoração por Deus ter assumido a forma humana, tornando-Se um bebê por amor de nós. Nossa adoração não tinha fim, renovava-se constantemente.

O menino Jesus era real para nós; aquele acontecido em Belém há muito tempo atrás tornara-se um acontecimento presente. Naquele ano celebramos o Natal, o festival de louvor e adoração como nunca dantes. Tudo estava envolvido pelo brilho do céu.

Tudo estava envolvido pelo brilho do céu. Como o Natal era muito curto, continuamos celebrando até a Epifania. Todas as noite reuníamos adorando a santa Criança até de madrugada. Durante aquelas duas semanas de Natal passei com minhas filhas espirituais, realmente tivemos uma previsão sobre como será o céu. Como estávamos felizes juntas – a alegria compensava mais pelos tempos e passávamos separadas.

O Menino Jesus nos transformou em crianças – felizes espontâneas, simples e carinhosas. Ele havia começando e livrar-nos de nossa gravidade, orgulho e sofisticação. A semente verdadeira adoração estava plantada em nosso coração.

Não mais podíamos ficar em volta da manjedoura como “adultos”; ajoelhávamos diante dela como crianças, enquanto apresentávamos nossa adoração. O Menino Jesus é Amor eterno, Amor encarnado, havia escolhido para amarmos umas às outras, vivendo juntas em completa reconciliação.

Mas não foi só isso. O amor acende uma nova vida. Uma enorme comissão cresceu a partir desse dom divino recebido no Natal de 1952.

No ano seguinte convidamos os amigos e vizinhos para adorarem conosco e enquanto estava em recolhimento, o Senhor me inspirou a escrever uma peça natalina, muito simples executada por nós na Capela da Casa Principal em 1953.

Não tínhamos qualificações para executar ou produzir teatro religioso, muito menos talento ou experiência, mas o amor pelo Menino Jesus foi a inspiração dessa peça, uma resposta à oração urgente dos outros também trouxeram e Ele seu amor, sua gratidão e adoração, passando a viver em amor e reconciliação.

Lá pelo fim da peça, algumas das Irmãs vieram à manjedoura e estava na capela e, em pé ou ajoelhadas, cantavam hinos de adoração. Então uma das pessoas da congregação se adiantou para acender sua vela e outros o seguiram.

Enquanto cantavam hinos de oração ao Menino Jesus, algo maravilhoso aconteceu. Duas famílias em tempo de brigas, reconciliaram ante à manjedoura. Que vitória maravilhosa para o Menino Jesus e sendo Amor eterno!

Ele viera à Terra para o amor triunfar. Jesus provou ser o Senhor vivo e ainda hoje modifica a vida das pessoas, permitindo viverem em amor. Na verdade, quando Jesus recebe amor e adoração, os resultados são de longo alcance.

Desde o mistério do Natal nos fora revelado, seu impacto tem sido crescente dm muitas vidas. Durante o tempo de recolhimento, antes do Natal de 1952, quando o Menino Jesus se aproximou tanto de 1952, quando o Menino Jesus se aproximou tanto de mim, inspirando-me a compor hinos a Seu respeito, recebi a segurança interior dele começar Sua marcha triunfal. E foi isto mesmo o acontecido.

Alguns anos mais tarde, as repercussões daquele Natal se fariam sentir até na Gruta Natividade em Belém. Quando nossas Irmãs começaram seu ministério no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, compartilhei com elas minha tristeza pelo fato desta Gruta ser cenário de rivalidade entre várias denominações, manifesta principalmente na véspera de Natal justamente na época quando o amor e a reconciliação deveriam ter a primazia.

Além disto ficava triste por Jesus também, ao verificar a maioria dos turistas passava rapidamente pela Gruta, sem um pensamento a respeito daquele (Jesus) nascera ali, até mesmo naquela noite santa.

Minhas filhas, também, levaram a sério esta situação. Fizeram, como assunto principal de oração e alvo de fé, o pedido de muitas pessoas, todos os anos, durante o Natal na Gruta, fossem despertadas pelo amor do Menino Jesus, sendo levadas a oferecer-lhe gratidão e louvor. Contrariando todas as expectativas humanas, o incrível aconteceu. Multidões de turistas normalmente passavam apenas alguns minutos na Gruta, tirando uma ou outra fotografia, permaneceram cativas pela presença do Menino Jesus, enquanto nossas Irmãs cantavam hinos de louvor e adoração.

Logo a Gruta se transformou em um lugar santo de adoração. Durante muitas horas, hinos de louvor transbordavam de corações reverentes, de pessoas representando muitas nacionalidades. Cristãos e não Cristãos, inclusive muitos jovens, juntaram-se à adoração e até o guarda muçulmano esqueceu o seu dever.

Depois de ouvir durante duas horas, ele voltou-se às Irmãs e disse baixinho:

“Sabem, vocês estão fazendo agora, nunca permitiram antes?”

Esta cena de adoração e louvor, porém, tem-se repetido a cada véspera de Natal, em Belém. Nossas Irmãs não somente cantavam hinos de louvor na Gruta, mas também puderam espalhar a alegria do Natal nas ruas de Belém, apinhadas de turistas e peregrinos, inclusive muitos judeus atraídos pelo segredo do Natal, além de alguns hippies espiritualmente famintos. Enquanto nossos cumprimentos de Natal eram feitos, era fácil notar a apreciação principalmente nesses jovens, cujos rostos tristes se iluminam por um instante.

Madre Basilea Schlink com Madre Maryria

 

Deus se tornou homem, nasceu como criança. Em muitos lugares, o segredo da encarnação era redescoberto e compartilhado. Como raios de luz que entram em ruas escuras ou lugares , remotos a gloriosa mensagem do Natal, os hinos de louvor e adoração se espalharam. E não foi apenas em Belém.

Aqui na Alemanha, no centro de nossa cidade, as irmãs armaram uma manjedoura com o Menino Jesus em uma das praças principais. No meio do corre-corre das compras de Natal, ouvia-se o cântico de hinos enquanto crianças se ajuntavam alegremente ao redor da manjedoura, jovens desnorteados completavam a cena ansiosamente e adultos passaram a participar dos hinos de adoração.

Em um mercado de Berlim, num espaço entre mercadorias de Natal, nossos Amigos de Canaã montaram, também, em uma manjedoura e cantaram hinos de louvor. Outros ajuntavam a eles, pois sua atenção era desviada dos anúncios vulgares e espalhafatosos: a Criança na manjedoura captava toda a atenção.

Os efeitos de tal louvor e adoração foram de longo alcance. O Menino Jesus ganhava corações em muitos lugares: Inglaterra, no centro de Coventry, onde foi montada uma manjedoura: nos bairros mais pobres de nossa cidade: nas reuniões com amigos grego-ortodoxos em Tessalônica; entre os convertidos da Itália e Jerusalém; em programas de Natal no Arizona (Estados Unidos); e em programas de rádio através de emissoras militares, dirigidas e tropas americanas na Europa.

Os hinos de nossos discos de Natal, nossas caixas mensageiras (que continham folhetos e cumprimentos de Natal), colocadas em lojas e salas de espera e nossas cartas de Natal enviadas a muitos países, tudo isto ajudou a levar o Menino Jesus a muitas almas. Os tristes se alegravam, os adultos se transformavam em crianças, porque o Menino Jesus tem todo o poder e glória. Um bispo, um cientista e um antigo ator, por exemplo, se ajoelharam ante a manjedoura para cantar hinos de louvor ao Menino Jesus.

Muitos hóspedes de nossa casa de retiro. “Alegria de Jesus” aprenderam novamente, ante a manjedoura o que significa adorar a Deus com alegria como Ele mesmo requer de nós.

A Bênção recebida naquele Natal parecia não ter fim. Aquela simples peça de Natal apresentada em 1953 por nós, deu origem a nossas ‘Peças Heráldicas” tem sido usadas para levar a mensagem da qual Deus nos encarregou a milhares de pessoas no decorrer dos anos. Através dessas peças, muitos ouviram o chamado do Senhor para segui-Lo, aprendendo a confiar no Pai.

Qual das minhas filhas poderia ter imaginado em 1952, quando estive separada delas, sozinha no meu quarto, que a comunhão do amor de Jesus durante o tempo de recolhimento teria efeitos de tão longo alcance?

Você pode participar em favor da Gruta do Lou

Lou H. Mello, zelador do blog

Prezados leitores, amigos, irmãos e todos os simpatizantes com esse blog:

RESOLVIDO, obrigado!

Esse blog nasceu em dezembro de 2004 e se mantem até hoje e vamos mantê-lo, pelo menos enquanto eu viver, em termos, pouquíssimas vezes precisei do pessoal para ajudar a cobrir as despesas.

Atualmente, com a tal pandemia, preciso solicitar ajuda dos leitores e vocês sempre serão queridos com ou sem ajuda.

Amanhã vence a última instância para a Gruta do Lou continuar vivendo. Precisamos pagar a anuidade até amanhã (13 agosto 2020), se possível para os próximos dois anos. Cada ano custa R$ 40,00.  Estamos sem caixa, no momento.

O blog do Coração Valente (vai mudar para Missão Cardio Valente) já está fora do ar. Esse é pior pois está ligado através dos Estados Unidos. Nesse caso, cada ano custa R$ 80,00.

Essa é a ajuda necessária nesse momento e precisei abrir para todos. Ainda mais por estarmos em cima da hora. 

A barra ao lado direito detém conta bancária para fazer a doação, se for o caso. 

Desde já agradeço e oro por todos e peço suas orações pela Gruta e também por mim para seguir mantendo esse trabalho. Deus os abençoe.

Beijo nas carecas e perucas

Lou H. Mello

 

Dedé e eu em nosso 42 º Aniversário de nosso casamento.

03 de agosto – 2020

Pandemia no meio do meu casamento

Conta                 A Gruta do Lou

Durante muitos anos de casório muitos acontecimentos bons e também os difíceis e até os mortais. De 2013 para cá vários dos nossos parentes mais chegados já se foram. Nosso filho querido, o mais novo dos três, partiu dessa vida para sempre, há poucos dias de completar seus vinte e cinco anos. A medicina contribuiu para a adiantar esse acontecimento.

Naquele tempo, fiquei de novo feito barata tonta.

A partir de nosso dia quando comemoramos nosso 42º aniversário de casamento, um dilúvio de razões e reflexões surgem por todos os lados. Há muitos anos, os donos das riquezas e do dinheiro chegaram a conclusão mais ou menos obvia, ou seja tirar as mulheres de seus afazeres em casa, naqueles tempos e traze-las para seus redutos de empregos onde elas passaram a auferir salários 1/4 em relação aos dos homens.

Além disso, para abandonar seus lares (além de lavar, passar, limpar, gerar filhos, cuidar deles até quando casarem, etc…), ocasionaram a diminuição dos empregos masculinos e, pior, muitos passaram a ter dificuldade de conseguir emprego, caso tenha perdido seu emprego. Quando fui a Alemanha em 1979, vi com meus olhos muitos bares cheios de homens bebendo, jogando snooker, baralho e falando alto. Certo dia conversei com alguns desses caras e eles em uníssono me deram a verdade e aconselharam a não deixar a mulher trabalhar para fora. Mas, me preveniram do fato dos advogados das empresas onde as mulheres trabalhavam tratavam de colocar os homens sem emprego com esposas trabalhadoras até na cadeia, no caso pela infringência de dar uns sopapos nas donas deles.

Depois disso, aos poucos, os ricos donos de bancos, lojas, etc., começaram a diminuir o número de filhos. Mesmo assim, o governo com ajuda dos ricaços, trataram de criar a rede de creches, como há por aqui, inclusive fui diretor de duas dessas espeluncas, no espaço de três anos. Agora, quando se fala a respeito, as creches são soluções infinitas.

Por outro lado, mesmo que sua mulher esteja sem trabalho ou prefira não trabalhar (no caso da Dedé, precisou dar todo o tempo em favor dos três filhos, sem falar nos requisitos necessários ao Thomas, durante 25 anos, enquanto eu trabalhava, mas depois dos cinquenta a coisa ficou feia, pois as quantidades de mulheres disponíveis eram imbatíveis).

Homens, geralmente, em lojas, hospitais, laboratórios, etc., no meu caso, até as mulheres dos pastores começaram a dividir o púlpito. Atualmente, não sei por que, o que morre pastor, vixe! Mas há outras causas, claro, como Covid 19.

Bom, sou “ungido” pastor missionário e foi isso que fiz pelas igrejas. Além disso, aprendi a fazer desenvolvimento em organizações religiosas cristãs. Mas minha esposa nunca foi pastora, etc,. como já mencionei. Depois da Alemanha, botei as botas e tratei de trabalhar. Pena que não dei sorte ou me faltava alguma coisa e os “chefes” vai daqui e de lá os caras me chutavam. Claro, a razão era sempre minha, embora eu nunca tenha descoberto que razão era essa.

Enfim, casais que  trabalham os dois, até vai. Problema são os caras que estão educando os filhos deles. Muitos casais preferem não terem filhos, nesse caso, mas ainda é pouco. Os governos do planeta estão muito interessados em diminuir o tamanho do povo sobre a Terra. Percebeu o interesse dos governos na Pandemia atual?

Bom, isso tá ficando grande e não é aconselhável continuar. Queria só compartilhar com os mais novos, quem sabe abrir os olhos do pessoal. Mas, por favor, não me chute como se fosse contra as mulheres no trabalho. Uma coisa é certa, filhos como os nossos, que tiveram a mão forte da mãe, com alguma ajuda de minha parte, não são nada comuns.

Só faltou dinheiro, talvez por ter falhado.

Um beijo nas carecas e perucas

Lou

Ops: Esse pensamento está a milhões de algo completo. A ideia é conversar mais a respeito dos muitos pontos existentes entre os casais. 

 

Adalberto

Tudo bem? Família? Trabalho? …e as demais ?

Então, reporto a você quem me ensinou o caminho das pedras, procurei o Banco Central e com certeza os rumos das minhas contas junto ao Banco Itaú agora Itaú-Unibanco (desde 2005) e o mais recente: Banco BMG. Desgraçadamente caí em outra armadilha. Fiz o reporte sobre cada história e enviei. O BC enviou minhas perguntas aos bancos em questão. Isso redundou pouco até então, ou quase nada. Não sei se o BC irá fazer mais alguma coisa ou se eu precisarei reportar.

Você e eu sabemos quanto somos quase nada ou nada, sendo você  destarte mais preparado. Sem Deus, somos meras formiguinhas sempre tratando de não ser pisados por algum solado de bota militar, capaz de acabar com nossas vidas. Até o filho de Deus, conseguiu o pior em uma cruz tosca e injusta.

Há mais, Jesus sofreu tremendamente mais, pois levou a Deus Pai o pior dos sofrimentos, destarte o Senhor vê com pesar a morte de seus fiéis, quanto mais seus filhos.

Pensei em me candidatar para a primeira viagem a Marte, já obstante, ninguém se prestou a isso. Pelo menos entraria no rol dos heróis idiotas. Chegar não irá, mas Hollywood tratará de entregar um filme (ou vários) a fim de enganar os tolos, assim como fizeram em 1969 com aquela reportagem tosca ao mostrar aquela bobagem de ir à Lua, sem sair dos estúdios da Universal

Ninguém percebeu o lugar onde a filmadora estava quando toda aquela bobagem se deu. Afinal, não havia ninguém mais lá, além dos três patetas, muito menos outra nave acompanhando com filmadora e Iphones (ou algo assim) para as fotos.

Foi tudo filmado nos estúdios hollywoodianos. Pior foi quando apareceu uma pequena escada de pintor rapidamente, para o luxo norte-americano e suas famosas gafes. Os três idiotas morreram guardando aquela mentira ridícula e junto a tanto, morreram com pecado. Afinal, viver com o dinheiro recebido não deu para evitar.

Dependendo para onde formos, em nosso ocaso, poderemos conversar longamente com eles, afinal tempo não será problema.

Será que o prefeito comunista liberará as igrejas para captar grana, digo, orar e etc. ? Estamos sentindo falta, além das Igrejas de todos os santos, sentimos algo diferente ao mencionar a vontade  de trabalhar.

Enfim, chegou a hora de pagar você. Só tem um problema, não tenho dinheiro nem para dar esmola. Os meninos dos cruzamentos já estão por aqui e quando me veem dão de ombros, fora um simbolo com mãos e dedos. Até ando colocando um óculos diferente, somando a mascara e o boné, estou enganando eles. Até quando não sei.

Duvido que você chegue até aqui, enfim, caso consiga, pelo menos poderá rir um pouco, ou ao menos sorrir, o que já é bom.

Bom fim de semana, deixa para falar o pior na segunda feira. Ainda estou costurando um plano para sumir desses bancos que não param de ligar e/ou enviar E-mails e ameaças as quais nem são mais utilizadas.

Abraço a você e todo o pessoal.

Luiz H. Mello

Pr. Missionário

Olha só, pessoal assíduo na Gruta (carinhosamente grutenses) já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc.

Pessoalmente, não ligo muito para isso. Valorizo muito mais os meus mentores, tais como Dr. Russel P. Shedd, Dr. Zenon Lotufo Jr. e Dr. Dale W. Kietzman.

Esse blog está repleto das coisas aprendidas ao longo de minha vida e isso fala por si só. Meu espírito é missionário. Plagiando o Amir Klink, “Um homem precisa viajar… simplesmente ir ver por si mesmo”. Eu viajei bastante e ainda pretendo viajar. Quem sabe não serei portador de boas novas por aí, mais um pouco?

Atualmente, continuo acalentando o Projeto Corações Valentes, embora ele não tenha vingado ainda. Estou mudando o nome do projeto para Missão Cardio Valente. 

Sinto falta do meu filho Thomas, ele através de seu sofrimento, me deu essa ideia, antes de partir para a próxima dimensão. Além de ter lecionado (Ef. Física e Teologia), ensino desenvolvimento para organizações não lucrativas cristãs a conseguir sustento sem mendigar e, também, tento ajudar as pessoas a crescerem através da mudança comportamental.

Sonho, ainda, treinar professores em prática de ensino, quem sabe… A Gruta surgiu como a forma ideal para a prática de escrever e me livrar dessa coisa interior pressionando meu peito com potencial para me matar.

Também gosto música, literatura em geral, educação e astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei).

Tudo isso foi forjado pelo Senhor Nosso Deus, afim de aprender segundo Ele e não o contrário.

Pena o tempo perdido fazendo falta agora, especialmente não ter dado maior valor ao INSS, mas isso não tem remédio embora esteja tentando melhorar isso. Por enquanto nada. 

Obrigado a todos que têm contribuído de todos os modos. Abração.

Planeta Terra

Olha só, há algo estranho no planeta Terra. A maioria dos desconfiados, devem imaginar algum tipo de fenômeno com consequências muito graves.

Mas há outro grupo preocupado, formado de pessoas com raiz no cristianismo onde se fala muito no “Arrebatamento” quando os fiéis a Jesus Cristo serão retirados da Terra para um outro lugar.

Outros tantos não creem no arrebatamento, mesmo sendo cristãos.

Pessoalmente posso dizer que ainda há muito a ser feito antes do arrebatamento, no caso, pois é o como penso.

Os que não acreditam em nada disso podem estar trabalhando para mudar a organização da Terra, segundo eles, criar uma coisa denominada como “globalismo”, que parece muito com um comunismo, com ditador, etc.

Há muitos acreditando que a atual pandemia seria um tipo de agressão ao povo da Terra que não estaria engajado nessa tentativa. Interessante que só pessoas tipo vítimas estão morrendo ou passando maus bocados.

À frente trarei mais informação, se tiver. Mantenham a calma, converse com Deus se crerem nele,

Beijos e abraços a todos.

Lou H. Mello

🙏🙏🙏🙏🙏

Ernesto Araújo
Atual O ministro das Relações Exteriores, governo Jair Messias Bolsonaro

 

O Coronavírus nos faz despertar novamente para o pesadelo comunista.

Chegou o Comunavírus.

É o que mostra Slavoj Žižek, um dos principais teóricos marxistas da As visões violentas de Žižekatualidade, em seu livreto “Virus”, recém-publicado na Itália (*). Žižek revela aquilo que os marxistas há trinta anos escondem: o globalismo substitui o socialismo como estágio preparatório ao comunismo. A pandemia do coronavírus representa, para ele, uma imensa oportunidade de construir uma ordem mundial sem nações e sem liberdade.

Ernesto Araújo diz que pandemia é usada para implementar o ...

Cito e comento, a seguir, alguns trechos do livreto de Žižek, essa obra-prima de naïveté canalha, que entrega sem disfarce o jogo comunista-globalista de apropriação da pandemia para subverter completamente a democracia liberal e a economia de mercado, escravizar o ser humano e transformá-lo em um autômato desprovido de dimensão espiritual, facilmente controlável:

“Tomara que se propague um vírus ideológico diferente e muito mais benéfico, e só temos a torcer para que ele nos infecte: um vírus que faça imaginar uma sociedade alternativa, uma sociedade que vá além do Estado-nação e se realize na forma da solidariedade global e da cooperação.”

“Uma coisa é certa: novos muros e outras quarentenas não resolverão o problema. O que funciona são a solidariedade e uma resposta coordenada em escala global, uma nova forma daquilo que em outro momento se chamava comunismo.”

Žižek não esconde seu anseio e sua convicção de que um vírus “diferente e mais benéfico” do que o coronavírus, o vírus ideológico, contagiará o mundo e permitirá construir o comunismo de uma forma inesperada. Não está sequer interessado naquilo que funciona ou não funciona para combater o coronavírus, a quarentena ou o fechamento de fronteiras, pois o objetivo não é debelar a doença, e sim utilizá-la como escada para descer até o inferno, cujas portas pareciam bloqueadas desde o colapso da União Soviética, mas que finalmente se reabriu. Tudo em nome da “solidariedade”, claro, do mesmo modo que no universo de 1984 de Orwell a opressão sistemática fica a cargo do “Ministério do Amor”. Quem quiser defender suas liberdades básicas, quem quiser continuar vivendo num Estado-Nação, estará faltando com o dever básico de “solidariedade”.

“Um primeiro e vago modelo de uma tal coordenação na escala global é representado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (…) Serão conferidos maiores poderes a outras organizações desse tipo.”

Não escapa a Žižek, naturalmente, o valor que tem a OMS neste momento para a causa da desnacionalização, um dos pressupostos do comunismo. Transferir poderes nacionais à OMS, sob o pretexto (jamais comprovado!) de que um organismo internacional centralizado é mais eficiente para lidar com os problemas do que os países agindo individualmente, é apenas o primeiro passo na construção da solidariedade comunista planetária. Seguindo o mesmo modelo, o poder deve ser transferido também para outras organizações, cada uma em seu domínio. Žižek não o especifica, mas provavelmente tem em mente uma política industrial global sendo ditada pela UNIDO, um programa educacional global controlado pela UNESCO e assim por diante.

“Tudo isto acaso não mostra com clareza a necessidade urgente de uma reorganização da economia global que não esteja mais sujeita aos mecanismos do mercado? E aqui não estamos falando do comunismo de outrora, naturalmente, mas de algum tipo de organização global que possa controlar e regular a economia, como também que possa limitar a soberania dos Estados nacionais quando seja necessário.”

Sim, não é o comunismo de outrora, que instalava ora num país, ora noutro, um sistema de planejamento econômico central, sempre fracassado em proporcionar bem-estar, sempre exitoso em controlar e oprimir a sociedade. Trata-se agora de um planejamento central mundial, que certamente traria o mesmo fracasso e o mesmo êxito desse modelo quando aplicado no passado na escala nacional.

“Muitos comentaristas progressistas moderados e de esquerda revelaram como a epidemia do coronavírus se presta a justificar e legitimar a imposição de medidas de controle e disciplina das pessoas até aqui inconcebíveis no quadro das sociedades democráticas ocidentais.”

Žižek menciona entre esses comentaristas a Giorgio Agamben, filósofo de esquerda aparentemente não-marxista, que escreveu com grande apreensão sobre o cerceamento de liberdades que está em curso e que considerou a reação à pandemia um pânico altamente exagerado (**). Mas aquilo que esses comentaristas vêem com preocupação, Žižek recebe com júbilo, e intitula o capítulo em que trata desse tema justamente:

“Vigiar e punir? Sim, por favor!”

Refere-se Žižek, naturalmente, ao título do livro de 1975 de Michel Foucault, Surveiller et Punir no original, que descrevia a evolução das prisões do Século XIX para as prisões sem grades da sociedade de controle da pós-modernidade ocidental.

“Não surpreende que, ao menos até agora, a China – que já empregava largamente sistemas de controle social digitalizado – se tenha demonstrado a mais bem equipada para enfrentar a epidemia catastrófica. Deveremos talvez deduzir daí que, ao menos sob alguns aspectos, a China represente o nosso futuro? Não nos estamos aproximando de um estado de exceção global?”

“Mas se não é esse [o modelo chinês] o comunismo que tenho em mente, que entendo por comunismo? Para entendê-lo, basta ler as declarações da OMS.”

Žižek tem uma atitude ambígua em relação à China. Admira o que considera o êxito chinês no controle social, mas ao mesmo tempo não parece querer identificar a sua própria concepção de comunismo com o regime chinês, talvez porque o comunismo, ao final das contas, exige o fim do Estado, enquanto a China representa o modelo de Estado forte que o comunismo visa a superar. Esse não-Estado, esse grau zero do Estado que corresponde ao grau máximo do poder, Žižek vai buscá-lo nos organismos internacionais, que permitiriam, no que parece ser a sua visão, o exercício totalitário sem um ente totalizante, um ultrapoder rígido mas difuso, exercido em nome da “solidariedade” e portanto inatacável – pois quem ousaria posicionar-se contra a solidariedade? “Solidariedade” é mais um conceito nobre e digno que a esquerda pretende sequestrar e perverter, corromper por dentro, para servir aos seus propósitos liberticidas. Já fizeram ou tentaram fazer o mesmo com os conceitos de justiça, tolerância, direitos humanos, com o próprio conceito de liberdade.

“Não é uma visão comunista utópica, é um comunismo imposto pelas exigências da pura sobrevivência. Trata-se de uma variante do ‘comunismo de guerra’ como foram chamadas as providências tomadas pela União Soviética a partir de 1918”.

Žižek parece querer dizer: “Não se preocupem. Não há nada de ideológico no que proponho. Apenas me guio pelo pragmatismo de quem quer salvar a humanidade, e neste momento o pragmatismo dita a opção por um sistema comunista, mas é um comunismo de emergência, só isso.” Então perguntaríamos: “E quando vai acabar essa emergência? Quando vai acabar esse estado de exceção?” Žižek possivelmente responderia, com um sorriso cheio de “solidariedade”: “A emergência vai durar para sempre.”

Žižek não se preocupa com o resultado da quarentena para a contenção do coronavírus, ele não se preocupa em conter o coronavírus, mas sim em favorecer ao máximo o contágio do outro vírus, esse que ele mesmo denomina o vírus ideológico, “diferente e muito mais benéfico”. Ele louva a quarentena justamente pelo seu potencial destrutivo. Seu mundo dos sonhos é Wuhan quarentenada:

“…Uma cidade fantasma, as lojas com a porta aberta e nenhum cliente, somente aqui e ali uma pessoa a pé ou um carro, indivíduos com máscaras brancas (…) fornece a imagem de um mundo não-consumista em paz consigo mesmo.”

No pensamento de Žižek, à custa da destruição dos empregos que permitem a sobrevivência digna e minimamente autônoma de milhões e milhões de pessoas, ao preço do desmantelamento de sua liberdade e de seu sustento, se atinge um mundo “em paz consigo mesmo”. O comunismo sempre afirmou que seu objetivo é a paz e a emancipação de toda a humanidade. Aí, numa cidade deserta, sem emprego, sem vida, onde cada um é prisioneiro em seu cubículo, sob a supervisão de uma autoridade suprema que nem sequer é o governo do seu próprio país (que por mais ditatorial que seja ainda pelo menos tem um rosto e uma bandeira), mas uma agência global anônima e inatingível, aí está a configuração perfeita da paz e da emancipação comunista.

Mas o paralelo com o nazismo é talvez uma passagem ainda mais chocante do seu livro:

“’Arbeit Macht Frei’ é ainda o lema correto, não obstante o péssimo uso que dele fizeram os nazistas.”

Žižek repete aqui o lema colocado na porta do campo de concentração de Auschwitz, a ultracínica, perversa afirmação de que “O trabalho liberta”. Segundo ele, portanto, os nazistas não erraram na substância, erraram apenas no uso que fizeram dessa frase. (Aqueles que ainda não acreditam que o nazismo é simplesmente um desvio de rota da utopia comunista, e não o seu oposto, encontrarão aqui talvez um importante elemento de reflexão.) Segundo esse expoente do marxismo, Arbeit macht frei é o “lema correto” da nova era de solidariedade global que se avizinha em consequência da pandemia, e o que diferencia este novo mundo do campo de Auschwitz é que agora se fará bom uso desta horrível mentira que perverte e humilha dois valores sagrados da humanidade, o trabalho e a liberdade. Os comunistas não repetirão o erro dos nazistas e desta vez farão o uso correto. Como? Talvez convencendo as pessoas de que é pelo seu próprio bem que elas estarão presas nesse campo de concentração, desprovidas de dignidade e liberdade. Ocorre-me propor uma definição: o nazista é um comunista que não se deu ao trabalho de enganar as suas vítimas.

“Não é talvez o espírito humano também uma espécie de vírus, que age como parasita no animal humano, o utiliza para se reproduzir, e às vezes ameaça destruí-lo? E se é verdade que o meio do espírito é a linguagem, não seria oportuno considerar que, num plano mais elementar, a linguagem é também alguma coisa mecânica, uma simples questão de regras que devemos aprender e respeitar?”

Sempre sustentei que o controle da linguagem para destruí-la enquanto meio de pensamento, ou meio do espírito como bem diz Žižek, é um dos grandes objetivos do comunismo, para destruir a dimensão espiritual do homem e assim assujeitá-lo completamente. Se o espírito vive na linguagem e se a linguagem não passa de regras a serem aprendida e respeitadas (sim, respeitadas!), isso significa que a linguagem está, como o comportamento social na quarentena, sujeita aos mecanismos de “vigiar e punir”. Já era assim com as regras do politicamente correto. Agora o politicamente correto incorpora o sanitariamente correto, muitas vezes mais poderoso. O sanitariamente correto te agarra, te algema e te ameaça: “Se você disser isso ou aquilo, você coloca em risco toda a sociedade, se você pronunciar a palavra liberdade você é um subversivo que pode levar toda a sua população a morrer – então respeite as regras.” Controlar a linguagem para matar o espírito, eis a essência do comunismo atual, esse comunismo que de repente encontrou no coronavírus um tesouro de opressão.

Também já disse e repito: o verdadeiro inimigo que o comunismo quer abater não é o capitalismo, o inimigo do comunismo é o espírito humano, na sua complexidade e beleza. É o espírito humano que o vírus ideológico de Žižek chegou para destruir.

Uma pergunta surge após a leitura desse programa totalitário cheio de desfaçatez e hipocrisia: deve-se levar Žižek a sério?

Muito a sério. Žižek é provavelmente o escritor marxista mais lido nos últimos trinta anos. Influencia faculdades e círculos intelecutais “progressistas” ao redor do mundo, que por sua vez influenciam a mídia, que influencia os políticos, que tomam decisões muitas vezes inconscientes da raiz ideológica dos conceitos “pragmáticos” pelos quais se deixam guiar. O que diferencia Žižek de muitos de seus pares é que ele enuncia abertamente o que outros escondem nas entrelinhas.

Em suma, Žižek explicita aquilo que vinha sendo preparado há trinta anos, desde a queda do muro de Berlim, quando o comunismo não desapareceu, mas apenas dotou-se de novos instrumentos: o globalismo é o novo caminho do comunismo. O vírus aparece, de fato, como imensa oportunidade para acelerar o projeto globalista. Este já se vinha executando por meio do climatismo ou alarmismo climático, da ideologia de gênero, do dogmatismo politicamente correto, do imigracionismo, do racialismo ou reorganização da sociedade pelo princípio da raça, do antinacionalismo, do cientificismo. São instrumentos eficientes, mas a pandemia, colocando indivíduos e sociedades diante do pânico da morte iminente, representa a exponenciação de todos eles.

A pretexto da pandemia, o novo comunismo trata de construir um mundo sem nações, sem liberdade, sem espírito, dirigido por uma agência central de “solidariedade” encarregada de vigiar e punir. Um estado de exceção global permanente, transformando o mundo num grande campo de concentração.

Diante disso precisamos lutar pela saúde do corpo e pela saúde do espírito humano, contra o Coronavírus mas também contra o Comunavírus, que tenta aproveitar a oportunidade destrutiva aberta pelo primeiro, um parasita do parasita.

(*) Žižek, Slavoj. Virus. Milão, Ponte Alle Grazie, 2020 (Quinta edição digital.) (A tradução do italiano ao português de todos os textos citados é minha.)

(**) Agamben, Giorgio. “Lo stato d’eccezione provocato da un’emergenza immotivata”. Il Manifesto – Quotidiano Comunista, 26/02/2020.

Acordei mais preocupado hoje.

Ed René Kivitz: A fé não imuniza

Os líderes evangélicos precisam assimilar a importância da ciência: já se foi o tempo em que ela rivalizava com a religião

Essa chamada vem me incomodando ultimamente, principalmente em relação à atual pandemia Coronavírus (Codic 19).

O Ed é um bom pastor, como sabemos. Foi meu colega de seminário (FTBSP), sempre estudioso sem perder a boa educação e a amizade. Algumas vezes ele falou ou escreveu algo mais ardido, tudo bem, é direito dele. Geralmente, ele é muito bem aceito, não só para os evangélicos, mas também o público em geral.

Mas hoje me ocorreu um detalhe importante. Essa coisa dessa pandemia está gritando o contrário ao Ed e todos nós. No momento, a ciência não sabe o que fazer completamente para debelar o caso. Enquanto isso, ela avança matando milhares em todo o planeta. Até vem a mim uma bobagem a mais, ou seja, todos nós sermos varridos da superfície do planeta Terra, a não ser que alguns consigam viver nas profundezas dos grandes mares.

Na história da civilização ocidental, geralmente, a ciência nos coloca em situação complicada com muitas mortes. Recentemente, por exemplo, Brumadinho é um projeto científico e matou mais de trezentas pessoas, animais, etc., em poucos minutos.

O foguete Challenger em poucos segundos mandou seis astronautas e uma professora para o além, na partida para mais uma missão espacial. Se falar de guerras, você vai lembrar das armas criadas pela ciência, até as catapultas foram idealizadas por cientistas. Navios aos milhares dormem no fundo dos mares, aviões caem e com esses gigantes atuais, sempre há prejuízo imenso, graças aos senhores e senhoras cientistas. Acidentes com automóveis diariamente em todo o planeta, se não matam, deixa-os mutilados nas muitas vezes. Alimentos científicos mandam milhares para o inferno todos os anos, enfim a ciência mata sem fim.

Mas é a medicina a mãe da ciência, diria alguém mais estudioso do que eu. Sem falar no setor mais crítico da medicina, ou seja, os laboratórios industriais dos medicamentos. Mas sofri o pior em minha vida com a ciência e a medicina quando “mataram” meu filho. Se era para matar, era melhor deixar ele vivo até onde desse, ao menos. De fato ele perdeu a luta e foi-se, enquanto o doutor com sua esposa (também cirurgiã) festejavam o aniversário de casamento nas lindas praias de Santa Catarina.

Até hoje me pergunto se não optei redondamente errado. Cadê a minha fé? Achei de assimilar a ciência em detrimento da fé, através da cura e do milagre. Resultado foi esse. Como disse, alguns a ciência conseguem e muitas vezes, graças a intervenção divina, lá no centro operatório, UTI ou qualquer lugar do hospital, ou mesmo nas ruas, depois de um acidente, etc.

Poderia ficar aqui o ano inteiro descrevendo as maluquices da ciência. Não sou absolutamente contrário. Há algumas coisas boas construídas pelos cientistas, sem dúvida, especialmente quando a ciência trabalha pelo ser humano, sem o intuito máximo de fazer fortunas, por princípio.


No caso atual, pelo qual estamos todos lutando para debelar a pandemia coronavirus, sem saber exatamente. Alguns resolvem com medicamentos, enquanto outros não. Todo mundo correndo para criar vacinas, se bem que isso só servirá para quem ainda não está contaminado. Com isso, médicos, enfermeiras, etc., pessoal todos dos hospitais, lutando vorazmente e, na maioria, perdendo para o Vírus Corona. Isso ocorre porque a medicina não sabe como resolver a pandemia ou melhor, ser capaz de salvar milhares de vidas em dois ou três meses, sem saber até quando.

Hoje vi algo nisso. Então, a ciência precisa imunizar a fé, desculpe Ed.

A ciência precisa assimilar a importância da Fé.

Diria mais, precisa infinitamente mais da fé. Sendo um pastor, diria que você precisa dividir sua fé com o pessoal da ciência. Veja com clareza como eles precisam. Todos nós, gente de fé, precisamos apoiar os cientistas, no caso agora, a medicina. Talvez, até fazer algo que a ciência não sabe mesmo, curar através do chamado milagre.

​A maior parte da vida do Thomas teve esse detalhe, ou seja, caminhar com a Turma do Chaves.

§

No dia seguinte em que o Thomas nasceu, logo cedo, fiquei sabendo o fato dele ter vindo com um problema logo no maior e mais importante sistema do corpo, responsável por fazer circular o sangue até os confins das extremidades via artérias, para deixar oxigênio e retirar gás carbônico.

Logo em seguida, trazê-lo de volta em direção aos pulmões via veias, onde acontece oxigenação e tudo começa de novo. Entre os pulmões e a extremidade do corpo, está o órgão mais amado dos seres humanos.

Claro, sempre há quem diga ser a cabeça, mas isso é bobagem, a cabeça engloba a boca, o nariz, olhos e os miolos (dizem alguns não tê-los, mas é bobagem), tudo dentro da tal calota óssea.

O coração não, é muito mais complexo e tem os dever de cuidar as maiores funções do corpo humano, comandando essa incrível inigualável função com a capacidade de nunca deixar de fazê-lo, a não ser no último minuto da vida. Bom, se não for bem assim, não esquenta, é só um jeito a meu ver.

Naquele dia,  eu já estava me transportando para o trabalho teológico-educacional, mas me formei em Educação Física lá pelos idos de 1977 e o que mais fiz naquela área foi trabalhar com crianças de zero a seis anos.

Depois deles os adultos enganados pensando não saberem nadar, quando na verdade, todos nós já nascemos exímios nadadores, pois nadar é só um problema de respiração.

Mesmo os menos afeitos, tentando nadar com a cabeça fora d’água, também é capaz de fazer a respiração aspirando ar cheio de oxigênio milimetricamente fora d’água e soltando dentro da água. 

O que estou tentando, com todas essas explicações, é o fato de, eu imagino, ter sido escolhido para ser pai de um filho cujo sistema circulatório veio todo atrapalhado, principalmente o coração dele, com muitas partes não formadas, tais como: a transposição dos grandes vasos, valva pulmonar, múltiplas CIVs e muito mais. 

A minha primeira constatação quando os médicos me colocaram a par do problemas, após um exame minucioso através de um exame realizado com um equipamento, na época, tido como fantástico, foi algo ridículo, ou seja, descobri a possibilidade de um sistema circulatório nascer todo atrapalhado e cheio de defeitos. 

Depois de tudo terminado no dia 20 de abril de 2013, em uma UTI, que mais parecia uma cavalariça, eu comecei a entender que nunca houve nenhum defeito. Simplesmente, o problema foi a formação pela metade ou quase isso, do sistema circulatório, principalmente, o coração. 

De algum jeito, das duas uma, ou ele não deveria nascer antes de completar 100% ou nascer, mas continuar o crescimento e formação total do corpo, só depois receber alta. 

Há quem diga a existência desse tipo de trabalho, mas está engatinhando. Os doutores, a maioria, prefere as cirurgias onde eles podem conseguir bom dinheiro. Nessa brincadeira, tinha 37 anos quando ele nasceu e 62 quando ele se foi, ou foi levado contra a vontade dele e de nós, talvez até Jesus e o Pai dele não tenham gostado disso nem um pouco. 

Posso estar redondamente, mas como não sou médico, posso falar muitos equívocos, mas por outro lado, eu passei o pior dos piores existentes na vida. Sem mencionar a mãe e irmãos, talvez muito mais machucados, fora os vinte e cinco anos, com três cirurgias de tórax aberto, uma infinidade de exames invasivos, etc.,  para o resto de suas vidas.

Depois de tudo isso, um certo doutor tido e havido como o melhor, resolveu fazer a terceira cirurgia e tirou a vida do nosso filho. Obviamente ele queria colocar o Thomas em condições  para jogar basquete. Só se for no céu. 

 


OMS

Pois é, posso estar enganado, mas minha avaliação a respeito da pandemia do “coronavirus” pode ser correta ou mais correta. Se o presidente da OMS pode dar pitaco aqui, porque não posso dar pitaco lá.

Antes de mais nada, é preciso colocar cada coisa em seu lugar. Por exemplo, a OMS é uma ONG e apenas um braço da ONU, uma organização nas mãos de comunistas. O Lula até estava pensando em ser o próximo presidente do trem. Mas alguma coisa emperrou a ideia dele. Não é à toa os partidos vermelhos daqui, tara tata, enviam e-mails pedindo ajuda contra isso e aquilo, pois estão na geladeira. Até agora, que se saiba, as recomendações da ONU e seus braços não valem um tostão aqui e acolá. Nem a Espanha cujo presidente da ONU é um espanhol, não dá lá grande prestígio.


Tedros Adhanom Ghebreyesus (Ge’ez አድሓኖም
ገብረኢየሱስ
) é um político etíope, acadêmico e autoridade de saúde pública.[1] Graduado em biologia e doutor em saúde comunitária,[2][3] é o atual diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2017. Serviu ao governo da Etiópia como ministro da saúde de 2005 a 2012[4], e como ministro de relações exteriores de 2012 a 2016. Nasc, 03 de março de 1965 (55 anos) Asmara, cidadania Etiópia, político e microbiologista.

Mais engraçado é ver o presidente responsável pela OMS não ser um médico, pelo menos é o que pensa o Maia, afinal essa ONG costuma se envolver nessas pandemias e outros. A OMS apoia o desenvolvimento e distribuição de vacinas seguras e eficazes, diagnósticos farmacêuticos e medicamentos, como por meio do Programa Ampliado de Imunização. É aí o problema. A família Rockfeller, assim sem querer, tem muito apreço pela OMS, pois a fortuna da família, segundo dizem, fizeram sua fortuna graças aos muitos laboratórios, planeta afora.

Tenho o direito de pastor cristão protestante, por minha escolha sem uma igreja, no momento. Fui ungido (forma bíblica de elevar alguém a algum dos postos bíblicos cristãos, mais usada pelas igrejas pentecostais). Menciono esse detalhe afim de levar o leitor a entender minhas razões e pensamentos nessa questão (a pandemia covid 19) e outras que aparecem de forma humanista, como se Deus não existisse. Infelizmente, muitos que se dizem crentes em Deus, não sendo.

Pastores famosos estão em retiros nesse momento, na verdade se escondendo e tratando de não colocar a colher nesse angu. Dos mais conhecidos, o Pr. Malafaya é quase o único a dar a cara para baterem, embora fala mais abobrinha do que interessaria. Conheço muitos colegas com igrejas imensas de acordo com o que estamos vendo diante desse problema grave de saúde.


Salinha de reunião da OMS

O deputado Rodrigo Maia, ontem em entrevista à Globo, deu a entender (de novo) que a ONU e sua OMS (cuja sede está em Genebra – Suiça desde 1948 – e por uma coincidência, está aniversariando hoje (7 abril), 71 anos ), abril é o pior mês para mim, aqui estamos sem saber o que acontecerá. Os piores acontecimentos de minha vida se deram em abril, com raras felicidades, está acima do nosso governo (hi), e o jovem citado é o presidente da Câmara de Deputados Federais. Provavelmente, trata-se desses infelizes dos quais foram alijados da matéria Educação Moral e Cívica, portanto vamos ensinar o cara, talvez por ele, além de burro, não é brasileiro e sim chileno, vai saber por que.

“O Brasil é uma república federativa constitucional presidencialista, de forma adotada em 1889. O Estado brasileiro está organizado em três Poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O Chefe do Poder Executivo (que acumula as funções de chefe de Estado e chefe de Governo) é o Presidente da República.”

No final da entrevista a joia, claro, após governo, OMS “a Ciência”. O imbecil (segundo dizem) do Richard Dawkins, para mim um ateu, levantou da tumba para comemorar, graças ao idiota do Maia, disseram os caras da padaria.


Três ex-diretores do Programa Global de Erradicação da Varíola lendo a notícia de que a varíola havia sido erradicada a nível mundial, em 1980

O nosso presidente não entendeu direito ainda. Os inimigos dele são todos ateus, mesmo os deputados do centrão que se dizem pastores, etc. Negócio deles é roubar o erário público e só. Eles me lembram a Jezabel, figurassa. Todas essas Jezabels que temos no país (milhares) precisam ser exterminadas (segundo nossas leis, claro) e esse é o trabalho do atual presidente. Ajudar a manter Israel lá no meio dos povos sedentos de revanches e, sobretudo, deixar claro que Jerusalém é a capital de Israel, portanto nossa embaixada deve estar lá. É um símbolo e nosso presidente foi ensinado a respeito, mas esta escorregando na maionese, perdendo paciência de Deus.


Países que destroem igrejas cristãs e matam os cristãos não são nossos amigos. O que fizeram no prédio da FIESP na Av. Paulista, outro dia, transformando esse prédio em uma bandeira chinesa. Afinal, junto com os atuais governantes daqui, temos os proprietários de industrias, comércio e agricultores, todos Jezabels.

Imagino que esposa do presidente deve estar cortando um riscado com o marido, que não sabe pra que lado ir. Até pastores já o aconselharam a deixar os EUA/Trump e ir de mala e cuia para o lado chinês com Xi Jinping, demolidor de igrejas cristãs. Afinal, a religião é o ópio do povo, mas os chineses são chegados no ópio, afinal deve ser melhor do que comer morcego.

Enquanto isso, você acha correto ficar todo mundo em casa, quando a maior parte do país não tem a pandemia? Estou em São Paulo, o maior foco do problema, então vá lá. Mas para nós, ficamos em casa e morremos de fome, sei lá. Sem a pandemia já estava ruim, imaginem agora… e os caras fazendo joguinho político, etc.

 

Jorge Miller

Certa manhã, enquanto tomava o desjejum, ele empurrou para um lado o café e a bolacha, ajoelhou-se, pôs os cotovelos na poltrona de estudo, apoiando nas mãos seu rosto delgado e ossudo:

    – Deus, disse a ele em voz alta – tu sabes exatamente como tenho feito e o significado disso.  Sabes das minhas necessidades: dinheiro para pagar o aluguel, alimento, adquirir livros e liquidar meus compromissos com o próximo período escolar. Dependo de ti, Deus, para o conseguir. Em seu próprio nome. A teu próprio modo. Esperarei…

    Ele hesitou por um minuto, ouvindo. Então concluiu.

    – Se for da tua vontade, Deus. Amém.

    Jorge Miller

(sec XIX) Em Bristol – Inglaterra

    Eu Lou, faço minhas essas palavras, em Cristo nosso Senhor!

As sete leis de Noé
   
   
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1. Reconheça que existe apenas um D’us
2. Respeite o Criador
3. Respeite a vida humana
4. Respeite a instituição do casamento
5. Respeite a propriedade alheia
6. Respeite todas as criaturas
7. Estabeleça tribunais de justiça
…..
   
  Após o Dilúvio e a saída de Nôach (Noé) e sua família da arca, D’us os abençoou e estabeleceu uma aliança assegurando-lhes de que jamais haveria outro dilúvio para destruir a terra.

Fez surgir no céu o primeiro arco-íris que selaria para sempre esta aliança e forneceu um Código de sete leis sobre as quais uma nova civilização seria

construída. Estas leis representam o reconhecimento de que a moralidade – na verdade, a própria civilização – deve ser baseada na crença em D’us.

A menos que reconheçamos um Poder Mais Alto perante quem somos responsáveis, e quem observa e conhece as nossas ações, não transcenderemos o egoísmo de nosso caráter e a subjetividade de nosso intelecto. Se o próprio homem é o árbitro do certo e errado, então o “certo” para

ele será aquilo que deseja, independentemente das conseqüências para os outros habitantes da terra.

“As Sete Leis” são uma herança sagrada para toda a humanidade e para cada um em particular como deve conduzir sua vida espiritual, moral e pragmática.

São intemporais, não restritas a locais geográficos e jamais podem ser alteradas ou modificadas, guiando a humanidade a perceber seu potencial máximo.

Chegará um tempo em que todos estarão preparados para incorporar este  caminho. Será então o início de um novo mundo de sabedoria e paz.

 
       
Fui Certificado em Cristianismo Através das Escrituras

Aos 68 anos, comecei a fazer esse curso extremamente denso, tipo Harvard Divinity School, em 2018 e terminei em 2019, mas não estava interessado no certificado e sim, em melhorar no conhecimento do Cristianismo com base nas escrituras. Conversa vai, conversa vem, fora os palpites, decidi buscar o certificado. Pensei que era só enviar um Email solicitando e pronto. Não aceitaram, para tanto precisaria fazer o curso inteiro novamente para poder obter o certificado. Então comecei novamente em 2019 e terminei em 28 de março de 2020.

Como já havia terminado o curso em 2019, sem certificado, sai por aí oferecendo um bom curso para pastores, estudantes e interessados. Todos, obviamente, não me deram a mínima.

Pior foram os nãos das mulheres diretoras das escolas. No meu tempo mulheres cuidavam dos filhos, da casa e do marido. Essa mudança é notável porque agora as mulheres são maioria nessas escolas, a começar pelas professoras e depois pelos estudantes. Interessante né?

Quando fui diretor de creches na prefeitura, década de 1980, já havia preconceito das mulheres para com os diretores. Que eu saiba, só havia dois, um outro e eu. Nossa como levei desaforos para casa, vocês não fazem ideia. Imaginem agora, vixe!

Nesse curso, há um capitulo fantástico sobre essa questão da mulher através das escrituras e o pessoal cairá de joelho no chão, garanto e muito mais.

Bom, era isso. Se não servir para nada, mais uma vez terei dado cabeçada, fazer o que.

Beijo nas carecas e perucas

45 mil famílias foram abençoadas

A Crossroads Church, uma mega-igreja de Ohio, nos Estados Unidos, promoveu uma campanha de grande impacto em parceria com a RIP Medical Debt, uma ONG americana que paga as despesas médicas de quem não possui plano de saúde nos estados de Kentucky, Ohio, Tennessee e Indiana.

Segundo revelado pela FOX Newscerca de 45 mil famílias foram abençoadas essa semana com o projeto, que desembolsou mais de US$ 46 milhões (cerca de 206 milhões de reais pela cotação dessa semana).

As famílias receberam envelopes dourados “misteriosos” com a grata novidade de que estariam livres de suas dívidas médicas. Nos Estados Unidos, o sistema de saúde não é público como aqui no Brasil, e os mais pobres sofrem para conseguirem até mesmo simples tratamentos.

O pastor-sênior da Crossroads disse à Fox que o intuito das igrejas pelo mundo é maior do que apenas se reunir em cultos de ações de graça.

“As igrejas cumprem seu papel quando somos uma bênção para pessoas reais em nossas comunidades. Não estamos aqui apenas para ter grandes reuniões em dias de domingo”, disse ele.

O projeto pode ser financiado por qualquer pessoa. A cada 100 dólares doados, a RIP Medical Debt consegue complementar o valor até quase 10 mil. Por conta disso, milhares de pessoas puderam ser beneficiadas de uma só vez.

A mensagem de esperança trazida em cada envelope que anuncia a quitação das dívidas é muito clara: “Parabéns: sua dívida médica foi paga porque alguém te ama, e também porque existe um Deus que não se esqueceu de você”.


Jesus não estava morto no túmulo. Ressuscitou? ou: Acordou e saiu do túmulo vivo?

A frase de Jesus: “Eloi, Eloi, lamá sabactani?” (Marcos 15: 34), em português: “Meu Deus, meu Deus, por que me desamparaste?” incomoda muitos estudiosos da Bíblia. E ela varia: “Eli, Eli, lemá sabactani” (Mateus 27: 46).

Muitas pessoas, cristãs ou não, sentem um enorme desconforto quando leem esses versículos bíblicos. Inclusive, a fuga de Deus, ou a solidão de Jesus naquele momento, ou ainda, será que Ele perdeu, momentaneamente, a certeza de estar em Deus?

Em nossas vidas, passamos por momentos do tipo polo norte e outras vezes, momentos do tipo polo sul, ou seja, onde anda Deus? Certamente, Jesus passou por essa sensação. Ele sofreu por nós e sentiu por nós, primeiramente, abrindo a porta para a “não morte”.

Tenho enorme vontade de gritar, “Jesus não morreu”. O fato é, ele próprio veio para vencer a morte. E Paulo disse:

“Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a Lei. Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. (1 Coríntios 15:55-56)”

Tenho comigo um certo pensamento a respeito. Os que dizem: “Ele morreu”, podem estar enganados devido à convicção de morrer. Ninguém deixará de morrer se não acreditar na vitória conquistada por Jesus. Por que Ele morreria? Só para morrer por nós? Depois ressuscitou, pra que? Não há o perdão de Deus Pai? Será que Jesus não nadou nas águas do perdão, como o primogênito de Deus?

Ah! Como gosto disso. Não sei como acreditar na possibilidade de entrega da vida eterna através da vitória de Jesus Cristo sobre a morte. Gosto disso, mas vivo sob a égide da morte.

Não é Deus quem vive em nós, mas o contrário, nesse caso. Ou seja, nós vivemos em Deus. Jamais abrigaríamos o Pai, nosso Deus, mas Ele nos abriga em seu seio.

Deus, na pessoa de Jesus, estendeu sua mão para que todos nós ultrapassemos a morte e tenhamos vida eterna. Não tenhamos medos, a estatura de Deus nunca foi medida. Olhe para o Universo, e sabe-se lá se não há outros universos por aí. Deus é tudo isso e muito mais e não conhecemos a dimensão total Dele. Por isso estamos e estaremos nele.

Os que morreram, provavelmente, todos nós, voltaremos através da ressurreição, graças a vitória de Jesus sobre a morte. Essa possibilidade foi estendida por Ele para nós. Não sei quantos já venceram a morte, se muitos ou nenhum, além de Jesus. Que tal você ser o primeiro nesse caso?

Não faltará lugar para todos, se assim for e penso que sim.

Indo aqui e ali no dia do Senhor, sabe-se lá o significado disso, ou melhor, conheço vários significados mas nunca os consegui digerir. Mas, nem é esse meu propósito aqui, e sim pensar um pouco a respeito do tal “dízimo”.

Interessante o fato dos dois casos serem crias da mesma pessoa, ou seja, o tal do Papa Inocêncio (Papa São Inocêncio I (em latimInnocentius I) foi um papa eleito em 22 de dezembro de 401 e faleceu dia 12 de março de 417.), vivido lá pelo terceiro século pós Jesus.

É difícil saber se isso ou aquilo foi mesmo obra do P. Inocêncio ou outro ou nenhum deles. Mas acho que dá pra mexer um pouco, caso contrário encontraremos outro Papa Inocêncio III lá pro décimo terceiro século (foi eleito no dia 8 de janeiro de 1198 – coincidente com o meu aniversário), esse foi ainda menos Inocêncio que o Inocêncio do quarto século.

Dizem por aí que o P, Inocêncio do quarto século resolveu criar igrejas, de preferência mais suntuosas do que as sinagogas e templos judaicos e além disso, criou a oferta, com a vantagem que cada um poderia ofertar com quanto desejasse, embora o Inocêncio tenha apostado que seus seguidores dariam bem mais do que faziam os judeus. Dizem que assim foi, mesmo.

Com o tempo a oferta desceu abaixo dos dez por cento e nunca mais conseguiram levantar, isso na oferta da missa. Ao dar uma olhada em tudo que a Igreja Católica conseguiu após o Inocêncio do décimo terceiro século, é meio claro que os papas seguintes sempre receberam muito mais, por exemplo, com as vendas das indulgências, etc. Atualmente os meios de para conseguir doações são algo parecidas com bombas atômicas.

Ao zapear pelas igrejas protestantes dos nossos dias tenho me esgotado a reserva para ouvir sobre “dízimo” nesses locais. Das duas uma, ou igrejas e seu pastores (as) estão no vermelho ou querem muito mais, imagino.

O mais interessante, segundo eu mesmo, Jesus de Nazaré não implantou nem igrejas, tão pouco o dízimo (do tipo criado pelo P. Inocêncio I). Jesus era judeu e não poucas vezes chamou a atenção dos judeus malandros (alguns é claro) que não davam o dízimo ou mentiam dizendo ter dado mas era mentira.

Os Inocêncios católicos cozinharam em fogo brando até enriquecer sem limites a Igreja Católica e assim pretendem continuar. Quanto aos pobres…