A Gruta do Lou

Mulheres e maridos submissos

Olha só, parece que ninguém se prontificou a comentar esse lance. Obviamente ninguém quer meter a mão em formigueiro. Mas tudo bem, as formigas por mais estrago que possam causar, não me metem medo. Elas só fazem seus estragos quando nós andamos feito baratas tontas. Alias, as baratas também sucumbem às formigas, nesses casos.

Não escreverei nenhum tratado aqui. Não é apropriado. Talvez o faça no blog, mais tarde, mas antes pesquisarei, pois posso ter escrito a respeito disso por lá, anteriormente.

Mas é o seguinte, tanto o Apóstolo Paulo quanto o Apóstolo Pedro deixaram bem claro, a quase dois mil anos atrás, que o ideal entre esposa e marido é a submissão mútua. Em outras palavras, eles disseram que a mulher esposa deve ser submissa ao homem marido, quanto o homem marido deve ser submisso à mulher.

Fica claro que a mulher é a única, entre os dois, capaz de gerar um bebe e, para tanto, recebeu um corpo capaz e equipado para tanto. O homem tem um corpo diferente, ideal para outras tarefas. Essas peculiaridades lhes facilita a vida nas várias tarefas do lar. É só isso.

Se os dois velhos Gandras, bem como inúmeros pastores e padres ainda acreditam que só as mulheres esposas devem ser submissas a seus homens maridos, erram grandemente. Não apenas na interpretação bíblica quanto no bom senso.

Os não cristãos ficam em desvantagem, como em muitas outras áreas, ao não se pautarem pela bíblia, mas ainda lhes sobra a opção e com bom senso assumir a submissão mútua em seus casamentos. Sem isso, ficará difícil, se não, impossível.

Não posso deixar de louvar inúmeras esposas que aceitam submeter-se a seus homens maridos, sem a recíproca. Ao mesmo tempo, não posso evitar desprezar os homens maridos que não assumem sua parte nesse latifúndio.

Para terminar, emociona-me encontrar um casal casado onde há a submissão mútua, mas é rara. Se o Gandra Filho se arrepender de sua má interpretação bíblica e tratar de corrigir sua posição no lar, em relação à sua esposa, não objetarei sua indicação ao STF, afinal lá não há nenhum santo. Longe disso.

Leia o caso de

Ives Gandra Filho- Não sou homofóbico nem machista

 

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