Vacinas assassinas

Pr. Jonathan Santos, C. T. Siepierski e eu

Esse lance de vacina contra febre amarela me lembra quando tínhamos que tomar esse trem, obrigatoriamente, para irmos a Moçambique – África.

Um dos membros de nossa equipe procurou um especialista que informou a existência de uns comprimidos que seriam mais eficazes do que a vacina, após relatar todos os senões do treco. Nenhum de nós tomou a vacina. O único problema que tivemos por não tomar a vacina foi uma prisão de umas duas horas em uma sala do aeroporto de Maputo e depois fomos liberados com a promessa de tomar aquela joça assim que chegássemos à cidade. Claro que prometemos cruzando os dedos nas costas. Nunca tomamos aquilo. Afinal estávamos em Moçambique e não em Copenhague.

Dois pastores que foram convidados a fazer parte do grupo (não mencionarei suas identidades por razões éticas) submeteram-se à aplicação da coisa em algum lugar. Resultado, eles passaram muito mal, lá em Moçambique. A infecção no braço (local da aplicação) de um deles ficou feia e chegamos a temer por uma possível amputação. Felizmente, eles sararam e voltaram de lá com tudo que foram, mas perderam alguns dias do plano.

Mas um dos caras da equipe, aliás aquele que havia consultado especialista, se não me engano, voltou de lá com alguma dessas doenças “africanas”. Está vivo até hoje e bem, até onde sei.

Recomendo a seguinte série em vídeo. Você vai gostar, digo, odiar.

 

Author: Lou Mello

Olha só, pessoal assíduo na Gruta (carinhosamente grutenses) já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc.
Pessoalmente, não ligo muito para isso. Valorizo muito mais os meus mentores, tais como Dr. Russel P. Shedd, Dr. Zenon Lotufo Jr. e Dr. Dale W. Kietzman. Esse blog está repleto das coisas aprendidas ao longo de minha vida e isso fala por si só.
Meu espírito é missionário. Plagiando o Amir Klink, “Um homem precisa viajar… simplesmente ir ver por si mesmo”. Eu viajei bastante e ainda pretendo viajar. Quem sabe não serei portador de boas novas por aí, mais um pouco?
Atualmente, continuo acalentando o Projeto Corações Valentes, embora ele não tenha vingado ainda. Sinto falta do meu filho Thomas que, através de seu sofrimento, me deu essa ideia, antes de partir para a próxima dimensão.
Além de ter lecionado (Ef. Física e Teologia), ensino organizações não lucrativas cristãs a fazer amigos para ter sustento e, também, tento ajudar as pessoas a crescerem através da mudança comportamental. Sonho, ainda, treinar professores em prática de ensino, quem sabe…
A Gruta surgiu como a forma ideal para a prática de algo que sempre gostei muito de fazer, ou seja, escrever e me livrar dessa coisa interior que pressiona meu peito com potencial para me matar.
Também gosto música, literatura em geral, educação e astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei).

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