A Gruta do Lou

Um Ditador para o Brasil, Sob a Ótica Divina

Um ditador a serviço de Deus

092818_0737_SobaticaEsp1 Um Ditador para o Brasil, Sob a Ótica DivinaJerusalém

Arthur Schopenhauer dispensa apresentações, espero. No livro “A Arte de Escrever”, (adquirido em uma banca de jornal) imprescindível aos metidos a escrever, selecionei o seguinte:

Deveria ser determinado por lei que todos os estudantes universitários, no primeiro ano, fizessem exclusivamente os cursos da faculdade de filosofia. Antes do segundo ano não tivessem permissão para assistir aos das três faculdades superiores (Teologia, Direito e Medicina). Em seguida, os teólogos teriam de dedicar dois anos a esses cursos, os juristas três e os médicos quatro. Em contrapartida, nos ginásios o ensino poderia ser limitado às línguas antigas, história, matemática e alemão, com um estudo especialmente aprofundado nas línguas antigas.

Nossos políticos não primam por uma formação minimamente capaz de lhes dar sustentação em suas atuações. Sabemos quanto uma grande parte dessas pessoas buscam outras metas. Mas em meio a essa realidade, acabam precisando intervir em situações, as quais eles não fazem a menor ideia sobre nada. Alguns nunca sentaram num banco escolar (vide Tiririca e Jean Willys).

Recentemente, Israel resolveu mudar sua capital de Tel Aviv para Jerusalém. Na sequência os Estados Unidos reconheceu a mudança e decidiu mudar sua embaixada para a nova Capital. O detalhe nessa alteração inclui não uma escolha aleatória, mas o fato milenar de Jerusalém ter sido a Capital de Israel até a diáspora.

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Organização das Nações Unidas

Quando a ONU resolveu devolver a Terra original dos judeus, abriu aspas para Jerusalém não ser a Capital. Isso deveu-se à existência da Mesquita construída e depois conhecida como o Domo da Rocha, ao lado do local onde existira o famoso Templo de Salomão. Não é preciso ser um teólogo judeu para entender o valor espiritual de Jerusalém e seu Templo Sagrado, mesmo ainda sem a nave.

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Templo de Salomão

Saladino comandou a retomada de Jerusalém por volta de 1178. Na ocasião convidou os judeus a voltarem para Jerusalém e eles aceitaram. O famoso Rei Ricardo Coração de Leão e seus exércitos chegou até a última cidade antes de Jerusalém, nessa época. Então, pipocou e voltou pra casa com desculpas esfarrapadas (essa história me foi contada por um francês de origem libanesa, lá na padaria).

Num sei se você já se tocou do fato do Brasil e nós, brasileiros, começamos a fazer parte da Terra. Até pouco tempo atrás, só lembravam de nós em poucas ocasiões, tais como na época do carnaval, nas Copas do Mundo de Futebol e quando realizam o Rock in Rio, no Rio de Janeiro.

Talvez você não tenha percebido, mas o Brasil e os brasileiros entraram no jogo, deixando de ser meros coadjuvantes ou parte de alguma torcida. Agora estão tornando-se protagonistas. Quando falamos em protagonismo, vem a nossa mente os mocinhos e as mocinhas. Mas o detalhe é, onde há os protagonistas, também há os antagonistas. Meu amigo Antonio é protético e um artista na arte de construir peças para repor os dentes eliminados ou quebrados. Ele me ensinou esse segredo, há os dentes protagonistas e os antagonistas e isso é necessário para haver uma perfeita sintonia quando mastigamos os alimentos.

Talvez, Deus não seja tão tolo quanto os comunistas imaginam. O Divino pretende preparar o cenário para mais um tempo de grandes mudanças na evolução do ser humano, sua criação mais importante. Essa mudança, no Brasil (e há outros), está acontecendo. Esse é o desejo do criador, para alinharem-se em seu lugar quando os jogos começarem.

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Museu do Bom Retiro – SP

O povo escolhido de Deus voltará para Israel. Outro dia, o Benjamin Netanyahu, primeiro ministro de Israel deixou escapar a ordem dada aos judeus mais ricos, fora de Israel, vivendo em São Paulo. Se o povo do Brasil aumentar o nível de confrontos, o Benjamin vai solicitar a volta desses irmãos para o ninho da Águia. De bobo ele não tem nada. Ele só não deu a ordem expressa de volta ainda, por causa da possibilidade Bolsonaro.

Os sábios rabis de Israel já profetizaram o maior e mais profícuo acordo de desenvolvimento jamais visto na Terra, com a junção de Israel, Estados Unidos com Brasil e o Jair Messias. Com isso, a vinda da besta do apocalipse vai esperar mai um tanto de milênios.

Atualmente estamos vivendo mais um período de eleições. Neste exato momento, o confronto entre dois candidatos está se acirrando a níveis altíssimos, pelo menos, segundo os institutos de pesquisa de intenção de votos (todos voltados a ajudar os candidatos ditos de esquerda). São eles, Bolsonaro e Haddad.  Bolsonaro vinha de um crescimento muito grande na preferência, enquanto o Haddad custou a ser indicado por seu partido, pois pretendiam emplacar outro candidato, sabidamente inelegível. Agora, os “Institutos de Pesquisa” estão correndo atrás do prejuízo (sic) para equilibrar, colocando Haddad perto do Bolsonaro. 

Bolsonaro é, sem dúvida, o protagonista. Haddad é o antagonista. Nada a ver com direita ou esquerda. São atuações diferentes, mas irão desaguar no lugar escolhido de Deus, seja qual for o escolhido.

Bolsonaro foi esfaqueado em meio a uma manifestação de seus eleitores em Juiz de Fora – MG. Desde então, está hospitalizado* e se refazendo fisicamente para continuar a campanha. Passou por dois procedimentos cirúrgicos complexos e ainda precisará mais uma para desfazer a colostomia. Fora outros procedimentos, sobretudo na luta contra infecção.

Não sei se houve alguma eleição para presidência no Brasil onde dois candidatos com mais chances de vitória sejam muito preparados. Haddad é advogado, tem mestrado em economia e doutorado em filosofia. Bolsonaro detém o treinamento militar, a famosa escola militar das agulhas negras, a graduação em Educação Física e especialização em paraquedismo.

Haddad carrega na carteira a foto do avô, ele tornou-se padre da igreja ortodoxa grega em Antioquia e a mãe costumava ler os evangelhos para ele. A família emigrou para o Brasil originários do Líbano. Bolsonaro parece mais perto de Deus. Sua atual esposa é protestante. O casamento deles foi realizado pelo Pr. Silas Malafaya e ele dá mostras em seus pronunciamentos de estar mais afinado com Deus.

Essa mudança tem diminuído muito do ímpeto demonstrado nos tempos de caserna e de seus primeiros tempos no meio político. Parece mais sensato e mais pacífico. Quando o Espírito Santo começa a ganhar lugar na vida de uma pessoa, isso acontece comumente.

Apesar da formação escolar do Haddad estar mais perto em relação à expectativa do Arthur Schopenhaur, ele está mais longe de Deus, em relação ao Bolsonaro, cuja proximidade divina está mais latente. Ele está na Câmara Federal como deputado há dezessete anos seguidos.

Pelo jeito, Haddad não chegou à uma maturidade acadêmica, apesar de passar pelas experiências de prefeito da cidade de São Paulo e ministro da educação do país, dentre outros menos expressivos. Pelo jeito, só trabalhou como um bom menino cumpridor de ordens do partido do qual faz parte. Mesmo agora, durante a campanha, vira e mexe corre buscar ordens na cadeia onde seu chefe está preso, cumprindo pena de doze anos e um mês.

Claro, a expectativa maior é dos eleitores de Bolsonaro pelo cargo, na ilusão de mudar o país e alinhá-lo ao lado de Israel e Estados Unidos. Esses dois países já estão cientes de seu lugar no plano divino, enquanto o povo brasileiro ainda não sabe da escolha divina existente para si. Mas a ficha cairá a qualquer momento, ajudado pelo Espírito Santo em nossas vidas.

Já os eleitores de Haddad estão sonhando com a farra experimentada entre 2002 e 2008, quando puderam experimentar o gostinho de algumas coisas materiais, dantes nunca vistas. Lembram do caso de Saladino no domínio de Jerusalém enquanto Ricardo coração de leão se aproximava inexoravelmente para o que poderia ser uma das mais sangrentas guerras da história?

Pois é, Saladino era um Haddad ali e trabalhou para evitar a guerra e mais ainda, na verdade o mais importante, conseguiu convencer aos judeus para voltarem a viver em Jerusalém e essa era a vontade de Deus. Convidou os cristãos também, mas esses não toparam. Enquanto isso, Ricardo ao saber da pouca ou nenhuma vontade de Saladino em enfrentar um dos mais terríveis exércitos existentes naqueles tempos e o melhor, conseguir a volta dos judeus para viver lá, deu-se por satisfeito e voltou para Inglaterra.

Perceberam, Saladino chegou primeiro e acabou fazendo o trabalho que seria de Ricardo, muito mais afinado com o criador. Presumo a vitória do Bolsonaro, coisa minha. Mas se Haddad for o escolhido com ou sem fraude, ele vai fazer a vontade de Deus, disso não tenho dúvida nenhuma. A primeira mudança dele será descolar dos seus senhores e senhoras. Elaborará um plano dele e fará o que deve ser feito.

Por outro lado, até a Dilma poderia ter feito o trabalho, bastava descolar dos mesmos aos quais Haddad está servindo. Ela preferiu segui-los, com as ideias do Foro São Paulo inclusive, entre elas, votar contra Israel e a favor de Irã e outros inimigos de Deus, cheios de ódio no coração, nos embates na ONU. E no que deu: Impeachment. O outro também foi pelo mesmo caminho, e está na cadeia mofando. Ele e seus “amigos” aguardam soltá-lo se o Haddad ganhar a eleição. Mas caso insistam nessa ideia, se tiverem essa oportunidade, algo bem mais desagradável poderá suceder a ele (Isso é só uma previsão sensitiva).

Nessa alternativa Haddad, as coisas serão mais complicadas e mais estremecidas. Não quer dizer uma bonança para a alternativa Bolsonaro onde haverá problemas,  também, mas haverá melhor clima e tolerância para resolver.

Agora, se os dois resolverem não cumprir a missão para a qual foram designados, lá no céu, cara preferirei não estar por perto, ou melhor, tratarei de ir para o mais longe possível, menos na Finlândia. Prefiro um lugar longe mas não preciso ser tão radical, talvez uma Iniciolândia ou algo assim.


 

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