Solilóquios do Lou I: O Cabudo

Caramba! Sou mesmo uma fraude. Se fosse mesmo verdadeiro, escreveria um post sobre o cabudo. Mas… e sempre tem um maldito “mas”, fico inventado um monte de desculpas e não escrevo sobre o cabudo.

Nesse mundo em que vivemos, o cabudo poderia ajudar tantas pessoas. O nosso presidente e os outros dariam tudo para conhecer o cabudo. Seria a solução para todos os problemas deles. Você já imaginou se perguntassem ao Lula o que ele fará, já na metade do segundo mandato, para erradicar a pobreza e ele pudesse dizer: “Usarei o cabudo!”

E o Bush, se conhecesse o cabudo? Quantas mortes teriam sido evitadas? Ele não precisaria ter derrubado o Word Trade Center e, muito menos, invadir o Afeganistão e o Iraque. Bastava um único cabudozinho.

Imagino se a guarda romana tivesse um cabudo, ou mesmo Poncio Pilatos no dia em que julgaram e depois crucificarm Jesus, o Rei dos Judeus. Nada disso teria acontecido e estaríamos todos perdidamente condenados. Que ironia! A morte mais violenta, mais inaceitável e hedionda na história, não poderia ser evitada, para o nosso bem. Por isso Deus não tinha revelado o cabudo, ainda e nem a psicologia.

Se bem que o cabudo surgiu na era moderna. Agora estamos na era pós moderna, a era preferida do Ed, onde surgiu o pelecóis, muito mais eficaz que o cabudo. Mas não posso esquecer quanto bem o cabudo me fez, ao longo dos anos.

Enfim, não tenho coragem de escrever sobre o cabudo e nunca terei para escrever sobre o pelecóis, igualmente. São aquelas coisas que nosso Senhor disse que não revelaria porque não poderíamos suportar. Acho que Deus me mostrou o cabudo e o pelecóis, através da Carolina minha filha, para dar uma pequena idéia de tudo o que não conhecemos.

Imagino que os leitores nesse momento gostariam muito de saber do que estou falando. A resposta é muito simples: cabudo, oras.

לּהּמּ

Author: Lou

3 thoughts on “Solilóquios do Lou I: O Cabudo

  1. Você e o Afonso X que já preconizaria que

    «Teu rogo de meu Fill’ é ja cabudo;
    onde por mingua que ajas non dés ren, mais atrevudo
    sei ben, ca mui gran tesouro te darei que ascondudo
    jaz sso terra, que meteron y mui peyores ca mouros.»

    Agora, pelecol é coisa de russo, e eu ainda não estou falando em línguas

  2. Fábio

    Suspeitei, desde o início, que dificilmente alguém alem de você decifraria esse negócio. Valeu! Qualquer dia eu te ensino o pelecóis. 🙂

  3. Oi Lou!!! Libera o cabudo, libera o pelecol.
    Gruta também é informação e cultura.
    Vai lá, a gente aguenta o rojão…

    Quem domina esse conhecimento é a minha filha. Para essa revelação, precisaríamos obter a autorização dela. Vamos ver. Quem sabe.

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