Salvar o que ainda resta

Assassinato por Decaptação de 21 cristãos no Egito

Assassinato por decapitação de 21 cristãos no Egito

“Se alerta! E fortalece o que ainda está e estava prestes a morrer; porque não tenho encontrado integridade em tuas obras diante do meu Deus.”

Apocalipse  3:2

Salvar o que ainda resta é a missão que não quer calar. Esse versículo está escrito em apocalipse, no capítulo que trata da carta enviada a Sardes, onde havia um igreja que havia se desviado do alvo e entrado por caminhos tortuosos.

Dou constantes palpites no andar da carruagem da política internacional e nacional, atualmente me preocupando muito com esse governo completamente desgovernado que conseguiram criar aqui.

Mas meu interesse maior diz respeito à igreja cristã protestante à qual estou indelevelmente ligado, querendo ou não, desde 1976. Infelizmente e com exceções importantes, meus irmãos na fé perderam o rumo da missão discipular, rumo à Vida Eterna, legada por Jesus Cristo e enveredaram por outros caminhos, digamos, mais imediatos, o popular aqui e agora.

Assim enfraqueceram a espiritualidade geral e escancararam à porta para a entrada de todos os predadores das sociedades organizadas, com a finalidade de levá-las à decadência pelas vias da imoralidade e da liberalidade nociva rumo a ditaduras diabólicas.

Acontecimentos como esse já ocorreram ao longo da história da civilização e os núcleos sociais atingidos não estão mais aqui para nos contar suas mazelas e equívocos.

Não há dúvida que nós falhamos e eu sigo tentando salvar o pouco que ainda resta, agora através da MAIS onde começo a contribuir naquilo que posso, certamente pouco, mas muito mais do que nada.

lousign

Mais uma metamorfose ambulante

Aedes Aegipty02
Olha só, estamos sendo bombardeados com esse “desvio de foco” promovido pelo atual governo a fim de nos impedir de ver a realidade. Com isso, estamos diante de mais uma metamorfose ambulante, como bem diria o poeta mosquito Raul Seixas.
 
Seguinte, o inimigo zero não é o mosquito Aedes Aegypti. Ele é só um mosquito imbecil, incapaz de pensar e muito menos de entender o que anda fazendo, com sua mania vampiresca de ficar chupando o sangue do pessoal. Se não houvesse nenhuma pessoa infectada com essa ou aquela doença por aqui, o mosquito até poderia vampirescar à vontade, pois além do sangue perdido de suas vítimas e uma coceirinha chata logo após o ato, mais nada aconteceria.
 
Esse é ponto, o verdadeiro transmissor da dengue, zika, chikungunya, Aedes Aegipty febre amarela urbana, etc. é o ser humano em todos os seus gêneros e versões e ponto.
 
Aí que mora o perigo. Sem qualquer preconceito, pois estamos só tratando de um problema de zoonose e/ou sanitarismo. As pessoas para locomover-se, entre países, estados e cidades, precisariam passar por uma avaliação médica e serem devidamente orientadas, medicadas e vacinadas (detesto dizer isso) contra as doenças presentes em seus lugares de origem e de destino. Sem isso elas viraram mosquitos transmissores de doenças.
 
De fato, é um problema de todo o planeta e não é de hoje. Mas o nosso atual governo, também resolveu economizar nessas áreas e, ainda por cima, incrementar a migração interna (talvez para incrementar o vale tudo para conseguir mais votos) levando populações inteiras do norte e nordeste para o sul e sudeste do país, bem como está incentivando e aceitando a vinda de haitianos, cubanos, bolivianos e africanos em geral e outros povos, onde os serviços de zoonose e sanitarismo são precários, acomodando-os nas mesmas áreas, na maioria dos casos. Resultado taí.
 
Alguns dirão que Cuba é uma maravilha nesse quesitos, mas há controvérsias, entre elas, nunca é demais lembrar que eles inventaram o método de divulgar estatísticas ao invés de resolver os problemas.
 
Quando fui para a África (1981) tive que passar por consulta médica, informar quais países pretendia visitar e tomar as medidas (medicação ou vacinas) necessárias, então.
 
Mas o nosso governo e, praticamente, todos os outros de países subdesenvolvidos como o nosso, jogam a culpa da proliferação dessas doenças nos mosquitos e em nós que não matamos os pestinhas, se não, os criamos tacitamente, ao invés de cumprir as tarefas para as quais existem, nessas e em outras áreas.

Se a bíblia ainda não diz, vamos fazer lob para incluir o seguinte versículo: “Ai da nação cujo governo é realizado por homens e mulheres incapacitados para governar.

 
A sugestão da turma da padaria é eliminar os mosquitos e o governo atual. Enfim, eles são meio radicais, sabe-se lá.
lousign

Meu sexagésimo quarto Réveillon

Reveillon2

 

Pra ser bem franco, nunca me dei bem com essa festa. Acho que depois de tantos anos, ainda não consegui descobrir a diferença entre esse ano e o próximo. Bom, nunca é tarde para aprender e, quem sabe, não descubro onde a porca torce o rabo desse ano para o próximo.

Quando acordei hoje, ainda sem sair da cama, tempo de minhas orações, geralmente, tentei convencer a Deus sobre o quanto Ele está me devendo, ainda. Claro, Ele não me deve nada, mas nunca é demais insistir. Como diz certo picareta de nossos dias, “uma mentira dita muitas vezes acaba virando verdade”.

Em todo caso, pretendo ter paz no próximo ano. Se isso acontecer, no próximo Réveillon poderei mudar minha declaração para: Agora há uma diferença entre o ano que finda e o ano que vai nascer. Não me lembro onde ouvi essa frase, mas ouvi.

Evidentemente, falei ao magnânimo sobre a casa perdida há tantos anos. Orra meu, não aguento mais brigar com proprietários de casas alugadas, fora as dívidas remanescentes. Alugar uma casa (ou apto.) é igual comprar um Fiat, uma incerteza na entrada e uma alegria indescritível na saída. Como dizia meu finado pai, um homem sem casa própria é um nada. Incrível como ele conseguiu me convencer disso.

Também lembrei das minhas outras perdas, sendo a do nosso filho perdido, disparada a pior delas. Mas acho difícil Ele me recompensar essa perda, pra não dizer impossível. Afinal… dizem por aí que Ele é o tal Deus dos impossíveis. Melhor deixar a barba de molho, então. De repente Ele me aparece com a poção dada a Abrão e Sara e Dedé e eu botamos um bacuri no mundo em idade avançada. Acredita?

Sem falar nos pais de João Batista, outro casal a tomar a poção. Isso só pra citar os casos registrados na Bíblia. Vai saber quantos outros há por aí, sem registro. Apesar de não entender todo aquele trabalho pra trazer o Batista à vida e depois deixar a vadia da Heródias (Salomé) pedir a cabeça dele em uma bandeja, sem chance do maridão negar. Você e eu sabemos o poder que uma esposa tem para conseguir certas coisas.

Bom, pelo menos essa opção Ele não tem mais conosco. Um filho tirado de nós precocemente e violentamente Ele já nos fez experimentar. Sobra, mesmo, a opção Sara-Abraão, acho. Enfim, não subestimarei a criatividade do Criador. Quando ele resolver criar, sai debaixo.

Minha esposa e meus filhos remanescentes são presentes inestimáveis recebidos nessa minha vida discutível e nada agradável. Mas a tristeza crônica deles me arrasa e esbofeteia minha cara a cada manhã. Provavelmente, uma boa parte disso, é minha máxima culpa. Se não for por outro motivo, será pelo fato de tê-los enredado na minha teia.

Está claro o fato de não estar descrevendo meu oráculo matinal com Deus na ordem certa. Apesar de parecer pouco indiscreto, não estou revelando os detalhes sórdidos dessas desgraças. Então você pode imaginar o tamanho dessas encrencas. Tive outras perdas duras e, especialmente aquelas as quais não fiz por onde, não foi fácil assimilar, se é que as assimilei.

Assim sendo, volto ao começo. Quero paz de criança dormindo, no próximo ano, não, mas nos próximos anos, sejam lá quantos Deus ainda me reserva. Às vezes penso ser essa a minha missão: Me ferrar. Mas não deve ser. Sou devagar mesmo. Meu apelido nos tempos de juventude era Slow. Agora você já sabe por que adotei o Lou. Quem sabe se ouvir Ex-Lou suficientes vezes acabo me livrando desse estigma. Pouco provável, né?

Mas para eu ter paz, o Divino vai ter que rebolar. Vai precisar me ajudar a ter trabalho, apesar de já estar fora da idade para essas intransigências, casa própria e isso é o de menos, pois o mais complicado será alegrar minha família. Quando meu filho se foi, uma amiga me escreveu dizendo que logo eu me apegaria aos netos e essa dor se tornaria mais suportável.

Taí. Outra reivindicação de fim de ano: netos. Só que, para isso, Ele precisará consertar as emoções e sentimentos dos meus filhos. Talvez Ele (ou eu) tenha entendido errado o Salmo da minha promessa. Onde diz, verás seus netos eu achei que seriam os filhos dos meus filhos, e Ele estava falando do Neto (por quem tenho o maior respeito e admiração) o meu amigo pastor e/ou o comentarista da Band (que detesto), talvez.

Então, é assim meu final desse ano. Para meu próximo ano fazer a diferença, Papai do Céu vai precisar melhorar muito. Quem sabe se Ele parar de mimar o Ed e outros queridinhos, dando a gente esquecida como eu, os outros pais de cardiopatas congênitos e ao Brasil um pouco mais de carinho e menos samba, suor e cerveja.

Tudo bem, a cerveja pode deixar, se for moderada. Mas não venha com aquela bênção dada a Ezequias, o rei que pediu mais uns anos de vida e Deus consentiu-lhe mais quinze, ocasião em que o reizinho gerou o pior homem da história, o querido Manasses, segundo o Billy Graham.

Essa champagne, mar e réveillon, acima, é tudo que você vai ver por aqui, nesse sentido. Mas o pessoal queridinho do Papai vai ter mais, muito mais, pode crer. Não é só inveja não, mas pura provocação ao Pai.

lousign

Natal: Aniversário de Jesus e da Gruta

Natividade Natal

Tudo bem, você está careca ou de cabelos brancos por saber que hoje é o Dia do Natal.

O que você não sabe, talvez, é o fato de ser o dia do aniversário da Gruta. Falo deste blog, obviamente.

Mas não é só isso, este é o nosso décimo aniversário. Tirando meu casamento, esse é segundo empreendimento que consegui manter por mais tempo. O resto, ferrou e, claro, nunca por culpa minha. Acredita? Como alguém perfeito poderia ser o culpado por não ter dado certo, ué?

No caso do casamento, sou obrigado a dividir os louros, medalhas e troféus com a Dedé. Vá ter paciência lá na … Rússia, China, sei lá onde. Quando Deus a trouxe ao mundo deve ter pensando: Quero ver o Lou escapar dessa. Sei do que estou falando, não sou nada fácil. Na maioria dos dias, nem eu me suporto.

Agora, no caso do blog, o fato de não precisar ser “democrático”, essa tolice que os gregos inventaram, pelo menos não na hora de decidir o que e como escrever e publicar, posso exercer minha verve autoritária, tirânica e fascista à vontade. Claro que faço isso com discrição, no meu caso, uso o paternalismo que é a mais completa e eficaz forma de ser assim. Lula e Dilma que o digam.

Detesto gente que fica com aquela história de: “qual a sua opinião”, pra tudo. Isso beira a hipocrisia, no meu caso. Quando faço isso, invariavelmente, estou sendo educativo ou pior, irônico e/ou sarcástico.

Mas não conte pra ninguém, assim você evitará queimar meu filme, por aí, Ok?

Enfim, uma década se foi. Se já estava velho há dez anos, imagine agora. No próximo dia 8 de janeiro, completarei 65 anos, ou seja, Jesus, o blog e eu somos todos velhos capricornianos. Chega a ser um exagero. E não me venha com aquela conversa, que eu mesmo defendi em algum lugar por aqui, dando conta que Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Faça o Mapa Astral e você verá que ele era de capricórnio, de fio a pavio. Sem falar na personalidade, jeitão, etc., tudo nele era de um capricorniano típico.

Sei que os irmãos em Cristo não gostam de horóscopo. Fiquem frios, vocês não estão sozinhos. A Igreja precisou matar um monte de astrônomos, que à época desses martírios, faziam as duas coisas, ou seja, astronomia e astrologia. Depois separaram os dois campos de estudo. Mas a igreja cristã dorme com esse barulho desde sempre, pois a Bíblia, de onde nós tiramos todas as nossas heresias, está lotada de referências astrológicas e astronômicas.

Antes de deixar esse planeta para ir morar em algum outro, provavelmente em uma das milhares de outras galáxias existentes, que é para onde vão os que deixam nosso mundinho pecaminoso, muito provavelmente, pretendo fazer estudos em astronomia em alguma dessas nossas universidades espeluncaiadas, se é que há curso de Astronomia em mais de uma delas. Dizem que os astrônomos, ainda que secretamente, continuam praticando a astrologia.

Imagino que você já tenha percebido minha enorme dificuldade em falar sobre data de aniversário sem me reportar a astrologia. Mas sei que não estou sozinho nessa dificuldade e/ou virtude divina. Mas faço enorme esforço para não mencionar essas minhas estranhezas, embora fraqueje uma ou outra vez, como agora. Dizem por aí, que se não fossem as fraquezas humanas, a humanidade não teria existido, jamais. A maioria das pessoas existentes, que já existiram, e ainda existirão, são vítimas de alguma falha, acredite.

De dezembro de 2005 até o início de 2013, escrevi com boa regularidade, por aqui. Então meu filho Thomas nos deixou para sempre e eu fiquei sem ele e sem minha vontade de escrever. Talvez mais do que isso, não consegui escrever mais no mesmo nível que mantinha antes. Gostaria muito de recuperar algo disso, daqui para frente, e fazer mais uns dez aniversários de blog, no futuro, ao menos.

Bom, vamos deixar de conversa e soprar as dez velhinhas, digo, velinhas do bolo (coisa mais nojenta, meu). Nunca assopre velas sobre o bolo, por favor.

 

Parabéns a você,

Nesta data querida…

Viva Jesus!

Viva a Gruta!

lousign

O Golpe

 

 

John Bunyan
Parábola inicial

Quando casei, tínhamos (a família paterna, pai, mãe, irmão e cunhada) uma casa em um bairro nobre da cidade, em terreno de 600 m², considerado de bom tamanho. Na verdade, havia duas casas ali, uma maior no centro do terreno e outra menor, ocupando um espaço ao lado, na parte de trás. Hoje, a propriedade valeria mais de cinco milhões de reais (ou um milhão de trezentos mil dólares). Quando essa casa foi comprada, de entrada foi dado um apartamento que tínhamos em um bom bairro mais um pequeno valor necessário para conseguir o financiamento na Caixa, do restante.
Minha mãe morava lá sozinha, na casa maior, então fomos morar lá, na casinha. Pouco mais de um ano depois, nossa filha nasceu e resolvemos, de comum acordo, trocar de casa com minha mãe. Pessoal de nossa igreja veio nos ajudar a colocar papel de parede e preparar o quarto novo do bebe. Ficou bem legal.
Pouco tempo depois, meu irmão vendeu a casa e eu não evitei. Minha mãe pediu para não intervir no negócio, segundo ela, preferia que não houvesse desavenças na família. Meu pai veio de Ponta Grossa onde ele morava e já tinha outra família e foi ao departamento jurídico da Caixa Econômica Federal assinar um documento, passando a titularidade da parte dele na casa para meu irmão, e assim, os três mais minha cunhada assinaram o contrato e escritura de venda do imóvel. Uma parte do valor foi enviada para meu pai, mesmo tendo doado parte dele para meu irmão, outra parte ficou com minha mãe e a parte maior ficou com meu irmão e minha cunhada, e nunca entendi esse detalhe.
A nós, não restou outra coisa a fazer, se não, desocupar o imóvel. Para tanto, foi preciso o pastor de nossa igreja solicitar a um dos membros que fosse nosso fiador no aluguel de um apartamento pequeno.
Essas informações só chegaram a mim, muito tempos depois. Foi um conluio entre meus pais, meu irmão e minha cunhada. Eles não tiveram nenhum pudor em me trair pelas costas e nos colocar no olho da rua.

Essa foi mais uma das grandes perdas que sofri na vida, embora fosse só um objeto, a decepção e desapontamento com as pessoas que deveriam nos amar, mas preferiram nos apunhalar por causa dessa coisa.

Atualmente meu irmão não temos qualquer contato e nem sei que cara têm meus sobrinhos. Meu pai faleceu em 1998 e minha mãe está em um Asilo sob minha responsabilidade e a obrigação de manter as despesas dela lá. Ela não lembra mais de mim, muito menos de minha família.

O drama

Hoje o povo brasileiro sofreu um dos maiores golpes de sua história. A presidente, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, em conluio, deram esse golpe no povo.

Subverteram a Constituição, que já não era lá muito respeitada e dividiram o governo entre eles, provavelmente, de olho nos valores nacionais. Imagino que pretendam dividir essas riquezas, enquanto o povo seguirá trabalhando para sustenta-los, com pouquíssimas regalias.

Logo veremos as prateleiras do supermercado vazias, os reservatórios de água abaixo do tal volume morto, luz e combustíveis racionados, as liberdades (imprensa, religiosa, de ir e vir, marco civil na internet, etc.) enfim, tudo que acontece quando as liberdades se extinguem nas mãos dos corruptos, dos despontas e dos egoístas tiranos.
O que machuca nem é a coisa que eles estão apropriando, mas a decepção e o desapontamento somado à traição pelas pessoas que tinham o dever e a honra de cuidar das instituições nacionais para que o povo tivesse paz e prosperidade. Preferiram eles em detrimento de nós.
Muito provavelmente, daqui alguns anos, muitos deles e eu estaremos mortos, enquanto nossos filhos e netos, além de ter que se virar para consertar o estrago que esses monstros lhes fizeram e nós não fomos capazes de fazer nada para impedi-los, ainda terão de conviver com alguns deles e sustentar alguns outros em suas velhices. Eles nem lembrarão o que nos fizeram, nem quem fomos.

O apocalipse

Nos tempos em que a Inglaterra era a maior potência do planeta em termos de poderio bélico, havia lá uma rainha que mandava de verdade e não a figura decorativa que  existe ali, em nossos dias.

Havia também, no reino unido um senhor chamado John Bunyan, um cristão simples conhecido como o homem que orava. Certa vez, a tal rainha teria dito: Não há neste mundo nada nem ninguém que eu tema, exceto o senhor John Bunyan e suas orações. O Dr. Russell P. Shedd, meu professor de Novo Testamento no Seminário, se orgulhava de ter ficado por cinco segundos com o chapéu do Bunyan na cabeça, durante a cerimônia de sua formatura.

Não posso fazer nada por meu país, nem o que cheguei a fazer no final da década de sessenta, século passado, enfrentando as forças do governo ditatorial nas ruas e praças.

Agora só me resta a capacidade e fé para orar a Deus por um governo justo, ao menos. Mesmo que eu não tenha visto nenhum governo assim em meus dias, pelo menos, que venha um nos dias de meus filhos e netos, independente de alguém lembrar que orei por isso. Talvez alguém me reconheça como um homem que orava, mas isso não será imprescindível.

Esse será o meu golpe, orar por um governo justo e eficaz e quem desejar fazê-lo, também, fique à vontade. É grátis e sem captação de recursos. No máximo, um jejum aqui, ali e a Deus toda a glória.

lousign

Não esqueça de nós nesse natal

121015_1753_Noesqueade1.jpg

Vá para o site do Projeto Coração Valente e ofereça uma contribuição de Natal para as crianças e adultos Cardiopatas congênitos.

121015_1753_Noesqueade3.gifObrigado

Deus te abençoe fantasticamente.

Abração

Lou Mello

Page 1 of 318

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén