A Gruta do Lou

Einstein, Deus e o ensino religioso nas escolas

Pessoalmente não creio ser a escola o lugar ideal para o ensino religioso, como pensam muitos. Entretanto, seria apreciável que ela (a escola) não se metesse em assuntos para os quais não possui as devidas competências. Se bem que nesse caso, seria melhor fechar as portas de vez. Enfim, em meu entendimento, Deus é algo a ser dividido de pai para filho, aliás, como Ele próprio preconizou.

Bom, achei esse vídeo no excelente blog Eterno Retorno, como parte de um post onde o Adriel (autor do post) discute a religiosidade de Albert Einstein com propriedade e, talvez, você deseje acompanhar. Einstein era judeu por herança e, que eu saiba, nunca buscou Deus nas sinagogas ou em outro lugar qualquer. Arrogante, usou o que ele chamava de Deus para ocupar as lacunas que seu saber não alcançava, aliás, técnica muito usada pelos homens soberbos, cheios de si, tais como eu mesmo, gente a quem não devemos dar muita atenção. A própria ciência, através da maioria de seus postulantes, costuma utilizar o mesmo método que Einstein e eu costumamos usar.

Os médicos que tratam da cardiopatia congênita de meu filho fazem a mesma coisa, sempre que estão diante de perguntas cuja resposta desconhecem. A velha tática de empurrar a culpa. “Ah, a mulher que tu me destes! ” Adão só disse isso porque falava com Deus em pessoa. Se o magnânimo não estivesse lá, diria: “Foi a vontade de Deus”.

Bom chega de enrolação, veja o vídeo:

Ah, por favor, vocês com filhos em idade escolar, essa praga, fiquem atentos ao que estão ensinando a eles. Seja você o gerente da educação deles e nunca abra mão desse direito e responsabilidade.

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3 thoughts on “Einstein, Deus e o ensino religioso nas escolas

  1. É um perigo perigosíssimo deixar a educação por conta dos professores e também por conta de alguns pais…
    Veja Einstein, não leu Isaías 45.7 e fica dizendo bobagens desde criança… Ou Isaías estava errado ou, diante da genialidade dos homens, esquecemos as afirmações de Deus! Que dúvida cruel… Oh dor!

  2. Se a escola colocasse como regra diária,atividades nas quais a criança se envolvesse,de forma lúdica,com situações de generosidade,solidariedade,respeito…já seria alguma coisa…mas o intervalinho(antiga hora do recreio),virou uma guerrinha: torpedos,joguinhos no celular,filminhos no banheiro…
    Fica meio difícil,para a escola, colocar Deus nesse contexto.

  3. Pingback: Charles Fernando

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