A Gruta do Lou

Seguindo com a vida e cangurus

De volta ao mundo real e verdadeiro, onde as mentiras não contam ou existem se quer, é hora de seguir adiante. Carnaval passou, Semana Santa idem e começou o ano brasileiro.

Como está bem evidente e, antes que o Jorge diga: “outro template!” , escolhi esse, dentre as opções WordPress. Isso significa uma coisa apenas: que a Gruta não tem um template próprio, alguém com competência para desenvolver um e muito menos receita prevista para contratar um web designer. Morri de inveja quando fui com o Robson ao Studio do profissional que desenvolveu o dele. Tentei fazer algumas perguntas para o cara, mas ele fechou-se em copas. Pior que meu amigo escreve uma vez por semestre, apenas. Então vamos do jeito que podemos, mesmo, se bem que, fiz as minhas mudanças por aqui, embora para os olhos menos experientes elas não apareçam. Ainda mexerei bastante, não tenham dúvidas.

No dia da mentira, quando a mentira do Brabo deixou-nos em dúvida, devo confessar que havia pelo menos um pequeno motivo para eu desejar que fosse verdade aquela mentira, ou seja, a possibilidade de herdar o template dele. Sorry Paulo. Cheguei a pensar isso. Estou me sentindo do mesmo jeito que me senti quando minha avó morreu. Enquanto minha mãezinha chorava a perda da dela eu fazia cálculos a respeito das coisas da velha.

Confissões à parte, estou um pouco feliz. Li lá no blog do Jorge um comentário da Rubenita (não achei a web page dela) sobre o meu blog Corinthians Yes e fiquei todo orgulhoso. Depois fui lá dar uma olhada e tinha um comentário da Larissa elogiando também. Ganhei o dia.

Ontem, conversava com o Rubinho, em frente ao consultório do Dr. Sérgio Rocco, na hora que recebi o telefonema do Volney avisando que a Bacia das Almas havia fechado. Peguei-me, então, falando que se eu ganhasse para escrever ou se isso fosse parte do meu trabalho, feito o Sérgio do Pavablog, salvo engano, acho que inundaria a internet com as minhas bobagens Woodyallenanas, com grande freqüência e dedicação.

Bom, para quem gosta de seguir links este post está um prato cheio. Ah! Antes que eu me esqueça, esqueci de avisar, ontem, que o Caio pretende abandonar o ministério, doando a renda total de seus livros e penduricalhos ao asilo dos velhinhos ex-usuários de drogas de Petrópolis e dedicar-se a criar cangurus na Austrália, sua especialidade. A comunidade evangélica está em festa.

Quanto a mim, sigo na mesma. Se o salva-vidas não vier logo me resgatar morrerei afogado, pois estou com medo de descobrir que sei nadar.

12 thoughts on “Seguindo com a vida e cangurus

  1. que comentário machista foi aquele no blog do Jorge?? Sorocaba está te afetando!
    sai dai logo,
    vamos lançar uma campanha!
    Lou, sai de Sorocaba, que tal?!
    🙂
    🙂
    beijos,
    alê

  2. Rubinho

    A Márcia é especialista em templates para Blogger. Eu uso o WordPress. O que temos feito é adaptar-nos aos templates disponíveis. O cara que fez o do Robson, aqui de Sorocaba, é bom. Só que eu não tenho a disponibilidade do nosso amigo. Mas eu gostei desse aqui, você não?

  3. Alê
    Quando o aspirador emperra, vc tb não dá uma porradinha nele? E qdo fica obsoleto, joga fora e loga procura um mais moderno e com bom design, né? Assim é com os homens tb! Beijos…

  4. Alê

    Pronto, agora vocês ganharam mais um reforço. Incrível como as mulheres são mais unidas que os homens. Melhor não provocá-las, imprudência que acabei cometendo.

  5. Olha, o template é muito bonito.
    Gosto dos tons: quentes, acolhedores!
    Quanto ao teu comentário lá no Canto do Jo, eu sei que era brincadeira… só podia ser, pois homem que bate, não o afirma descaradamente! 🙂

  6. uau….
    ganhei reforços: a Dedé!!!
    Lou, acho que você não vai repetir comentários machistas…
    e
    Viva a Dedé!!!!
    beijos pra Dedé,
    alê
    🙂
    🙂

  7. Alê

    Mão sei não. Tento não ser machista, mas admito ter sido criado em uma cultura ambígua que mistura machismo e matriarcalismo fazendo-nos seres complexos e de compreensão difícil. Em outras palavras, vez ou outra sai alguma coisa mais machista, não é por mal.

    Vilma
    Estávamos todos brincando. Me preocupou mais ver o comentário de pessoas desconhecidas para mim, levando minhas palavras mais a sério. Você, a Alê, a Dedé e o Jorge sabem que eu não sou confiável, mas quem não me conhece…

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