Vacinas assassinas

Pr. Jonathan Santos, C. T. Siepierski e eu

Esse lance de vacina contra febre amarela me lembra quando tínhamos que tomar esse trem, obrigatoriamente, para irmos a Moçambique – África.

Um dos membros de nossa equipe procurou um especialista que informou a existência de uns comprimidos que seriam mais eficazes do que a vacina, após relatar todos os senões do treco. Nenhum de nós tomou a vacina. O único problema que tivemos por não tomar a vacina foi uma prisão de umas duas horas em uma sala do aeroporto de Maputo e depois fomos liberados com a promessa de tomar aquela joça assim que chegássemos à cidade. Claro que prometemos cruzando os dedos nas costas. Nunca tomamos aquilo. Afinal estávamos em Moçambique e não em Copenhague.

Dois pastores que foram convidados a fazer parte do grupo (não mencionarei suas identidades por razões éticas) submeteram-se à aplicação da coisa em algum lugar. Resultado, eles passaram muito mal, lá em Moçambique. A infecção no braço (local da aplicação) de um deles ficou feia e chegamos a temer por uma possível amputação. Felizmente, eles sararam e voltaram de lá com tudo que foram, mas perderam alguns dias do plano.

Mas um dos caras da equipe, aliás aquele que havia consultado especialista, se não me engano, voltou de lá com alguma dessas doenças “africanas”. Está vivo até hoje e bem, até onde sei.

Recomendo a seguinte série em vídeo. Você vai gostar, digo, odiar.

 

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