Genézio, de onde vem o nosso socorro? Até hoje você não sabe?

Genézio em sua leitura predileta, talvez.

Genézio Darci, vulgo Leonardo Boff (Leonardo é um nome menos popular, afinal), deu entrevista ao famosíssimo blog “Carta Maior” e, entre outras insanidades e equívocos, declarou:

“Nenhuma mudança, a meu ver, em nenhum lugar do mundo, vem de cima. De cima sempre vem mais do mesmo. É a lógica do poder que somente se mantém acumulando mais poder ou se aliando a outros poderes. As mudanças vem de baixo, daqueles que tem outro projeto de sociedade e acumulam suficiente poder social a ponto de se impor ao poder dominante. Aí haverá uma troca de sujeito de poder com capacidade de impor novas regras do jogo político, mais democrático, participativo e ético”.

Meu, o cara se diz teólogo cristão mas não lê a Bíblia. Ele não sabe que as maiores e mais significativas mudanças da história da humanidade, de caráter libertador, deu-se de cima para baixo, ou seja, Deus, através de Moisés e Arão libertou o povo judeu da escravidão a que estavam submetidos no Egito, fora outros relatos.

A maior e mais relevante mudança processada por Deus em favor da humanidade deu-se através de Jesus Cristo, abrindo caminho em meio à morte para que a humanidade não perdesse a vida e não fosse excluída da face da Terra. Esse relato também se encontra na Bíblia.

O Boff, se fosse mesmo um sacerdote cristão, deveria estar na trincheira dos evangelistas, cuja missão é propagar a graça. Quanto aos pobres, sempre os teremos conosco, como nos orientou Jesus Cristo, pois são vítimas daqueles que contaminam a si mesmos e aos indefesos. Lobo em pede de cordeiro, não seria ele um falso profeta?

Cabe-nos cuidar dos pobres, libertando-os da pobreza e não contribuindo para institucionalizá-la cada vez mais, como faz o Boff e seus amigos. Salvo engano.

 

Author: Lou Mello

Olha só, pessoal assíduo na Gruta (carinhosamente grutenses) já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc.

Pessoalmente, dou pouco valor a tudo isso. Escolas e Universidades praticam o monopólio dos diplomas e a ajuda é sempre muito relativa. Estudei a Bíblia e ainda o faço, dei aulas em várias escolas teológicas, até o pessoal encerrar minha carreira, nessa área. Acho que não me achavam adequado, sei lá.

Valorizo muito mais os meus mentores, tais como Dr. Russel P. Shedd, Dr. Zenon Lotufo Jr. e Dr. Dale W. Kietzman.

Meu espírito é missionário. Plagiando o Amir Klink, “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para desejar estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”. Eu viajei e ainda pretendo viajar.

Atualmente, continuo acalentando o Projeto Corações Valentes, embora ele não tenha vingado ainda. Talvez sinta falta do Thomas, tanto quanto eu sinto.

Além de lecionar (Ef. Física e Teologia), ensinei organizações não lucrativas a fazer amigos para ter sustento e, também, tentei ajudar as pessoas a crescerem através da mudança comportamental. Sonho em treinar professores em prática de ensino, quem sabe…

A Gruta surgiu como a forma ideal para a prática de algo que sempre gostei muito de fazer, ou seja, escrever e me livrar dessa coisa interior que pressiona meu peito com potencial para me matar. Tenho alguns projetos de livros em andamento, quem sabe ainda edito um ou alguns deles, antes de fazer a travessia.

Gosto música, literatura em geral, educação, astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei).

Sou o principal leitor de tudo que escrevo. Ter leitores sempre foi algo inimaginável para mim, e ainda me surpreendo com as pessoas lendo meus escritos, comentando, enfim.

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