Por falar em Ruptura, lembrei da igreja…

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Certamente não sou a pessoa ideal para falar sobre isso, mas como vejo poucos falando e timidamente, resolvi pegar o touro, digo, lobo à unha.

O fato de não fazer mais parte de nenhuma igreja institucional, não me deixa menos preocupado com elas, fora o fato de ainda nutrir amizades valorosas no seio dessas instituições. A organização e/ou instituição igreja funciona na sociedade como um dos pilares sociais, ao lado da família, escola, governo e mídia. Na história universal, que quase só incluí o planeta Terra, registra-se muitas rupturas dessas colunas em diversas sociedades, redundando no desaparecimento delas.

Vejo nas igrejas atuais sérias ameaças, entre elas, as sabidas práticas pecaminosas (tais como: a politização dos membros, o amor ao dinheiro e ao sexo lascivo, fora outros pecados veniais) e o sempre presente e mais velho subterfúgio do diabo que é o seu antiquado disfarce de cordeiro. Não sei se os caras são teleguiados de partidos políticos, seitas satânicas ou sociedades secretas que sempre orbitaram em torno das igrejas buscando solapa-las ou a quem possam tragar.  O fato é que eles se fazem presentes hoje, tanto ou mais do que já fizeram no passado.

Essas figuras costumam galgar postos nessas estruturas, como bem sabemos. Em nome de Deus e da igreja, mataram (na fogueira, guilhotina, apedrejamento, forca, excomunhão, etc.) milhares de detratores, sobretudo, aqueles que os desmascaravam ao longo da história. Aos poucos, pessoas cuja inocência pueril os leva à igreja em busca de Deus e/ou alguma forma de desenvolvimento espiritual vão sendo aliciadas para seus fins malignos, de natureza financeira, política, sexual ou outros.

Dessa forma, a igreja vai se tornando um lugar perigoso, como também está a família, a escola, o governo e a mídia. Destruidores de sociedades buscam desestrutura-las derrubando essas colunas sustentadoras. Até os traficantes utilizam essa estratégia para expandir seus negócios, quiçá seus piores inimigos. A Igreja encanta o capeta pelo fato de angariar pessoas, como nos outros casos. Pessoas podem contribuir com dinheiro, com seus corpos e com suas escolhas.

Isso incluí pessoas aliadas às hostes do mal, hora militando nas milícias ligadas a interesses políticos, sobretudo aqueles cujo propósito incluí o extermínio das igrejas, em especial as judaico-cristãs que se aproximam dessas organizações eclesiásticas para destruí-las por dentro e conquistar as pessoas para fazer parte de seus intentos políticos infernais (vide propósitos do EI). Até o pessoal chegado em Maomé anda sendo vítima desses demônios, como temos observado por aí.

Os argumentos em favor dos pobres, incluindo compaixão, bolsa família, minha casa minha vida, inclusão social, etc., são muito fortes. O pulo do gato é levar as pessoas a acreditar que as igrejas estão do lado do mal quando não caminham nessa direção. Algumas igrejas, de fato, contribuem com esses capetas em pele de Armani, La Coste e batinas quando exaltam o grupo contrário, formado por empresários, trabalhadores de alto nível e/ou partidários de grupos políticos mais à direita. A igreja pautada pela Bíblia, por exemplo, não faz acepção de pessoas, não importando o status social delas, portanto. Se você está em uma dessas, pique a mula rapidinho. É fria.

Até o Papa atual está nesse rumo, tanto que não sabemos se ele quer defender a igreja que governa dos tais lobos disfarçados ou seria, ele próprio, a besta do apocalipse, tão esperada pelos apocalípticos do desespero. Com esses argumentos, logram a adesão dos crentes para fazerem parte da massa votante dos candidatos por eles indicados, sobretudo os mais jovens e/ou inexperientes.

O papinho deles, nessa altura, quando estamos empurrando um ou dois desses capetas precipício abaixo (falo do Brasil, lógico), justamente, é vir com essa conversa de que esse caso está ou estará causando a ruptura da igreja. Esses crápulas são muito “caras de pau”, inclusive. Divididas e rachadas as igrejas já estão há tempos, como bem sabemos.

Como disse Jesus em pessoa, “A minha casa será chamada Casa de Oração”. O que passar disso é anátema e qualquer cristão de igreja, seja ele um catecúmeno, sabe disso. Quer fazer política, faça, mas lá no seu partidão ou partidinho. Quer ganhar dinheiro no mole, candidate-se a algum cargo ou emprego público. Quer viver no sexo, carnaval e drogas, o mundo lhe oferece milhares de oportunidades nesse sentido, mas uma igreja não poderia ser alternativa para tanto.

Trocando em miúdos, igreja não deveria ser ou estar engajada em política partidária. Essa conversinha de que a Igreja, a escola, mídia e a família devem se engajadas em política foi produzida no mais profundo do inferno, se não me engano.

Claro que estou falando em sentido figurado, assim como vemos na Bíblia, nos exemplos sacerdotais nos tempos dos exílios judaicos, onde essas figuras de linguagem foram criadas para facilitar o entendimento do povo. Quem não consegue abstrair precisa de exemplos concretos.

Obviamente, esse texto é só a minha opinião. Minha esposa já está me lembrando que nem ela lê quando escrevo textos longos. Vai ver, foi assim o nascimento de Mafalda, Pato Donald e Mickey. Não importa, espero ter conseguido dar o recado. Espero, ao menos, ter conseguido contribuir de algum jeito, com os que conseguiram ler até aqui. Fora com esses lobos disfarçados das igrejas.

Não esqueça, eu já me toquei e pulei fora, embora meu negócio seja, justamente, buscar vida espiritual a partir da base. Depois poderemos conversar sobre isso, se interessar.

Lot of kisses my friends and brothers.

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O significado real das pedaladas

Dilma e suas “Pedaladas”

Andei por aí, estive durante várias horas nas padarias, nos shoppings centers, nas favelas, no Metrô, nos ônibus, na internet e até liguei para meu amigo Khalil, que foi missionário por vários anos em Israel, mas acabei concluindo que esse post deveria ser escrito por mim mesmo e com a minha opinião.

Olha só, apenas para refrescar a memória na noite que antecede o início do julgamento do impeachment de Dilma, a “presidenta”:

  • Não queremos ela governando, se é que se pode chamar aquilo de “governo”, porque o projeto dela era levar nosso país a ser mais um vagão (aliás, um vagão monstro e cheio de riquezas, incomparável aos demais) no trem puxado pela máquina cubana e nós, brasileiros de raiz, somos contra isso.
  • Também é bom lembrar o quanto estávamos preocupados com o assalto sem igual, na história da humanidade, que vinha sendo praticado por membros do governo dela contra a Petrobras, uma das cinco maiores empresas do planeta, contra o BNDEs, Eletrobras, Correios, etc., se bem que isso fora herdado do governo de seu antecessor e mentor (vide escândalo mensalão em 2004 via Correios), com possíveis antecedentes em outros governos anteriores, também.
  • Escandalizava-nos as diretrizes que vinham sendo implantadas na Educação escolar governamental. A escola tornou-se alvo preferido para a difusão de conceitos políticos de esquerda, contrários à livre iniciativa e cem por cento em favor do governo totalitário gerindo todas as atividades econômicas do país. Sem falar na distribuição farta de camisinhas aos alunos ainda adolescentes.
  • Irritava-nos o aparelhamento que o governo Dilma impôs à Igreja, sobretudo às maiores igrejas evangélicas neo pentecostais (Universal, Mundial, da Graça, etc.) através de uma aliança política espúria, recheada de troca-trocas em benefício mutuo. O ápice dessa farsa deu-se com a inauguração do tal “Templo de Salomão”, cuidadosamente construído para ser o maior templo religioso do planeta. Se bem que Meca ainda me parece bem maior. Um distanciamento proposital das evangélicas históricas e uma aproximação maior em direção à CNBB, também foram notadas. Ali, o bispo Macedo disseminou a ideologia preconizada pelo governo Dilma “a presidenta”, entremeada a versículos bíblicos fora do contexto original.
  • A Mídia também foi alvo do projeto petista, sobretudo no segundo mandato de Lula e no governo Dilma. O Jornal Folha de São Paulo avermelhou-se sem pudores bolivarianos e, de quebra, pôs seu instituto de pesquisas, o Datafolha, a serviço dos intentos Lula-Dilmistas e todos seus seguidores. Mas, não estavam sós, várias revistas semanais vieram reforçar essa prática. Por exemplo, a Internet (mais inatacável do que os outros meios) ganhou a presença irritante de blogueiros e militantes petistas profissionais (segundo consta, bem pagos para tanto pelo inacabável caixa do partido desse governo) confrontando todos os que criticavam as “iniciativas” do Governo Dilma. Isso continuou acontecendo, mesmo depois do afastamento dela, e vem trabalhando arduamente pela tal tese ridícula do “golpe” e de que não houve crime de responsabilidade algum cometido por Dilma “a presidenta” que justificasse um impeachment.
  • Toda a “máquina estatal”, federal, estadual e municipal onde eles lograram cooptar, foi aparelhada para dar seguimento a seus intentos direcionados à implantação de um governo totalitário e de viés esquerdo. Milhares de militantes foram contratados para esse fim, seja via concursos “exóticos”, cargos de confiança e outros meios. Segundo eles próprios, os fins justificam os meios. Até o STF teria sido aparelhado com a indicação de juízes discutíveis, cuja performance falam por si mesmas.
  • Outro detalhe interessante, foi o uso intenso das tais “Urnas Eletrônicas”, segundo muitos testemunhos e provas fartamente divulgados internet afora, completamente fora de qualquer mínima possibilidade de confiabilidade. Sem falar no episódio ocorrido na eleição de 2014, quando todos as exigências constitucionais eleitorais foram atiradas ao vento com a provável contratação de uma empresa ligada a Cuba e Venezuela para gerir o processo.
  • Os caras desse “governo” parcial e unilateral, tiveram grande ajuda do cara que eles, agora, apontam como o grande algoz de Dilma e suas confusões semânticas. Claro que falo de Eduardo Cunha que, ao receber a denúncia formulada por três advogados da sociedade civil, aceitou o argumento das “pedaladas”, apenas, retirando do documento todas as outras acusações (citadas acima), inclusive algumas retiradas da delação do ex-senador Delcídio do Amaral que tentou chantagear um dos ex-funcionários da Petrobras presos sob a acusação de cobrar propinas das empresas contratadas para os projetos da empresa, para evitar que esse viesse a delatar Lula, Dilma e seus prepostos. Essa “pequena” ajuda de Cunha está servindo aos Dilmistas como o subterfúgio ideal na tentativa de salvar a “presidenta”. Eles agem como se tudo o que ela fez foi “pedalar” e que tal procedimento é comum, não só aqui, nos estados e municípios, mas em muitas nações. Citaram até Obama, Merkel, Hollande, etc., obrigando-os a vir a público para explicar que não é bem assim.

Bom, esses itens são só alguns exemplos. Certamente houve muito mais práticas evidentemente inconstitucionais por parte de Dilma “a presidenta” e seu governo desgovernado. Não dá mais, Dilma, já deu.

Fique claro que, amanhã, Dilma estará sendo julgada pelas malditas “pedaladas” vulgarmente conhecido como Crime de Responsabilidade, cujo significado real multiplica-se exponencialmente, abrangendo todas essas miríades de infrações contra a nossa constituição, a nossa honra e a nossa paciência. Que todas as vezes em que elas “as pedaladas” forem citadas a partir de amanhã, no palco desse julgamento, todos nós tenhamos bem claro o significado abrangente delas e não o mero golpe que esse séquito “esquerdopata” insiste em nos impingir.

Nosso país não é da esquerda nem da direita. O Brasil pertence a todo o nosso povo, dos mais pobres, das comunidades, do Nordeste, das mulheres, dos negros, dos homossexuais, dos emigrantes, mas também do Sudeste, do Sul, do Oeste, dos homens, dos brancos, dos heterossexuais, enfim de todos nós “brasileiros”. Queremos liberdade com ordem e progresso, paz, com um governo pequeno, enxuto e atuante e, sobretudo, a retomada rumo ao lugar que nos está reservado nesse planeta, certamente de destaque, pelo nosso tamanho, nosso povo, nossos território, nossas riquezas, nosso bom humor, hospitalidade, pujança, etc. e tudo sob a bênção de Deus.

A saída definitiva de Dilma “a presidanta” e seu partido tornou-se emblemática no sentido de eliminar definitivamente quaisquer outras tentativas funestas como essa, no futuro.

Viva o Brasil, de todos os brasileiros!

lousign

Chocando Ovos de Serpente 03

Grupo Jihadista do Estado Islâmico

No último post dessa série de três, após ter abordado vários aspectos relevantes nos anteriores, pretendo finalizar com mais algumas conjecturas e dar ao leitor algo para pensar. Longe de mim, fazer acusações levianas. Por pior que possam ser nossas conclusões e desconfio que isso venha a acontecer com a maioria, infelizmente, o máximo que poderemos fazer, ou indicar, será lutar com aquelas armas mencionadas pelo apóstolo Paulo na Carta aos Efésios no capítulo 6, versículos 10 a 17 (A Armadura de Deus).

Entre a postagem do segundo e desse post aconteceram outros atentados (França e Alemanha), todos utilizando o mesmo “modus-operandi” no que tange à estratégia de aliciamento de descendentes árabes para a causa islâmica, nascidos nos países onde, futuramente, cumprirão alguma missão suicida a fim de lograr seus intentos.

As missões cristãs brasileiras treinadoras de obreiros para a tarefa da evangelização, seja em áreas urbanas ou em outras culturas, nesse ou em outros continentes não têm a consciência necessária da estratégia utilizada, sobretudo, pelo EI, e também pelo Hamas e outras menos conhecidas, mas com igual propósito, repito, cooptar filhos de árabes nascidos nos países objetivados por esses movimentos. O Brasil já é um dos alvos desses movimentos, tanto é verdade que a presença de Mesquitas em nosso território e sua multiplicação provam isso. O significado de cada nova Mesquita é a conquista do território para os seguidores da Charia.

Não resta dúvida nenhuma, sobre a capacidade desses grupos em sua eficácia, ao lograr a adesão dos jovens descendentes para seus intentos. Não podemos menosprezá-los. O fato dos descendentes fazerem parte de igreja A ou B, não faz muita diferença quando existe um apelo bem realizado às suas raízes muçulmanas. Muitos árabes que vivem por aqui há anos e se dizem cristãos continuam, até hoje, em fazer suas orações com seus colares de contas muçulmanos.

Pessoalmente não abro mão de total e irrestrita liberdade religiosa. Aceito que as religiões propaguem suas crenças, desde que o façam de forma ética. Por outro lado, a Charia propõe mais do que uma religião, ou seja, quer a implantação política de uma Teocracia totalitária em todo o globo terrestre por todos os meios disponíveis, particularmente a violência extrema, as quais temos presenciado estarrecidos em nossos dias. Entre outras coisinhas, esses caras pretendem eliminar todos os judeus e cristãos da face do planeta. Recrudescem assim, as velhas rusgas entre Isaque e Ismael, as cruzadas, a invasão de Israel, a guerra dos seis dias, etc.

A proposta de domínio em nome de Deus é poderosa em seus termos. Até Hitler a utilizou. Ultimamente, Putin e Merkel têm chamado seus povos a voltar para a Igreja e, se não me engano, eles o fazem com o intuito de poder contar com a ajuda de Deus para subjugá-los. O EI, Hamas, etc., não são diferentes.

Voltando à questão do treinamento de obreiros para missões evangelísticas cá e lá, posso lhes dizer que elas chegam a ser pueris. Nossos futuros missionários dificilmente sabem o que lhes aguarda no campo missionário. Enviá-los para o Oriente Médio, nos dias atuais, é como empurrá-los do avião, em pleno voo, de olhos vendados e mãos atadas. Eles são mal treinados por que seus treinadores também são despreparados.

Em minha opinião, nossos jovens deveriam ser treinados, entre outras coisas, para evangelizar os descendentes árabes nascidos em nosso território e conquista-los com o genuíno amor de Jesus Cristo (no caso dos cristãos), incluindo-os em comunidades cristãs que estejam vivas e cheias do Espírito de Deus. Com essa estratégia lograríamos duas vantagens: Primeiro ganha-los para Cristo e segundo, livrá-los das finalidades conquistadoras da Charia ou outro bando de loucos qualquer.

Atualmente, os povos europeus estão vivenciando o dilema terrível entre aceitar refugiados Sírios e Iraquianos, pois sabem o risco que isso representa. Saber o tamanho da encrenca já será de grande ajuda para minimizar as atividades terroristas em seus territórios. Mas aqui no Brasil, não há consciência alguma do risco a que nosso povo está sendo exposto com a chegada de milhares de refugiados e emigrantes, em particular, os que têm ascendência Islâmica.

Em outras palavras, estamos chocando ovos da serpente feito idiotas. Nossa missão cristã implica em vestir toda a Armadura de Deus. Não cogito impedi-los de vir e viverem conosco, mas que não os deixemos ser cooptados por esses extremistas malucos e sanguinários, até para a proteção deles, também.

Talvez valha a pena investigar essas espeluncas que se auto intitulam “Missão isso e aquilo ou mais ou menos” para verificar se elas sabem mesmo o que estão fazendo. Algumas delas estão abrigando essas famílias junto com seus filhos em lugares retirados dos grandes centros. Sabe-se lá o que pode acontecer ali. A questão será descobrir quem vai cooptar quem.

Além de não facilitar para que seu filho ou filha seja enrolado num esquema desses, seria bom parar com as contribuições em dinheiro, terras, etc., para esse pessoal e ser muito mais seletivo antes de fazê-lo. Aproveito para lembrar que o mercado missionário está cheio de loucos e/ou extremistas. Não são só os caras da Charia, há os comunistas, bolivarianos, cubanos, universais, mundiais, enfim, um monte de diabinhos andando por aí, buscando idiotas a quem possam tragar.

lousign

A Caixa

A caixa do Banco Itaú (moça bem jovem ainda), ali na Rua Santa Cruz, não gostou do documento que levei, uma coisa estranha, cheia de http://, www, enfim um horror. Então me fez ir até o INSS solicitar um carimbo com uma assinatura, se quisesse resolver meu caso.
Lá fui eu, ladeira a baixo, pensando mil maneiras em como eu poderia executar aquela jovem, jovem só na carcaça, onde certamente habita um espírito dos tempos paleolíticos ou dinossáuricos, aquela estereotipada de uma figa.
Um homem com idade entre ela e eu me atendeu lá no INSS e entendeu o problema rapidinho. Sacou o maior carimbo que tinha em cima de sua mesa, carimbou o papel e lascou sua assinatura, dizendo, se ela quer carimbo e assinatura para lhe atender, é isso que ela vai ter.
Subi todos aqueles cinco quarteirões (o gerente da agência Itaú nunca tinha descido aquilo, pois me disse que o INSS era só duas quadras abaixo) cantando e só imaginando a cara daquela fraude de jovem quando visse aquele carimbo enorrrrme com a assinatura bem no meio. Certamente ela iria até o céu, tamanho prazer a sentir em fazer um velhinho descer e subir dez quarteirões sob o sol do meio dia (ou de ver aquele carimbão todo assinado).
E quase assim, só não foi melhor porque a última hora, ao invés de retomar a fila dos velhinhos, resolvi entrar pela fila dos cidadãos normais e ser atendido pela outra caixa, essa sim, uma digna representante das classes mais jovens.
A pergunta que não quer calar: Quem é o velho aqui?

lousign