A Gruta do Lou

Igualar ou complementar, eis uma questão fundamental?

Acabo de deixar um comentário em um artigo de arrepiar os cabelos escrito por Gabriele Greggersen, lá na Ultimato. Como não confio muito no pessoal dessa revista, tratei de postar por

aqui também. (Já me certifiquei, eles deletaram meu comentário sob a sentença de SPAM). Após tantos anos de blog, percebi que Deus também dá seus palpites por aqui e esse é um desses casos, acho.

Olha só, não gosto de argumentos cuja base sejam as tais estatísticas. Parece coisa de político que se vale disso, sem contar direito quais foram os critérios.

Hoje em dia, obter graus de mestrado e doutorado ficou muito mais fácil e podemos obtê-los em qualquer esquina, inclusive nas de Boston. O planeta está cheio de mestres e doutores idiotas. Ter um diploma desses na parede, virou moda. Eu mesmo estou fazendo um curso (As cartas de Paulo) em pós-graduação, no momento, na Harvard, pela Internet e em português. Isso porque pela Internet você recebe tudo traduzido no ato pelo Chrome, se quiser.

Agora, benditas sejam as mulheres que, com todas as suas rotinas de mulher, ainda encontrem condições favoráveis para realizar formação em nível elevado.

O problema será se as mulheres abandonarem seu primeiríssimo chamado de Deus. Em breve não haverá seres humanos sobre o planeta. Já aconteceu antes e nunca estivemos tão perto disso, como agora.  Enfim, tudo tem implicações, por aqui.

E não vale botar filhos no mundo e depois entregá-los às creches e escolas para serem educadas por imitadores grotescos de Montessori, Piaget e Gramsci, ou você acha que o planeta está todo de vermelho por acaso?

Uma gestação dura cerca de nove meses, depois do nascimento vem o mais importante, transformar esse ser em gente boa, com saúde, bem-educada e isso leva tempo. O ideal seria uma equipe formada pela mãe (a principal), o pai, avós, irmãos, cães, calopsitas, gatos, tios, primos, vizinhos, amigos e, com sorte, a escola.

O fato é o seguinte, a turma da Teologia Integral (um eufemismo para cristãos comunistas) aposta boa parte de suas fichas na “igualdade da mulher”. Isso é só mais uma das formas de dividir para colher a revolução. Lênin não se cansava de cantar essa bola.

Mas do ponto de vista do criador, tal não existe. Já cansei de ler essas exegeses de segunda e concluir que tal é irrealizável, pois Deus nos dispôs sobre a Terra parte mulheres e parte homens para sermos complementares e nunca para sermos iguais. Na verdade, ninguém é igual a ninguém, nem os gêmeos univitelinos. Mais uma marca registrada do Criador.

Enfim, com os pastores e teólogos de hoje estamos bem mal arrumados. Já estou com enorme saudade do Dr. Shedd, Billy Graham, Stot e Dra. Louise Mckinney. Mas também gosto muito do C. S. Lewis, fique tranquila. Perdemos a credibilidade fora de casa, às vezes, em casa também. Assim como os médicos roubaram as curas dos xamãs, os filósofos roubaram a teologia da gente.

No Brasil não há prêmios Nobel da paz e muito menos “teólogos”, só uns práticos como eu, o menor de todos. Portanto, igualar o número de mulheres e homens nas academias de instrução é uma bobagem homérica, a meu ver. As mulheres têm muito mais responsabilidades com a raça do que os homens e não podem perder muito tempo com loquacidades frívolas, feito essas.

Ainda bem que as Academias, universidades, etc., estão com os dias contados, enquanto as mulheres sempre estarão protagonizando a vida.

O artigo da Dra. Gabriele você pode ler lá em: Da academia à teologia, a mulher vive entre o preconceito e a desvalorização 

 

Comentários

  1. Lou eu concordo com cada palavra. Estamos vendo a desumanidade avançar por conta desses equívocos. Agora, dentro da “igreja” , onde supostamente se deveria estar mais do que claro esse viver colaborativo entre homens é mulheres, é o caos que se pregue essa papagaiada. Enfim… vivemos, plantamos e certamente colheremos… A menos que Deus tenha misericórdia.

    1. Essa questão é mais uma dentro dos objetivos da turma da Teologia Integral (um eufemismo para cristãos comunistas) que aposta boa parte de suas fichas na “igualdade da mulher”, na diferença racial, imigração, etc. Isso é só mais uma das formas de dividir para colher a revolução. A igreja é uma coluna social difícil de destruir, mas estão avançando, embora ainda não tenham logrado êxito maior entre os pentecostais e neopentecostais. Enquanto isso, a verdadeira face da mulher, está sendo desprezada com prejuízos seríssimos à raça humana. Como você diz: que Deus tenha misericórdia.

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