Um presente desvinculado

“Em todos os tempos, menos no nosso”.

É o fim do passado e do futuro, do qual fala Chris Lasch.

http://www.baciadasalmas.com/2…..-do-futuro

“A paixão predominante é viver para o momento – viver para si mesmo, não para seus predecessores ou para a posteridade. Estamos perdendo rapidamente o senso de continuidade histórica, o senso de pertencer a uma sucessão de gerações que se origina no passado e estende-se futuro adentro. É o esvanecimento do senso histórico de tempo – em particular a erosão de qualquer preocupação mais forte com a posteridade – que distingue a crise espiritual dos anos 70 dos surtos anteriores de religião milenar, com os quais ostenta uma semelhança superficial…”

Nenhuma injunção moral ou ética aplica-se possivelmente a nós. Somos, como aquele descortês mestre de cerimônias, impermeáveis à virtude.

# postado por Paulo Brabo : 2/02/2006 12:07 PM, comentando o post Campestre II

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Uma resposta para “Um presente desvinculado”

  1. Na família de minha mãe,cultiva-se o hábito de passar de pai para filho o conhecimento( dos antepassados)ou contato com a história da família.Somos descendentes de sírio-libaneses.Agora, a preocupação mais forte com a posteridade, essa,deixa tudo a desejar.

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