A Gruta do Lou

Um tratado brasileiro sobre o debate

o-calvario Pintura de Jasiel Gomes

Cheguei a ficar muito inclinado em não escrever a segunda parte do blog anterior, mas daí a Alice e a Chris apareceram e em respeito a elas não fugirei em cumprir minha promessa. Mas não será hoje, pois estarei o dia todo em São Paulo, trabalhando, essa coisa horrenda. Hoje eu fiz isso, também. Se continuar assim, acabarei viciando. Melhor me precaver.

Estou escrevendo antes de ir dormir, no início da madrugada. Assisti uma de minhas séries favoritas, agora a pouco (Two and a half men). Dou boas risadas com esses caras. Acho que me vejo um pouco ali, também. Pretendo sair cedo e não terei tempo de ligar o computador de manhã. Mas, durante o dia, darei umas sapeadas por aqui.

Lí os relatos do debate entre o Ed e o cara do Bope, produzido pelo Pavarini e divulgados em primeira mão pelo Volney. Eu ia fazer troça com isso, mas o Brabo cortou meu barato. É que eu fico zangado em ser o eterno esquecido. Também, em um evento como esse eu diria o que? Só se fosse para gritar: mata os bope, mata os bope… Não isso não pode, violência gera violência e a bíblia não da chance para nenhum tipo de matança, nem aquela que o Ed quis deixar escapar no fim do debate. Nós temos a chave do cofre onde está o segredo capaz de debelar a violência e o Barba Branca cobrará isso de nós, naquele dia.

Eu gostaria de debater com o Lula sobre pobreza, um assunto que eu sei tudo e ele não sabe nada, apesar dele ser nordestino e eu paulistano. Seria dez a zero para mim, com nuances cristãos e tudo. Etâ cabra safado, sô! Outra alternativa seria um debate entre o Jasiel Botelho e eu sobre as dez coisas que não se deve fazer em um evento cristão. Eu começaria dizendo: Número um: nunca pinte um quadro do Golgota com as três cruzes. Esse é uma figuraça. Poderia debater com a Ana Paula Valadão sobre leões de Judá. São ideias mais leves para o futuro, se bem que minha agenda já está toda comprometida.

Bom mesmo é saber que essa gente bisbilhota por aqui, mas não se revela. Afinal, dá de alguém vê-los nessa pocilga e o que dirão deles, daí? Para comentar aqui precisa ter peito. Sem piadinhas de mau gosto, por favor.

Prometo que amanhã eu falarei sério. See you.

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lousign

3 thoughts on “Um tratado brasileiro sobre o debate

  1. Lou, muito bom esse tema. Dentro dele, observo, o conceito de liberdade como indispensável a natureza humana. A lei e a justiça carece de origem legítima para promove-la. Pressuponho que ” alguns políticos andam de encontro ao curso do rio…” com objetivos claros de manipulação contrariando o consenso. (intenções ocultas)como diz o Stephen Kanitz – da veja. Ora, certamente sabem o que fazer para prevenir a violência. E porque não fazem?

  2. Será que eu entendi o post??? Esse povo todo passeia por aqui e não assume??? Que bobos… vir aqui me deixa melhor. Eu, hein???…

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