A Gruta do Lou

Desconstrução de Candidatos Impertinentes

100618_1950_Desconstruo1 Desconstrução de Candidatos Impertinentes Bolsonaro

Estamos a cerca de um dia das eleições para presidentes e outros cargos menos relevantes, em 2018. Apesar do desastre imposto ao país pelos petistas e demais comunistas, através da corrupção sistêmica, plano de transformar o país em uma imensa ditadura de esquerda, desmontar famílias, escolas, meios de comunicação, extermínio das igrejas e religiões, enfim os dez mandamentos de Lenin, em sete candidatos concorrendo, só um não está a favor desse acinte, o capitão da reserva de deputado federal, na quinta legislatura, senhor Jair Messias Bolsonaro.

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Com tantos inimigos, não teve vida fácil, como era de se esperar, mas os encarregados da segurança não foram capazes de proteger o Bolsonaro e ele foi esfaqueado em meio a multidão participante de evento de rua, em Juiz de Fora – MG. As autoridades policiais (estadual e federal) ainda não concluíram as investigações, embora o assassino tenha sido preso em flagrante.

Além desses parênteses, os inimigos do Bolsonaro trataram de estuda-lo e planejaram exercer pressão em cima de alguns dos seus hábitos e crenças (machismo, homofobia, cristianismo e apreço pelas ideias militares. Acusam-no de outras coisas mas na base do fake News. Junto a isso, procuraram momentos ruins em vídeos para usá-los durante a campanha.

O problema nem é esse modelo de desconstrução de um candidato fora da roda. Mas os idiotas assimilantes dessas, ou como diria o Nelson Rodrigues, os imbecis necessários sempre muito presentes nessas horas.

Uma das “qualidades discutíveis” do Bolsonaro é seu reconhecido machismo. Aqui sou obrigado a confessar meu próprio machismo para explicar ou desculpar o dele. Nossa geração (o Bolsonaro é três anos mais novo em relação a mim) foi educada em casa, na escola, pela mídia e na igreja a sermos machistas, homens e mulheres. As mulheres não foram educadas para serem machonas, mas para conviver com homens machistas, sem perder sua feminilidade.

As outras duas gerações presentes nos nossos dias estão menos machistas, sendo os mais novos bem menos machistas, com enorme contingente de homossexuais, tanto de meninos como de meninas. A nossa geração também tem homossexuais, mas em quantidade infinitamente menor. Até onde consigo perceber, nossa geração (idade de 60 em diante) é muito menos homofóbica em relação às outras mais novas (idades de 0 a 30 e de 31 a 59 + ou -), afinal vivemos em relativa harmonia.

A questão do machismo é importante quando existe a família, Deus e o estado. Nesse caso, os homens deveriam ser os arrimos das famílias e as mulheres as gerentes do lar, a maternidade e a educação dos filhos. Ao longo dos anos, as mulheres foram convocadas a trabalhar para ajudar na manutenção dos lares (desde o final do séc. XIX em diante). Embora a verdade por trás disso, sempre foi o interesse de pagar menos pelo trabalho e as mulheres (por serem menos fortes fisicamente) se enquadram nessa categoria. Fazendo as contas, mesmo produzindo um pouco menos, ainda são mais rentáveis para os senhores do engenho.

Portanto, tanto capitalistas quanto comunistas, há unanimidade nesse quesito, eles preferem as mulheres e os rapazes (homens mais novos) no trabalho. Isso incluiu uma diminuição na preparação dos rapazes e moças afim de poderem entrar o quanto antes no mercado de trabalho. Com isso os homens mais velhos são retirados do mercado de trabalho para viver no ostracismo com enormes problemas de autoestima, sem falar na falta de dinheiro, pois a previdência é a maior inimiga desses caras.

Evidentemente, quando a mulher sai de casa para trabalhar, no caso das casadas, há um aumento exponencial de divórcios e não é por acaso. Não demora muito para elas descobrirem ou entenderem como é muito mais prático e econômico viver sozinhas. Com isso, subiu exponencialmente o número de “solteiros” de meia idade, tanto homens quanto mulheres. Bom para os donos de motéis e similares, obviamente e azar dos pastores e padres, pois por aí, perdem dizimistas aos montes.

Por fim nessa primeira parte, a minha pitadinha no caso das feministas. Em relação ao Bolsonaro, elas caíram direitinho nas ciladas dos inimigos dele. Bastou martelar no machismo dele e pronto, elas o odeiam. Engraçado é, a meu ver, ele é até um machão meio fracote, chorão e cheio de dengos com seus familiares. Eu, por exemplo, ouvi desde muito cedo a frase: “homem não chora” da boca de minha mãe e de minha avó e chorar sempre foi difícil para mim. Definitivamente, nunca fui dado às brigas, mas até a morte de meu filho, chorei pouquíssimas vezes.

100618_1950_Desconstruo1 Desconstrução de Candidatos ImpertinentesAs feministas, em sua grande maioria, são egressas de problemas com homens, a começar pelos pais, padrastos, professores, pastores, padres, policiais, presidentes, etc. e outros inimigos de mulheres, do tipo covarde e com problemas sexuais. Esses são os caras causadores dos traumas dessas mulheres. Embora a maioria tenha a ver com traumas conseguidos de casamentos e uniões malsucedidas. Interessante o fato delas não conseguirem separar homens covardes de homens simplesmente machistas.

Portanto, acabam preferindo para seus amigos e candidatos, homens com viés comunista, humanista e/ou homossexual, como garantia de não ser necessário passar por outro dissabor qualquer. Mas a maioria das mulheres não é feminista, embora há feministas cada vez mais.

Ninguém fez estatística do número de famílias existentes, até onde estou inteirado. Mas sou capaz de apostar nas cartas favoráveis à diminuição proporcional do número de famílias. Tudo isso, para o bem de quem? Certamente dos senhores desse mundo, claro.

Por outro lado, não creio ter sido boa escolha para desconstruir o candidato Bolsonaro dessas formas. Apostaria todas as minhas fichas nas vicissitudes dos meus clientes, caso fosse profissional nessa área.

Acredito com todas as minhas forças nessas horas, em enaltecer o caráter e todos os outros traços positivos do cara, sendo homem ou mulher. Simplesmente não mencionaria o nome dos outros concorrentes, pois qualquer menção sempre trará rendimentos para eles. Mas essa gente não aprende nunca.

Enfim, as feministas estarão votando mal por causas delas mesmas e, no caso do Bolsonaro vencer, elas se frustrarão mais uma vez em suas vidas por causa de um homem detestável, segundo suas próprias predisposições. Se o cara vir a ser um bom presidente, jamais elas concordarão com ele e isso evidenciará o meu acerto.

Enfim, os marqueteiros dos outros seis outros candidatos conseguiram lograr desagrado nas feministas, mas será pouco para impedir a eleição do Bolsonaro. Agora, a única possibilidade será mesmo a fraude nas ou das urnas. Mais uma vez, terei acertado.

Adoro acertar.

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