O assassinato de Robison Cavalcanti, suas origens e consequências

 

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Lou MelloLou Mello

A qual desses você segue?

As drogas e seus promotores acertaram em cheio a tal Fraternidade Evangélica.

Para mim, o assassinato de Robinson Cavalcanti e esposa foi mais um trágico ponto para as drogas e toda a estrutura montada na América Latina para traficar. Culpar o diabo chega a ser pueril. No mínimo, o violento assassinato do casal expõe de forma contundente a atual situação da Igreja Evangélica e/ou protestante no Brasil em relação à uma militância política perigosa e irresponsável, ainda que venha a ser por omissão, e não é.

Minha grande preocupação, no momento, é assistir nosso governo federal andando de braços dados com presidentes de países vizinhos produtores das drogas que vêm ao nosso país para causar tragédias desse tipo, bajulando-os com dinheiro público doado à revelia das nossas próprias misérias, entre elas e paradoxalmente, as vítimas brasileiras do tráfico de drogas sul americano e dessa política internacional desastrada e sinistra. Esses Hermanos de Lula e Cia. odeiam-nos e vêm os jovens brasileiros como seus principais consumidores, apenas.

Grande parte dos evangélicos, de todas as classes, da Igreja Universal às chamadas igrejas históricas (incluindo Assembleia de Deus, Presbiteriana, Batista, Metodista, Luterana e Anglicana) faz parte da causa de tragédias como essa quando apoiam o atual regime tutelador de traficantes como os atuais presidentes da Bolívia, Paraguai, Venezuela e Equador, todos devidamente insuflados pelos irmãos Castro de Cuba.

Essa gente não é de esquerda como tentam nos convencer. São bandidos e assassinos. Não respeitam nada, rasgaram a carta dos Direitos Humanos e a atiraram no esgoto. Visam apenas seu próprio bem estar e nem a seus povos poupam. Pastores e líderes de igrejas evangélicas os apoiam, sabe-se lá por que. A suspeita recai sempre no pior, ou seja, que o fazem por interesses menores como dinheiro, sexo e poder.

Muitos dos atuais pastores da moda fazem parte desse grupo, e o leitor sabe disso. E nessa hora não posso e não conseguiria agir hipocritamente. Sei que muitos dos leitores da Gruta, dos que sobraram e dos que se foram, não entendem porque vivo denunciando essa gente. Espero que, agora, a minha postura comece a fazer algum sentido.

Apoiar um regime cuja política acabará matando nossos filhos ou eles a nós, seus pais, não me parece a melhor opção política cristã disponível.

Muitos dos que estão escrevendo lamentos pela morte dos Cavalcantis, hoje, participam ou participaram da base geradora de jovens como o filho, agora assassino desse casal. O próprio Robinson, ironicamente, era um dos alinhados e simpatizantes dessa gente. As drogas são, seguramente, o maior inimigo da juventude brasileira, com efeitos colaterais sobre as pessoas de todas as idades, seja pelo uso ou pela co-dependência.

Não sou e nunca fui, com uma história bem clara a respeito, simpatizante dos regimes totalitários, sejam de direita ou de esquerda. Sou crítico feroz dos absurdos neoliberais, capitalistas selvagens e outros semelhantes. Até hoje carrego comigo marcas e consequências físicas, financeiras e jurídicas que me foram imputadas pelo regime militar ditatorial que, entre outros, foi apoiado por muitos que se diziam e dizem irmãos em Cristo, notoriamente o pessoal daquela universidade de Higienópolis S. Paulo.

A trágica morte desse casal clama por nos ensinar alguma coisa. Em minha opinião, está mais do que na hora de pararmos de agir feito ovelhas a caminho do matadouro. A bíblia nos ensina a não fazer aliança com o inimigo. Também é dela a famosa lição que ensina como o inimigo costuma se apresentar, ou seja, são lobos em pele de cordeiro.

Está mais do que na hora de secar esses lobos e parar de dar-lhes palco (púlpito) e, sobretudo, dinheiro. Abram os olhos e não acreditem, pelo amor de Deus, em pastores, padres, rabinos, seja lá o que, cujo rol de amigos inclua políticos da situação ou da oposição, pois não há em quem confiar nessas esferas. Artistas, gente da mídia e outros bobalhões úteis precisam ser evitados e ignorados, também. Todos eles desejam nossos votos, mas odeiam nossas crenças religiosas, quiçá, nosso Deus. Todas essas fraternidades, teologias ditas libertadoras, etc., escondem intenções de cunho político. Se formos seguidores de Jesus Cristo, segundo modelo bíblico, não deveríamos fazer como Ele fez? Em outras palavras, manter-nos equidistantemente longe dessas peças raras?

Sinto pelos seres humanos que foram ceifados de forma tão violenta e covarde, hoje, mas eles podem ter sido vitimas de drogas que chegaram às mãos do assassino com nosso dinheiro, via apoio financeiro e político do nosso governo aos governos dos países onde a economia é sustentada pelo plantio e produção de drogas. O pior é que muitas outras tragédias virão, se nada de efetivo for feito por cada um de nós. Ao menos, andar pelos passos que Jesus nos ensinou a andar.

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