A Gruta do Lou

Luz nas Trevas

Luz_

“Pois que um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado; a autoridade recai sobre os seus ombros, e ele será chamado Maravilhoso, Conselheiro, Deus Poderoso, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. O seu império se ampliará cada vez mais e a paz não terá fim para o trono de Davi e seu reino. Ele o firmará e sustentará com justiça e retidão, desde então e para todo o sempre. Assim fará o zelo do Senhor dos exércitos. (Is. 9: 6 – 7)”

Essa – a chegada do rei ideal, do Príncipe da Paz que sustentará a justiça – é a chegada da luz para os que vivem numa terra de profunda escuridão.” De: Marcus J. Borg e John Dominic Grossan no livro ‘O Primeiro Natal’.

 

Estava aqui com minha camiseta sem botões, me torturando graças às minhas atuais inconsistências e dificuldades, em especial uma péssima notícia, a partir da decisão de uma juíza (tipo Lewandowski), talvez na TPM, se bem que há quem jure que juízas não tem porque sentir essas coisas humanas, pois seriam seres alienígenas ou reptilianas. Claro que não acredito nisso.

Então me lembrei de dois livros que li atentamente em algum momento dos últimos três anos, e que vieram a alentar-me sobremaneira, não só com novos pressupostos para acrescentar na minha teologia meio mutante ou aberta a novas revelações. Na minha tentativa frustrada de empreender um mestrado em educação ali pelos idos de 2004, sobrou algo positivo, ou seja, o contato inesperado e impactante com o livro “Obra Aberta” do Umberto Eco. Bom, agora você já deve ter percebido uma parte de minhas intenções, aqui.

Essas coisas sempre contribuem para o bem dos que amam a Deus. Falo dessas desventuras constantes em minha história de vida. Se a ideia é me tirar do rumo ou do prumo, o tiro saiu pela culatra mais uma vez.

Sim estou nas trevas mas o natal está chegando, não a festa, mas a chegada da luz para os que vivem numa terra de profunda escuridão e isso inclui a mim e, espero, você também. O Natal é conhecido como uma festa e, nos nossos dias, cada vez menos relevante. Mas isso está totalmente equivocado. Minha sugestão é lutar contra essa tendência. O Natal e a Páscoa são momentos – chave no evangelho de Jesus Cristo e as festas são referências imprescindíveis para mantermo-las em epígrafe nas nossas vidas. Elas precisam acontecer sempre que o céus de nossas vidas fecharem-se em trevas.

Jesus nasceu e morreu para que tivéssemos vida e vida abundante e iluminada. Quando tudo parecer assim, grite bem alto: Parem as máquinas! Acabou a luz, não se mexam e clamem pela luz nessas trevas.

A vida e a morte de Cristo são compulsórias, portanto, a luz sempre virá, não importa o tamanho da encrenca. Já se passaram mais de dois mil anos, e o Natal e a Páscoa nunca falharam, para que tenhamos bem claro a impossibilidade disso acontecer.

E disse Deus: Haja luz e houve luz!

lousign

 

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