Vacinas assassinas

Pr. Jonathan Santos, C. T. Siepierski e eu

Esse lance de vacina contra febre amarela me lembra quando tínhamos que tomar esse trem, obrigatoriamente, para irmos a Moçambique – África.

Um dos membros de nossa equipe procurou um especialista que informou a existência de uns comprimidos que seriam mais eficazes do que a vacina, após relatar todos os senões do treco. Nenhum de nós tomou a vacina. O único problema que tivemos por não tomar a vacina foi uma prisão de umas duas horas em uma sala do aeroporto de Maputo e depois fomos liberados com a promessa de tomar aquela joça assim que chegássemos à cidade. Claro que prometemos cruzando os dedos nas costas. Nunca tomamos aquilo. Afinal estávamos em Moçambique e não em Copenhague.

Dois pastores que foram convidados a fazer parte do grupo (não mencionarei suas identidades por razões éticas) submeteram-se à aplicação da coisa em algum lugar. Resultado, eles passaram muito mal, lá em Moçambique. A infecção no braço (local da aplicação) de um deles ficou feia e chegamos a temer por uma possível amputação. Felizmente, eles sararam e voltaram de lá com tudo que foram, mas perderam alguns dias do plano.

Mas um dos caras da equipe, aliás aquele que havia consultado especialista, se não me engano, voltou de lá com alguma dessas doenças “africanas”. Está vivo até hoje e bem, até onde sei.

Recomendo a seguinte série em vídeo. Você vai gostar, digo, odiar.

 

Author: Lou Mello

Olha só, pessoal assíduo na Gruta (carinhosamente grutenses) já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc. Pessoalmente, dou pouco valor a tudo isso. A ajuda é sempre muito relativa. Estudei a Bíblia e ainda o faço, dei aulas em várias escolas teológicas, até o pessoal encerrar minha carreira, nessa área. Acho que não me achavam adequado, sei lá. Legal mesmo, foi viajar por aí a pampa, com destaque à missão para a Albânia, em 1979 e países da África em 1981. Depois disso rodei muito pelos EUA e Europa, mas nada demais nisso. Tenho espírito missionário, acho, mas nos EUA estava mais interessado em fazer um pé de meia. Não deu certo. Mas aprendi muito por lá, onde há muito a aprender.
Atualmente, acalento o Projeto Corações Valentes e tento manter dois ou três clientes, aos quais presto consultoria na área de Desenvolvimento (Comunicação e Captação de Recursos), algo que aprendi com os norte-americanos, campeões nessa área, , sobretudo, com Dr. Dale W. Kietzman, meu mentor em marketing para organizações não lucrativas. Entretanto, e aos poucos, acho que estou de coisa com a mudança comportamental, de tanto buscá-la para mim mesmo. Culpado disso foi o Dr. Zenon Lotufo Jr, que investiu em minha pessoa, muito além do normal. Talvez 2017 me abra algumas portas nessa área,
A Gruta surgiu como a forma ideal para a prática de algo que sempre gostei muito de fazer, ou seja, escrever e me livrar dessa coisa interior que pressiona meu peito e pode me matar. Tenho alguns projetos de livros em andamento, quem sabe ainda edito um ou alguns deles, antes de fazer a travessia.
Gosto de escrever, música, literatura em geral, educação, astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei), educação física e, de vez em quando, dou um ou outro pitaco nessas áreas também. Sou o principal leitor de tudo que escrevo. Ter leitores sempre foi algo inimaginável, enfim.

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