A Gruta do Lou

Desventurados os encrenqueiros

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Dos tais não será reino nenhum.

Vivemos em um mundo onde os pacificadores andam cada vez mais escassos. Nas últimas semanas, um dos vídeos mais vistos no mundo inteiro trazia as imagens de Gaddafi sendo brutalmente assassinado. Alguns dias depois, postei o vídeo de recente entrevista na Globo News com os prêmios Nobel Jimmy Carter e Desmond Tutu, dois gigantes da paz. Fui acompanhado por sites de muito maior trânsito, como o do Caio Fábio e você terá dificuldade em acreditar que poucos se interessaram por esses dois raros pacificadores modernos.

Definitivamente pacificar não está na moda. Pessoal prefere mais agredir, provocar, dividir e criar facções. Pouco tempo atrás, no Brasil, não conhecíamos muitos antagonismos, que se mantinham mais nas esferas da política e do futebol. Mas os baixinhos (gente que vive arrumando confusão para os grandes), pouco a pouco, vêm logrando êxito. Atualmente, convivemos com vários conflitos, aparentemente insolúveis. Além dos remanescentes, cresce o ódio entre homossexuais e heterossexuais e assistimos a escalada de vários conflitos raciais, todos candidatos a tornaram-se sérios problemas sócias. Tudo isso devidamente insuflado pela mídia e, pasmem, por pastores evangélicos e seus seguidores obnóxios.

No âmbito religioso, além do conhecido conflito entre católicos e evangélicos, por enquanto confinado na esfera das disputas mercadológicas e políticas,, a cada dia fica mais sério e se acirra o total desentendimento entre as seitas evangélicas ditas históricas (batistas, presbiterianos, luteranos e metodistas) e os chamados neopentecostais (Universal – Edir Macedo, Internacional da Graça – R.R. Soares, Mundial-Valdomiro e A. D. Vitória em Cristo – Malafaia), enquanto a velha birra entre históricos e pentecostais, descansa em banho-maria. Outra briga constante têm acontecido entre alguns pastores hoje alcunhados de “esquerda evangélica” (Ed Rene Kivitz, Ricardo Gondin e Ariovaldo Ramos) e o “exilado” Caio Fábio D’ Araujo, com vídeos de parte a parte pipocando pela a rede com acusações, réplicas e até ofensas de baixo calão. Coisa de bundões, diria o Caio. Enquanto o Bispo Edir e seu cunhado R. R. Soares se preocupam mais com seus objetivos financeiros e suas rusgas com a Globo, e outros canais de TV, o Malafaia tenta não perder oportunidades para ganhar adeptos doadores. Suas baterias estão apontadas para os homossexuais, no momento, mas o alvo é conseguir aumentar as contribuições para seu negócio, se não me engano. Ele não tem a menor intenção de salvar gays, caso a opção seja mesmo impedimento para alguém galgar o céu, “post morten”.

Causa-me estranheza o fato de não haver em nosso credo apostólico e muito menos em nossas bíblias, desprovidas dos livros apócrifos (um eufemismo para banidos), nada capaz de validar qualquer comportamento contrário à paz. Se nossas bíblias fossem compostas apenas do Antigo Testamento, talvez, razão pela qual o povo judeu insiste em seguir a Torá. Afinal, eles não teriam como justificar o arsenal atômico imenso que eles mantém em Israel, bem como manter os territórios alheios ocupados, como nos revelou o ex-presidente Jimmy Carter na entrevista citada.

Particularmente, eu iria mais longe e afirmaria que todos esses caras aí não estão em sintonia com eles mesmos, sem falar na mais completa dissociação com o evangelho cristão que eles hipocritamente juram defender e, consequentemente, com o Cristo, que eles dizem representar. Digo mais, não acredito em ninguém que se diz cristão e não viva pela paz e pela pacificação. Nem em mim eu acredito quando parto para algum tipo de agressão, mesmo quando o faço via ironias e sarcasmos.

Não sei se é algum tipo de estratégia previamente planejada, coisa difícil de acreditar entre brasileiros, mais afeitos ao improviso, mas os caras ficam fazendo suas provocações metodicamente no Twitter, no Facebook, via Blogs e através da postagem de vídeos provocativos e acusativos nos sites de vídeo, com destaque para o Youtube. O Press Release no New York Times foi horrendo, sem dúvida, coisa de mestres do mal.

Se você clicar na nossa busca procurando por “pacificadores” “paz” e outros derivados desse tipo de proposta, verá que há indiscutível coerência em meus escritos, nesse sentido. Até meu futuro livro já tem um capitulo a respeito e pró cristianismo pacífico, cuja ideia está longe de ser minha, mas pertence a ninguém menos do que ao próprio senhor Jesus Cristo.

Com o objetivo de contribuir a favor de uma pacificação cristã e bíblica, seja em busca da paz entre os irmãos, bem como da paz entre os brasileiros e onde quer que haja violência e imbecilidades do tipo, renovo aqui minha disposição de não agredir, seja aos neopentecostais, ou aos comunas e tão pouco aos portadores de disfunções no âmbito da sexualidade. Pelo menos até onde eu conseguir resistir.

Vamos ver no que dá.

Paz a todas às pessoas de boa vontade!

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