O nome do anjo Raniel

Português do Brasil: Aleijadinho: Anjo, Santuá...
Português do Brasil: Aleijadinho: Anjo, Santuário de Matosinhos, Brasil (Photo credit: Wikipedia)

Tava ouvindo o Raniel que não parava de falar sobre o nome que deram a um recém nascido, ou seja Raniel; sobre o acumulo de serviços lá no céu e a falta de anjos crônica, a dificuldade de cumprir suas missões aqui na terra por falta de interpretes, quando eu o interrompi.

Po, as coisas por aqui estão feias, corrupção, situação na Síria, Iraque e Venezuela, o Nine querendo voltar ao poder e você me falando essas coisas sem importância maior, no pouco tempo que temos para conversar. Então ele virou e disse: Lou, tá na hora de você encarar a realidade. Né?

E continuou… Você sabe que não deveria estar preocupado com nada disso. Tudo isso está sendo monitorado pelo nosso pessoal lá no Céu, como sempre. Cuide da tua missão e fique tranquilo quanto ao resto. E como ia dizendo, até chorei quando eles puseram o meu nome no bebe.

Author: Lou Mello

Olha só, pessoal assíduo na Gruta (carinhosamente grutenses) já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc.

Pessoalmente, dou pouco valor a tudo isso. Escolas e Universidades praticam o monopólio dos diplomas e a ajuda é sempre muito relativa. Estudei a Bíblia e ainda o faço, dei aulas em várias escolas teológicas, até o pessoal encerrar minha carreira, nessa área. Acho que não me achavam adequado, sei lá.

Valorizo muito mais os meus mentores, tais como Dr. Russel P. Shedd, Dr. Zenon Lotufo Jr. e Dr. Dale W. Kietzman.

Meu espírito é missionário. Plagiando o Amir Klink, “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para desejar estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”. Eu viajei e ainda pretendo viajar.

Atualmente, continuo acalentando o Projeto Corações Valentes, embora ele não tenha vingado ainda. Talvez sinta falta do Thomas, tanto quanto eu sinto.

Além de lecionar (Ef. Física e Teologia), ensinei organizações não lucrativas a fazer amigos para ter sustento e, também, tentei ajudar as pessoas a crescerem através da mudança comportamental. Sonho em treinar professores em prática de ensino, quem sabe…

A Gruta surgiu como a forma ideal para a prática de algo que sempre gostei muito de fazer, ou seja, escrever e me livrar dessa coisa interior que pressiona meu peito com potencial para me matar. Tenho alguns projetos de livros em andamento, quem sabe ainda edito um ou alguns deles, antes de fazer a travessia.

Gosto música, literatura em geral, educação, astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei).

Sou o principal leitor de tudo que escrevo. Ter leitores sempre foi algo inimaginável para mim, e ainda me surpreendo com as pessoas lendo meus escritos, comentando, enfim.

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