Amor e riquezas

Cálice du Sacre Tau

Recentemente assisti, via vídeo no YouTube, uma palestra do Luiz Felipe Pondé (Filosofo e Professor Universitário) onde ele fez ousadas asseverações. Na verdade, ele escreveu o Sumário do livro “Jó – Ou a tortura pelos amigos”, de Fabrice Hadjad e ele estava narrando esse trabalho.

Esse evento acabou aguçando meu sistema investigativo. Como você sabe, Salomão foi responsabilizado pela autoria de quatro livros bíblicos, a saber: Jó, Provérbios, Eclesiastes e Cantares. Uma obra literária pra ninguém botar defeito, né?


Templo original de Salomão, ruínas e o projeto

Deixe-me citar algo de autoria de um dos meus mestres, no caso, uma mestra: Ela falava sobre o “amor” e emendou:

“Consideremos Salomão durante a noite de sua experiência, quando ele permitiu à sua radiosa natureza escutar até o plano da consciência universal onde ele pediu que a sua vida fosse isenta de egoísmo e consagrada ao serviço de todos. Isso lhe trouxe imensos tesouros, sem contar as horas que ele não tinha o poder de exigir. Ele havia reconhecido a sabedoria do Amor, e o Amor lhe acumulou de ilimitadas riquezas.

O dinheiro não contava para nada nos tempos de Salomão. Só a baixela desse poderoso rei, era de ouro maciço e puro. O Amor abre o reservatório ilimitado dos tesouros de Deus e, aquele que ama não pode impedir o fluxo de doar. Ora, dar é ganhar. Assim exige o cumprimento da lei do Amor.

Dando, colocamos em movimento a lei infalível medida por medida. Dando sem pensar em retribuição, não evita a recompensa, porque a abundância com a qual damos, volta em cumprimento da lei. ‘Dai e se vos dará’, uma medida cheia, socada e transbordante. ”

Tomo a liberdade de acrescentar duas coisas sobre o que disse minha mestra:

  1. Deus nos conhece intimamente, portanto ele nos recompensa da forma mais conveniente aos nossos reais desejos. Sendo assim, nem sempre a recompensa virá na forma de dinheiro.
  2. O Amor está intimamente ligado com a verdadeira recompensa divina. Todos nós sabemos que há outras formas de ganho no mundo em que vivemos, todos relacionados à cobiça e conseguidos na base de métodos diabólicos. Até o tipo de trabalho que fazemos pode ser incluído nessa assertiva, se não incluir o Amor.

Salomão é o grande mestre quando falamos de Amor e riquezas, até hoje. Todos os grandes menestréis do Amor sugaram em suas tetas, sem dúvida, enquanto a turma do dinheiro costuma passar longe da Bíblia.

Se eu fosse você começava ler os quatro livros de autoria de Salomão, mais sua história nos livros históricos da Bíblia. Eu já estou fazendo isso, embora já tivesse lido esses livros várias vezes antes, estou lendo como se fosse a primeira vez. Muitas vezes, isso é necessário até que os princípios bíblicos comessem a funcionar em nossas vidas.

Espero que você me escreva, qualquer dia desses, informando que já está cheia/o de amor e enriquecendo.

Author: Lou Mello

Olha só, pessoal assíduo na Gruta (carinhosamente grutenses) já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc.

Pessoalmente, dou pouco valor a tudo isso. Escolas e Universidades praticam o monopólio dos diplomas e a ajuda é sempre muito relativa. Estudei a Bíblia e ainda o faço, dei aulas em várias escolas teológicas, até o pessoal encerrar minha carreira, nessa área. Acho que não me achavam adequado, sei lá.

Valorizo muito mais os meus mentores, tais como Dr. Russel P. Shedd, Dr. Zenon Lotufo Jr. e Dr. Dale W. Kietzman.

Meu espírito é missionário. Plagiando o Amir Klink, “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para desejar estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”. Eu viajei e ainda pretendo viajar.

Atualmente, continuo acalentando o Projeto Corações Valentes, embora ele não tenha vingado ainda. Talvez sinta falta do Thomas, tanto quanto eu sinto.

Além de lecionar (Ef. Física e Teologia), ensinei organizações não lucrativas a fazer amigos para ter sustento e, também, tentei ajudar as pessoas a crescerem através da mudança comportamental. Sonho em treinar professores em prática de ensino, quem sabe…

A Gruta surgiu como a forma ideal para a prática de algo que sempre gostei muito de fazer, ou seja, escrever e me livrar dessa coisa interior que pressiona meu peito com potencial para me matar. Tenho alguns projetos de livros em andamento, quem sabe ainda edito um ou alguns deles, antes de fazer a travessia.

Gosto música, literatura em geral, educação, astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei).

Sou o principal leitor de tudo que escrevo. Ter leitores sempre foi algo inimaginável para mim, e ainda me surpreendo com as pessoas lendo meus escritos, comentando, enfim.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *