Viagem mortal

Português: Imigrantes europeus posando para fo...
Português: Imigrantes europeus posando para fotografia no pátio central da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo. (Photo credit: Wikipedia)

Então, quando estava no ginásio (2ª parte do fundamental atual), aprendi sobre migrantes, imigrantes e invasores. Muito legal, saber essas coisas.

Dia desses, um cara muito culto, postou um texto (não me lembro onde) onde demonstrava que o refugiado de hoje é o migrante ou imigrante de ontem. Não aquele imigrante que tem 500 mil dólares no banco ou consegue cidadania por ser um descendente daquele povo para onde pretende ir. Agora os outros eram pobres que estavam fugindo de situações de aperto (guerra, fome, perda para Alemanha de 7 x 1, Collor, FHC, Lula, Dilma e Temer na presidência ditatorial, etc., terremoto, vulcão em erupção, enchente, wharevis).

No Brasil dos anos 40, 50, 60 e 70 não era muito fácil conseguir votos em uma candidatura para síndico do prédio e muito pior para vereador, deputado, senador, prefeito, governador e presidente. Então um cara cheio de cantar sua honestidade conseguiu aprovar um projeto próprio chamado “salário família”. Lembro do meu irmão zoando minha avó porque ela dizia que iria votar no Franco Montoro (o autor do trem citado) e nas costas dela ele ficava dizendo: é o maior demagogo!

Numa campanha para prefeito da cidade de São Paulo, a primeira depois de vinte e tantos anos (tempos da ditadura militar) eu ouvi o Montoro dizer em debate televisionado contra o outro candidato o Reinaldo de Barros, que havia criado o salário família para fomentar a natalidade, sobretudo nos estados do nordeste e norte porque em breve eles não teriam mais povo em suas cidades. Ao que seu oponente respondeu: Claro, eles nascem lá e vem todos viver aqui.

Preconceitos à parte, o crescimento irresponsável da nossa população brasileira é um dos principais, se não o principal, problema gerador de miséria e pobreza no Brasil. Depois dessa brincadeira do Montoro surgiram muitos outros projetos aprovados com os mesmos propósitos, sobretudo, nos governos petistas. Políticos acreditam que o custo benefício, em termos de voto, com esses incentivos às classes mais pobres é ótimo. Inclusive, eles têm investido nos incentivos ao aumento dessas classes, de olho nos votos que irão representar. Trazer refugiados, traduz-se por voto rápido e barato.

Sabe, quando você mistura povos, há vários itens a levar em consideração. Podemos começar pelas questões de saúde. Por exemplo, febre amarela e dengue, doenças que estavam erradicadas do sudeste, voltaram e como foi isso, vieram com a migração e a imigração. Na sequência, chikungunya e zica vírus surgiram, novamente e não me pergunte se já houvera por aqui, pois não faço a menor ideia.

Ah, você dirá, mas foi o mosquito. Essa é muito boa. Quem trás e leva as doenças que afetam o ser humano é o próprio ser humano, a não ser que haja algum mosquito chamado homem e/ou mulher. Pode até acontecer, dizem, que um mosquito pique uma pessoa infectada e depois inocule outra, mas é raro. Geralmente, o mosquito que suga sangue de um ser humano, morre em pouco tempo.

O pior multiplicador dessas doenças nem é o exatamente o ser humano, mas o ser humano envolvido com pesquisas a respeito de doenças, seja para resolver o problema de doenças em seus próprios países e prefere fazer-nos de cobaias vivas ou com fins de inventar armas biológicas com fins de extermínio em caso de guerra.

Aí vem a questão dos medicamentos, começando com as vacinas. A maioria das vacinas são criadas para serem consumidas como qualquer outro produto. Quanto mais for consumido, mais alguém aumentará sua fortuna. Gente assim acredita que esse é o melhor dos cenários, vender um produto que seja de uso obrigatório e não aleatório. Seja através das campanhas públicas como a disseminação por meio de mercado desses artigos, tais como farmácias, clínicas e hospitais.

Mais ou menos ligados com as questões de saúde, há as questões sanitárias. Como essas pessoas se relacionam com a higiene, por exemplo. Quais produtos eles utilizam? Como cuidam do lixo? Suas casas tinham esgoto embutido e ligado à rede de esgoto da cidade ou corria a céu aberto? Isso é só um exemplo.

Um outro item importante é formado pelas questões culturais. Como no caso da saúde, é uma irresponsabilidade você receber pessoas oriundas de outros lugares sem um prévio e intenso planejamento. Você precisa saber tudo sobre o outro povo. Qual é a religião deles? São cristãos? Muçulmanos? Judeus? Simpatizantes do Padinho Cícero? Espíritas? Macumbeiros? Bebem o chá? Budistas? Xintoistas? Etc. Algumas religiões são zem outras tem planos de eliminar essa ou aquela seita com todos seus adeptos junto. Há aquela que pretende ficar com a riqueza do mundo em seu castelo. Melhor colocar as barbas de molho.

Como se dá educação por lá? As escolas lá são com ou sem partido? Foram educados com ou sem gênero? Recebia incentivo ao sexo livre? São favoráveis ao LGBT? São xenófobos? Que tipo de governo eles tem lá na Venezuela, Síria, Iraque,  ou no Haiti? Como eles se vestem? Que língua falam? E vai por aí.

Sabe, muitos já estudaram, por exemplo, quais seriam as razões da alta taxa de suicídios entre as populações indígenas. Uma das razões, bem claras, é a mescla de culturas. O número de suicídios de índios aumentou depois que eles começaram a conviver com brancos e outras raças.

Poderíamos escrever um livro de muitas páginas, a partir daqui. Acho que já deu para você se mancar sobre o que estou escrevendo. Em outras palavras, é uma irresponsabilidade imensa misturar povos e raças. Por favor, não me venham com conversa boba para boi dormir. Isso é muito sério. Não estou aqui querendo impor meus preconceitos, obviamente. Estou preocupado com a falta de generosidade dos povos. Afinal, trazer ou receber pessoas com intuito de explorá-los não é lá o melhor dos tratamentos. Né?

Qualquer pessoa desse mundo só se sentirá cidadão em sua própria pátria com tudo o que sempre conviveu. Políticos e empresários não pensam nas pessoas. Negócio deles é dinheiro e poder. Vendem a mãe e não entregam. Pouco importa o resto, se precisar se fantasiar de cordeiro, sem problemas, eles o farão. Jurarão sobre o túmulo da mamãezinha com a mão esquerda na Bíblia, se for necessário. Agora cumprir promessa, não é com eles.

Author: Lou Mello

Olha só, pessoal assíduo na Gruta (carinhosamente grutenses) já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc. Pessoalmente, dou pouco valor a tudo isso. A ajuda é sempre muito relativa. Estudei a Bíblia e ainda o faço, dei aulas em várias escolas teológicas, até o pessoal encerrar minha carreira, nessa área. Acho que não me achavam adequado, sei lá. Legal mesmo, foi viajar por aí a pampa, com destaque à missão para a Albânia, em 1979 e países da África em 1981. Depois disso rodei muito pelos EUA e Europa, mas nada demais nisso. Tenho espírito missionário, acho, mas nos EUA estava mais interessado em fazer um pé de meia. Não deu certo. Mas aprendi muito por lá, onde há muito a aprender.
Atualmente, acalento o Projeto Corações Valentes e tento manter dois ou três clientes, aos quais presto consultoria na área de Desenvolvimento (Comunicação e Captação de Recursos), algo que aprendi com os norte-americanos, campeões nessa área, , sobretudo, com Dr. Dale W. Kietzman, meu mentor em marketing para organizações não lucrativas. Entretanto, e aos poucos, acho que estou de coisa com a mudança comportamental, de tanto buscá-la para mim mesmo. Culpado disso foi o Dr. Zenon Lotufo Jr, que investiu em minha pessoa, muito além do normal. Talvez 2017 me abra algumas portas nessa área,
A Gruta surgiu como a forma ideal para a prática de algo que sempre gostei muito de fazer, ou seja, escrever e me livrar dessa coisa interior que pressiona meu peito e pode me matar. Tenho alguns projetos de livros em andamento, quem sabe ainda edito um ou alguns deles, antes de fazer a travessia.
Gosto de escrever, música, literatura em geral, educação, astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei), educação física e, de vez em quando, dou um ou outro pitaco nessas áreas também. Sou o principal leitor de tudo que escrevo. Ter leitores sempre foi algo inimaginável, enfim.

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