A Gruta do Lou

Sindicatos do Crime no Brasil

“A liberdade vê na religião a companheira de suas lutas e seus triunfos, o berço de sua infância, a fonte divina de seus direitos. Considera a religião como a salvaguarda dos costumes; os costumes, como a garantia das leis e penhor da sua preservação.”
Alexis de Tocqueville

Sob o olhar dos Sindicatos do Crime no Brasil, a maldade da maioria dos deputados e senadores cumprindo mandato no Congresso é incomensurável. Eles querem dinheiro e vantagens, sem nenhum escrúpulo. Não sei se há alguma lei ou projeto capaz de passar sem mutretagem. Mas a cereja desse bolo, para esses senhores e senhoras é, ainda, empurrar a culpa na pessoa do presidente da república, quando o projeto foi enviado pelo próprio.

Até a chegada do Presidente Bolsonaro, tudo ia as mil maravilhas. As trocas e propinas, fora outras falcatruas, até eram tramadas na frente das TVs e seus repórteres. Muitas vezes, nos últimos anos, você e eu assistíamos essas situações em nossas casas, via TV. Mas o atual presidente se comprometeu a mudar esse estado de coisas e até aqui manteve seu compromisso.

O presidente da câmara dos deputados federais, um tal de Maia já apontado como receptor de propinas da Gol e outras, bradou para todos os lados a ida do Presidente Bolsonaro ao Congresso para acertar o projeto. Cara folgado esse. Acabaram trocando farpas com maior falta de educação por parte do Maia. Então fizeram uma reunião para apascentar as coisas, mas isso não mudou muito, pois o Maia continuou reclamando a presença do Presidente Bolsonaro na câmara para negociar.

Quatro meses e meio passados e desde a entrada dos projetos com prioridade (previdência e Justiça) o primeiro necessário para folgar as finanças do país e o segundo para folgar a população de tantos assaltos, assassinatos e todo tipo de malandragem, principalmente, os casos de corrupção, os quais você e eu estamos cansados de ver os ancoras dos jornais informando as desculpas esfarrapadas dos advogados dos corruptos.

Bom isso é só alguns exemplos. Depois da saída dos presidentes militares, todos os presidentes civis toleraram e também participaram da corrupção. Milhares e milhares que deveriam ser utilizados nas necessidades do nosso povo foram encaminhados a essas figuras torpes dos nossos políticos com raríssimas exceções. O Presidente Bolsonaro foi identificado pelo maior doleiro dos deputados e senadores, no tempo (28 anos) em que exerceu mandato de deputado federal como o único a nunca ter recebido qualquer propina por ele distribuída.

E aqui chegamos ao ponto mais importante. Além desses traíras infames, entre o nosso povo brasileiro também há pessoas de extrema maldade. O Presidente Bolsonaro não é o tipo de político dos meus sonhos, mas ele é honesto, homem de família, religioso e do tipo boa gente. Sua educação escolar inclui uma graduação em Educação Física obtida nos tempos de Exército, em escola militar. Além de ser oriundo das casernas, ele é católico, casado (casou três vezes), cinco filhos e bom filho, segundo sua mãe.

O fato é, ele passou a ser objeto de preconceito. Uma deputada do PT (você sabe quem é) armou uma arapuca no corredor da câmara para tentar criar uma situação capaz sujar a ficha policial limpa dele. Ele não caiu na arapuca, mas disse a ela que “se fosse estuprador não a estupraria”. Ela conseguiu entrar com uma queixa crime na polícia por causa dessa frase, promotor deu segmento e um juiz o julgou culpado e o sentenciou a sete meses de cadeia. Temos aí, então, uma deputada, um delegado, um promotor e um juiz, todos preconceituosos, fora testemunhas que forjaram seus testemunhos.

Atualmente, após a dificuldade em fazer os projetos tramitar na câmara baixa, além dos políticos contrários e os traíras, o povo que engoliu ou nem isso, passou a acusar o Presidente Bolsonaro de todo tipo de preconceituoso (homofóbico, machista, racista, etc…). Além disso, deu oportunidade para seus inimigos políticos de raiz esquerdista com seus séquitos tratassem de achincalhá-lo. A coisa aumentou com as pessoas sem muito critério engrossar a fila dos inimigos do Presidente Bolsonaro, pelo crime de não ter conseguido aprovar seus projetos em três meses e meio desde a entrada. Sei de muitos projetos que duraram muito mais.

Vamos falar a verdade. Nosso inimigo não é o Presidente Bolsonaro. Até agora ele não nos tirou nenhum centavo. Os deputados e senadores corruptos não são o mal maior no meio político, apesar de suas sujeiras. Esses caras estão submissos a verdadeiras máfias e para elas trabalham, ganhando muito dinheiro e prejudicando o nosso povo, inclusive você e eu.
Que máfias são essas? Ora meu caro e minha cara, aqui leitores, o Brasil abriga uma das maiores redes de mafiosos em forma de sindicatos, ordens, milícias, seitas, traficantes, irmandades, etc., do planeta. Periga ser o maioral em termos de máfias e mafiosos.

Hoje, li no Facebook um texto do Prof. Stephen Kanitz muito bom, se bem que apenas diagnostica a situação nas entranhas dos três poderes, mas não dá a receita para salvar o doente. Para o ele, um senhor mais refinado, chama essas máfias de “corporações”. Não deixe de ler o artigo dele.

O Tocqueville identifica as raízes do funcionamento da democracia norte americana. Não adianta nada nós votarmos em alguém, formar governo e não termos as nossas raízes muito bem plantadas antes disso. Se soubéssemos disso, seriamos aptos em nossas escolhas e saberíamos julgar nossos governantes.

No nosso caso de agora, as corporações estão atrás de tudo isso, ou se preferir, essas máfias todas existentes por aí. Vai de traficantes a diretores de escolas particulares, passando por construtoras, fabricantes de material escolar, sindicato das indústrias, conselhos de médicos, advogados, engenheiros, os próprios partidos, etc., todos buscando o que lhes interessa nos governos, de dinheiro – a leis.

Esses são nossos verdadeiros inimigos. Lembre disso quando for atirar e acerte no alvo.

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